Trajetória de Chacrinha na telona

  Divulgação

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Ele fez história na televisão brasileira. A trajetória de José Abelardo Barbosa ganha o cinema no longa-metragem Chacrinha: o velho guerreiro, que está programado para estrear nesta quinta-feira (25/10) em circuito nacional. A ficção de Andrucha Waddington se divide em duas fases da vida do comunicador interpretadas, respectivamente, por Eduardo Sterblitch e Stepan Nercessian. Desde sua chegada ao Rio de Janeiro e estreia na rádio, até conquistar a TV.

A produção mostra o perfeccionismo de Abelardo em contraste com a espontaneidade do que representava como Chacrinha, a relação conturbada do apresentador com a família e as críticas enfrentadas ao estilo original que mais tarde o consagraria. No elenco principal também estão Gianne Albertoni como Elke Maravilha e Laila Garin vivendo Clara Nunes. Boni é interpretado por Thelmo Fernandes e Karen Junqueira vive Rita Cadilac.


 

 

Alemanha na tela do Goethe-Zentrum Brasília

  Fotos: Divulgação

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Da Alemanha para a tela brasiliense do Goethe-Zentrum. De 22 a 24 de outubro, o público vai assitir a um panorama amplo do cinema alemão que vai dos clássicos mudos até obras primas contemporâneas. A segunda edição da mostra A ALEMANHA NAS TELAS tem entrada gratuita. Oportunidade para conhecer mais sobre a cultura europeia.

Com a curadoria de Pablo Gonçalo, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), a iniciativa será aberta com o clássico A morte cansada (Der müde Tod, 1921), obra da primeira fase do cinema mudo de Fritz Lang. Em apresentação única, a exibição conta com a companhia ao vivo do pianista Serge Frasunkiewicz.

Esta segunda edição traz, também, A outra pátria – Crônica de um anseio. A obra encerra uma longa série de filmes que revisitam a história da Alemanha dirigidos por Edgar Reitz,  diretor vindo das origens do cinema novo alemão. A mostra apresenta, ainda, três títulos contemporâneos dos diretores Valeska Grisebach e Christian Petzold, que propoem narrativas com uma encenação que salienta experiências íntimas dos seus personagens.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

Dia 22 de outubro (SEGUNDA-FEIRA)
19h30 – ABERTURA
A morte cansada (1921), de Fritz Lang
Filme mudo acompanhado ao vivo pelo pianista Serge Frasunkiewicz.

Dia 23 de outubro (TERÇA-FEIRA)
17h30 – A outra pátria – Crônica de um anseio (2013) Parte I, de Edgar Reitz.
19h30 – A outra pátria – Crônica de um Anseio (2013) Parte II, de Edgar Reitz.

Dia 24 de outubro (QUARTA-FEIRA)
17h30 – Saudade (2006), de Valeska Grisebach.
19h30 – Bárbara (2012), de Christian Petzold.

OS FILMES

A Morte Cansada
Direção: Fritz Lang | Drama | P&B | 1921 |100 min.
A saga de uma jovem que tenta impedir o falecimento de seu noivo. Ela deve negociar com a morte, que lhe apresenta três velas. Cada uma revela uma história que a moça deve percorrer em um ambiente diferente.

A outra pátria – Crônica de um anseio
Direção: Edgar Reitz | Drama | Cor/P&B | 2013 | 230 min.
Em meados do século XIX, milhares de pessoas migraram da Europa para a América do Sul. No vilarejo fictício de Schabbach vivenciamos a história de dois irmãos que descobrem que apenas os sonhos podem salvá-los.

Saudade
Direção: Valeska Grisebach | Drama | Cor | 2006 | 88 min.
O casal Markus e Ella se ama desde a infância. Ele é membro de uma brigada de incêndio e ela é faxineira. Depois de uma noite de bebedeira, Mark acorda na casa de uma garçonete, tentando descobrir o que aconteceu.

Bárbara
Direção: Christian Petzold  | Drama | Cor | 2012 | 105 min.
Bárbara, uma médica de Berlim Oriental da década de 1980, é banida para o interior do país e se mantém discreta, pois se prepara para fugir. Ela se vê diante de um dilema moral que a força a escolher o que valoriza. 

A ALEMANHA NAS TELAS
No Goethe-Zentrum Brasília, Auditório Cyro dos Anjos (707/907, Conjunto F, salas 103/137; 61 3244-6776).
De 22 a 24 de outubro.
Entrada franca.

 
 

Caio Fernando Abreu para os fãs

 

  Fotos: Felipe Delangelo

Fotos: Felipe Delangelo

O universo poético e plural de um dos escritores mais queridos da literatura contemporânea está aberto ao público brasiliense. A exposição Caio Fernando Abreu – Doces memórias ocupa a Galeria Acervo do Museu Nacional da República até 28 de outubro. A partir de experiências sensoriais e recortes de sua trajetória, a mostra disponibiliza ao espectador a oportunidade inédita de rever, ouvir e sentir sua obra, 22 anos após a morte do autor.

A curadoria da pesquisadora Lara Souto Santana em parceria com as irmãs de Caio, Márcia de Abreu Jacintho e Cláudia de Abreu Cabral, reforça o caráter festivo ao trabalho do homenageado. "Comemorar os setenta anos de Caio Fernando Abreu com uma exposição em Brasília é uma alegria, já que sua literatura dialoga com tantos leitores. É a potência do texto dele que torna isto possível", conta Lara Souto Santana.

A palavra de Caio Fernando Abreu passeia em suas principais referências: Música, cinema, literatura, astrologia e arte. Cartas, manuscritos e documentos da sua vida pessoal e profissional foram emprestados pela família do autor e pelo acervo do Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural (PUC-RS) para dar ao visitante a chance de conhecer originais acessíveis apenas a pesquisadores.  

Caio Fernando Abreu
O escritor gaúcho, filho de uma geração que sofreu com a ditadura militar, renasce atual e espontâneo. Seja por seus admiradores que se multiplicam na internet, seja por adaptações, biografias e trabalhos acadêmicos, sua obra se torna cada vez mais relevante. “Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi", confessou Caio F. - forma que usava para se autointitular, em uma referência ao romance Cristiane F.

SERVIÇO
Caio Fernando Abreu – Doces memórias
Na Galeria Acervo do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República (Setor Cultural Sul, Lote 2).
De 13 de setembro a 28 de outubro. De terça-feira a domingo, das 9h às 18:30.
Entrada franca
. Informações: (61) 3325-5220 e 3325-6410. 

Exposição Controvérsias Iconoclásticas vai até 5 de outubro

Do professor e pesquisador da área de Comunicação Nico Carpentier, a exposição Controvérsias Iconoclásticas está disponível para visitação até 5 de outubro, na Galeria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)  Professora Christina Jucá, na Universidade de Brasília (UnB). As fotografias apresentam ao público o Chipre, um dos principais destinos turísticos do Mediterrâneo.

A intenção é promover o debate sobre os riscos do nacionalismo e suas consequências. O tema faz parte do cotidiano brasileiro, principalmente, em tempos de eleições. A mostra gratuita passou anteriormente em duas cidades do Chipre, Limassol e a capital Nicósia. As 23 imagens retratam estátuas, monumentos e marcos representativos da vida cotidiana dos moradores da região sul do país europeu.

“As estátuas são veículos de comunicação. São veículos carregados de ideologia, de informação. É o objeto inteiro que também se torna um meio”, explica o fotógrafo belga, um apaixonado pela simbologia presente nas estátuas. As fotografias analisam como as estátuas e os memoriais narram e moldam o conflito político que marca atualmente o local, com uma narrativa diferenciada para o conflito. O Chipre, que contabiliza um dos maiores Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo, vive atualmente sob uma controvérsia geopolítica: a República do Chipre governa a parte Sul do país, já a parte Norte está sob ocupação da autoproclamada República Turca do Norte do Chipre, reconhecida apenas pela Turquia, e vista como ilegal pela comunidade internacional. As obras de Carpentier evidenciam o traumático conflito.

Quando morava na ilha por conta de seus estudos na área de mídia, Carpentier fez os cliques entre setembro de 2013 e setembro de 2014. Como parte da programação, três workshops, em inglês, foram ministrados pelo professor Carpentier.

Sobre Nico Carpentier
O autor da exposição, professor do Departamento de Informática e Mídia na Universidade de Uppsala, na Suécia, também é educador associado no Departamento de Comunicação da Universidade Livre de Bruxelas, Bélgica, e na Universidade Charles de Praga, República Tcheca. Lançou 11 livros, coeditou 27 e assinou a coautoria de 130 artigos e capítulos de livros.  Seus estudos focam na análise de construções discursivas, incluindo projetos ideológicos em locais com mediação.

Serviço
Exposição de fotografias – Controvérsias Iconoclásticas
Na Galeria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), Campus Universitário Darcy Ribeiro, Universidade de Brasília.
Até 5 de outubro. Das 8h30 às 17h30.
Entrada franca.


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Festival de Brasília agita a capital até 23 de setembro   

Por Sérgio Bazi

A diversidade sexual, étnica e social do país promete marcar a 51ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que começou nesta sexta-feira, 14, e segue até o próximo domingo, 23. Centralizado na sala de projeção mais icônica da cidade, o Cine Brasília, nosso mais antigo evento cinematográfico tem vários pontos de exibição e atividades, abrangendo 13 regiões administrativas do Distrito Federal. Criado pelo crítico e professor Paulo Emílio Salles Gomes, o festival continua firme no empenho em destacar a descentralização regional. Afinal, o FestBrasília foi o primeiro a consagrar o cinema produzido fora do eixo Rio-São Paulo, ao premiar longas-metragens produzidos aqui mesmo, no Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná e Minas Gerais. Em dez dias de programação, serão exibidos 120 títulos, selecionados entre mais de 700 produções inscritas em todo o país.

A forte presença feminina por trás das câmaras chama a atenção de forma inédita. Basta lembrar que, na competição de longas-metragens, dos nove títulos selecionados, seis contam com mulheres na direção, seja em trabalho solo (casos de Gabriela Amaral Almeida, Susanna Lira e Beatriz Seigner) ou em parceria com cineastas homens. Na mostra oficial de curtas há cinco filmes assinados por diretoras, quatro por diretores e três são parcerias entre os dois gêneros.

Além disso, uma das novidades desta edição é o Prêmio Leila Diniz, que homenageia o símbolo máximo da libertação feminina no Brasil e a grande atriz premiada com o Candango pelo antológico Todas as mulheres do mundo. O objetivo da distinção é destacar a representatividade feminina nas várias etapas de realização do audiovisual brasileiro – e começa contemplando o trabalho da atriz e diretora Ittala Nandi e da montadora Cristina Amaral, vencedora de dois Candangos da categoria. Desta vez também há um número mais significativo de filmes dirigidos por cineastas negros, o que já é suficiente para justificar a criação do Prêmio Zózimo Bulbul, um tributo ao ator e cineasta carioca que vai apontar a melhor abordagem da temática negra do festival.

Para o secretário de Cultura do DF, Guilherme Reis, se nos últimos anos o festival tem promovido uma inclusão maior das minorias, tanto nos temas abordados quanto pela presença mais acentuadas de mulheres e negros, isso se deve menos ao evento do que à eclosão de políticas afirmativas e novas demandas sociais. “O país e o mundo vivem atualmente um tsunami ético, moral e político. O que o festival de Brasília vem fazendo nas últimas edições é refletir esse momento. O que temos feito é buscar um olhar mais amplo para a nossa pluralidade cultural, como também para todas as mudanças da sociedade e da produção audiovisual”, afirma.

Longas na disputa
Torre das donzelas, que abre a mostra competitiva neste sábado, 15, retrata um grupo de ex-prisioneiras políticas, entre elas Dilma Rousseff, que estiveram confinadas no presídio Tiradentes, em São Paulo, nos anos 1970. Num cenário que remonta o próprio local a que se refere o título, um conjunto de celas femininas, as ex-militantes se reencontram 45 anos depois para reviver suas lembranças. “Não quis apenas falar sobre violência e tortura, o filme mostra pessoas que conseguiram se reinventar”, afirma a diretora, conhecida por documentários para o cinema e a televisão, como Legítima defesa e Mataram nossos filhos.

Na sequência será exibida uma coprodução com a Colômbia e a França, Los silencios, que fez sua estreia mundial na Quinzena dos Realizadores do último festival de Cannes, onde teve boa acolhida por parte da crítica. Com roteiro da própria diretora, Beatriz Seigner, o filme trata de um tema bastante atual e é ambientado na fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. Os habitantes cultivam uma relação especial com seus mortos e acolhem pessoas excluídas dos três países. O primeiro longa da diretora, Bollywood dream, o sonho bollywodiano, também era uma coprodução, no caso a primeira do Brasil com a Índia.

O terceiro longa da disputa pelo Candango, New life S/A, que marca a estreia no formato do brasiliense André Carvalheira, gira em torno de um arquiteto bem-sucedido que comanda a construção de um condomínio e entra em confronto com a burocracia do mundo corporativo. Carvalheira ganhou o prêmio de melhor roteiro pelo curta O dia de folga no festival de 2006.  

O quarto concorrente ao Troféu Candango fala de uma adolescente abalada por ter sua intimidade exposta nas redes sociais. Primeiro longa de ficção do mineiro Cris Azzi, Luna também aborda o universo de pais ausentes e o choque da passagem para a vida adulta. Em seguida, o documentário Bloqueio, assinado pela dupla Victória Alvares e Quentin Delaroche, focaliza a greve dos caminhoneiros que explode cinco meses antes da última eleição presidencial brasileira.

A dupla baiana Glenda Micácio e Ary Rosa volta à principal mostra do festival, um ano depois de longa-metragem de estreia, Café com canela, ter recebido o Candango de melhor filme do júri popular. Desta vez, os diretores fazem incursão na metalinguagem para contar a história de um jovem da periferia que sequestra um cineasta para realizar um filme autobiográfico ambientado numa ilha do litoral baiano.

A sombra do pai também trata da adolescência e tem com personagem central uma garota de um bairro operário paulistano que é órfã de mãe e não consegue se comunicar com o pai doente, por sua vez abalado pela perda do melhor amigo num suposto acidente de trabalho. Detalhe: a menina, fã de filmes de terror, acha que tem poderes sobrenaturais e pode trazer a mãe de volta à vida. Gabriela Amaral Almeida, baiana radicada em São Paulo, assina o roteiro e a direção, no segundo longa da carreira de pois do elogiado Animal cordial, considerado um filme de terror criativo sem os clichês do gênero.

A temporada marca a estreia do mineiro André Novais Oliveira em longa-metragem de ficção, três anos depois de seu documentário Ela volta na quinta ter participado da mostra competitiva de Brasília. Novamente ambientado em Contagem, cidade de origem do cineasta, o filme tem como ponto de partida a mudança de uma servidora do departamento sanitário do interior do estado para a grande Belo Horizonte.

Bixa travesty chega a Brasília credenciado pelo Prêmio Teddy, concedido pelo Festival de Berlim a filmes de conteúdo LGBTQ. Na frente das câmaras temos a ativista, atriz e cantora de funk Linn da Quebrada ou, simplesmente, “artista multimídia, bicha-travesti”, segundo a própria. Por trás das câmeras, o mineiro Kiko Goirman (vencedor do Candango de melhor filme de 2008, com FilmeFobia) e a paulista Cláudia Priscilla (A destruição de Bernardet, exibido em mostra paralela em 2016). Ambos já haviam codirigido um documentário sobre a mesma temática, Olhe de novo para mim, sobre homem transexual nordestino que tenta se reconciliar com o passado marcado pela discriminação.

Premiação
Como na edição comemorativa dos 50 festivais no ano passado, os selecionados da mostra oficial vão receber cachês distribuídos igualitariamente. Cada longa-metragem ficará com o valor de R$ 15 mil e os curtas com R$ 5 mil. Os longas fora de concurso, selecionados para a abertura e o encerramento do festival (respectivamente, Domingo, de Fellipe Barbosa, e América armada, de Alice Lanari e Pedro Asbeg), vão ganhar cachê de R$ 10 mil cada. O longa escolhido pelo júri popular receberá ainda o Prêmio Petrobras de cinema, que oferece R$ 200 mil em contratos de exibição. Três longas e 18 curtas disputam o troféu Câmara legislativa, na Mostra Brasília, dividindo um total de R$ 240 mil em prêmios.

51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Até 23/9 no Cine Brasília e em pontos de exibição de 13 regiões administrativas do DF. Programação completa, fotos e sinopses dos filmes concorrentes em www.festivaldebrasilia.com.br.

 

 Divulgação do filme Dedo na ferida (capa) Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Divulgação do filme Dedo na ferida (capa)
Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Brasília recebe a maior mostra de cinema ambiental da América do Sul   

O mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais chega, pela primeira vez, em Brasília.  A 7ª edição da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental ocorre de 7 a 16 de setembro, sendo um recorte da programação apresentada em São Paulo, que atraiu mais de 28 mil pessoas. No Dia do Cerrado, em 11 de setembro, a vencedora da categoria Melhor Filme pelo público, Ser tão velho Cerrado, será apresentada ao público.

Em seguida, o debate Cerrado, um bioma ameaçado, com participação do diretor deste longa-metragem, André D’Elia; Abílio Vinícius, do Programa Cerrado Pantanal da WWF, e Bruno Mello, fundador e presidente da Fundação Mais Cerrado. Outros destaques são os vencedores pelo júri das categorias Melhor Longa e Melhor Curta-metragem Latino-americanos, respectivamente: Dedo na ferida (de Silvio Tendler) e Abigail (de Valentina Homem e Isabel Penoni).

Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. No Panorama Internacional Contemporâneo, a programação inclui 12 títulos, entre curtas e longas-metragens, representando 14 países (há duas coproduções). Os filmes discutem temas como campo, cidades, consumo, povos e lugares, preservação e trabalho. Já a Competição Latino-Americana exibe 23 dos filmes, entre longas e curtas-metragens, que concorreram ao Prêmio de Melhor Filme Latino-americano da 7ª Mostra Ecofalante.

A mostra competitiva Concurso Curta Ecofalante selecionou nove filmes, oriundos de instituições de ensino de Brasília, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Por fim, a sessão em homenagem a Chico Mendes lembra os 30 anos de seu assassinato, com o longa Crianças da Amazônia, de Denise Zmekhol. Nele, percorremos com a cineasta a rodovia BR 364, 15 anos após sua última passagem pela região, momento em que encontrou Chico Mendes, denunciando as degradações ocorridas em nome do progresso.

Programação completa

Dia 7 de setembro (SEXTA-FEIRA)

15h30 – A Terra não pode falar (EUA)

N-Água (Itália)
17h30 Nanã (Brasil)
Terras brasileiras (Brasil)
19h30 – Às margens (Coréia)
Cidadã Jane: a luta pela cidade (EUA)

Dia 8 de setembro (SÁBADO)
15h – Quilombo Rio dos Macacos (Brasil)
17h30 – Berta Vive (Honduras)
Sob a pata do boi (Brasil)
19h30 – Natureza: Todos os direitos reservados (Holanda)
Triste Oceano (Austrália)

Dia 9 de setembro (DOMINGO)
15h – Corp (Argentina)
Dedo na Ferida (Brasil)
17h – Imigrantes digitais (Suíça)
Sociedade do almoço grátis (Alemanha)
19h30 – Obrigado, chuva (Noruega/Reino Unido) 

Dia 11 de setembro (TERÇA-FEIRA)
15h – Berta vive (Honduras)
Sob a pata do boi (Brasil)
16h40 – Crianças da Amazônia (Brasil/EUA)
18h15 – Ser tão velho Cerrado (Brasil)
20h – Debate: Cerrado, um bioma ameaçado.

Dia 12 de setembro (QUARTA-FEIRA)
15h – O delírio é a redenção dos aflitos (Brasil)
Estado de exceção (Brasil/Canadá)
17h20 – Às margens (Coréia)
Cidadã Jane: A luta pela cidade (EUA)
19h30 – Inhibitum: Boicotados (Bélgica)
Congo em guerra (Canadá/EUA/Congo/Catar)

Dia 13 de setembro (QUINTA-FEIRA)
15h – Árvore de sangue (Brasil)
Dos Antigos aos filhos do amanhã (Brasil)
Òpárá de Òsùn: Quando tudo nasce (Brasil)
O conto do burro amarelo (Brasil)
16h45 – Dinheiro amargo (China)
19h40 – Nanã (Brasil)
Terras brasileiras (Brasil)

Dia 14 de setembro (SEXTA-FEIRA)
15h30 – Outro fogo (Brasil)
Carne e casca (Brasil)
Vazio do lado de fora (Brasil)
Concreta memória (Brasil)
Xavante: Memória, cultura e resistência (Brasil)
17h30 – Estamos todos aqui (Brasil)
Espólio da cidade (Brasil)
19h30 – Plantae (Brasil)
Terra solitária (Chile)

Dia 15 de setembro (SÁBADO)
15h30 – Ser tão velho Cerrado (Brasil)
17h30 – Estás vendo coisas (Brasil)
Água mole pedra dura (Brasil)
19h30 – O delírio é a redenção dos aflitos (Brasil)
Estado de exceção (Brasil/Canadá)

Dia 16 de setembro (DOMINGO)
15h30 – Histórias do Cumaru (Brasil)
Fantasia de Índio (Brasil)
A terceira margem (Brasil/França)
17h30 – Fronteira invisível (Argentina/Bélgica)
Krenak (Brasil)
19h30 – Abigail (Brasil)
Rio Verde: O tempo dos Yakurunas (Peru)

Sinopses dos filmes

Longas-metragens


Água Mole Pedra Dura (Brasil, 68min). Direção: Flavia Angelico e James Robert Lloyd.
Um apelo global a uma mudança de paradigma. A maior crise hídrica da história de São Paulo por meio de uma investigação profunda sobre a gestão de recursos hídricos e debate com especialistas, moradores, vítimas e ativistas.

Cidadã Jane: A luta pela cidade (EUA, 96min). Direção: Matt Tyrnauer.
Jane Jacobs foi uma ativista norte-americana envolvida em uma série de lutas, na Nova York de meados do século 20, contra o brutal processo de modificação da cidade.

Congo em Guerra (Canadá/EUA/Congo/Catar, 91min). Direção: Daniel McCabe.
Olhar imersivo sobre a atual guerra mais longa do mundo e sobre aqueles que sobrevivem a ela. Seguindo quatro personagens carismáticos, uma perspectiva congolesa sobre os problemas que assolam essa exuberante nação.

Crianças da Amazônia (Brasil/EUA, 72min). Direção: Denise Zmekhol.
Uma viagem pela rodovia BR 364, que corta o coração da Amazônia, à procura de duas crianças fotografadas pela diretora há 15 anos. Uma reflexão sobre as mudanças ocorridas, nesse período, depois que a estrada cortou suas terras.

Dinheiro amargo (China, 152min). Direção: Wang Bing.
Nesta amarga crônica da China contemporânea, capturam-se as emoções de três jovens, em seus árduos trabalhos diários e suas decepções ao receberem seus salários.

Espólio da cidade (Brasil, 78min). Direção: Paulo Murilo Fonseca e André Turazzi.
A visão de seis pessoas que têm suas vidas relacionadas a edifícios tombados na cidade de São Paulo. Evidencia-se uma tensão entre memória e desenvolvimento urbano.

Estado de exceção (Brasil/Canadá, 89min). Direção: Jason O'hara.
Como a chegada dos megaeventos começa a ameaçar uma série de outras comunidades, os residentes se unem em prol dos seus direitos constitucionais, temporariamente suspensos sob um "estado de exceção".

Krenak (Brasil, 74min). Direção: Rogério Corrêa.
A história da tribo indígena Krenak, de Minas Gerais, desde a declaração da guerra justa, pelo rei português D. João 6º em 1808, até o desastre ambiental no Rio Doce, fruto da ruptura da barragem de minérios em Mariana, em 2015.

Obrigado, chuva (Noruega/Reino Unido, 87min). Direção: Julia Dahr.
Durante cinco anos, Kisilu, um pequeno agricultor queniano, usou sua câmera para registrar os impactos das mudanças climáticas na vida de sua família e de sua comunidade.

Quilombo Rio dos Macacos (Brasil, 120min). Direção: Josias Pires Neto.
O Quilombo do Rio dos Macacos, na Bahia, enfrenta conflito pela propriedade da terra de uso tradicional, reivindicada pela Marinha. Denúncia de graves violações de direitos humanos e processos de negociações.

Rio Verde: O tempo dos Yakurunas (Peru, 70min). Direção: Alvaro Sarmiento e Diego Sarmiento.
Uma jornada poética pelas profundezas da Amazônia, explora a percepção do tempo por três comunidades que vivem às margens do rio Amazonas, fazendo o espectador imergir em paisagens habitadas por xamãs e sociedades míticas.

Ser tão velho Cerrado (Brasil, 96min). Direção: André D’Elia.
Preocupados com o fim do Cerrado no estado de Goiás, os moradores da Chapada dos Veadeiros buscam alternativas de desenvolvimento para sua região.

Sociedade do almoço grátis (Alemanha, 95min). Direção: Christian Tod.
O que você faria se a sua renda básica estivesse garantida? Vista como uma utopia até alguns anos atrás, hoje essa ideia é mais palpável do que nunca. O filme explora a renda básica universal como uma possibilidade real atual. .

Terra solitária (Chile, 107min). Direção: Tiziana Panizza.
Um pesquisador encontra 32 documentários filmados na Ilha de Páscoa há quase um século, que revelam como um dos destinos mais bonitos do mundo já foi uma prisão.

Triste oceano (Austrália, 76min).
Em 2050, haverá mais plástico do que peixes nos mares. Por meio de entrevistas com apaixonados ativistas, o filme desvela a história das mudanças em nosso oceano para defender a necessidade de preservá-lo.

Curtas-metragens

Às margens (Coréia, 12min). Direção: Kim Hyung-Cheol.
Um bairro em Seul, capital da Coréia, cresce em ritmo acelerado. Com cenas de violência, protestos e uma íntima entrevista com um ativista, o filme procura captar as emoções que emanam dessa situação.

Abigail (Brasil, 17min). Direção: Isabel Penoni e Valentina Homem.   
Abigail Lopes une os pontos de um mapa humano que conecta indigenismo e candomblé. O avesso do inverso, uma casa aberta de memórias quase extintas.

Berta vive (Honduras, 30min). Direção: Katia Lara.
O assassinato de Berta Cáceres, em 2016, abalou o mundo. Acompanhamos Miriam Miranda, amiga e companheira de Berta. Elas duas são peças chave na luta pela descolonização em um país vendido ao capital transnacional.

O delírio é a redenção dos aflitos (Brasil, 21min). Direção: Fillipe Fernandes.
Raquel é a última moradora de um edifício condenado e ela precisa se mudar o mais rápido possível para salvar sua família.

Estás vendo coisas (Brasil, 18min). Direção: Bárbara Wagner e Benjamin de Burca.
Na escuridão de uma boate, o cabeleireiro Porck e a bombeira Dayana tentam a sorte como cantores de brega enquanto promovem sua carreira do estúdio para o palco.

Estamos todos aqui (Brasil, 20min). Direção: Chico Santos e Rafael Melim.
Expulsa de casa, Rosa precisa construir seu próprio barraco. O tempo urge enquanto um projeto de expansão do maior porto da América Latina avança sobre todos os moradores da Favela da Prainha (Santos, SP).

Fantasia de índio (Brasil, 18min). Direção: Manuela Andrade.
Desde criança, ouvia minha mãe falar de minha ascendência indígena. Há duas décadas, meu tio materno foi ao encontro dos xukurus, à procura de rastros desse passado. Resolvi dar continuidade a essa busca.

Fronteira Invisível (Argentina/Bélgica, 28min). Direção: Nicolás Richat e Nico Muzi.
Na Colômbia, o tratado de paz com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo) deu fim a mais de 60 anos de conflito armado. Mas era essa a única tensão da região?

Histórias do Cumaru (Brasil, 8min). Direção: Simone Giovine.
O cumaru antigamente era usado pelo povo Kayapó como remédio. Hoje, os brancos fazem produtos cosméticos com sua semente. A Aldeia Kendjam se organiza então para coletar e vender cumaru para os “kuben”.

Imigrantes digitais (Suíça, 21min). Direção: Norbert Kottmann e Dennis Stauffer.
1984 – O computador se torna essencial no cotidiano: apenas aqueles que dominam a nova tecnologia terão futuro. 2016 – Um grupo de idosos se adapta ao avanço tecnológico para encontrar seu lugar na era digital.          

Inhibitum: Boicotados (Bélgica, 8min). Direção: Atelier Collectif
Histórias do século 20: cinco incríveis invenções verdes boicotadas por poderosas indústrias interessadas em incentivar o consumismo.

N-Água (Itália, 52min). Direção: Pietro Belore e Martina Rosa.
Em 2013, o presidente da Nicarágua Daniel Ortega e o chinês Wang Jing firmaram um acordo para a construção de um novo canal interoceânico no país. O filme explora a problemática social e ambiental por trás do projeto.

Nanã (Brasil, 25min). Direção: Rafael Amorim.
Em um complexo portuário e industrial, a população enfrenta o processo de gentrificação do território. A resistência é a terra.

Natureza: Todos os direitos reservados (Holanda, 21min). Direção: Sebastian Mulder.
Em um mundo onde a natureza está desaparecendo, ela parece ressurgir em uma nova forma, como grama sintética na sacada. Investigação sobre o papel das simulações da natureza em nossa sociedade moderna.

Plantae (Brasil, 10min). Direção: Guilherme Gehr.
Ao cortar uma grande árvore no interior da floresta amazônica, um madeireiro contempla uma inesperada reação da natureza. Uma reflexão sobre as consequências irreversíveis do desmatamento.

Sob a Pata do Boi (Brasil, 49min). Direção: Marcio Isensee e Sá.
A Amazônia tem hoje 85 milhões de cabeças de gado, três para cada habitante da região. Em 2009, o Ministério Público obrigou os grandes frigoríficos a monitorarem o desmatamento nas fazendas de onde compram gado.

A terceira margem (Brasil/França, 56min). Direção: Fabian Remy.
Thini-á deixou sua tribo Fulni-ô aos 15 anos de idade e há 30 anos vive nas metrópoles do Brasil. Thini-á compartilha dúvidas e reflexões a respeito de uma decisão que pode mudar sua vida.

A Terra não pôde falar (EUA, 31min). Direção: Javier Briones.
No final dos anos 1970, o governo da Guatemala decidiu construir a hidrelétrica de Chixoy, no lugar onde por décadas viveram os índios Achi. Frente à resistência da comunidade, o Estado executou um massacre.  

Terras brasileiras (Brasil, 55min). Direção: Dulce Queiroz.
No Mato Grosso do Sul, quase fronteira com o Paraguai, indígenas e produtores rurais disputam a posse da terra, sobrando confrontos, ataques e até mortes. A disputa já se transforma numa tragédia de grandes proporções.

Concurso Curta Ecofalante (Curtas Universitários)

Árvore de sangue (Brasil, 21min). Direção: Igor Leite Araújo.
O filme, da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, acompanha o 1º Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, realizados na cidade de Palmas (TO).

Carne e casca (Brasil, 17min). Direção: Dani Drumond
Uma produção da AIC - Academia Internacional de Cinema, a obra tem como protagonista José Joaquim Francisco Filho, o “Mosquito”, que pesca sururu no rio Capibaribe, um dos mais poluídos do Brasil.

Concreta memória (Brasil, 6min). Direção: Vitor Xavier.
Realizado pelo É Nóis na Fita - Curso Gratuito de Cinema, o filme discute os muitos usos e disputas em torno de uma singela parede cinza na qual se encontra o ritual, o futebol, a manifestação e a violência.

O conto do burro amarelo (Brasil, 30min). Direção: Diana Mendes.
Produção da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais que, ao tentar resgatar as memórias do avô da diretora do filme sobre o misterioso retrato de um burro amarelo, depara-se com recordações da própria infância da autora.

Dos antigos aos filhos do amanhã (Brasil, 30min). Direção: Leonardo A. Gelio.
Produzido pela PUC-Rio - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, o filme explora a luta pela manutenção da cultura caiçara na vila de Trindade (próxima a Paraty).

Òpárá de Òsùn: Quando tudo nasce (Brasil, 4min). Direção: Pâmela Peregrino.
Realizado Unirio - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, o filme narra a história da Orixá das águas doces, Òsùn, a deusa da fertilidade no Candomblé.

Outro fogo (Brasil, 21min). Direção: Guilherme Moura Fagundes
Realização da UnB - Universidade de Brasília, é um registro das relações de afinidade e inimizade com o fogo na conservação do Cerrado, através de técnicas de combate e de manejo.

Vazio do lado de fora (Brasil, 22min). Direção: Eduardo Brandão Pinto.
Filme da UFF - Universidade Federal Fluminense que indaga sobre o futuro da favela Vila Autódromo após o violento processo de demolição das casas e ruas do local para as obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Xavante: Memória, cultura e resistência (Brasil, 19min). Direção: Gilson Costa
Documentário da UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso, apresenta um dos rituais mais importantes da cosmologia do povo xavante A’uwé Uptabi: a cerimônia Wapté Mnhõnhõ.

SERVIÇO
7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental - Itinerância Brasília
No Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lote 22, Edifício Tancredo Neves)
De 7 a 16 de setembro
Entrada franca. Informações em
www.ecofalante.org.br

 

 Divulgação do filme Dedo na ferida (capa) Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Divulgação do filme Dedo na ferida (capa)
Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Caio Fernando Abreu para os fãs

 

  Fotos: Felipe Delangelo

Fotos: Felipe Delangelo

O universo poético e plural de um dos escritores mais queridos da literatura contemporânea está aberto ao público brasiliense. A exposição Caio Fernando Abreu – Doces memórias ocupa a Galeria Acervo do Museu Nacional da República até 28 de outubro. A partir de experiências sensoriais e recortes de sua trajetória, a mostra disponibiliza ao espectador a oportunidade inédita de rever, ouvir e sentir sua obra, 22 anos após a morte do autor.

A curadoria da pesquisadora Lara Souto Santana em parceria com as irmãs de Caio, Márcia de Abreu Jacintho e Cláudia de Abreu Cabral, reforça o caráter festivo ao trabalho do homenageado. "Comemorar os setenta anos de Caio Fernando Abreu com uma exposição em Brasília é uma alegria, já que sua literatura dialoga com tantos leitores. É a potência do texto dele que torna isto possível", conta Lara Souto Santana.

A palavra de Caio Fernando Abreu passeia em suas principais referências: Música, cinema, literatura, astrologia e arte. Cartas, manuscritos e documentos da sua vida pessoal e profissional foram emprestados pela família do autor e pelo acervo do Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural (PUC-RS) para dar ao visitante a chance de conhecer originais acessíveis apenas a pesquisadores.  

Caio Fernando Abreu
O escritor gaúcho, filho de uma geração que sofreu com a ditadura militar, renasce atual e espontâneo. Seja por seus admiradores que se multiplicam na internet, seja por adaptações, biografias e trabalhos acadêmicos, sua obra se torna cada vez mais relevante. “Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi", confessou Caio F. - forma que usava para se autointitular, em uma referência ao romance Cristiane F.

SERVIÇO
Caio Fernando Abreu – Doces memórias
Na Galeria Acervo do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República (Setor Cultural Sul, Lote 2).
De 13 de setembro a 28 de outubro. De terça-feira a domingo, das 9h às 18:30.
Entrada franca
. Informações: (61) 3325-5220 e 3325-6410. 

Cena Contemporânea anima a cidade até 2 de setembro

  Foto de dentro:  Marika Sawaguti Foto de fora: Bruna Valença

Foto de dentro: Marika Sawaguti
Foto de fora: Bruna Valença

 

 

O Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília está de volta e agita espaços culturais da cidade. Considerado um dos maiores festivais de artes cênicas do país, a 19ª edição do evento segue até 2 de setembro com a apresentação de 29 espetáculos. Neste ano, o festival aposta numa programação que reafirma a livre expressão do pensamento como valor natural e fundamental de cada ser humano.

“Queremos reafirmar nosso compromisso com a proteção dos direitos e das liberdades individuais e das minorias, apresentando criações que usam a linguagem da cena como veículo de expressão de inquietações e desejos, espaço para a discussão de temas relevantes como violência, preconceito, desigualdade e fanatismo religioso, de forma inventiva e brilhante”, destaca o curador, Alaôr Rosa.

A programação inclui sete espetáculos internacionais, produzidos no México, Chile, França, Argentina e Espanha. Também 14 produções de diferentes estados brasileiros – Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo, Ceará, Bahia, Amazonas e Paraná. E ainda nove espetáculos criados no Distrito Federal, sendo um deles inédito – a peça Encerramento do Amor, dirigida por Diego Bresani, fará sua estreia no CENA.

Além da extensa programação de espetáculos, o CENA irpromove oficinas e workshops, conversas com artistas e os Encontros do Cena, envolvendo curadores de prestigiados festivais de artes cênicas da Polônia, Irã, Argentina, Espanha, Chile e França, além dos curadores de festivais que integram o Núcleo de Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil. Para mais informações, basta acessar o site do festival: www.cenacontemporanea.com.br

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Dia 24 de agosto (SEXTA-FEIRA)
19h – Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália – Os Beatniks em Psicose (DF)
20h – Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Ícaro (RS)
          Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Cria (DF)
21h – Teatro SESC Garagem – Lili Marlene (SP)
           Auditório do Museu Nacional – Domínio Público (SP)

Dia 25 de agosto (SÁBADO)
19h – Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália – Os Beatniks em Psicose (DF)
           Teatro dos Bancários – OVO (PR)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Ícaro (RS)
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Cria (DF)
21h – Teatro CCBB – Tom na Fazenda /RJ)
           Teatro SESC Garagem – Lili Marlene (SP)
           Auditório do Museu Nacional – Domínio Público (SP)

Dia 26 de agosto (DOMINGO)
10h – São Sebastião – Feira Permanente – Inka Clown (DF)
11h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Buda (SP)
12h – São Sebastião – Feira Permanente – Mateus da Lelé Bicuda (DF)
17h - Teatro Funarte Plínio Marcos – Buda (SP)
19h – Teatro dos Bancários – OVO (PR)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Copo de Leite (DF)
21h – Teatro CCBB – Tom na Fazenda (RJ)
           Teatro SESC Garagem – Ícaro (RS)

Dia 27 de agosto (SEGUNDA-FEIRA)
19h30 – Itapoã – CEF Dra Zilda Arns – Édipo, o rei dos bobos (DF)
21h – Teatro SESC Garagem – A Bergman Affair (França)

Dia 28 de agosto (TERÇA)
9h – Lar dos Velhinhos Maria Madalena – SMPW Trecho 3 - Mateus da Lelé Bicuda (DF)
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Dinamarca (PE)
19h30 – São Sebastião – IFB – Édipo, o rei dos bobos (DF)
20h – Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Autópsia 3 (DF)
21h – Teatro SESC Garagem – A Bergman Affair (França)

Dia 29 de agosto (QUARTA)
14h30 – Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes - Sobradinho 1 – Mateus da Lelé Bicuda (DF)
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Dinamarca (PE)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Tijuana (México)
           Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Autópsia 4 (DF)
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Encerramento do Amor (DF
21h – Teatro CCBB – Casco Azul (Chile)

Dia 30 de agosto (QUINTA)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Tijuana (México)
           Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Eu é Outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
21h – Teatro CCBB – Casco Azul (Chile)
           Teatro SESC Garagem – Pra frente o pior (CE)

Dia 31 de agosto (SEXTA)
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Autópsia 3 e 4 (DF)
           Teatro dos Bancários – Eu é Outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
20h – Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Tijuana (México)
           Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Shakespeare Inédito (Argentina)
21h – Teatro SESC Garagem – Pra frente o pior (CE)
           Teatro CCBB – Encerramento do amor (DF)

Dia 1º de setembro (SÁBADO)
17h – Teatro Plínio Marcos – Salve Malala! (SP)
19h – Teatro dos Bancários – Shakespeare Inédito (Argentina)
           Sala Adolfo Celi Casa D’Itália – “Lo único que necesita una actriz” (México)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Alicia después de Alícia (Espanha)
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Eu é outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
21h – Teatro CCBB – Tijuana (México)
           Teatro SESC Garagem – Jardín de Invierno (Espanha)

Dia 2 de setembro (DOMINGO)
17h – Teatro Plínio Marcos – Salve Malala! (SP)
19h – Teatro dos Bancários – Shakespeare Inédito (Argentina)
           Sala Adolfo Celi Casa D’Itália – Lo único que necesita una actriz (México)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Alicia después de Alícia (Espanha)
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Eu é outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
             Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Sonho de uma noite de verão (DF)
21h – Teatro CCBB – Tijuana (México)
           Teatro SESC Garagem – Jardín de Invierno (Espanha)

PROGRAMAÇÃO INTERNACIONAL

A BERGMAN AFFAIR – FRANÇA/90 min/14 anos
Dias 27 e 28 de agosto no Teatro SESC Garagem

A partitura faz homenagem aos 100 anos do cineasta Ingmar Bergman, sendo inspirada em seu romance "Confissões Privadas", levado à tela em 1996, sob direção de Liv Ullmann. A encenação mescla teatro, dança, bonecos e vídeo. Anna, uma típica heroína bergmaniana é uma mulher de quarenta anos que fala sucessivamente com seu pastor, seu marido, seu amante e sua mãe.

CASCO AZUL - CHILE/60min/12 anos
Dias 29 e 30 de agosto no Teatro do CCBB

Capacetes Azuis é como são conhecidas as tropas que servem às Forças de Paz da ONU para atuarem em zonas de conflito no mundo. Atualmente seu trabalho vem sendo foco de polêmicas relacionadas a acusações de abuso contra a população que eles visam proteger. Quatro são destacados para uma base militar em Porto Príncipe, Haiti. A revolução acaba de explodir na ilha.

TIJUANA – MÉXICO/75min/15 anos
Dias 29, 30 e 31 de agosto e 1 e 2 de setembro nos teatros SESC Paulo Gracindo Gama
, Newton Rossi Ceilândia, SESC Paulo Autran Taguatinga e CCBB.
A economia condiciona a maneira como experimentamos a política e as expectativas que temos. Partindo dessa premissa, o ator Gabino Rodríguez viveu por seis meses com a identidade de Santiago Ramirez, trabalhando em uma fábrica em Tijuana sob condições específicas. A encenação procura contar essa experiência e investigar as possibilidades de representação. 

SHAKESPEARE INÉDITO – ARGENTINA/70 min/ 10 anos
Dias 31 de agosto, 1 e 2 de setembro nos teatros SESC Newton Rossi Ceilândia e dos Bancários.

Os espectadores decidem que personagem e que trecho do texto deve dar início ao espetáculo, que vai sendo construído pelo elenco e pelo público. Hamlet, Julieta, Ricardo III, Lady Macbeth, Desdêmona, dentre outros, se relacionam, passeiam pelas narrativas e proporcionam novas descobertas da obra shakespeariana. Surgem encenação e história diferentes a cada função.

JARDÍN DE INVIERNO – ESPANHA/55 min/LIVRE
Dias 1 e 2 de setembro no Teatro SESC Garagem

Há gritos de pânico, de alegria, de castigo, de encorajamento, de alarme, de advertência, de prazer, de dor. E é aí que há o silêncio que serve de inspiração para cada um desses gritos. Bem-vindo ao teatro.

ALÍCIA DESPUÉS DE ALÍCIA – ESPANHA/90min/12 anos
Dias 1 e 2 de setembro no Teatro SESC Paulo Gracindo Gama

Adaptação livre de Alice no País das Maravilhas, sendo a protagonista uma Alice de 40 anos, que sempre sonhou em ser violinista e que no momento está consumindo muito álcool e pílulas para dormir. A partir de um momento crítico em sua vida, ela se pergunta sobre seus anseios, sobre a contradição que às vezes surge entre o dever e os sonhos.

LO ÚNICO QUE NECESITA UNA GRAN ACTRIZ – MÉXICO/60min/18 anos
Dias 1 e 2 de setembro na Sala Adolfo Celi, Casa D’Italia

Livre adaptação da obra As Criadas, de Jean Genet, o espetáculo encontra as criadas Claire e Solange na minúscula e degradante casa onde vivem e penetram em sua intimidade. A peça propõe o diálogo entre o espaço e as atrizes, aprofundando temas universais e investigando as questões Genetianas, com base na performance, no teatro como única saída aparente.

PROGRAMAÇÃO NACIONAL

ÍCARO – RS/70min/16 anos

Dias 24 e 25 de agosto nos teatros SESC Paulo Gracindo Gama e SESC Garagem
Monólogo construído a partir de depoimentos reais de  pessoas cadeirantes e com a visão, a experiência e as percepções sobre a deficiência do próprio ator/autor, Luciano Mallmann, que se tornou cadeirante depois de um acidente.

LILI MARLENE – UM MUSICAL – SP/80min/14 anos
Dias 24 e 25 de agosto no Teatro SESC Garagem

Lili é o neto de uma atriz hollywoodiana dos anos 1930, rejeitado pelo pai na infância, foge aos 13 anos para Paris. Com 30 anos torna-se sacerdote e vai viver nos EUA. Anos mais tarde, longe de tudo, relembra sua trajetória.

DOMÍNIO PÚBLICO – SP/60min/Livre
Dias 24 e 25 de agosto no
Auditório 1 do Museu Nacional da República
Espetáculo reúne artistas que foram centro de polêmicas sobre liberdade de expressão, censura e os limites da arte em 2017. Uma reflexão sobre a forma como a arte pode ser utilizada em diferentes narrativas.

TOM NA FAZENDA – RJ/110min/ 18 anos
Dias 25 e 26 de agosto no Teatro do CCBB
Após a morte de seu companheiro, Tom vai à fazenda da família do falecido para o funeral. Ao chegar, descobre que a sogra nem sabia que o filho era gay. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso.

OVO – PR/60min/14 anos
Dias 25 e 26 de agosto no Teatro dos Bancários
Édipo e Electra são irmãos que passaram a juventude no campo e que se reencontram na cidade em um momento decisivo. Ela parte do sítio para dar a notícia da morte da mãe.

BUDA – SP/60min/Livre
Dia 26 de agosto no Teatro Plínio Marcos da Funarte

O príncipe Sidarta Gautama abandonou há 2.500 anos os luxos do palácio para conhecer o mundo real, alcançando a iluminação após uma profunda jornada de autoconhecimento.

DINAMARCA – PE/90min/18 anos
Dias 28 e 29 de agosto no Teatro Plínio Marcos

Inspirado em Hamlet, de Shakespeare. Segundo espetáculo de uma trilogia iniciada com Os Anos Em Que Sonhamos Perigosamente. Discute a ideia de ‘hygge’, palavra que contém o segredo da felicidade dinamarquesa.

PRA FRENTE O PIOR – CE/45min/18 anos
Dias 30 e 31 de agosto no SESC Garagem

Encontro de corpos que, juntos, formam uma massa. A princípio, parecem sobreviventes escapando de uma tragédia. Depois, sugerem ser amigos voltando de uma balada.

EU É OUTRO: ENSAIO SOBRE FRONTEIRAS – BA/70min/16 anos
Dias 30 e 31 de agosto e 1 e 2 d setembro nos teatros SESC Paulo Gracindo Gama, dos Bancários, Newton Rossi Ceilândia e SESC Paulo Autran Taguatinga
A obra reflete sobre a percepção do corpo como coletivo integrado, dentro de um todo. Esse organismo atravessa questões fronteiriças geradas pelas relações com outros organismos e repensa sobre o incômodo de estar junto.

SALVE, MALALA! – SP/50min/Livre
Dias 1 e 2 de setembro no Teatro Plínio Marcos da Funarte

A biografia da paquistanesa Malala, baleada pelo Taleban quando voltava de ônibus da escola e premiada com o Nobel da Paz, inspirou uma história que propõe o encontro entre Brasil e Paquistão, sob as lentes da educação.

PROGRAMAÇÃO DO DF

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO – 90min/14 anos
Dia 2 de setembro no Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia

Quatro histórias que se cruzam:preparativos para o casamento de Teseu e Hipólita; Hérmia ama e é amada por Lisandro e prometida para Demétrio; uma cia de teatro que monta uma tragédia cômica; e um casal em crise conjugal.

COPO DE LEITE – 60min/ 16 anos
No dia 26 agosto no Teatro SESC Paulo Gracindo Gama

Duas pessoas mergulhadas em suas próprias experiências e confissões de vida, e também suas impressões sobre a culpa, sobre o prazer, o tempo e, acima de tudo, o perdão.

CRIA – 60min/16 anos
No dia 25 de agosto no Teatro SESC Paulo Autran

Um jogo poético que apresenta, em seu enredo, os percursos de duas mulheres, que por um infortúnio do destino molecular e das mutações das dimensões físicas, se deparam com a transitoriedade do espaço/tempo.

OS BEATNIKS EM PSICOSE – 90min/14 anos
Dia 25 de agosto na Sala Adolfo Celi do Teatro Goldoni

Após roubar 40 mil dólares, uma garota decide passar a noite em um hotel que encontra pelo caminho. Ela conhece o proprietário que tem uma relação conturbada com a mãe. A simples estadia se transforma em noite de terror.

AUTÓPSIA – 90min (Ato III) /65min (Ato IV) /18 anos
Dias 28, 29 e 31 de agosto nos teatros SESC Newton Rossi Ceilândia e Plínio Marcos Funarte.

Dá continuidade a uma pesquisa iniciada com os Atos I e II, baseados em textos de Plínio Marcos. Drama criado a partir de entrevistas com cidadãos do sistema penitenciário e com recicladores do aterro de lixo da Estrutural.  

ENCERRAMENTO DO AMOR – 80min/14 anos
Dias 29 e 31 de agosto nos teatros SESC Paulo Autran Taguatinga e CCBB

Dentro de uma grande sala, uma mulher e um homem conversam. Ele fala primeiro e ela escuta. Depois, ela fala um segundo monólogo. Eles evocam sua separação, falam do antes e do agora, em dois rounds separados.

SERVIÇO
Cena Contemporânea
Até 2 de setembro. Ver programação.
Locais: Teatro do CCBB, Teatro Funarte Plínio Marcos, Teatro SESC Garagem, Teatro dos Bancários, Auditório do Museu Nacional da República, Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália, Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, Esplanada dos Ministérios, Praça do Relógio (Taguatinga), áreas públicas de Itapoã, São Sebastião, Recanto das Emas e Asilos.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Informações: (61) 3349.3937
Vendas online no www.eventim.com.br
Pontos de vendas: Central de Ingressos (Brasília Shopping) e Fnac (Park Shopping).
Mais informações: www.cenacontemporanea.com.br

 
 

Expo Brasília Designer no Teatro Nacional

 

  Foto Boomerang Chair, de Marcelo Bilac  

Foto Boomerang Chair, de Marcelo Bilac  

Brasília conquistou a oportunidade de ingressar à Rede de Cidades da Unesco, em outubro de 2017, na categoria design. Design esse presente desde a nossa arquitetura até a gastronomia, a moda e os trabalhos de outros tantos artistas surgidos na capital. Dentro dessa dinâmica criativa, a Expo Brasília Design abre espaço para peças clássicas e contemporâneas, no Foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, de 31 de agosto a 2 de setembro.

A exposição convida o visitante a um passeio por meio da história do design genuinamente brasiliense, a exemplo da reprodução fiel de um quarto do Brasília Palace Hotel, à época de sua inauguração. O mobiliário selecionado para a mostra é elaborado em harmonia com a arquitetura dos palácios, monumentos, hotéis e edifícios funcionais da cidade. Frederico Hudson, Tatiana Petra, Patrícia Herzog e Cristina Malheiros Henriques são os idealizadores e curadores da exposição.

“Esparramada, simétrica, linear e de amplos vãos livres, Brasília é um espaço fértil para a experimentação, o que anuncia novas formas de se relacionar com o urbano, a arte, a moda, o mobiliário e a joalheria”, diz texto assinado pelos curadores. 40 profissionais com 80 obras participam desta inciativa, que conta também com o lançamento do selo //bsb.dsgn, que promove a consolidação da produção local de design nos cenários competitivos nacional e internacional.

Entre os artistas participantes estão Aciole Félix, Danilo Vale, Eduardo Borém, Dimitri Locikis, Marco Mendes, Kátia Moraes, Thiago Lucas, Nina Coimbra, Rafaela Gravia, Renata Brasil, Bruno Damasceno, Marcelo Coelho, Toninho Euzebio, Gustavo Gall, Joana VP, Nazareth Pinheiro, Thelma Aviani, Carol Nemoto, Ferrugem, Bia Saffi, Flavia Amadeu, Thais Fread, Rever, Rick Hudson, Patrícia Bagniewisk, Liz Sandoval, Rosicleide, Cleiton e Rita Duvirgens (alunos do IFB), e as marcas Studio Mosaico, Studio Maré, Win Design, Commute, Dane-se e Experimente Brasília.

Parceria – O bar itinerante MimoBar foi convidado a estar na composição curatorial e cenográfica como ponto de encontro, drinques, música, gastronomia e descontração da mostra Expo Brasília Design. O local conta com cadeiras de praia e clima despojado.

Programação

Dia 31 de agosto (QUINTA-FEIRA)
Loja de produtos locais, a partir das 14h
MimoBar, a partir das 18h
- Visita orientada com os curadores, a partir das 19h

Dia 1º de setembro (SEXTA-FEIRA)
- Loja de produtos locais, a partir das 14h
- Oficina instalação, com Thiago Lucas e Nina Coimbra, a partir das 15h
- Lançamento selo e portal //bsb.design, às 17h
- MimoBar, a partir das 18h, pick-ups do DJ Biondo

Dia 2 de setembro (SÁBADO)
- Loja de produtos locais, a partir das 14h
- Experimentações Poéticas, com Limonada Project, Gracilene Bessa & Mayara Almeida, a partir das 14h
- MimoBar, a partir das 18h

SERVIÇO
Expo Brasília Design
No Foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro (Setor Cultural Norte).
De 31 de agosto a 2 de setembro. De sexta-feira a domingo, das 11h às 21h.
Entrada franca.
Classificação Indicativa Livre

Bienal do Livro no Centro de Convenções   

A Bienal Brasil do Livro e da Leitura está de volta em nova casa. A 4ª edição do evento ocorre pela primeira vez no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, de 18 a 26 de agosto. Além da feira de livros – composta por cerca de 140 estandes de comerciantes locais e nacionais –, que oferta títulos a preços acessíveis, a programação inclui palestras, debates, sessões de autógrafos, apresentações culturais e espaços infantil e juvenil.

O tema deste ano, Os outros somos nós, propõe um mergulho na experiência do outro por meio da literatura. A professora e ativista Gina Vieira Ponte é a homenageada deste ano, que conta com a participação de 40 escritores, entre brasileiros e estrangeiros e 18 mesas de debate sobre assuntos como sexualidade, racismo, voz feminina, escritas da periferia e indígena e literatura nascida na internet.

Duas novidades prometem agitar o evento. O Espaço HQ, dedicado para a exposição de trabalhos de novos autores, lançamentos e encontros com profissionais da área. Nomes como Marcelo D'Salete (ganhador do prêmio Eisner, considerado o “Oscar” dos quadrinhos)  e Marcello Quintanilha (prêmio de melhor HQ policial no maior festival de quadrinhos da França) marcam presença no espaço.

Já o Espaço Z, voltado para jovens, vai contar com blogueiros, youtubers e influenciadores digitais que têm em comum a paixão pela literatura. Eles vão dividir com o público, em debates, atividades interativas e sessões de autógrafos, suas impressões e experiências sobre este novo e instigante momento no qual as plataformas digitais são cada vez mais utilizadas para compartilhar ideias e conhecimento.

Entre as atrações, autores como o premiado nigeriano Chigozie Obioma, do romance os Pescadores, elogiado pela crítica literária como sendo O caçador de pipas africano. Ao longo das últimas edições, a Bienal do Livro recebeu mais de 830 mil visitantes, mais de 470 escritores, brasileiros e estrangeiros, 500 lançamentos de livros (representantes de mais de 60 países) e cerca de 120 seminários e debates.

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA/MESAS

SÁBADO – Dia 18 de agosto

10h às 12h – Mesa 1: O Racismo na Cultura – com Jessé de Souza e Miriam Alves
11h às 13h – Mesa 2: Da Internet à Página Escrita – com Clara Averbuck e Alice Oseman
14h às 16h – Mesa 3: Jornalismo e História – com Pedro Doria e Selva Almada
19h às 21h: Homenagem a Gina Vieira Ponte

DOMINGO – Dia 19 de agosto
10h às 12h – Mesa 4: Fora do Seu Quadrado – com Ronaldo Bressane e Lourenço Mutarelli
14h às 16h – Mesa 5: O Índio na Literatura – com Daniel Munduruku e Marco Aurélio Cremasco
16h30 às 18h – Mesa 6: Sexualidade em Questão na Literatura – com João Silvério Trevisan, Alexandre Porto Vidal, Tatiana Nascimento
19h às 21h – Mesa 7: A Palavra da Arte – com Diego Matos e Cildo Meireles

SEGUNDA-FEIRA – Dia 20 de agosto
19h às 21h – Mesa 8: A voz feminina – com Ana Paula Maia e Micheliny Verunschk

TERÇA-FEIRA – Dia 21 de agosto
19h às 21h – Mesa 9: Tradutor, Autor – com Alison Entrekin e Jorio Dauster

QUARTA-FEIRA – Dia 22 de agosto
19h às 21h – Mesa 10: O Desafio das Revistas Literárias – com Mirna Queiroz, Schneider Carpeggiani e Tiago Ferro

QUINTA-FEIRA – Dia 23 de agosto
15h às 17h – Café Literário: A literatura Oral da Periferia – com Gog e convidados
19h às 21h – Mesa 11: Tensão Literária – com Lina Meruane e Inés Bortagaray

SEXTA-FEIRA – Dia 24 de agosto
19h às 21h – Mesa 12: O Passado Literário – com Patricio Pron e Juan Gabriel Vásquez

SÁBADO – Dia 25 de agosto
14h às 16h – Mesa 14: Falar da África – com Chigozie Obioma
16h30 às 18h30 – Mesa 15: Literatura e Migração – com Maria Valéria Rezende e Luiz Ruffato

DOMINGO – Dia 26 de agosto
10h às 12h – Mesa 16: Malemolência na literatura – com Zeca Camargo e Josélia Aguiar
14h às 16h – Mesa 17: Distopias femininas – com Aline Valek e Ana Maria Gonçalves
16h30 às 18h30 – Mesa 18: O passado recente, redescoberto – com Rubens Valente, Eumano Silva e Betty Almeida
19h às 21h – Mesa 19: Escritores Pesquisadores – com José Almeida Junior e Eliana Alves Cruz

Programação Espaço HQ

SÁBADO – Dia 18 de agosto / 15h
A história afro-brasileira como inspiração, com Marcelo D’Salete.

DOMINGO – Dia 19 de agosto / 15h
Quadrinhos alternativos, com Cynthia B – autora da graphic novel Estudante de medicina – e Rachel Gontijo, da Bolha Editora.

SEGUNDA-FEIRA – Dia 20 de agosto / 19h
Inspiração no cotidiano, com Ricardo Coimbra (Folha de S. Paulo) e Caio Gomez (Correio Braziliense).

TERÇA-FEIRA – Dia 21 de agosto / 19h
Mercado de quadrinhos, com Daniel Lopes, do canal de YouTube e editora Pipoca & Nanquim, e Lima Neto, professor de Comunicação e ilustrador.

QUARTA-FEIRA – Dia 22 de agosto / 19h
O poder do mangá, com a paulistana Cristina Eiko e a brasiliense Renata Rinaldi.

QUINTA-FEIRA – Dia 23 de agosto / 19h
O Brasil como inspiração, com Marcello Quintanilha e mediado pelo professor e crítico Ciro Inácio Marcondes (do site especializado Raio Laser).

SEXTA-FEIRA – Dia 24 de agosto / 19h
Vivendo de quadrinhos, com o veterano das HQs nacionais Gustavo Machado e Pedro Brandt (do site especializado em quadrinhos Raio Laser).  

SÁBADO – Dia 25 de agosto
15h – Quadrinhos em Brasília: desafios e possibilidades, com Nestablo Ramos, Felipe Sobreiro e Lucas Gehre.
18h30 – Apresentação da produção de uma página de HQ, com Gustavo Machado.

OFICINAS

SÁBADO – Dia 18 de agosto

11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de oficina.
15h às 17h: Bate-papo A história afro-brasileira como inspiração, Marcello D’Salete - Espaço HQ.

DOMINGO – Dia 19 de agosto
11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de oficina.
15h às 17h: Bate-papo Quadrinhos alternativos, com Cynthia B. e Rachel Gontijo - Espaço HQ

SÁBADO – Dia 25 de agosto
11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de oficina.
15h às 17h: Bate-papo Quadrinhos em Brasília: desafios e possibilidades, com Nestablo Ramos, Felipe Sobreiro, Lucas Gehre e Gabi LoveLove6.
18h30 às 20h30: Apresentação da produção de uma página de HQ, com Gustavo Machado - Espaço HQ.

DOMINGO – Dia 26 de agosto
11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de Oficina

SERVIÇO
4ª BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA
De 18 a 26 de agosto. Das 9h às 22h.
No Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Setor de Divulgação Cultural 5, Eixo Monumental – Brasília)
ENTRADA FRANCA
Informações: (61) 3542-0340
Site: www.bbll.com.br

 

 Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Denise Fraga protagoniza espetáculo em Brasília

Nossos valores morais, de justiça e esperança costumam ser testados quando o dinheiro entra em jogo. O espetáculo A visita da velha senhora, em cartaz na cidade nesta semana, expõe essa fragilidade do ser humano, em texto do suíço Friedrich Dürrenmatt, com 13 atores em cena. O elenco inclui nomes conhecidos como Denise Fraga e Tuca Andrada e Luiz Villaça assina a direção geral.

“Encenar a Visita depois de A Alma Boa e Galileu é quase como finalizar uma trilogia”, diz Denise Fraga.  “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão”. A atriz se refere às peças A Alma Boa de Setsuan e Galileu Galilei, de Bertolt Brecht, em que os personagens, respectivamente, perguntavam: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel?” e “Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente?”.

Em A visita da velha senhora, os cidadãos de Güllen, uma cidade arruinada, aguardam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian (Denise Fraga) impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse.

A comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais?   Por outro lado, quanto nos custa a não submissão? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

O espetáculo teve nominações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente. A temporada já passou por São Paulo e Rio de Janeiro. Todas as sessões terão audiodescrição e tradução simultânea em libras.

SERVIÇO
A visita da velha senhora
No Teatro UNIP (913 Sul, Conjunto B, ao lado do Colégio Objetivo e Faculdade UNIP; 61 99677-3027).
De 19 a 22 de julho. De quinta-feira a sábado, às 21h. Domingo, às 18h.
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada).
Vendas no site www.eventim.com.br e seguintes pontos físicos:
- Brasília Shopping – central de ingressos, piso G2, loja 1;
- Loja Fnac no ParkShopping;
- Nos dias do espetáculo, no Teatro UNIP: 19, 20 e 21, a partir das 18h. Dia 22, a partir das 15h. 
Não recomendado para menores de 14 anos.

 

 

 Fotos: Cacá Bernardes

Fotos: Cacá Bernardes

Mostra de Dança em Brasília

 

  Foto I: Fábio Zerbini Foto II: Lilian Graça

Foto I: Fábio Zerbini
Foto II: Lilian Graça

A CultDance 2018 – Mostra de Dança e Videodança apresenta de 6 a 13 de julho, uma programação em várias áreas administrativas do Distrito Federal. Entre as opções culturais estão espetáculos, oficinas, palestras, workshops, mesa de debate e apresentações em vídeo, com artistas do Brasil, da Argentina e da Europa. As apresentações ocorrem no Centro de Dança do Distrito Federal e se dividem em três categorias: Solo na Sala e Duo na Sala; e a Dança para a Tela, com exibição de filmes de diversas nacionalidades.

A Candangolândia, especificamente na Casa de Arte e Cultura Esquina Criativa, sedia as reuniões da Residência Artística e as Conexões Artísticas (Encontro de Criadores). A primeira oportunidade destaca um grupo de realizadores imerso na criação de obras em videodança, a serem gravadas nas ruas do DF; enquanto o encontro de criadores oferece aos dançarinos a oportunidade de compartilhar pesquisas sobre o processo criativo e refletir sobre os desafios e a pluralidade do estado da arte no Brasil e no mundo.

As oficinas em Ceilândia, Samambaia e Guará buscam aproximar a população da dança contemporânea. No Guará e em Samambaia, para o público geral. Na Ceilândia,  para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia (Apaed).

Programação completa

Dia 6 de julho – 20h

Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
Mostra Especial da Curadoria – Homenagem à FlakoRojas
“DesktopDoc”/ Filipe Marcena – PE– Brasil
“S”/ Coletivo Na Janela e Júlia Lüdke – PR– Brasil

Duos na Sala
“Tempostepegoquedelícia”/ Cia Eduardo Severino /RS – Brasil

Dia 7 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Choro” / Leonardo Augusto/ MG– Brasil
“O homem Banco” / Cícero Fraga/ DF– Brasil

Solos na sala
“After Sinous Curves” / Korina Kordova / SP– Brasil

Duos na Sala
“Como escucha la Piel?”/ Angeles Piqué/ Martin Gil/Argentina

Dia 8 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Orgânica” / Coletivo Provisórias/ MG– Brasil
“Abs8-S3-x0, eixo monumental dos prazeres, saída sorte”/ Margaridas Cia de Dança/ DF – Brasil

Solos na Sala  
“Tempo” / Letícia Rodrigues/ SP – Brasil

Duos na Sala  
“Uman” / Grupo SATS / RJ – Brasil

Dia 9 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Cora” /Angela Mugnatto e Vanclea Porath/ DF– Brasil
“Feira dos Penitentes” / Hugo Leonardo/ BA– Brasil

Solos na Sala
“A Dama da Dor” / Juana Miranda / DF – Brasil
“Aurora” / Eliana Carneiro / DF – Brasil

Dia 10 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra tela
“Quadrant”/ Marta Arjona/ Espanha
“Nitescência”/ Denise Matta/ SP– Brasil
“Entre-olhares”/ Marilia Zamilian/ PR– Brasil
“Repeat Please”/ Lilian Graça/ BA– Brasil

Solos na Sala
“Sem Sal sem açúcar” / Moisés Ferreira/ RN – Brasil
“Frango” / Zé Reis / DF/PI – Brasil

Dia 11 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Disseminar Contato – Estação” / Pablo Peixoto/ DF– Brasil
“Anáfora” / Clara Sales/ DF – Brasil
“Avulso” / Gleysson Moreira/ GO – Brasil
“Solaris” / Letícia Rodrigues/ SP– Brasil
“Silêncio e Som / Eva Maria/ GO– Brasil

Solos na Sala
“Espessura da Imagem” / Rosa Schrann / DF – Brasil
“Eólico” / Samuel Alvís / PI – Brasil

Dia 12 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra tela
“Red Dirt Dreaming”/ Marta Renzi/ SP- Brasil
“2 movimentos”/ Michel Schettert/ RJ- Brasil

Solos na Sala
“Cinzas ao solo” / Alexandre Américo / RN – Brasil

Dia 13 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
Exibição do videodança dos criadores da Residência Artística

OFICINAS
Dia 6 de julho
APAED – Ceilândia Sul
Das 9h às 11h

Dia 9 de julho
Esquina Criativa – casa de arte e cultura – Candangolândia
Das 14h às 16h


Dia 10 de julho
Casa de Cultura do Guará – Guará – II
Das 14h às 16h

Dia 12 de julho
Espaço Imaginário Cultural – Samambaia Sul
Das 14h às 16h


Dia 12 de julho
Palestra – Entrever /rever: O Mapa Invisível
Centro de Dança do DF

Das 18h às 20h

Dia 13 de julho
Mesa de Debate
Centro de dança do DF

Das 18h às 20h

SERVIÇO
CultDance 2018 - Mostra de danç
a e videodança
No Centro de Dança de Brasília (SAN, Quadra 1, Via N2)
De 6 a 13 de julho, às 20h.
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 18 anos
Informações (61) 3322-5593 I 3325-5207. Informações aqui.

Hong Kong no cinema do CCBB

  Divulgação

Divulgação

Saindo do universo cinematográfico da Europa, com as recentes mostras de filmes italianos e suíços, o brasiliense vai poder conferir agora o cinema asiático. Cidade em chamas: O cinema de Hong Kong se estabelece em cartaz no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil de 12 de junho a 8 de julho. A programação sugere um passeio histórico, que tem início nos anos de 1960 e 1970, com as produções da Shaw Brothers, passa pelo cinema novo de Hong Kong do começo dos anos 1980 e culmina em projetos produzidos até 1997.

Mais de 20 títulos de diretores e atores chineses, divididos entre gêneros como artes marciais, comédia, musicais e policias, fazem parte da seleção, sendo destaques Nômade, de Patrick Tam; Sonhos da Ópera de Pequim, de Tsui Hark; e O Arco, de Cecile Tang, um dos primeiros filmes orientais dirigido por uma mulher, onde são abordadas a falta de opções femininas e a estratificação social. Na categoria de ação estão produções como O Grande Mestre Beberrão, de King Hu; Golden Swallow, de Chang Cheh, que influenciaram O Tigre e o Dragão, de Ang Lee; e Ho, o Sujo de Lau Kar Leung.

"Produzindo filmes de ação, musicais, melodramas e comédias, sem grandes preocupações com bom gosto e preferência pelo excesso, a indústria de Hong Kong criou aos poucos um forte 'star system' incluindo nomes que viriam a se tornar populares no ocidente como Bruce Lee, Jackie Chan e Chow Yun-Fat, assim como promover amplo oportunidade a cineastas criativos como King Hu, Chang Cheh, John Woo, Tsui Hark e Wong Kar-wai.", destaca o curador da mostra, Filipe Furtado. "É um cinema que fascinou os ocidentais justamente pela sua pluralidade e liberdade, sua recusa as regras e o bom tom".

O filme Projeto China tem sessão inclusiva, com LIBRAS e Audiodescrição, no dia 29 de junho, às 11 horas, com entrada franca, mediante retirada de senhas, uma hora antes da sessão, na bilheteria do CCBB. O debate acontece no dia 21 de junho, às 19 horas, com as participações de Júlio Bezerra, Filipe Furtado e Felipe Moraes, com tradução em LIBRAS. O curso Cidade em chamas: O cinema de Hong Kong, ministrado pelo curador da mostra, ocorre de 20 a 22 de junho, sempre a partir de 14 horas. Inscrições feitas pelo email hongkongccbb@gmail.com.

Programação completa

12 de junho

17h - Sonhos da Ópera de Pequim (1986 / 104 min)
19h30 - O amor eterno (1963 / 122 min / 35mm)

13 de junho
15h - Pedicab Driver (1989 / 95 min) Sessão gratuita
17h - Rouge (1987 / 96 min)
19h30 - Companheiros, quase uma história de amor (1996 / 118 min) Sessão gratuita

14 de junho
15h - O arco (1969 / 94 min)
17h - Made in Hong Kong (1997 / 108 min)
19h30 - Os refugiados do barco (1982 / 109 min)

15 de junho
15h - Os condores do oriente (1987 / 93 min) Sessão gratuita
17h15 - Amar você (1995 / 84 min)
19h30 - Confissões íntimas de uma cortesã chinesa (1972 / 97 min)

19 de junho
15h - Não brinque com fogo (1980 / 95 min)
17h - Projeto China (1983 / 105 min) Sessão gratuita
19h30 - O grande mestre beberrão (1966 / 91 min)

20 de junho
14h - Curso
17h - Nômade (1982 / 96 min)
19h30 - Irmãos de sangue (1973 / 118 min)

21 de junho
14h - Curso
17h - Os refugiados do barco (1982 / 109 min)
19h - Debate com Júlio Bezerra, Filipe Furtado e Felipe Moraes - com tradução em LIBRAS.

22 de junho
14h - Curso

23 de junho
15h - Ho, o sujo (1979 / 97 min)
17h - O grande mestre beberrão (1966 / 91 min)
19h30 - Irmãos de sangue (1973 / 118 min)

24 de junho
15h - Police Story (1985 / 101 min)
17h - Confissões íntimas de uma cortesã chinesa (1972 / 97 min)
19h30 - O amor eterno (1963 / 122 min)

26 de junho
15h - Amar você (1995 / 84 min / Bluray)
17h - Os detetives (1976 / 94 min / Bluray)
19h - O Deus da cozinha (1996 / 95 min / Bluray)

28 de junho
15h - Golden Swallow (1968 / 89 min)
17h - Alvo duplo (1986 / 95 min)
19h30 - Sonhos da Ópera de Pequim (1986 / 104 min)

29 de junho
11h - Projeto China (1983 / 105 min) Sessão Inclusiva - audiodescrição + legendagem + LIBRAS. Sessão gratuita.
15h - Os detetives (1976 / 94 min)
17h - Companheiros, quase uma história de amor (1996 / 118 min) Sessão gratuita
19h40 - O arco (1969 / 94 min)

3 de julho
17h - Fervura máxima (1992 / 128 min)
19h30 - Golden Swallow (1968 / 89 min)

4 de julho
15h - O Deus da cozinha (1996 / 95 min)
17h - Projeto China (1983 / 105 min) Sessão gratuita
19h30 - Police Story (1985 / 101 min)

5 de julho
15h - Os condores do oriente (1987 / 93 min) Sessão gratuita
17h - Pedicab Driver (1989 / 95 min) Sessão gratuita
19h30 - Ho, o sujo (1979 / 97 min)

7 de julho
14h30 - Alvo duplo (1986 / 95 min)
16h30 - Não brinque com fogo (1980 / 95 min)
18h30 - Nômade (1982 / 96 min)
20h30 - Rouge (1987 / 96 min)

8 de julho
16h30 - Made in Hong Kong (1997 / 108 min)
19h - Fervura máxima (1992 / 128 min)

SERVIÇO
Cidade em chamas: O cinema de Hong Kong
No cinema do CCBB (SCES, Trecho 2, Lote 22)
De 12 de junho a 8 de julho
Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Informações: (61) 3108-7600
Ficha técnica, enredos e classificação indicativa disponíveis aqui.

 

 


 

 

Cultura caipira na Caixa Cultural

  Fotos: Marcos Muzi

Fotos: Marcos Muzi

 

 

Homenagem mais que merecida à cultura caipira em apresentação protagonizada pelos músicos paulistas Toninho Ferragutti (acordeão) e Neymar Dias (viola caipira). Baseado no disco homônimo indicado ao Grammy Latino 2014 na categoria Melhor Álbum de Música de Raiz, o espetáculo Festa na Roça ocorre na Caixa Cultural Brasília, entre os dias 22 e 24 de junho. Ingressos a preços populares.

A combinação da viola caipira e do acordeão - dois dos instrumentos musicais mais populares em nosso país - com pequenos arranjos instrumentais que acrescentam dinâmicas e sonoridades diferenciadas, faz deste show algo tocante e sensível, que vem cativando o público com um repertório emocionante e capaz de ativar as emoções e a memória coletiva dos brasileiros, de norte a sul do país.

Entre as escolhas, há um destaque para a força da simplicidade melódica de obras clássicas, reveladas, por exemplo, na interpretação de “Menino da Porteira”, de Luizinho e Teddy Vieira, além de “Viola de Buriti”, de Almir Sater, e “Tristeza do Jeca”, de Angelino de Oliveira. O legítimo repertório caipira destaca também composições próprias, como “Sabiazão”, uma parceria de Toninho com Neymar.

SERVIÇO
Festa na Roça, com Toninho Ferragutti e Neymar Dias.
Na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 4)
De 22 a 24 de junho. Sexta e sábado, às 20h. Domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercializados na bilheteria do teatro.
Informações: (61) 3206-6456.
Não recomendado para menores de 12 anos.

 
 

Palco Cerrado no Teatro dos Bancários

  Foto de dentro: Caren Henrique (Espetáculo Sobre silêncios) Foto de fora: Jadson Douglas (Espetáculo Na Pegada Popular) 

Foto de dentro: Caren Henrique (Espetáculo Sobre silêncios)
Foto de fora: Jadson Douglas (Espetáculo Na Pegada Popular) 

 

 

Dando prosseguimento ao Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018, a edição do mês de junho, que vai de 14 a 17 de junho, convida ao palco do Teatro dos Bancários a banda Deus Preto, Transições Cia. de Dança e Arte, Trupe Por um Fio e o grupo Casulo. Priorizando espetáculos de artistas do Distrito Federal, a iniciativa tem duração de até cinco dias por mês e termina em agosto.

Voltado para as linguagens da música, do teatro, da dança e do circo, o projeto enfoca na diversidade das expressões culturais locais. “O Palco Cerrado contempla os interesses de todos os envolvidos no festival e beneficia o cenário artístico do DF, valorizando a produção local, com uma programação de qualidade e com ingressos a valores populares”, comenta Thiago Enoque, gestor da Avuá Produções.

SERVIÇO
Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018
No Teatro dos Bancários (314/315 Sul; 61 3262-9090)
De 14 a 17 de junho. De quinta a sábado, às 21h. Domingo, às 16h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro.

Dia 14 de junho (Quinta-feira)
Show Que o amor se espalhe, com a banda Deus Preto. Classificação indicativa livre.

Dia 15 de junho (Sexta-feira)
Espetáculo de dança Na pegada popular, no coração do Brasil, com Transições Cia. de Dança e Arte. Classificação indicativa livre.

Dia 16 de junho (Sábado)
Espetáculo teatral Sobre silêncios, com a Trupe Por um Fio. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 17 de junho (Domingo)
Espetáculo infantil Sementes, com o grupo Casulo. Recomendado para maiores de 4 anos.

 
 

Primeira Semana do Cinema Italiano no Mundo em Brasília

  Divulgação

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O Cine Brasília destaca em sua programação a produção audiovisual de um país europeu. Fazer Cinema – Primeira Semana do Cinema Italiano no Mundo ocorre de 4 a 9 de junho, com sessões iniciando sempre às 20h30. São cinco filmes com áudios originais e legendas em português. A iniciativa conta com apoio da Embaixada da Itália e promove a produção do país no exterior. A entrada é gratuita.

Fazer Cinema – Primeira Semana do Cinema Italiano no Mundo
No Cine Brasília 106/107 Sul
De 4 a 9 de junho (Com exceção de 5 junho), às 20h30
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 14 anos


Programação completa

Segunda-feira (4 de junho)
La kryptonite nella borsa, de Ivan Cotroneo. Peppino vai morar com seus tios depois que sua mãe fica depressiva. Quando seu primo é morto por um ônibus, ele mergulha no mundo da fantasia para lidar com as realidades da vida.

Quarta-feira (6 de junho)
L’industriale, de Giuliano Montaldo. Empresário imerso em dívidas com bancos tem poucos dias para tentar impedir a falência de sua fábrica e de seu casamento com uma bela arquiteta, que está tendo um romance com um músico.

Quinta-feira (7 de junho)
È stato il figlio, de Daniele Ciprì. Serenella morre durante uma ação do crime organizado e sua família decide pedir indenização à máfia. Logo, eles parecem esquecer-se da filha assassinada enquanto encontram formas de gastar o dinheiro recebido.

Sexta-feira (8 de junho)
Gli equilibristi, de Ivano di Matteo. Giulio é um homem de 40 anos que vê sua vida mudar quando sua esposa descobre uma traição. Sobreviver com 1200 euros por mês, tendo que pagar a pensão para a ex, se torna cada vez mais difícil.

Sábado (9 de junho)
Scialla!, de Francesco Bruni. Bruno, professor rigoroso e melancólico vive uma vida tranquila até descobrir que um estudante, adolescente extrovertido e rebelde, é o filho dele.

 
 

Feira do Livro segue até 17 de junho

Após o primeiro fim de semana bastante movimentado, a 34ª edição da Feira do Livro continua sendo a principal opção de lazer para os amantes da literatura. Até 17 de junho, mais uma vez, no Pátio Brasil, o evento reúne escritores, leitores, estudantes, professores, especialistas e profissionais do mercado de livros. O tema “Literatura infantil: a invenção do sonho. Vamos brincar de inventar?”, exalta os pequenos leitores.

De acordo com Dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, o crescimento das vendas do gênero infantil, em 2016, na comparação com 2015, foi de 28%, contrastando fortemente com a queda de 9,7% do mercado como um todo no mesmo período. Outro fato que pesou na escolha do tema se relaciona com os desafios que envolvem a popularização da leitura desde a infância.

A organização aguarda mais de 200 mil pessoas pelos corredores da Feira, movimentando cerca de R$ 5 milhões em vendas de livros, com a comercialização de 200 mil títulos nos cerca de 100 estandes de vendas, além dos impactos indiretos sobre a indústria do turismo na capital federal e em sua economia, nos mais variados ramos – alimentício, hotelaria e hospedagem, comércio de varejo, ambulantes e transporte de passageiros.  

A Feira do Livro de Brasília, organizada pela Câmara do Livro e pelo Instituto Latinoamerica, apresenta programação diversa, com espetáculos teatrais, palestras com autores e estudiosos, bate-papo com escritores nacionais e internacionais, debates, apresentação de cordel, assim como conversas sobre mercado editorial, políticas de livro, leitura, bibliotecas e direitos autorais, vendas pela internet, livros eletrônicos e literatura inclusiva.

Programação
Na segunda (11/6), às 19h, no Auditório, mesa bem contemporânea, Literatura e Internet, com Luiz Humberto França, Leonardo Neto, Bárbara Moraes e Clara Arreguy. Já na terça (12/6), às 19h, no auditório, uma mesa singular, com o tema Literatura e Imprensa, com a participação de Maria Fernanda Rodrigues (Estadão), Rogério Pereira (Rascunho), Claufe Rodrigues (Globonews) e Nahima Maciel (Correio Braziliense). A pequena escritora brasiliense, Anna Rubi (11 anos), conta história e autografa o livro "As Aventuras do Calango Tango", nesta sexta-feira (15), às 16h, no auditório. Aos sete anos, ela escreveu essa história que fala sobre uma família de calangos que morava em um tronco de árvore. E um desses calanguinhos, chamado Calango Tango, tinha uma estranha mania de dormir de olhos abertos e ficar acordado de olhos fechados.

34ª FEIRA DO LIVRO DE BRASÍLIA
Área Externa do Pátio Brasil - Varandão
Até 17 de junho. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 14 às 20h.
Entrada gratuita
Classificação Indicativa Livre
Informações: (61) 2107-7400

 

  Divulgação

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Lançamento de livro no projeto Sextas Musicais

Um sonoro panorama da capital federal nas duas primeiras décadas – do erudito ao popular. O livro Do Peixe Vivo à Geração Coca-Cola: música em Brasília 1960-1980 (Musimed, 2017), de Fátima Bueno, faz um resgate documental cujo ponto de partida é a paixão do presidente JK pela música. Nesta sexta-feira (8/6), a partir das 18h30, a autora vai autografar a edição, na Casa Thomas Jefferson Hall.

Em seguida, às 20 horas, o projeto Sextas Musicais convida o duo Maranesi-Gomyde. O concerto apresenta uma combinação de experiências, de Elenice Maranesi, pianista que transita com desenvoltura no jazz e na MPB, e Ana Amélia Gomyde, camerista com técnica apurada. A primeira artista venceu o primeiro Festival de Jazz da Casa Thomas Jefferson, em 1978, sendo uma personagem do livro de Fátima Bueno. No palco, o duo será acompanhado pelo contrabaixista Paulo Dantas e o baterista Di Stephano.

As fotos registradas no livro Do Peixe Vivo à Geração Coca-Cola: música em Brasília 1960-1980, além de imagens coletadas – cedidas pelo Arquivo Público do DF, pelo Memorial JK, pela DA.Press, por entidades educacionais e arquivos privados – ao decorrer da pesquisa fazem parte de uma mostra que também vai estar exposta no local.

SERVIÇO
Casa Thomas Jefferson (706/906 Sul).
No dia 8 de junho.
A partir das 18h30 – Lançamento do livro Do Peixe vivo à geração coca-cola: música em Brasília 1960-1980, de Fátima Bueno
Às 20h – Sextas Musicais – Duo Maranesi-Gomyde - Elenice Maranesi e Ana Amélia Gomyde
Entrada livre e gratuita

 

 

    Divulgação do   duo Maranesi-Gomyde

Divulgação do duo Maranesi-Gomyde

Exposição J.Borges 80 anos é adiada

 
  Fotos: Afonso Oliveira

Fotos: Afonso Oliveira

A Caixa Cultural informa que ainda não há data definida para início da mostra que começaria na quarta-feira, 30 de maio. Eis a explicação divulgada pelos organizadores:

"Em função da retenção de equipamentos em rodovias federais em outras unidades da Federação e as dificuldades do tráfego aéreo nacional, a exposição J. Borges - 80 Anos foi adiada. A mostra continua confirmada na programação ainda sem data definida de abertura ao público".

 

 

 

 

 

 

Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens anima

a cidade até agosto

    Foto da capa:        Washinton Bonini         Foto de Dentro:       Janine Moraes

Foto da capa:  Washinton Bonini

Foto de Dentro: 
Janine Moraes

 

 

A diversidade das expressões culturais do Distrito Federal encontra-se no Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018. O evento cultural inicia nesta quinta-feira (17), no palco do Teatro dos Bancários, com uma extensa programação de espetáculos realizados por grupos locais. Voltado para as manifestações da música, do teatro, da dança e do circo, o projeto tem como objetivo fomentar a produção, a difusão e a circulação do conhecimento e bens da cidade.

A iniciativa tem duração de até cinco dias por mês e termina em agosto. Finalizando em 21 de maio, a programação desta primeira oportunidade conta com as participações da banda Joe Silhueta (foto), do Projeto PÉS; do Grupo Caras – Projeto Multifácico e da Caravana da Criança. No mês seguinte, em junho, se destacam a banda Deus Preto; Transições Cia. De Dança e Arte; Trupe Por Um Fio e Grupo Casulo. Em julho, é a vez da banda Transquarto; do grupo Mulher do Mundo; da Companhia Adubo e da Pararatibum Criações Artísticas.

O encerramento das atividades, em agosto, inclui o show Cantadas, de Tatá e Danú; Asas da dança, com o Balé da Cidade de Brasília; Levante-se, com a Cia. Levante-se e Segura, Mamãe, com a Cia. Da Sorte. Em 19 de agosto, a banda Talo de Mamona protagoniza o último espetáculo do evento. “O Palco Cerrado contempla os interesses de todos os envolvidos no festival e beneficia o cenário artístico do DF, valorizando a produção local, com uma programação de qualidade e com ingressos a valores populares”, comenta Thiago Enoque, gestor da Avuá Produções.

O Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018 acontece de quinta a sábado, às 21h; e domingo, às 16h. As sessões das segundas-feiras, às 10h e às 15h, são gratuitas e exclusivas para escolas públicas e instituições carentes.

Sobre os espetáculos:

MAIO
Nas Trilhas do Sol – Banda Joe Silhueta

O repertório baseado nos lançamentos fonográficos sintetiza de maneira autêntica e atual, referências musicais nacionais e estrangeiras.

Similitudo – Projeto PÉS
Em cena, pessoas com síndromes diversas, deficiências de formação óssea e transtornos de desenvolvimento, dançando com e entre corpos outros, ditos, sem deficiências, buscando provocar questionamentos.

Afinidades – Grupo Caras – Teatro Multifácico
Retrata o comportamento de casais comuns, ressaltando os conflitos cotidianos, típicos da modernidade e das novas dinâmicas de relacionamento.

Caravana da Criança – Caravana da Criança
Voltado para crianças entre 6 e 14 anos, a apresentação é pautada nas canções e nas histórias tradicionais brasileiras.

JUNHO
Que o amor se espalhe – Banda Deus Preto

Em suas apresentações, o grupo mostra um repertório com músicas autorais e de parceiros, cujas letras falam de preconceito, intolerância, fundamentalismo religioso e política, sempre de forma positiva.

Na pegada popular, no coração do Brasil – Transições Cia de Dança e Arte
O espetáculo se inspira no sertão, no cerrado e nas trilhas do manguezal do Recife, entre outros espaços em que a arte popular pulsa.

Sobre silêncios – Trupe por Um Fio
A peça propõe uma reflexão sobre as violências cotidianas que nem sempre são trazidas à tona; anseios e vazios contidos nas memórias; e histórias dos personagens, vagando entre as linhas do irracional e da lógica.

Sementes – Casulo
A montagem mostra a história de uma mulher que se encontra sozinha e carrega em sua bagagem a simplicidade, o sonho e alguns poucos objetos encantatórios. De repente, coisas mágicas passam a acontecer.

JULHO
Transquarto – Banda Transquarto

Dialoga experimentalmente com os diferentes ambientes do pop e do underground, recriando paisagens sonoras ancoradas na experiência transcendental. 

Mulher do Mundo – Cia. Mulher do Mundo
Sete mulheres contam seus enfrentamentos, conflitos, medos, descobertas, libertações. Permeiam os espaços entre cânticos, poemas e poéticas, a história que é de cada uma e de todas ao mesmo tempo.

ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo – Grupo Adubo
O espetáculo dirigido por Hugo Rodas é sobre a morte e o morrer. A peça divaga por diferentes histórias, ora cômicas, ora dramáticas, que refletem sobre esse momento que todos nós, inevitavelmente, experimentaremos.

Poetinha camarada: As aventuras do menino Vinicius – Pararatibum Criações Artísticas
Apresenta parte da obra do poeta brasileiro Vinicius de Moraes, introduzindo ao público infantil um dos maiores expoentes da música popular brasileira.

AGOSTO
Cantadas – Tatá e Danú

A dupla interpreta músicas do disco O leve. A apresentação também conta com as canções do trabalho mais recente, Cantadas.

Asas da dança – Balé da Cidade de Brasília
Apresentação de vários trechos de balés consagrados e coreografias contemporâneas premiadas, sendo encenadas por jovens talentos locais.

Levante-se – Cia. Levante-se
Com dramaturgia contemporânea e fragmentada, e inspirado na obra da escritora Alice Birch o grupo traz um experimento teatral que contesta o lugar da mulher na sociedade do século 21.

Segura, mamãe – Cia. da Sorte
Dona Lelê virou a dona do circo e tenta colocar o Palhaço Trevolino para trabalhar. O espetáculo interativo mescla a palhaçaria às técnicas de equilibrismo, malabarismo e mágica, sempre com a participação da plateia.

Marcha das Vadias – Banda Talo de Mamona
A banda brasiliense faz show do primeiro EP da carreira, Marcha das Vadias, que expõe a realidade das questões sociais de igualdade de gênero e o discurso se estende à classe trabalhadora e às relações de consumo. 

SERVIÇO
Palco Cerrado – Festival Múltiplas Linguagens
No Teatro dos Bancários; 314/315 Sul (61) 3262-9090.
De 17 a 21 de maio. De 14 a 18 de junho. De 19 a 22 de julho. De 16 a 20 de agosto.
Quinta, sexta e sábado, às 21h; e domingo, às 16h. Domingo, 17 de julho, excepcionalmente, às 11h. Domingo, 19 de agosto, show de encerramento às 20h.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro. Conferir a classificação indicativa de cada espetáculo
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Programação completa

MAIO
Dia 17 de maio, quinta-feira

Às 21h, show Nas Trilhas do Sol, com a banda Joe Silhueta. Classificação indicativa livre.

Dia 18 de maio, sexta-feira
Às 21h, espetáculo de dança Similitudo, com o Projeto Pés. Classificação indicativa livre.

Dia 19 de maio, sábado
Às 21h, espetáculo teatral Afinidades, com o grupo Caras – Teatro Multifácico. Classificação indicativa livre.

Dia 20 de maio, domingo
Às 16h, espetáculo infantil com o grupo Caravana da Criança. Classificação indicativa livre.

JUNHO
Dia 14 de junho, quinta-feira

Às 21h, show Que o amor se espalhe, com a banda Deus Preto. Classificação indicativa livre.

Dia 15 de junho, sexta-feira
Às 21h, espetáculo de dança Na pegada popular, no coração do Brasil, com Transições Cia. de Dança e Arte. Classificação indicativa livre.

Dia 16 de junho, sábado
Às 21h, espetáculo teatral Sobre silêncios com a Trupe Por um Fio. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 17 de junho, domingo
Às 11h, espetáculo infantil Sementes com o grupo Casulo. Recomendado para maiores de 4 anos.

JULHO
Dia 19 de julho, quinta

Às 21h, show com a banda Transquarto. Classificação indicativa livre.

Dia 20 de julho, sexta
Às 21h, espetáculo circense “Mulher do Mundo” com o grupo Mulher do Mundo. Não recomendado para menores de 10 anos.

Dia 21 de julho, sábado
Às 21h, espetáculo teatral “ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo” com o grupo Adubo. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 22 de julho, domingo
Às 16h, espetáculo infantil “Poetinha camarada: As aventuras do menino Vinicius” com o grupo Pararatibum Criações Artísticas. Recomendado para maiores de 3 anos.

AGOSTO
Dia 16 de agosto, quinta

Às 21h, show “Cantadas” com Tatá e Danú. Classificação indicativa livre.

Dia 17 de agosto, sexta
Às 21h, espetáculo de dança “Asas da dança” como Balé da Cidade de Brasília. Classificação indicativa livre.

Dia 18 de agosto, sábado
Às 21h, espetáculo teatral “Levante-se” com a Cia. Levante-se.  Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 19 de agosto, domingo
Às 16h, espetáculo infantil “Segura, mamãe” com a Cia. da Sorte. Classificação indicativa livre.

Às 20h, show de encerramento com o grupo Talo de Mamona. Não recomendado para menores de 16 anos.

 
 

Semana da Europa anima Brasília

 

    Divulgação do filme   Se não nós, quem?

Divulgação do filme Se não nós, quem?

Um mergulho na história do velho continente sem sair do país. A Semana da Europa, que está na 14ª edição, promove uma série de atividades em 13 capitais brasileiras. Em Brasília, as opções culturais passam pelo cinema, exposição e fotografia. Um bazar com estandes representantes dos membros da União Europeia completa a programação da iniciativa, que se estende até 19 de maio. Já ocorreram na cidade debates políticos e até corrida de rua comemorativa.

A exposição fotográfica Au coeur celebra o 50º aniversário das manifestações do Movimento Maio/1968. São 43 fotografias de Philippe Gras, que apresentam um olhar inédito sobre os eventos – distante da representação épica e revolucionária. No Espaço Cultural Ernesto Silva – Aliança Francesa (708/907 Sul) –, nesta sexta-feira (11/5), a partir das 19 horas, com entrada franca e livre para todos os públicos.

Já o concerto clássico europeu ocorre nesta terça-feira (15/5), às 20 horas, no Cine Brasília (106/107 Sul), com a participação de artistas europeus convidados, como o maestro Piotr Sulkowski da Polônia, o violinista italiano Domenico Nordio e a cantora meio-soprano portuguesa Cátia Moreso. Eles acompanham a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro. Entrada franca e livre para todos os públicos.

O Bazar Europeu apresenta programação cultural e gastronômica para toda a família, neste sábado (12/5), das 11 às 16 horas, na Cultura Inglesa (709/909 Sul). Os países membros da União Europeia estarão representados por estandes de divulgação cultural e comidas típicas, além de apresentações de música e dança, e atividades infantis. A entrada é franca e o acesso é livre para todos os públicos.

A 14ª edição da Mostra de Cinema Europeu reúne longas-metragens que abordam de uma forma direta ou indireta as relações dos povos europeus com a construção de suas democracias. São documentários e ficções que retratam o tema das mais variadas formas. A iniciativa traz 17 produções de nacionalidades diferentes, raridades que dificilmente entrariam no circuito comercial. No Cine Brasília, de 10 a 17 de maio, com entrada franca.

Programação completa

 Dia 10 de maio. Quinta-feira, às 19h
23F. O Filme, de Chema de la Peña – Drama, Espanha, 105 min. Não recomendado para menores de 14 anos.

Dia 11 de maio. Sexta-feira, às 18h30
A máfia só mata no verão, de Pierfrancesco Diliberto – Comédia/drama, Itália, 85 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 11 de maio. Sexta-feira, às 20h30
O atirador, de Annette K. Olesen – Político, Dinamarca, 89 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 12 de maio. Sábado, às 11h
A garota ocidental, de Stephan Streker – Drama, Bélgica / Paquistão /Luxemburgo / França, 98 min. Não recomendado para menores de 14 anos.

Dia 12 de maio. Sábado, às 18h30
Zeus, de Paulo Filipe Monteiro – Drama, Portugal, 115 min. Não recomendado para menores 12 anos.

Dia 12 de maio. Sábado, às 20h30
Vox Populi, de Eddy Terstall – Sátira política/comédia, Reino dos Países Baixos, 100 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 13 de maio. Domingo, às 11h
O Bockerer IV– Primavera de Praga, de Franz Antel – Drama político, Áustria, 90 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 13 de maio. Domingo, às 18h30
Protetor, de Marek Najbrt. Drama, República Tcheca, 102 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 13 de maio. Domingo, às 20h30
A universidade perdida, Vincennes, de Virginie Linhart. Documentário, França, 95 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 14 de maio. Segunda-feira, às 18h30
A história da linha verde, de Panikus Chrissanthou. Drama, Chipre, 113 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 14 de maio. Segunda-feira, às 20h30
Tom of Finlândia, de Dome Karukoski. Drama, Finlândia, 135 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 16 de maio. Quarta-feira, às 18h30
Em nome da paz: John Hume na América, de Maurice Fitzpatrick. Documentário, Irlanda, 90 min. Classificação Indicativa Livre. 

Dia 16 de maio. Quarta-feira, às 20h30
Circus Fantasticus, de Janez Burger. Drama/guerra, Eslovênia, 74 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 17 de maio. Quinta-feira, às 18h30
Palme, de Maud Nycander e Kristina Lindström. Documentário, Suécia, 105 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 17 de maio. Quinta-feira, às 20h30
Se não nós, quem?, de Andres Veiel. Biografia/drama, Alemanha, 124 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 18 de maio. Sexta-feira, às 18h30
Pássaros, órfãos e loucos, de Juraj Jakubisko. Drama, Eslováquia, 79 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 18 de maio. Sexta-feira, às 20h30
Sangue nas mãos, de Krisztina Goda. Drama/guerra/romance, Hungria, 123 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Informações aqui

 

 

Azulejos que contam histórias

 

  Divulgação

Divulgação

Do passado aos dias atuais pelo mundo dessa arte. Essa é proposta da exposição Azulejos na história, aberta para visitação na galeria de arte do Templo da Vontade até 15 de maio. O local reúne peças raras e antigas, trabalhos de ícones como Athos Bulcão e Roberto Burle Marx e pisos retirados de casarões e demolições de 500 anos atrás, que foram garimpados e recuperados.

As obras fazem parte do acervo pessoal da profissional Rosana Emiliana Cardoso. Sendo seu hobby e ocupação principal, os azulejos são recuperados pela artista, que também produz novos modelos personalizados. Tudo sai diretamente do seu ateliê. A exposição abriu para visitação no início desta semana e segue até 15 de maio.

SERVIÇO
Azulejos na história
Na Galeria de arte do Templo da Boa Vontade (915 Sul, Lote 74; 61 3114-1070).
Até 15 de maio. Diariamente, das 8h às 20h.
Entrada franca.
Classificação Indicativa Livre.

O drama do idoso no Brasil no palco da Caixa Cultural

O espetáculo se passa na década de 1970. O cenário com estética em preto e branco combina com a ambientação do figurino e do mobiliário. Tudo para conduzir ao público para esse passado relativamente recente. Especificamente para uma casa em Miguel Pereira, onde um casal de idosos reúne a família em um almoço de domingo para anunciar que terão que deixar a moradia que viveram por grande parte de suas vidas.

Após uma série de premiações e de rodar o país, Vianinha conta o último combate do homem comum estreou na cidade no último fim de semana de abril e segue em temporada na Caixa Cultural Brasília nos dias 4, 5 e 6 de maio. A montagem rebatizada pelo diretor Aderbal Freire-Filho foi escrita originalmente pelo dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho – que ficou conhecido como Vianinha – em versões diferentes sob os títulos de Nossa vida em família e Em família.

O texto destaca, como diz o diretor, “a grandeza desse personagem tão caro à dramaturgia da sua geração: o lutador anônimo, o homem comum”. Após a morte do proprietário do imóvel, os herdeiros decidem reajustar o aluguel para um valor incompatível com a aposentadoria do patriarca da família. Tentando ganhar tempo para buscar uma solução definitiva, os filhos decidem separar os pais temporariamente.

SERVIÇO
Vianinha conta o último combate do homem comum
Na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4; (61) 3206-9448).
Dias 4, 5 e 6 de maio. Sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e 10 (meia-entrada)
Não recomendado para menores de 14 anos

 

 

 

    Fotos: Cláudia Ribeiro

Fotos: Cláudia Ribeiro

Vida e obra de Gonzaguinha     

Considerado um dos maiores artistas brasileiros, Luiz Gonzaga do Nascimento Junior deu o tom às angústias de um país, durante os anos de ditadura da América Latina, por meio de suas refinadas composições que também fizeram parte de uma cultura popular brasileira e como as suas histórias de amor. . No palco do Ulysses Guimarães, na UNIP, nos dias de 28 e 29 de abril, no musical O Eterno Aprendiz Eterno - Gonzaguinha conta com uma trajetória do compositor.

A encenação parte principal das ferramentas de trabalho de Gonzaguinha: a música ea palavra. The actor Rogério Silvestre protagoniza e interpreta um texto poético que passa por momentos marcantes da vida do cantor e compositor carioca, como uma infância sem futuro do São Carlos, no Rio de Janeiro, os primeiros passos na carreira artística, os embates com a ditadura militar e a relação conflituosa com o pai, o rei do Baião, Gonzagão.

São 16 canções de Gonzaguinha, Explosão , Recado, Começaria e Moleque. Uma banda formada por dois cantores e cinco músicos interpreta o repertório. Os temas que integram o musical também evidenciam como o compositor, numa base de busca, foram um pouco discursivos com a disciplina poética e olhar crítico sobre o morro, como as questões sociais o amor, para isso recorrendo a diferentes linguagens e ritmos, como o samba, o bolero e o baião.

Os seus corações, de inspiração contagiante, à exemplo de "O que é, o que é?", São um retrato da alma brasileira. Gonzaguinha teve sucessos interpretados nas vozes de Elis Regina, Maria Bethânia e Fagner, dentre muitos outros. Nos últimos anos, sua participação na música brasileira foi revalorizada com o lançamento de filmes e livros que enaltecem sua obra.

SERVIÇO
O eterno aprendizado - Gonzaguinha
No Teatro UNIP (913 Sul)
Dias 28 e 29 de abril. Sábado, às 21h. Domingo, às 20h.
Ingresso: inferior a R $ 150 (toda), R $ 75 (meia) e R $ 85 (ingresso social com alimento não perecível).
Pontos de vendas: Cia Toy (Shopping Alameda, Terraço Shopping, Pátio Brasil, Península Shopping, Feira dos Importados, Gilberto Salomão, Shopping Iguatemi, Águas Claras, Shopping Park e Taguatinga) e Belini Pães e Gastronomia (113 Sul).
Vendas pela internet no site www.naoperco.com
Não recomendado para menores de 14 anos.

Informações: (61) 4101-1121 ou (61) 4101-1230.

 

 

 

  Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

 Festival de Dança movimenta Brasília

    Foto de  dentro:   Elenize Dezgeniski (Espetáculo Frango) Foto: Luciana Lara/ASQ Cia de Dança (Sacolas na cabeça)    

Foto de  dentro: Elenize Dezgeniski (Espetáculo Frango)
Foto: Luciana Lara/ASQ Cia de Dança (Sacolas na cabeça) 

 

A quarta edição do Movimento Internacional de Dança (MID) traz as mais diversas manifestações artísticas para o centro das comemorações do aniversário de Brasília. Sendo um dos maiores festivas de dança da América Latina, a iniciativa movimenta a cidade com uma programação extensa, espalhada por vários endereços, que inclui 34 coreografias nacionais e internacionais, finalizada no Dia Internacional da Dança, em 29 de abril.

Há espaço para dança contemporânea, dança urbana, dança de salão, sapateado, solos, entre outros espetáculos adultos e infantis. São 19 atrações nacionais e 15 internacionais, seis aulas de dança, duas mesas de debate, uma residência artística, batalha de breaking, ação educativa, rodadas de negócio e bate-papo com nomes do Brasil, França, Colômbia, Argentina, Costa Rica, Israel, Espanha, Congo, Cuba, Eslovênia e Itália.

A programação internacional inédita tem como destaque os espetáculos franceses Boomerang, o infantil Partituur e o adulto Black Belt. Compõem também os espanhóis And That's Why I'm Here Today e I Leave The Lights On; os argentinos Isadora Sur e Acto Blanco; o colombiano Super Tejido Limbo; e Sordito da Costa Rica. Red Belt representa Israel e a programação dos Solos de Stuttgart, a Alemanha.

Já a produção local se destaca pelo espetáculo Eros, pela performance Sacolas na Cabeça, pelas coreografias de médias duração Flecha, Frango e Corpo Afeto, bem como pelas de curta duração Teoria, Klepsydra, Nas Trilha do Manguezal, La Columbia, 50 Tonas de Cinza, Resiliência, Socialize, Eu e os Homens de Verdade e Massa Charme. O MID foi idealizado por Sérgio Bacelar e Sérgio Maggio.

Outras atividades
A Batalha de Breaking, já tradicional programação do MID, reúne dançarinos de todo o país, com eliminatória no JK Shopping, no dia 20 e a final no CCBB, no dia 21 de abril. Seis aulas de dança para crianças, jovens e adultos, sempre aos sábados, no CCBB, duas mesas de debates, oito oficinas de qualificação profissional para dançarinos, atores e técnicos no Instituto Federal de Brasília também estão abertas ao público.

A festa Vem dançar com a gente!, oficial do MID, no dia 21 de abril, no Centro Cultural Banco do Brasil, terá programação diversa com coreografias de curta duração, black music sob o comando da DJ Doona, food trucks e promete botar todos para dançar.

Homenagens
Serão realizadas duas homenagens a figuras importantíssimas para a dança e para o desenvolvimento da cultura brasileira: Yara de Cunto, uma das maiores agitadoras culturas da dança no Brasil, e o especialista em políticas públicas culturais, empreendedorismo cultural e economia criativa Jean Pascal Quiles.

Rodada de negócios
Seis programadores de importantes festivais de Dança, quatro do Brasil e dois  da América Latina, acompanham as apresentações e assistem ensaios abertos de outros importantes espetáculos de Brasília.

SERVIÇO
Movimento Internacional de Dança (MID)
Até 29 de abril. Entrada franca.
Na Funarte e no CCBB, há espetáculos gratuitos e pagos. Entradas custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).
As vendas ocorrem no site
www.eventim.com.br e na bilheteria, no caso do CCBB; na Funarte, na bilheteria no dia da apresentação.
Veja as atividades paralelas em www.movimentoid.com.br

Programação da edição 2018 (para atividades paralelas, acesse o site)

Dia 18 abril (QUARTA-FEIRA)

Às 20h – Palco Aberto 1 da Funarte
- Teoria - Coletivo Instrumento de Ver
- Klepsydra - Projeto Pés
- Nas Trilhas do Manguezal - Transições Companhia de Dança e Artes
- La Columbia - Melquiade Hernández
- 50 Tons de Cinza - Backstage
- Resiliência - Charadas
- Eu e os homens de verdade - Olívia Orthof
- Socialize - Elo61
- Massa Charme - Edgar Fortunato

Entrada franca. Não recomendado para menores de 14 anos.

Dia 19 de abril (QUINTA-FEIRA)
Às 20h – CCBB
- Apresentação do resultado da Residência artística, com coreógrafo Marcelo Ferreira. Bate-papo após apresentação.

Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

Dia 20 de abril (SEXTA-FEIRA)
Das 11h às 15h – JK Shopping.  
- Eliminatórias da Batalha de Breaking.

Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

Às 20h – CCBB
- Um indivíduo qualquer, com Foco Cia. de Dança. Suit a 4 mãos, com Corpo de baile Noara Beltrami. Bate-papo após apresentação.

Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Não recomendado para menores de 10 anos.

Dia 21 de abril (SÁBADO)
Das 13h às 15h – CCBB
- Batalha final de Breaking.

Às 15h, 17h e 19h – Espetáculo infantil Partituuur (França)

Das 18h às 22h – Festa Vem dançar com a gente! - Food Trucks e DJ.

Às 18h – Palco Aberto 2 do CCBB
- Resiliência - Charadas
- Socialize - Elo61
- Massa Charme - Edgar Fortunato

Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

Dia 22 de abril (DOMINGO)
Às 17h – CCBB
- Sacolas na Cabeça, com Anti Status Quo.

Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

Às 19h – Sórdito, com Gabriel Rodríguez (Costa Rica).

Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

Às 20h
- Black Belt, com Kubilai Khan Investigations (França).
- Red Belt (Israel)

Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Não recomendado para menores de 14 anos.

Dia 24 de abril (TERÇA-FEIRA)
Às 20h – CCBB
- I leave the lights on, com Victoria P. Miranda (Espanha).

Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Não recomendado para menores de 18 anos.

Dia 25 de abril (QUARTA-FEIRA)
Às 12h – IFB Campus Brasília
- And that’s why I’m here today, com Victoria P. Miranda (Espanha).

Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

Às 20h – Sesc Taguatinga - Teatro Paulo Autran
- Um indivíduo qualquer, com Foco Cia. de Dança.
- Suit a 4 mãos, com Corpo de baile Noara Beltrami.
Bate-papo após apresentação

Entrada franca. Não recomendado para menores de 10 anos.

Dia 26 de abril (QUINTA-FEIRA)
Às 20h – CCBB
- Super Tejido Limbo, com Maldita Danza (Colômbia).

Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 27 de abril (SEXTA-FEIRA)
Às 16h – Instituto Cervantes
- Isadora Sur, com Carla Rímola (Argentina).
Entrada franca. Não recomendado para menores de 12 anos.

Às 20h – CCBB
- Acto Blanco (Argentina).

Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Não recomendado para menores de 16 anos.

Às 20h – Sesc Gama - Teatro Paulo Gracindo.
- Um indivíduo qualquer, com Foco Cia. de Dança.
- Suit a 4 mãos, com Corpo de baile Noara Beltrami.
Bate-papo após apresentação.

Entrada franca. Não recomendado para menores de 10 anos.

Dia 28 de abril (SÀBADO)
Às 20h – Funarte
- Boomerang, com Malka Compagnie (França).
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Classificação Indicativa Livre.

Dia 29 de abril (DOMINGO)
Às 16h30 – Teatro Dulcina
- Flecha, com Luara Learth.
- Frango, com Zé Reis.
- Corpo Afeto, com Ceda-si.

Entrada franca. Não recomendado para menores de 18 anos.

Às 18h – Funarte
- Eros, com Tempos Dança-Teatro.

Entrada franca. Não recomendado para menores de 16 anos.

Às 20h – CCBB
- Solos de Stuttgart (Alemanha)
- Mutiko ala Neska, com Benoit Couchot (França)
- Kifwebe.01, com Miguel Mavatiko (Congo)
- I AM, com Erika Silgoner & Gloria Ferrari (Itália)
- Work on Julius Caesar, com Marina Migueléz-Lucena (Espanha)
- Separation Among Us, com  Jernej Bizjak (Eslovenia)

Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Classificação Indicativa Livre.

Todos os endereços
- SESC Taguatinga – Espaço Cultural Paulo Autran (CNB 12, Área especial 2/3, Taguatinga Norte); (61) 3445-9150.
- SESC Ceilândia – Teatro Newton Rossi (QNN 27, Lote B, Ceilândia Norte); (61) 3379-9526.
- SESC Gama – Teatro Paulo Gracindo (Setor Leste Industrial, Lotes 620,640,660 e 680); (61) 3484-9103.
- JK Shopping – (Av. Hélio Prates, QNM 34, Área Especial 01, M Norte); (61) 3246-8601.
- Instituto Federal de Brasília (IFB) – Campus Brasília (Quadra 610, Asa Norte); (61) 2103-2100.
- Complexo Cultural Funarte – Teatro Plínio Marcos (Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 2, entre a Torre de TV e o Clube do Choro); (61) 2099-3080.
- Teatro Dulcina de Moraes – (Setor de Diversões Sul, CONIC, Bloco C, Nº 30/64, Edifício FBT); (61) 3322-4147.
- Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2); (61) 3108-7600.

* Senhas distribuídas com 1 hora antes da apresentação.

 

 


 

 

Por dentro do universo de Niemeyer

    Foto de dentro: Jaime Acioli        Foto de capa: Nani Góes

Foto de dentro: Jaime Acioli
Foto de capa: Nani Góes

 

 

Na semana comemorativa ao aniversário de Brasília, o maior representante da reconhecida arquitetura da cidade ganha uma mostra que permite ao público mergulhar em sua obra. A exposição Oscar Niemeyer – Territórios da criação reúne desenhos e croquis originais do arquiteto, pinturas, esculturas móveis, projetos gráficos, joias e as revistas Módulo e Nosso Caminho, além de raros manuscritos. No Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, no Tribunal de Contas da União, até 9 de junho.

De acordo com o curador da exposição, Marcus de Lontra Costa, o material apresenta uma síntese de trabalhos criados pelo arquiteto que ultrapassam os horizontes de sua atuação profissional, com ênfase em toda a sua capacidade criativa. “Niemeyer criou uma iconografia que nos identifica como nação, e ela se faz presente não só nos prédios que projetou, mas também em seus desenhos, pinturas, projetos gráficos, mobiliário, joias. A exposição traz a público alguns desses exemplos, que revelam a maestria, o talento e a inteligência do nosso artista maior”, diz o curador.

A mostra inclui vasto material documental, em especial referente à revista Módulo, publicação por ele criada e que atingiu a surpreendente marca de 100 edições. E dividi-se em dois segmentos: obras de grandes artistas nacionais, que colaboraram periodicamente com Oscar Niemeyer e que se fazem presentes em diversos projetos de autoria do arquiteto; e portraits do arquiteto registrados por dez dos mais renomados fotógrafos brasileiros.

No primeiro ambiente, dedicado às obras de artistas que colaboraram com Niemeyer, estão presentes trabalhos de Cândido Portinari, Roberto Burle Marx, Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti, Athos Bulcão, Joaquim Tenreiro, Tomie Ohtake, Franz Weissmann e Carlos Scliar. Já no segmento, com portraits do arquiteto, o fotógrafo Luiz Garrido selecionou uma série de trabalhos de fotógrafos renomados.

Biografia – Nascido no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, em 1907, Niemeyer afirmou-se ao longo de sua trajetória profissional como um dos mais importantes arquitetos do século XX, obtendo reconhecimento internacional. “Vocês podem gostar ou não da arquitetura de Brasília, mas vocês nunca viram coisa igual”, afirmou Niemeyer sobre sua mais grandiosa criação.

Programa Educativo – O TCU mantém projeto permanente que promove visitas programadas e orientadas ao Museu do TCU e ao Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, fornecendo material educativo, lanche e transporte para alunos de instituições públicas de ensino do Distrito Federal. Agendamentos podem ser feitos pelo telefone (61) 3316-5221.

SERVIÇO
Oscar Niemeyer – Territórios da criação
No Espaço Cultural Marcontonio Vilaça (Centro Cultural do Tribunal de Contas da União – Complexo Arquitetônico do Instituto Serzedello Corrêa, Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3, Polo 8, Lote 3).
De 18 de abril a 9 junho. De terça-feira a sábado, das 9h às 19h.
Entrada franca.

 
 

Prêmio Profissionais da Música movimenta a semana do aniversário de Brasília     

A quarta edição do Prêmio Profissionais da Música (PPM) movimenta a capital federal de 16 a 21 de abril. Nesse período, o Pier 21, palco principal do evento, recebe shows e atividades paralelas. A iniciativa contempla representantes de 53 categorias do mercado profissional da música no dia do aniversário da cidade, em cerimônia no clube Cota Mil. O músico Roberto Menescal, um dos fundadores da Bossa Nova e personalidade atuante no mundo da música ainda hoje, aos 80 anos, será o homenageado da ocasião.

O processo de votação durou dois meses e considerou votos atribuídos pelos próprios inscritos, público e júri. Ao todo, foram 328 finalistas a partir de 988 inscritos (de 17 estados e 44 cidades), 18 jurados e mais de 53 mil votos. “O Prêmio tem como objetivo reconhecer a contribuição dos diversos profissionais envolvidos na criação, produção e circulação de obras e produções musicais e audiovisuais dentro dos mais variados setores”, explica o músico e produtor Gustavo Ribeiro de Vasconcelllos, o idealizador do evento.

A programação contabiliza 15 palestras, 11 showcases, nove painéis, uma pitching, sessão solene e cerimônia de premiação. Estão confirmadas quatro atrações internacionais: os norte-americanos Allen Johnston e Layla Khepri, a uruguaia Alfonsina e o sul-africano Mphuzi Chauque. “Se todos os estados brasileiros tivessem um prêmio como esse, nossa cultura musical seria uma das três maiores do mundo. Fico muito feliz em ser homenageado por este evento que é único no Brasil”, avalia Roberto Menescal.

Paralelamente, tradicionais casas da cidade como o Bar Brahma, a Galeria Mundo Vivo, o Café Savana, o O’Rilley e a Eye Patch Panda incrementam  suas programações com atrações do Curto Circuito, um braço do Prêmio para difusão do talento dos participantes. São nomes como Cesinha Rodrigues, Tex Quarteto, Ray Tito e os Calabares, Seu Preto e Dhi Ribeiro, todos do Distrito Federal. A única que virá de fora será Camila Cortez, responsável pelo tributo a Elis Regina, atração da noite happy hour com Menescal, no Bar Brahma. 

Desde a primeira edição, Brasília, ao lado de São Paulo e Rio de Janeiro, se destaca como um dos destinos a marcar mais presença no Prêmio, tanto em número de inscrições como de finalistas. Na edição deste ano, o Distrito Federal está em 33 das 55 categorias, com 43 concorrentes.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
De 16 a 21 de abril

Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul)
Entrada franca
Informações em www.ppm.art.br


Dia 16 de abril (SEGUNDA-FEIRA)
Das 20h às 21h15
Apresentação de O Tarot (DF)

Dia 17 de abril (TERÇA-FEIRA)
Das 20h às 21h15
Apresentação de Lupa (DF)

Dia 18 de abril (QUARTA-FEIRA)
Das 20h às 21h15
Projeto Canta que nem mulher, com Natália Carreira (DF), Joana Bentes (ES) e Adriah (DF).

Dia 19 de abril (QUINTA-FEIRA)
Das 10h às 11h
Roberto Menescal 80 anos. E aí, qual é a sua bossa?
Painel de Roberto Menescal, com medição de Gustavo Vasconcellos.

Das 11h às 12h15
Musicoterapia para músicos, com Isabella Paz.

Das 12h30 às 13h45
Saúde vocal para cantores de música popular: conceito, exercícios e patologias, com Elen Lara.

Das 14h30 às 15h45
Arte no áudio: O pensamento musical na mixagem, com Rodrigo Lopes.

Das 16h às 17h15
Difusão da música instrumental contemporânea no mundo, com Débora Venturini e Mariana Sayad.

Das 16h30 às 17h30
A renda do autor na era digital e no audiovisual
Painel de Manno Góes e Chico Ribeiro, com mediação de Marcelo Carvalho de Oliveira.

Das 17h30 às 18h45
Violão brasileiro - Sete cordas técnica e estilo, com Rogério Caetano.

Das 18h às 19h
A viola, o Brasil e sua cultura popular. Para onde vamos?
Painel de Chico Lobo, Volmi Batista e Estela Ceregatti, com mediação de João Araújo.

Das 19h às 19h45
Apresentação de Chico Lobo (MG)

Das 20h às 20h45
Projeto Toccata para Menescal, com Kathia Pinheiro e convidados.
 

Dia 20 de abril (SEXTA-FEIRA)
Das 10h às 11h
Instrumentos e equipamentos
Painel de Renata Gomes e convidados, com medição de Marcelo Carvalho de Oliveira.

Das 11h às 12h15
Como não transformar sua arte em commodity, com Maurício Tagliari.

Das 12h30 às 13h45
DIY – Drive It Yourself. As novas oportunidades para artistas independentes no mundo digital, com Marcos Chomen.

Das 14h30 às 15h45
Introdução à produção musical: arte, tecnologia e mercado, com Marcelo Fruet.

Das 16h às 17h15
A música em festas e festivais de rua, com Adriana Belic, Fernando Calvozo, Luiz Delfino Cardia, Vander Lins e José Mauro Gnaspini.

Das 16h às 17h15
Oficina de capacitação para os 10 primeiros concorrentes mais votados pelo público, com o coordenador Bruno Boulay.

Das 16h30 às 17h30
A distribuição digital em tempos de crescimento do mercado latino
Painel de Jaime Costa, Marcos Chomen e Sandra Gama.

Das 17h30 às 18h45
As biografias musicais, com Deborah Sztajnberg.

Das 18h às 19h
Novas plataformas de circulação de músicas ao vivo
Painel de Cláudia Assef, Laura Lopes e Téo Ruiz, com mediação de Marinilda Boulay.

Das 19h às 19h30
Apresentação de Estela Ceregatti

Das 20h às 20h30
Apresentação de Estrela Leminski e Téo Ruiz (PR)

Das 21h às 22h
Apresentação de Alfonsina (URU)

Dia 21 de abril (SÁBADO)
Das 10h às 11h
A música é independente?
Painel de Alfonina (URUGUAI), Brian Collins (EUA), Flavio Scubi e Pena Schmidt, com mediação de Bruno Boulay.

Das 11h às 12h15
Novo cenário musical, com Jacques Figueras

Das 12h às 13h
Apresentação de Mphuzi Chauque (RSA).

Das 12h às 13h
Apresentação dos 10 primeiros concorrentes mais votados pelo público para a banca do Pitching, com o coordenador Bruno Boulay.

Das 12h30 às 13h45
O Brasil no Midem 2018, com Marinilda Boulay.

Das 14h30 às 15h45
Fenômeno Anitta - Como construir marcas impossíveis de se ignorar na música, com Pedro Valli.

Das 16h às 17h15
Novas ferramentas de comunicação, com Vinícius Soares.

Das 16h30 às 17h30
A economia é criativa?
Painel de Décio Coutinho, Saulo Camarotti e Thomas Roth.

Das 17h30 às 18h45
From the song to the bank (Da canção para o banco), com Allen Johnston (EUA).

Das 18h às 19h
Iniciativas públicas que contribuíram para a música em 2017
Painel de Adrian Belic, Leonardo Feijó e William Mendonça.

Das 19h às 19h45
Projeto Noite Catarina, com John Mueller & Sarau Afro-Açoriano (SC).

Das 20h às 20h45
Apresentação de Craca e Dani Nega (SP)

Das 21h às 22h
Apresentação de Layla Khepri (USA)

Eventos paralelos em homenagem a Roberto Menescal
Dia 18 de abril, a partir das 19h, no Bar Brahma (201 Sul).
Show com tributo à Elis Regina, com Camila Lopez (RS). Couvert a R$ 10.

Dia 20 de abril, às 9h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Solenidade pública de entrega de moção de louvor para todos os finalistas da 4ª edição do Prêmio Profissionais da Música, com a presença de Roberto Menescal. Entrada franca.

Dia 21 de abril, às 21h, no Cota Mil Iate Clube
Cerimônia de Premiação das 53 categorias concorrentes no Prêmio Profissionais da Música 2018. Reservado para os finalistas.

 

 

 

  Fotos: Henrique François

Fotos: Henrique François

 Semana da Língua Alemã em Brasília   

     Divulgação

   Divulgação

A terceira edição do Festival de Cinema da Semana da Língua Alemã inicia neste sábado (7/4), as às 19 horas, com a exibição do premiado filme Mulheres Divinas, de Petra Volpe. No Cine Brasília, até 15 de abril, sempre às 19 horas, o público vai ter acesso gratuitamente a uma programação repleta de novidades cinematográficas da Alemanha, da Áustria e da Suíça. A mostra faz parte da lista de atrações do evento que inclui mais de 450 ações por todo o país.

A literatura europeia também se destaca na programação. Os moradores da capital poderão se deparar com clássicos da literatura alemã em metrôs, pontos de ônibus, parques e escolas. A ação chamada de Língua Alemã para Todos vai espalhar obras como as vencedoras do Prêmio Nobel O Lobo da Estepe e O Anjo Silencioso. Quem achar um livro poderá fotografar e publicar nas redes sociais com a hashtag #eufaloalemao.

Autores de diferentes países estarão no Brasil para leituras públicas. É o caso do suíço Peter K. Wehrli, que além de exibir seu filme na mostra do Cine Brasília, vai ler passagens de seu “Catálogo de tudo”, no domingo (9/4), na Embaixada da Alemanha (para participar, é necessária inscrição).

Referência no ensino da língua alemã na capital federal há 20 anos, o Goethe-Zentrum Brasília promove no dia 14 de abril o Sabadão alemão, com a comercialização de cervejas tipo alemãs, como a famosa Weissbier, e o chef Knut levará pratos típicos como Bratwurst e Apfelstrudel. O público poderá ainda jogar jogos de tabuleiro populares na Alemanha e participar doSpeak Dating, roda de bate-papo com nativos em alemão de diferentes nacionalidades e sotaques.

 

VEJA A PROGRAMAÇÃO

 

Sábado (7/4) – SUÍÇA
Mulheres Divina, de Petra Volpe – Suíça dos anos 1970, a luta de mulheres pelo direito ao voto feminino no país. O longa conquistou o prêmio do público no Festival de Tribeca (EUA) e representou a Suíça no Oscar 2018.

Domingo (8/4) – ÁUSTRIA
Egon Schiele, morte e musas, de Dieter Berner – Cinebiografia do renomado pintor austríaco que agitou o cenário artístico em Viena, no início do século XX.

Quarta-feira (11/4) – ALEMANHA
Entre Culturas, de Peter K. Wehrli e Peter von Gunten – História pouco conhecida de um dos mais importantes escritores alemães, Thomas Mann, filho da escritora brasileira Julia da Silva Bruhns. O diretor Peter Wehrli assiste à sessão e participa de bate-papo com o público após a exibição.

Quinta-feira (12/4) – ÁUSTRIA
Alta Performance, de Mandarienen lügen nicht – Conflito entre dois irmãos que se apaixonam pela mesma mulher.

Sexta-feira (13/4) – ALEMANHA
Selvagem, de Nicolette Krebitz – A vida comum de Ania muda subitamente quando ela se depara com um lobo em um parque.

SERVIÇO
Semana da Língua Alemã 2018
No Cine Brasília
De 7 a 15 de abril, sempre às 19h.
Entrada franca.
Programação completa em: www.semanadalinguaalema.com.br

 


 

 

Mateus Aleluia faz apresentação dupla na Caixa Cultural  

  Fotos: Vinicius Xavier

Fotos: Vinicius Xavier

 

 

O cantor e compositor Mateus Aleluia faz o pré-lançamento do álbum Fogueira Doce nos dias 5 e 6 de abril, na Caixa Cultural. Na companhia do músico brasiliense Vinícius de Oliveira, ele apresenta seu segundo trabalho solo, que passeia entre temas da cultura afro-brasileira, do candomblé, da filosofia e do amor, com composições assentadas no afro-barroco, conceito desenvolvido pelo artista baiano. Produzido por Alê Siqueira, o novo disco foi lançado apenas no Rio de Janeiro, no início de 2017, sendo inédito no restante do país.

Na primeira apresentação, nesta quinta-feira, Mateus Aleluia ainda lança o livro Nós, os Tincoãs, que conta a história do grupo baiano que, nos anos 1970, levou as tradições africanas e afro-brasileiras para a música popular brasileira. Com curadoria e direção de arte de Gringo Cardia, o livro tem textos de Capinam, Martinho da Vila, Criolo, Emicida, Marcus Preto e Adelzon Alves, entre outros. A publicação – já lançada em Salvador e em São Paulo - inclui fotos, críticas musicais, matérias de arquivo e biografia dos integrantes.

AAcompanham o livro três discos remasterizados, que antes desse projeto, só existiam em LP: “Os Tincoãs” (1973), “O africanto dos Tincoãs” (1975) e “Os Tincoãs” (1977). Formado originalmente por Dadinho, Heraldo e Erivaldo, o trio Os Tincoãs lançou o primeiro disco, Meu último bolero, em 1961. Três anos depois, Mateus Aleluia substituiu Erivaldo. Os integrantes – todos nascidos em Cachoeira, cidade do recôncavo baiano – produziram um som afro-barroco com influências de sambas de roda e da música sacro católica.

SERVIÇO
Pré-lançamento do álbum Fogueira Doce com Mateus Aleluia e lançamento do livro Nós, Os Tincoãs.
Na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4)
Dias 5 e 6 de abril. Quinta-feira e sexta-feira, às 20h. 
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).
Comercialização na bilheteria, de terça a sexta-feira e domingo, das 13h às 21h; e sábado, das 9h às 21h.
Informações: (61) 3206-6456
Classificação Indicativa Livre

 
 

Exposição Além do visível, aquém do intangível vai até 27 de maio na Caixa Cultural

 

  D  ivulgação da obra A certeza é a prova da dúvida

Divulgação da obra A certeza é a prova da dúvida

À primeira vista, as imagens da exposição Além do visível, aquém do intangível podem perturbar o público. O trabalho mais recente do artista plástico baiano Fábio Magalhães, disponível à visitação até 27 de maio na Caixa Cultural, reúne 23 pinturas feitas a óleo sobre tela, marcadas pelo forte realismo, que provocam desde a inicial repulsa até reações muito pessoais de cada observador. O espectador é convidado a “ver” e refletir além do que está exposto nas obras.

A produção mais significativa do artista, desenvolvida entre 2007 e 2017, conquistou os visitantes de São Paulo, em que a exposição garantiu sucesso de público. A iniciativa tem a curadoria assinada pela uruguaia Alejandra Muñoz. Fábio Magalhães coleciona mais de 29 mostras coletivas no currículo, além de ser finalista no prêmio Pipa e campeão de prêmios como Funarte e São Semear (SE).

Sem cenário e com fundo branco na maior parte dos quadros, Além do visível, aquém do intangível se divide em cinco séries: O grande corpo, Retratos íntimos, Superfícies do intangível, Latências atrozes e Limites do introspecto. O artista apresenta encenações meticulosamente planejadas, capazes de borrar os limites da percepção, configuradas em distorções da realidade e contornos perturbadores.

SERVIÇO
Além do visível, aquém do intangível
Na Galeria Vitrine da Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 4)
Até 27 de maio. De terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Entrada franca.
Informações: (61) 3206-9448.
Não recomendado para menores de 14 anos.

Musa negra do jazz é tema de musical em Brasília  

  Divulgação  

Divulgação  

 

 

Ela cantou o racismo, a tristeza e os amores impossíveis. A biografia de Billie Holiday, a estadunidense e ícone do jazz, conhecida simplesmente por Lady Day, está representada no drama musical Billie Holiday, a canção, que se estabelece em Brasília, no Teatro dos Bancários, nos dias 30 e 31 de março e 1º de abril. Programação imperdível para os fãs dessa mulher que enxergava na música mais que uma simples cantoria, vivendo sentimentalmente todos seus percalços.

A história da cantora, que iniciou a carreira aos 17 anos e morreu aos 47 anos, inspirou a atriz sergipana Tânia Maria, que interpreta sua trajetória após ser hospitalizada por uma cirrose hepática por abuso de heroína. Após nascer em Aracaju (SE), em 2016, a peça passou por Recife (PE), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). A versão brasiliense conta com assinatura do produtor Alexandre Pereira. Depois da capital federal, o espetáculo deve seguir para Nova York e Atlanta, nos Estados Unidos.

SERVIÇO
Musical Billie Holiday, a Canção
No Teatro dos Bancários
Dias 30 e 31 de março e 1º de abril. Sexta, sábado e domingo, às 21h.
Ingresso: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada). Comercializados na bilheteria do teatro.
Não recomendado para menores de 18 anos. 

 
 

Obra de Athos Bulcão em catálogo  

Dentro da programação comemorativa do centenário de um dos artistas inconfundíveis de Brasília, o registro histórico da mostra 100 anos de Athos Bulcão será revelado nesta terça-feira (20), às 19 horas, no Centro Cultural Banco do Brasil. O catálogo da exposição traz amplo panorama da criação do homenageado entre os 1940 e 2005, com a sua trajetória divida em três atos: a produção artística, o binômio arte-arquitetura e a influência de Athos na formação e no trabalho de artistas contemporâneos.

A publicação, a maior sobre a exposição do artista com 260 páginas, reúne imagens de Vicente de Mello, Edgard Cesar, Tuca Reines, Diego Bressani, Mila Petrillo e acervo da Fundação Athos Bulcão. Além de textos dos curadores Marília Panitz e André Severo, e da secretária executiva da Fundação Athos Bulcão, Valéria Cabral. A noite do lançamento conta também com visita guiada e bate-papo sobre a exposição, que continua em cartaz até 1º de abril, quando segue para Belo Horizonte (MG).

SERVIÇO
100 anos de Athos Bulcão – Lançamento de catálogo
No Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2)
Nesta terça-feira (20), às 19 horas.
Entra franca
Informações: (61) 9 9550-2192.

 

 

 

  Fotos: César Rebouças

Fotos: César Rebouças

Semana da Arte da Nova Acrópole

 

  Fotos:   Divulgação

Fotos: Divulgação

A Semana da Arte 2018, da Organização Internacional Nova Acrópole sobre filosofia, cultura e voluntariado, ocorre de 12 a 18 de março na Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi, no Centro Cultural Taguaparque, em Taguatinga, e na sede da instituição, no Lago Norte. Viver com Arte – A beleza como expressão de vida, tema escolhido do ano será abordado por meio de palestras, recitais, oficinas e cinema.  A entrada gratuita exige a pré-inscrição no site da Nova Acrópole.

O evento, preparado por voluntários, convida o público a refletir sobre o papel da arte em nosso cotidiano, dentro da proposta de construir um ambiente propício ao debate e troca de ideias. Faça a sua pré-inscrição aqui.

SERVIÇO

Teatro Eva Herz, Livraria Cultura (Setor de Habitações Individuais Norte, CA 4, Lago Norte).
De 12 a 14 de março, às 19h30.

Segunda-feira – Simbolismo da Capela Sistina de Michelangelo, com a professora Renata Peluso, e recital de canto com o Madrigal Euterpe.

Terça-feira – Arte e a harmonização do ser humano, com o professor Pedro Barcelos, e recital com o Coro Italiano da Universidade de Brasília.

Quarta-feira – Mitologia na arte da renascença, com a professora Renata Peluso, e recital com o Duo D.O.M. de sax e flauta, com Carlos Gontijo e Eídi Lima.


Centro Cultural Taguaparque, Taguatinga.
Dia 15 de março, às 20h. Dia 18 de março, às 16h.

Quinta-feira – Reflexões filosóficas sobre a arte e a beleza, com a professora Ana Cristina Machado, e recital com Brasília Brass Quinteto de Metais.


Nova Acrópole Lago Norte (Setor de Habitações Individuais Norte, CA 09, em frente Edifício Next).
Dia 17 de março, a partir das 10h.  

Sábado, às 10h – Orquestras do Movimento Sinfônico e da Orquestra para o Bem, com regência do maestro Ricardo Sousa Castro.
Às 16h – Oficinas abertas (Vagas limitadas)
- A arte de falar - Oratória no dia a dia, com a professora Eloisa Limeira;
- Harmonia nos ambientes, com a designer de interiores Rafaella D'Avila;
- Desenho Sketchbook, com a artista plástica Juliana Limeira;
- Etiqueta, a arte de se relacionar, com a professora Kathleen Oliveira.
Às 18h - Apresentação de dança
Às 19h30 - Viver com arte: a beleza como expressão da vida, com o professor Luis Carlos Marques Fonseca, diretor da Nova Acrópole Brasil; 
Às 21h - Recital com o duo com Rosa Barros, Tais Vilar e George Lacerda (clarinetas e percussão).


Domingo, às 16h – Sessão de cinema com o filme O mestre da vida, de George Gallo. Comentários de Juliana Limeira.

Fórum Mundial da Água no Cine Brasília

  Divulgação  

Divulgação  

 

 

Dentro da programação do 8º Fórum Mundial da Água, o Green Film Festival ocorre de 18 a 23 de março, no Cine Brasília, com a exibição de produções nacionais e internacionais. Uma série de debates completa a lista de atrações culturais do evento. As sessões gratuitas passam das 14h30 às 20h30, sendo os premiados – no voto popular e no júri popular – reexibidos no último dia (23).

A mostra competitiva contabiliza 13 longas-metragens e 25 curtas. O festival reserva duas sessões especiais com outros 16 curtas-metragens. Há ainda 10 curtas infantis, reproduzidos neste domingo (18/3), a partir das 14h30, e oito filmes da mostra paralela Panorama. Os selecionados concorrem também ao Prêmio Green Drop, da Green Cross Itália, que condecora a produção cinematográfica que melhor promove a sustentabilidade.

Já a mostra Voz do Cidadão reúne 110 filmes de 26 países – com até quatro minutos – realizados por entidades da sociedade civil de todo o mundo. Exibidos nas sessões temáticas do Fórum Mundial, eles concorrem à preferência do público, que poderá registrar seu voto pelos totens eletrônicos montados na Vila Cidadã e no site do festival.

Fórum Mundial da Água na capital federal
O Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema, ocorre de 18 a 23 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. O encontro promove a conscientização, constrói compromissos políticos e provoca ações em setores críticos para facilitar a conservação, proteção, desenvolvimento, planejamento, gestão e uso eficiente da água. Esta é a primeira vez que o evento ocorre no hemisfério sul.

SERVIÇO
Green Film Festival – 8ª edição do Fórum Mundial da Água
Cine Brasília – 106/107 Sul; (61) 3244-1660.
De 18 a 23 de março. De sábado a sexta-feira, das 14h30 às 20h30.
Entrada franca.
Classificação indicativa varia de acordo com os filmes.
Programação completa aqui.

 

 
 

Semana da mulher no Cine Brasília  

As mulheres serão homenageadas no Cine Brasília. A partir desta quinta-feira (8/3), Dia Internacional da Mulher, o público vai assistir, entre outros títulos, três filmes dedicadas ao gênero. Entre eles, dois destaques cinematográficos da América do Sul. O chileno Uma Mulher Fantástica (foto da capa), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e o argentino Uma Espécie de Família (foto abaixo). A programação continua até quarta-feira (14/3). Já o francês A número um pré-estreia neste fim de semana com duas sessões matutinas.

Esse último aborda a complicada divisão trabalhista existente entre homens e mulheres. A executiva Emmanuelle Blachey (Emmanuelle Devos) enfrenta preconceito de gênero ao tentar subir profissionalmente dentro de uma renomada empresa. Uma Mulher Fantástica acompanha a vida de Marina (Daniela Vega), uma garçonete transexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Após a morte do namorado, sua vida dá uma guinada total. A protagonista foi a primeira atriz trans a ser indicada ao Oscar.

Outra novidade dedicada às mulheres, Uma Espécie de Família mostra, por meio da história de uma jovem que deseja adotar um filho, como os rigores da lei colocam pedras no caminho da maternidade, mesmo em circunstâncias sociais que levam muitas crianças ao total desamparo. O longa é estruturado como um Road movie em que a protagonista deixa Buenos Aires até a área rural de Malena, onde desenrola o seu drama. Outra estreia importante, Torquato – Todas as Horas do Fim reúne grande elenco, como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé.

Programação completa

Dia 8 de março (Quinta-feira)
15h – O insulto
(Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Torquato – Todas as horas do fim  (Documentário/Brasil/88min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma Mulher Fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba Jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 9 de março (Sexta-feira)
15h – O insulto
(Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Uma espécie de família (Drama/Argentina/95min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 10 de março (Sábado)
11h – A número um
(Comédia dramática/França/110min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
15h – O insulto (Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Torquato – Todas as horas do fim (Documentário/Brasil/88min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 11 de março (Domingo)
11h – A número um
(Comédia dramática/França/110min/2018 Não recomendado para menores de 12 anos)
15h – O insulto (Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Uma espécie de família (Drama/Argentina/95min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba Jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 12 de março (Segunda-feira)
18h40 – Uma mulher fantástica
(Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 13 de março (Terça-feira)
NÃO HAVERÁ SESSÃO

Dia 14 de março (Quarta-feira)
15h – O insulto
(Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Torquato – Todas as horas do fim    (Documentário/Brasil/88min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – João de Deus (Exibição especial, entrada franca).

SERVIÇO
106/107 Sul; (61) 3244-1660
Ingresso: R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada)

 

 

 

 

  Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

 Espetáculo Boa sorte encerra temporada brasiliense no Teatro do SESC      

     Foto da capa: Ronaldo Gutyerrez    Foto de dentro: Taidson Morais

   Foto da capa: Ronaldo Gutyerrez
   Foto de dentro: Taidson Morais

Gabriel Estrela, aos 18 anos, descobriu ser portador do vírus HIV. Após ver sua vida familiar, afetiva e amorosa mudar completamente, superou o processo de aceitação e autoafirmação de sua nova condição. O espetáculo Boa sorte: o musical acompanha a trajetória do nosso protagonista, que se afirmou como uma das grandes vozes brasileiras sobre o assunto, representando o Brasil em fóruns internacionais. A temporada da peça em Brasília termina neste fim de semana, com sessões duplas, no Sesc da 504 Sul.

A encenação surgiu a partir do projeto de mesmo nome, concebido por Gabriel Estrela, que utiliza intervenções artísticas, presenciais e virtuais para cumprir o fundamental acolhimento a jovens que se descobrem infectados pelo vírus. No Pavilhão Solidário, sempre uma hora antes de cada apresentação, o público participa de uma roda de conversa sobre HIV/Aids, com o idealizador do projeto Boa sorte, representantes de instituições do Distrito Federal sobre o tema e convidados especiais.

Ao fim de todas as sessões, um debate de 40 minutos com a plateia reforça a proposta de conscientização. “Descobri-me vivendo com HIV muito jovem e se na época eu tivesse a referência de outras pessoas soropositivas vivendo bem e dispostas a conversar abertamente, tudo teria sido menos complicado”, destaca o autor e diretor da peça, Gabriel Estrela, hoje aos 26 anos. O repertório repleto de canções da MPB é executado ao vivo.

Desde seu início em 2015, o projeto Boa sorte já promoveu diversas intervenções teatrais, fotográficas e musicais, assim como palestras e bate-papos. Falando sobre HIV/Aids sempre com arte, informação e acolhimento. O musical conta com elenco formado por Lola Portela, Mariana Sancar, Gabriel Neves, Mauro Silva e Thiago Catellani, além da banda composta por Bianca Paysn (violão), e Fernando Bastos (piano e direção musical) e Marília Nóbrega (violoncelo).

SERVIÇO
Boa sorte: o musical
No Teatro do SESC (504 Sul, Bloco A)
Dias 16 e 17 de março. Sexta-feira, às 15h e 20h. Sábado, às 17h e 20h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Informações: (61) 3217-9123
Classificação Indicativa Livre

 

 


 

 

A mostra Planeta Água no CCBB até 18 de março

Brasília vai ser palco do maior evento sobre recursos hídricos no mundo: o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorre de 18 a 23 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Dentro dessa perspectiva, de 1º a 18 de março, o Centro Cultural Banco do Brasil antecipa o debate sobre o tema com a mostra Planeta Água, que inclui atividades extras como apresentações gratuitas de música e dança, além de debate e painel interativo.

Fazem parte do evento 32 títulos – oito longas, 12 médias e 12 curtas –, sendo 27 documentários e cinco ficções, que abordam aspectos ligados à água. Os filmes produzidos nos cinco continentes traçam um panorama do pensamento mundial sobre a questão ambiental. A programação dividida em dois temas – água e humanidade e água e planeta Terra – relacionam, respectivamente, o tema à mulher, em homenagem ao dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e a situação ambiental atual antecipando a discussão do Fórum Mundial da Água.  

De acordo com os idealizadores, a iniciativa deve conscientizar e motivar pessoas a mudarem estilos de vida e valorizarem uma das maiores riquezas do planeta. “O audiovisual é o meio mais eficaz para mostrar como anda a vida no planeta e difundir hábitos sustentáveis que possibilitem um futuro melhor para a humanidade”, afirma a curadora Carina Bini. Destaque para o premiado Água na Mesa, de Luz Marshall, sobre a relação do governo do Canadá com seu mais precioso recurso natural.

A mostra gratuita conta ainda com sessão para alunos de escolas públicas do DF, ensino fundamental, com a exibição do filme MOANA; sessão acessível com LSE (Legendagem para surdos e ensurdecidos); e sessão social voltada para terceira idade, com a presença de idosos da Casa do Candango, convidados pela produção. Por fim, um painel interativo, a ser instalado no vão central, faz uma provocação. “O que você pode fazer pela preservação da água no planeta?”. O público deve escrever respostas e sugestões.

Atividades paralelas

Show de abertura: Águas de Iemanjá, com participação do percussionista Leander Motta e convidados.

No Vão Central.
Dia 1º de março, às 19h. 
Entrada franca.

Show Alberto Salgado
O multi-instrumentista apresentará o disco Cabaça D’Água, premiado com o Grammy 2017, na categoria de Melhor Álbum de Música Regional.
No Teatro do CCBB.
Dia 4 de março, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do local e no site www.eventim.com.br.

Dia da Mulher
Apresentação do espetáculo Mãe D’Água, em homenagem à água, que resgata o culto ao feminino.
No Vão Central
Dia 8 de março, às 19h.
Entrada franca.

Debates / Ideias
- Painel Água, desafio e superação, com o triatleta Alexandre Manzan.

Dia 10 de março, às 17h30, no cinema do CCBB. Entrada franca mediante retirada do ingresso a partir de 1 hora antes do evento.

- Painel O papel da mídia na questão ambiental, com o jornalista Washington Novaes e o cineasta João Amorim. Mediação da jornalista Bárbara Lins.
Dia 14 de março, às 19h, no cinema do CCBB. Entrada franca mediante retirada do ingresso a partir de 1 hora antes do evento.

- Debate Planeta Água: Água e Sustentabilidade, com o ambientalista Sérgio Besserman, o jornalista André Trigueiro e outros convidados.  
Dia 16 de março, às 15h, no teatro do CCBB. Entrada franca mediante retirada do ingresso a partir de 1 hora antes do evento.

Programação cinematográfica

1º de março (Quinta-feira)

19h40 – Filme de abertura – Watermark

* Classificação indicativa livre

2 de março (Sexta-feira)
16h – A viagem do Totem + Mammy Water
18h – Donos da Água + Os últimos ritos do Honorável Sr. Rai
20h – A solução de Carti Sugdup + Onda Crescente

* Classificação indicativa livre

Dia 3 de março (Sábado)
16h – A ilha que afunda + Navegando no mar náufrago
18h – Sementes de que resistem ao sal + Tocado pela água
20h – Futuro Flutuante + Papa Mau: O Descobridor

* Classificação indicativa livre

Dia 4 de março (Domingo)
17h – Resistência ao óleo do ártico + Sonic Sea

* Classificação indicativa livre

Dia 6 de março (Terça-feira)
17h30 – Futuro Flutuante + Pássaro cego cantando na chuva
19h – O Desaparecimento de Tuvalu

* Classificação indicativa livre

Dia 7 de março (Quarta-feira)
17h – A ilha que afunda + Navegando no mar náufrago

* Classificação indicativa livre

Dia 8 de março (Quinta-feira)
20h – Mulheres e Água – Sessão acessibilidade (Legendagem LSE) 

* Classificação indicativa livre

Dia 9 de março (Sexta-feira)
16h – A viagem do Totem + Mamy Water
18h – Futuro Flutuante + Papa Mau: O descobridor
19h30 – Sementes que resistem ao sal + Tocado pela Água

* Classificação indicativa livre

Dia 10 de março (Sábado)
16h – Jovens líderes de Salish + Água e Cooperação
17h30 – Palestra de Alexandre Manzan: Água, desafio e superação
20h – Mudança Meteorológica + Os descobridores do Pacífico

* Classificação indicativa livre

Dia 11 de março (Domingo)
16h – Mulheres e Água - Sessão Acessibilidade (Legendagem LSE) 
17h30 – Resistência ao óleo do Ártico + Sonic Sea
19h30 – Watermark

* Classificação indicativa livre

Dia 13 de março (Terça-feira)
15h30 – Donos da Água + Os Últimos ritos do Honorável Sr. Rai
18h – Lixo zero em Carti Sugdup + Fronteira da Água
19h30 – Mudança Meteorológica + Os descobridores do Pacífico

* Classificação indicativa livre

Dia 14 de março (Quarta-feira)
15h30 – Donos da Água + A voz das avós – Sessão social
17h30 – Donos da Água + A voz das avós

* Classificação indicativa livre

Dia 15 de março (Quinta-feira)
15h – Além da Construção + Água na Mesa
17h – Água (JAL) 
20h – Jovens líderes de Salish + Água e Cooperação

* Classificação indicativa livre
* Sessão das 17h, não recomendado para menores de 12 anos


Dia 16 de março (Sexta-feira)
18h – A solução de Carti Sugdup + Onda Crescente
20h – Lixo zero em Carti Sugdup + Fronteira da Água

* Classificação indicativa livre

Dia 17 de março (Sábado)
15h – Água (JAL)
18h – Pássaro cego cantando chuva
19h30 – O maior sentido da Água

* Não recomendado para menores de 12 anos
* Sessão das 18h, classificação indicativa livre


Dia 18 de março (Domingo)
16h – Encantadora de Baleias. Classificação indicativa livre
18h30 – Imensidão Azul – Não recomendado para menores de 14 anos

SERVIÇO
Planeta Água
No cinema, teatro e área externa do CCBB (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lotes 22)
De 1º a 18 de março.
Entrada franca para filmes, mediante retirada de ingresso na bilheteria do local.
Sinopses dos filmes disponíveis aqui.
Informações: (61) 3108-7600.

 

  Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Monólogo baseado em conto de Jorge Luis Borges estreia no CCBB  

 

  Fotos:    Ismael Monticelli

Fotos:  Ismael Monticelli

Uma mulher encontra dentro do sexto volume do clássico Ilíada, de Homero, o relato autobiográfico de Marco Flamínio Rufo, tribuno militar do Império Romano, que no século III D.C., partiu em busca da Cidade dos Imortais e do rio que purificaria da morte todos aqueles que bebessem de suas águas. Esse é o ponto de partida do espetáculo O Imortal, baseado no conto homônimo do escritor Jorge Luis Borges, que estreia nesta sexta-feira (2/3) no palco do Centro Cultural Banco do Brasil.

O monólogo protagonizado pela atriz Gisele Fróes e dirigido pelos irmãos Adriano e Fernando Guimarães, segue na cidade até 25 de março. Os seis volumes do épico poema chegam às mãos da protagonista por meio de um antiquário. Ao longo da narrativa, o público acompanha os desafios do tribuno: desde o seu encontro com um estrangeiro que lhe revela a existência do rio e da cidade, até as inúmeras tentativas de encontrá-los nas paisagens desérticas mais terríveis.

A obra publicada por Borges em 1949 dentro da coletânea O Aleph aborda múltiplos sentido da (i)mortalidade, questão destacada pela adaptação teatral. Adriano Guimarães e Patrick Pessoa, que assinam a dramaturgia, iniciaram o processo de pesquisa da peça em 2015, estendendo o estudo para outros contos e ensaios do autor. Esse é o primeiro monólogo de Gisele Fróes, que embarcou no projeto após se apaixonar pela história.

SERVIÇO
O Imortal
Galeria 4 do Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lotes 22, Edifício Tancredo Neves)
De 2 a 25 de março. De quinta-feira a domingo, às 20h.  
Sessão extra em 25 de março, às 17h.  
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Não recomendado para menores de 12 anos

Primeira edição do BSB Plano das Artes neste fim de semana

  Fotos: Divulgação   

Fotos: Divulgação
 

 

 

Conhecer uma Brasília que vai muito além do tradicional roteiro cívico, com destaque para os espaços culturais independentes da cidade. Com essa proposta, a primeira edição do BSB Plano das Artes apresenta ao público 20 locais dedicados às artes visuais. De 2 a 4 de março, os endereços abrirão as portas para uma programação especial que inclui encontros com artistas, curadores e galeristas. Dez vans estarão disponíveis gratuitamente, assim como profissionais especializados, para conduzirem o público nessa jornada.

A iniciativa divulga pontos culturais que disseminam obras de artistas locais e ampliam o conhecimento sobre a produção artística nacional. A ideia é criar um circuito das artes no Distrito Federal, que envolva tanto os artistas como os comerciantes próximos. “Ao mapear os locais que produzem arte e que geram conhecimento em artes, apresentamos alguns espaços muitas vezes desconhecidos do grande público”, ressalta a curadora e a idealizadora do BSB Plano das Artes, Cinara Barbosa.

Os transportes gratuitos sairão de locais e horários variados, sendo possível fechar um roteiro próprio, individual ou com grupos de até 13 pessoas. O prazo para marcação termina nesta quarta-feira (28/2) e pode ser feita pelo e-mail roteiros@bsbplanodasartes.com.br.  Quem não garantir a vaga antecipadamente pode tentar um encaixe na hora, em caso de vagas remanescentes. As redes sociais do BSB Plano das Artes estão divulgando ao longo desta semana informações sobre a programação de cada local, circuito das vans e itinerários. 

Participam desta edição 20 espaços culturais divididos em quatro categorias. Da primeira, Galerias Comerciais, fazem parte quatro empreendimentos: Alfinete Galeria (Asa Norte), Oto Reifschneider Galeria de Arte (Asa Norte), Referência Galeria de Arte (Asa Norte) e XXX Arte Contemporânea (Jardim Botânico). Na categoria Espaços / Galerias de Fotografia estão reunidas três casas: A Casa da Luz Vermelha (Asa Sul), Espaço F/508 (Asa Norte) e Galeria Ponto (Asa Norte).

A quarta categoria Autônomos / Residências Artísticas traz nove espaços – Curators (Asa Norte), Elefante Centro Cultural (Asa Norte), Galeria da IBOC (Asa Sul), Galeria Olho de Águia (Taguatinga), Gruta (Asa Norte), Nave (Asa Sul), Manoobra Galeria, (Sobradinho), Nova (Asa Sul) e Pilastra (Guará II).  Já os Ateliês de artistas que estarão abertos à visitação são quatro: De Cecília Mori e Christus Nóbrega (Asa Norte), Clarice Gonçalves (Taguatinga), Raquel Nava e Cecília Bona (Asa Norte) e Valéria Pena-Costa (Lago Sul).

SERVIÇO
BSB Plano das Artes
De 2 a 4 de março. Informações sobre horários, pontos de partida e roteiros aqui.  
Entrada franca
Classificação Indicativa Livre

 

 
 

Apartamento 403 no Sesc Garagem

 

  Fotos:    Studio Sartoryi

Fotos:  Studio Sartoryi

A temporada do espetáculo Apartamento 403 foi estendida em novo endereço. A peça do diretor brasiliense Fernando Guimarães, do Coletivo Irmãos Guimarães, pode ser apreciada agora no Teatro Sesc Garagem, de 22 a 25 de fevereiro. A encenação revela as nuances do comportamento humano, sendo uma sátira à violência cotidiana. Com altas doses de ironia e humor, o texto tem inspiração no universo do cartunista Jules Feiffer.

Em um apartamento em obras, uma família encontra-se em uma combinação de neurose social e vigilância constante e paranoia. Esse cenário parece abrir caminhos para crimes justificados, certezas inabaláveis e desastres ocultos em boas ações. “Esses personagens, em particular, estão enlouquecidos ou somente protegem suas casas? Um grupo de pessoas à beira de um colapso nervoso?”, provoca Fernando Guimarães.

A montagem conta com 13 profissionais em cena, sendo eles Adair de Oliveira, Adilson Díaz, Carlos Neves, Ellen Gonsioroski, Filipe Moreira, Lemar Rezende, Lucas Lima, Marcelo Lucchesi, Maria Moreira, Marina Menezes, Paulo Wenceslau, Rafael Justus, Yara De Cunto. Já Fernando Guimarães assina direção, cenário e dramaturgia. Ao lado do irmão Adriano, a dupla conquistou o Prêmio SESC do Teatro Candango pelo conjunto da obra.

SERVIÇO
Apartamento 403
Teatro do SESC Garagem (913 Sul)
De 22 a 25 de fevereiro. De quinta a domingo, às 20h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro.
Não recomendado para menores de 16 anos.  

Som independente na Caixa Cultural

 

  Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Nesse pós-carnaval a música independente brasileira atual assume o protagonismo no Teatro da Caixa. Até 18 de fevereiro, a terceira edição do Festival EXPERIA movimenta o local com atrações que apostam em novos sons para alcançarem o reconhecimento nacional. A proposta reúne diferentes linguagens e expoentes de estados brasileiros. Quem deixou para garantir o ingresso na última vai ter que esperar a próxima oportunidade. As entradas estão esgotadas para todos os dias.

Com base em seu disco Euforia (2015), o paulistano Pélico comanda o primeiro show deste sábado (17), com a participação do gaúcho Filipe Catto, que mostra faixas de seu trabalho mais recente, Catto (2017). O segundo espetáculo fica por conta da mineira Juliana Perdigão, com o disco Ó, ao lado de Tulipa Ruiz, que lançou no ano passado o disco Tu. A baiana Marcia Castro abre os trabalhos musicais no domingo (18), com Treta (2017), acompanhada de Otto, tendo destaque com o disco Ottomaopeia (2017).

Serviço
Festival Experia 2018
No Teatro da Caixa (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3 e 4, Edifício anexo à matriz da Caixa).
Até 18 de fevereiro. Sexta-feira, às 17h; sábado (duas sessões), às 17h e 20h; e domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Não recomendado para menores de 12 anos.
Informações: (61) 3206-9448

Semana animada no Clube do Choro

O Clube do Choro de Brasília está com programação musical praticamente todos os dias de fevereiro. Há opção até para quem insiste em continuar com a fantasia de carnaval. Se no início da semana a animação do músico baiano Moraes Moreira toma conta do local, o sábado e o domingo são dedicados à celebração dos arranjos pernambucanos. Entre essas datas, nada de descanso. O som prossegue com outros músicos de notabilidade nacional ou com pratas da casa. Veja o que vai rolar no reduto da música instrumental.

Nesta terça-feira (20)
, o ex-integrante dos Novos Baianos divide o palco com o acordeonista Meninão, dentro do projeto Clube do Choro Convida. A parceria de anos rendeu à dupla intimidade musical, reconhecida pela plateia durante a apresentação. Moraes Moreira destaca sucessos da carreira, feitas em parceria com o companheiro de palco.

No dia seguinte, na quarta-feira (21), o violoncelista Nícolas Madalena assume os trabalhos da noite, na companhia de seu violoncelo. Completam as atrações os músicos Matheus Donato (cavaquinho), Matheus Fortes (violão 6 e 7 cordas), Isabella Pina (pandeiro e percussões), além das participações especiais de Leo Torres (baixo elétrico), Lucas Bichara (gaita cromática) e Jorge Heine (acordeão).

Na quinta (22) e na sexta-feira (23), o Clube do Choro celebra a parceria musical entre o gaitista Maurício Einhorn e o guitarrista Nelson Faria, que já perdura por cerca de 20 anos. O autor de títulos como Estamos aí, Batida diferente e Tristeza de nós dois encontra o expressivo músico brasileiro que se apresentou em mais de 40 países.

Noites pernambucanasNo fim de semana (24 e 25) será a vez do evento, que está na 12ª edição e promove o encontro de diversos movimentos musicais como frevo, maracatu, coco, baião e manguebeat. No palco o intercâmbio ocorre entre maestros pernambucanos e artistas brasilienses. O maestro Fabiano Medeiros, regente da Orquestra Popular Marafreboi, compartilha a regência com os maestros Forró, Ademir Araújo (conhecido como Maestro Formiga), Edson Rodrigues, considerado um dos maiores compositores de frevo, e Spok, embaixador do frevo, que se apresenta somente no domingo (25).  

O projeto oferece ainda vivências na cultura popular por meio da realização da Roda dos Saberes, que ocorre no sábado (24/2), das 9h às 12h, na Faculdade de Arte Dulcina de Moraes, no Conic. Com entrada gratuita, maestros, alunos e quem mais se interessar pela cultura popular brasileira trocam experiências culturais.

Na próxima semana, dias 26 e 27 de fevereiro, de volta ao projeto Clube do Choro Convida, o Quinteto Violado comemora 46 anos de estrada com um passeio pela sua trajetória, que inclui músicas como Cavalo marinho, Palavra acesa e Vaquejada, assim como clássicos brasileiros, exemplos de Pra dizer que não falei das flores, de Geraldo Vandré, Trem das onze, de Adoniran Barbosa, e Asa branca, de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga.  

Por fim, na última quarta-feira do mês, em 28 de fevereiro, o grupo Língua de Gato mergulha no samba brasileiro com repertório de craques do gênero musical, como Alcione, Jorge Aragão, Fundo de Quintal e Paulinho da Viola. A formação da turma conta com Alexandre Sambaí (violão), Apolinário Souza Silva (percussão geral), Bruno Henrique (pandeiro), Luiz Bicalho (percussão geral), Paullo Galvão (surdo e repique de anel) e Rafael Paçoca (cavaquinho e banjo).

SERVIÇO
Moraes Moreira – Clube do Choro Convida
Dias 19 e 20 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

Nícolas Madalena – Clube do Choro 40 anos
Dia 21 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

Maurício Einhorn e Nelson Faria – Clube do Choro 40 anos
Dias 22 e 23 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).

Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

12ª Noites Pernambucanas – Clube do Choro 40 anos
Dias 24 e 25 de fevereiro. Sábado, às 21h; e domingo, às 20h.
Entrada franca.
Classificação Indicativa Livre.

Quinteto Violado – Clube do Choro Convida
Dias 26 e 27 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

Grupo Língua de Gato – Clube do Choro 40 anos
Dia 28 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

 

  Fotos: Henrique Inácio   Foto da capa: Guina

Fotos: Henrique Inácio
Foto da capa: Guina

Espetáculo Apartamento 403 faz curta temporada no CCBB    

  Fotos: Studio Sartoryi

Fotos: Studio Sartoryi

 

 

Do diretor brasiliense Fernando Guimarães, do Coletivo Irmãos Guimarães, o espetáculo Apartamento 403 faz curta temporada em Brasília, no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Em cartaz de 15 a 18 de fevereiro, a encenação revela as nuances do comportamento humano, sendo uma sátira à violência cotidiana. Com altas doses de ironia e humor, o texto tem inspiração no universo do cartunista Jules Feiffer.

Em um apartamento em obras, uma família encontra-se em uma combinação de neurose social e vigilância constante e paranoia. Esse cenário parece abrir caminhos para crimes justificados, certezas inabaláveis e desastres ocultos em boas ações. “Esses personagens, em particular, estão enlouquecidos ou somente protegem suas casas? Um grupo de pessoas à beira de um colapso nervoso?”, provoca Fernando Guimarães.

A montagem conta com 13 profissionais em cena, sendo eles Adair de Oliveira, Adilson Díaz, Carlos Neves, Ellen Gonsioroski, Filipe Moreira, Lemar Rezende, Lucas Lima, Marcelo Lucchesi, Maria Moreira, Marina Menezes, Paulo Wenceslau, Rafael Justus, Yara De Cunto. Já Fernando Guimarães assina direção, cenário e dramaturgia. Ao lado do irmão Adriano, a dupla conquistou o Prêmio SESC do Teatro Candango pelo conjunto da obra.

SERVIÇO
Apartamento 403
Teatro I do CCBB (CCBB), Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lote 22.
De 15 a 18 de fevereiro. De quinta a sábado, às 20h; e domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro.
Não recomendado para menores de 16 anos.  

 

 
 

Tumba la Catumba se apresenta neste fim de semana

Após estourar nos anos 1980, quando viveu o auge da exportação de talentos musicais, o rock brasiliense apresenta novos candidatos a estrelas do gênero musical. Pelo menos, para o público infantil. O grupo Tumba La Catumba, formado por zumbis, vampiros e lobisomens, coleciona repertório de músicas infantis adaptadas ao rock and roll, com letras que vão de peculiaridades de Brasília até alimentação, brincadeiras e reciclagem. A curta temporada na cidade ocorre nesta sexta-feira (2/1) e sábado (3/1), no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura.

O espetáculo altera composições próprias e novos arranjos para grandes sucessos, sendo um verdadeiro mosaico da cultura musical do Brasil e do Distrito Federal. “Além do rock, passeamos por diversos outros ritmos, como nas releituras inusitadas de cantigas de roda, que as crianças adoram”, comenta Rogério Almeida, integrante da banda. A turnê já passou pelas capitais de Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE).

A proposta cênica musical faz os integrantes representarem personagens de histórias de terror.  A banda surgiu em 2009 e, oito anos depois, lançou os primeiros videoclipes em seu canal no youtube. O primeiro disco, Simbora menino, deve sair ainda neste ano. A apresentação da atual temporada tem duração de 60 minutos, sendo a capacidade do local para 198 pessoas. A iniciativa foi contemplada pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura.

Serviço
Simbora menino, com Tumba la Catumba
No Teatro Eva Herz (Livraria Cultura, Shopping Iguatemi, SHIN, CA 4, Lote A, Lago Norte).
Dias 3 e 4 de fevereiro, às 15 horas.
Entrada franca mediante retirada de ingresso na bilheteria do teatro, a partir de duas horas antes do início da sessão.
Classificação Indicativa Livre

 

 

  Fotos: Diego Bresani  

Fotos: Diego Bresani  

O gênio italiano da música para o cinema

 

  Fotos: Divulgação do filme Cinema Paradiso

Fotos: Divulgação do filme Cinema Paradiso

A obra desse maestro e compositor italiano integra a história do cinema mundial. Dos western spaghetti do cineasta Sergio Leone à produções americanas mais recentes, de diretores como Quentin Tarantino, a trilha sonora de Ennio Morricone faz parte da memória afetiva dos fãs da sétima arte. Em sua homenagem, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) recebe a mostra Sonora: Ennio Morricone, de 30 de janeiro a 25 de fevereiro, com várias sessões gratuitas.

Ao longo de quatro semanas, os brasilienses podem assistir a 22 longas de gêneros, países e diretores diferentes, com direito a intérprete de libras e a audiodescrição em uma sessão do filme Por um punhado de dólares. Rafael Bezerra assina a curadoria da mostra. iniciativa faz um panorama da trajetória profissional do maestro, que colaborou com grandes cineastas (Tornatore, Pasolini, Elio Petri, Sergio Corbucci), trabalhou com outros tantos, e fez filmes de terror, policiais, dramas, entre outros.  

A orquestra Reciclando Sons apresenta no dia 4 de fevereiro, às 17 horas, na área externa do CCBB, arranjos de trilhas de Ennio Morricone, como Cinema Paradiso, Três Homens em Conflito e A Missão. A entrada é franca. A programação conta também com um debate, no dia 22 de fevereiro, às 19 horas, envolvendo o curador Rafael Bezerra e a pesquisadora Luíza Alvim, doutora em Comunicação, pós-doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ e autora do livro A música no cinema de Robert Bresson.

Programação completa

Dia 30 de janeiro (Terça-feira)
16h - Três homens em conflito (Il buono, il brutto, il cattivo / 1966 / 2h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - A missão (The Mission / 1986 / 2h 5min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 31 de janeiro (Quarta-feira)
16h30 - Cérebro do Mal (Il diavolo nel cervello / 1972 / 1h46min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
19h - O enigma do outro mundo (The Thing / 1982 / 1h49min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 1º de fevereiro (Quinta-feira)
16h30 - A batalha de Argel (La battaglia di Algeri / 1966 / 2h01min / Bluray / 12 anos)
19h - Por um punhado de dólares (Per un pugno di dollari / 1964 / 1h39min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 2 de fevereiro (Sexta-feira)
15h30 - 1900 (Novecentos / 1976 / 5h17min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 3 de fevereiro (Sábado)
16h30 - Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita (Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto / 1970 / 1h55min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Os intocáveis (The Untouchables / 1987 / 1h59min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 4 de fevereiro (Domingo)
16h - Lolita (1997 / 2h17min / Bluray / 12 anos)
17h – Apresentação musical da orquestra jovem Reciclando Sons (área externa / livre / gratuita) – sessão gratuita.
19h - Malena (2000 / 1h49min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 6 de fevereiro (Terça-feira)
15h30 - Os oito odiados (The Hateful Eight / 2015 / 3h7min / Bluray / 12 anos)
19h30 - Cão branco (White Dog / 1982 / 1h30min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  

Dia 8 de fevereiro (Quinta-feira)
17h - A batalha de Argel (La battaglia di Algeri / 1966 / 2h01min / Bluray/ 12 anos)
19h30 - Cinzas no paraíso (Days of Heaven / 1978 / 1h34min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 9 de fevereiro (Sexta-feira)
16h30 - Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita (Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto / 1970 / 1h55min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Os intocáveis (The Untouchables / 1987 / 1h59min / Bluray / 12 anos) – sessão inclusiva.

Dia 10 de fevereiro (Sábado)
14h - Por um Punhado de Dólares – Sessão Inclusiva - audiodescrição + legendagem + LIBRAS. (Per un pugno di dollari / 1964 / 1h39min / Bluray/ 12 anos) – sessão gratuita.
16h - 1900 (Novecentos / 1976 / 5h17min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 14 de fevereiro (Quarta-feira)
16h - Lolita (1997 / 2h17min / Bluray / 12 anos)
19h - Bugsy (1991 / 2h16min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 15 de fevereiro (Quinta-feira)
16h30 - O enigma do outro mundo (The Thing / 1982 / 1h49min / Bluray/ 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Os intocáveis (The Untouchables / 1987 / 1h59min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 16 de fevereiro (Sexta-feira)
14h - Malena (2000 / 1h49min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
16h30 - Ata-me (Átame! / 1989 / 1h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Bugsy (1991 / 2h16min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 17 de fevereiro (Sábado)
14h - Cérebro do Mal (Il diavolo nel cervello / 1972 / 1h46min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
16h - Os oito odiados (The Hateful Eight / 2015 / 3h7min / Bluray / 12 anos)
19h30 - Cão branco (White Dog / 1982 / 1h 30min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 18 de fevereiro (Domingo)
14h - A missão (The Mission / 1986 / 2h5min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
16h30 - Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso / 1988 / 2h35min / Bluray / 12 anos)
19h30 - Joe, o pistoleiro implacável (Navajo Joe / 1966 / 1h33min / 35mm / 12 anos)

Dia 20 de fevereiro (Terça-feira)
17h - Ata-me (Átame! / 1989 / 1h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
19h - Cinzas no paraíso (Days of Heaven / 1978 / 1h34min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 21 de fevereiro (Quarta-feira)
14h30 - Por um punhado de dólares (Per un pugno di dollari / 1964 / 1h39min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
16h30 - Por uns dólares a mais (Per qualche dollaro in più / 1965 / 2h12min / 35mm / 12 anos)
19h - Três homens em conflito (Il buono, il brutto, il cattivo / 1966 / 2h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 22 de fevereiro (Quinta-feira)
17h - Joe, o pistoleiro implacável (Navajo Joe / 1966 / 1h33min / 35mm / 12 anos)
19h - Debate: Rafael Bezerra (curador), Luiza Alvim (palestrante) e Mateus Alves (Palestrante) – com tradução em LIBRAS.

Dia 23 de fevereiro (Sexta-feira)
17h - O pássaro das plumas de cristal (L'uccello dalle piume di cristallo / 1970 / 1h36min / 35mm / 12 anos)
19h - Teorema (1968 / 1h45min / 35mm / 12 anos)

Dia 24 de fevereiro (Sábado)
14h30 - Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso / 1988 / 2h35min / Bluray / 12 anos)
16h30 - Por uns dólares a mais (Per qualche dollaro in più / 1965 / 2h12min / 35mm / 12 anos)
19h - O deserto dos Tártaros (Il deserto dei tartari / 1976 / 2h20min / 35mm / 12 anos)

Dia 25 de fevereiro (Domingo)
14h30 - Teorema (1968 / 1h45min / 35mm / 12 anos)
16h30 - O deserto dos Tártaros (Il deserto dei tartari / 1976 / 2h20min / 35mm / 12 anos)
19h30 - O pássaro das plumas de cristal (L'uccello dalle piume di cristallo / 1970 / 1h36min / 35mm / 12 anos)

SERVIÇO
Sonora: Ennio Morricone
No Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Trecho 2)
De 30 de janeiro a 25 de fevereiro
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
Para as entradas gratuitas, retirada do ingresso na bilheteria a partir de uma hora antes de cada sessão.
Não recomendado para menores de 12 anos.

 Um cinema surreal, grotesco e encantador

     Fotos: Divulgação

   Fotos: Divulgação

Ainda que o espectador estranhe o termo “cinema fantástico”, com certeza sabe, por experiência própria, do que se trata esse tipo de filme. Afinal de contas, uma infinidade de blockbusters pode ser enquadrada nessa categoria – um “guarda-chuva” generoso onde cabem filmes de fantasia, ficção científica e terror. Mas, para os cinéfilos, o cinema fantástico se refere, mais especificamente, a produções que não costumam frequentar o circuito comercial, aquelas nas quais os cineastas podem deixar uma marca mais autoral ou mesmo radicalizar, pesar a mão no surreal ou no grotesco. Por isso mesmo, festivais dedicados ao cinema fantástico estão espalhados pelo mundo (Brasil, inclusive) e encantam um público apaixonado pelo gênero. E a capital brasileira, a partir deste mês, também entra nessa conta.

Entre os dias 25 e 28, o CCBB recebe a primeira edição de O Anjo Exterminador – Festival de Cinema Fantástico de Brasília. A programação conta com quase 30 produções, curtas e longas-metragens, brasileiras e estrangeiras, vindas da Alemanha, Argentina, Colômbia, Croácia, Dinamarca, França, Espanha, Estados Unidos, Mali, México, Portugal, República Tcheca, Uruguai e Uzbequistão. Todas as sessões são gratuitas e o público pode votar em seus filmes favoritos (os mais votados ganham troféus). Além disso, os interessados podem acompanhar debates sobre literatura fantástica e participar de oficinas conduzidas por professores da Animatic – Escola de Animação e Arte de Brasília.

* Matéria completa na edição 272 da Revista Roteiro Brasília

PROGRAMAÇÃO

25 de janeiro – quinta-feira
14h - A escuridão (Las tinieblas) – Direção: Daniel Castro Zimbrón. Suspense, 94 min, 2016, México, 16 anos. 
16h - Master class: Lendas e mitos brasileiros na literatura fantástica, com Felipe Castilho
17h30 - Carmadicção (Karmaadicción) – Direção: Óscar Naranjo. Terror, 9 min, 2017, Colômbia, 16 anos / Terra e luz – Direção: Renne França. Terror, 73 min, 2017, GO, 14 anos.
19h30 - A voz de mamãe (La voz de mamá) – Direção: Mariano Cattaneo. Terror, 5 min, 2016, Argentina, 14 anos / Terror 5 – Direção: Sebastian e Federico Rotstein. Terror, 78 min, 2016, Argentina, 16 anos.

26 de janeiro – sexta-feira
10h30 às 12h - Palestra Animação 2D – Toon Boom, com Gabriel Dutra. O palestrante presentará o software Toon Boom Harmony, uma das ferramentas mais utilizadas no mundo para a produção de animações digitais em 2D.
14h - Sessão infantil: Médico de monstro – Direção: Gustavo Teixeira. Ficção, 11 min, 2017, SP, livre / Bruxarias (Brujerias) – Direção: Virgínia Cúria. Animação, 78 min, 2015, Espanha, livre.
16h - Sol – Direção: Carlos G. Gananian. Terror, 14 min, 2017, SP, 14 anos / Na lama (Into the mud) – Direção: Pablo Pastor. Terror, 10 min, 2016, Espanha, 14 anos / Eu sou o portal (I am the doorway) – Direção: Robin Kasparik. Ficção científica/terror, 15 min, 2016, República Tcheca, 12 anos / O pequeno pé grande – Direção: Leo Bello. Ficção, 15 min, 2016, DF, 14 anos / A caça – Direção: Thiago Camargo. Animação/terror, 15 min, 2015, GO, 16 anos.
18h - O nó do Diabo – Direção: Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé e Jhésus Tribuzi. Terror, 124 min, 2016, PB, 16 anos.
20h30 - O candeeiro – Um filme à luz de Lisboa – Direção: Henrique Costa e Hugo Passarinho. Animação, 6 min, 2016, Portugal, 14 anos / Venha a mim (Ven a mi) – Direção: Marcos Muñoz Flores. Terror, 9 min, 2016, México, 12 anos / Please love me forever – Direção: Holy Fatma. Terror, 27 min, 2017, França, 16 anos / O segredo do parque – Direção: Maria Eduarda Senna. Terror, 40 min, 2017, DF, 12 anos.

27 de janeiro – sábado
10h30 – Master class: Literatura fantástica e distopia no Brasil contemporâneo, com Bárbara Morais.
14h - Sessão infantil: Médico de monstro – Direção: Gustavo Teixeira. Ficção, 11 min, 2017, SP, livre / Bruxarias (Brujerias) – Direção: Virgínia Cúria. Animação, 78 min, 2015, Espanha, livre.
16h – Janaína Overdrive – Direção: Mozart Freire. Ficção científica, 19 min, 2016, CE, 16 anos / Era uma vez Brasília – Direção: Adirley Queirós. Ficção, 100 min, 2017, DF, 14 anos.
18h30 - Cuidado com o coelho (Beware of the bunny) – Direção: Becky Gill. Animação/terror, 5 min, 2016, EUA, livre / Deus local (Dios local) – Direção: Gustavo Hernandez. Terror, 90 min, 2014, Uruguai, 16 anos.
20h30 - Salvo (Save) – Direção: Iván Sáinz-Pardo. Ficção, 4 min, 2016, Alemanha, 16 anos / Exorcismo (Egzorcizam) – Direção: Dalibor Matanic. Terror, 80 min, 2017, Croácia, 16 anos.

28 de janeiro – domingo
10h30 - Sessão infantil: Médico de monstro – Direção: Gustavo Teixeira. Ficção, 11 min, 2017, SP, livre / Bruxarias (Brujerias) – Direção: Virgínia Cúria. Animação, 78 min, 2015, Espanha, livre.
14h - Expire – Direção: Magali Magistry. Ficção científica, 13 min, 2017, França, 16 anos / Depois do silêncio – Direção: Guilherme Daniel. Terror, 15 min, 2017, Portugal, 16 anos / A raiva de Clara (La rabia de Clara) – Direção: Michelle Garza Cervera. Terror, 21 min, 2016, México, 16 anos / O circo da noite (The Night Circus) – Direção: Eskild Krogh. Terror, 9 min, 2016, Dinamarca, 14 anos.
15h30 - A Lua leva almas cansadas (The moon takes tired souls) – Direção: Sabir Nazarmukhamedov. Ficção, 132 min, 2016, Uzbequistão, 12 anos.
19h - Cerimônia de premiação
20h - Sessão de encerramento: A luz (Yeelen) – Direção: Souleymane Cissé. Drama, 101 min, 1987, França, Japão, Alemanha Ocidental, Burkina Faso, Mali, livre.

Oficinas
Apresentação de uma escultura tradicional em clay
Das 10h30 às 20h30, no espaço coberto da Torre 4. Atividade aberta ao público. Felipe Reis mostrará o processo de desenvolvimento de uma escultura em argila (clay), etapa essencial para a realização de animações do tipo stop motion.

Fotografia com longa exposição
Dia 25, das 18h às 20h, no espaço coberto da Torre 4. Atividade aberta ao público.
Serão apresentadas as técnicas para a produção de fotos com longa exposição, que permitem imagens repletas de riscos e formas inusitadas. Para participar é necessário possuir câmera profissional ou semiprofissional – pois apenas um número limitado de câmeras será disponibilizado para os participantes.

Pintura digital
Dia 25, das 10h às 12h, na Sala do Educativo Museu BB. Inscrições pelo e-mail oanjoexterminadorfest@gmail.com.
Serão apresentados fundamento sobre linguagem visual, da arte tradicional à pintura digital – recurso muito utilizado na criação de personagens para cinema e animação. Para participar é necessário fazer inscrição antecipada e possuir laptop com Photoshop. Os participantes recebem certificados. Vagas: 15.

Oficina Teens
Dia 27, às 16h, na Sala do Educativo do Museu BB. Inscrições pelo e-mail oanjoexterminadorfest@gmail.com.
Técnicas de animação: voltada para jovens de 8 a 14 anos e ministrada por Giulia Bokel e Gabriel Dutra, a oficina apresenta duas técnicas de animação: recorte e pixilation, que podem ser usadas na produção de uma animação tradicional em 2D.

O Anjo Exterminador – Festival de Cinema Fantástico de Brasília
No cinema do CCBB Brasília (SCES Trecho 2).
De 25 a 28 de janeiro. Sessões às 14h, 16h, 19h, 21h e 21h30, com entrada franca mediante retirada de ingressos na bilheteria a partir de uma hora antes da sessão.
Mais informações: 3108-7600.


 

 

Para rir, chorar e refletir

O palhaço fascina adultos e crianças há séculos. Sua figura está associada, primeiramente, ao riso. E justamente daí vem sua ambiguidade. Por detrás da maquiagem alegre apresentada no picadeiro pode estar um ser humano triste, que só revela suas lágrimas nos bastidores – situação retratada incontáveis vezes no cinema, na literatura, nas artes plásticas, cênicas ou na música. Inspirado numa experiência de sua juventude – a notícia do suicídio de um palhaço de circo que o fez rir na infância – o dramaturgo paulista Timochenco Wehbi (1943-1986) abordou a complexidade do tema na obra Palhaços, escrita por ele em 1976.

De 25 de janeiro a 10 de fevereiro, de quinta a domingo, Palhaços ganha nova interpretação no palco do Teatro I do CCBB Brasília em montagem assinada pelo ator Alexandre Borges. Em cena estão os atores Dedé Santana e Fioravante Almeida. Eternizado como integrante do grupo Os Trapalhões, Dedé descende de uma longa linhagem circense. Filho de pai palhaço e mãe trapezista, o ator, de 81 anos, além de trabalhos no palco e na televisão, voltou recentemente a frequentar as telas de cinema em diversas produções. Manfried Sant'Anna, seu nome de batismo, foi escolhido em 2015 por uma comissão de profissionais da área como Embaixador do Circo no Brasil, título criado para chamar atenção e buscar benefícios para essa comunidade de artistas.

Na peça, Dedé dá vida ao palhaço Careta, que após uma performance é abordado no camarim pelo vendedor de sapatos Benvindo, interpretado por Fioravante Almeida – ator com carreira em teatro, televisão e cinema. Em 2014, Alexandre Borges e Fioravante foram premiados pela montagem Muro de arrimo, o primeiro pela direção, o segundo como ator. Como desdobramento desse sucesso, a TV Cultura convidou Borges para dirigir o espetáculo em uma versão televisiva.

* Matéria completa na edição 272 da Revista Roteiro Brasília

Palhaços
De 25/1 a 10/2, de 6ª a sábado, às 20h, e domingo, às 19h, no Teatro I do CCBB (SCES Trecho 2).
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (à venda na bilheteria do CCBB, de 3ª a domingo, das 9 às 21h, ou pelo site culturabancodobrasil.com.br/portal/distrito-federal).
Não recomendado para menores de 12 anos.

 

 

 

  Fotos: Tatiana Coelho  

Fotos: Tatiana Coelho  

Espetáculo Janeiros para todas as idades   

  Fotos: Samuel Macedo

Fotos: Samuel Macedo

 

 

Com 40 anos de estrada, oito peças na bagagem e mais de um milhão de quilômetros rodados pelo Brasil, a companhia Carroça de Mamulengos estaciona em Brasília com o espetáculo Janeiros, em cartaz de sexta (19/1) a domingo (21/1), na Caixa Cultural. As narrativas líricas que fazem parte da história dessa família de artistas andantes estão presentes nessa última montagem, originalmente lançada em 2015. 

Apostando em brincadeiras e musicalidade, o espetáculo acompanha a trajetória de um homem trabalhador que conhece a Mãe Coragem, a mulher mais velha da terra, que ousou domar o Boi Bravo do Tempo. Os personagens se encontram à beira de um caminho, decidindo o que fazer da vida, buscando encontrar, entre caixas, memórias e sonhos, o presente que a velha plantou na terra. Janeiros tem duração de 60 minutos.

A Carroça de Mamulengos é literalmente um trabalho feito em família. O casal Carlos Gomide e Shirley França, criadores da trupe, conseguiu reunir oito filhos, duas netas, noras e genros em torno de uma paixão: a cultura popular brasileira, sendo referência cultural para mamulengos, palhaços, acrobatas e brincantes. A pequena Ana Gomide, neta dos fundadores, é a integrante mais jovem da turma, com quatro anos, e contracena no espetáculo.

O projeto do grupo inclui a Oficina Brincantes, que convida os participantes a conhecerem mais sobre os bonecos, o cenários, o picadeiro, além de experimentarem práticas artísticas como perna de pau, pintura de terra, canções e brinquedos populares e jogos de palhaços. As oficinas serão dias 20 e 21, das 9h30 às 12h. A entrada é gratuita mediante inscrição feita no local, por ordem de chegada, e limitada a 50 pessoas.

SERVIÇO
Janeiros – Cia Carroça de Mamulengos
No teatro da Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lote 3/4); (61) 3206-6456
De 19 a 21 de janeiro; sexta-feira, às 19h; sábado e domingo, às 17h.
Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Classificação Indicativa Livre

Oficina Brincantes
No teatro da Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lote 3/4); (61) 3206-6456
Dias 20 e 21 de janeiro. Sábado e domingo, das 9h30 às 12h.
Iniciativa desenvolvida para crianças maiores de 4 anos e adultos.
Entrada gratuita. Seleção por ordem de chegada.

 

 
 

A arte múltipla de Athos Bulcão

Athos Bulcão é um dos artistas inconfundíveis de Brasília. Assim como Oscar Niemeyer e seus edifícios em formas de esculturas, Alfredo Ceschiatti e os anjos da Catedral, Marianne Peretti e os vitrais, Bruno Giorgi e o Meteoro do Itamaraty, Athos se identifica pelos painéis de azulejos que se espalham pela cidade. Eles estão na Catedral, na Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, no Hospital Sara Kubitschek, no aeroporto, no Congresso Nacional, em escolas e grande número de edifícios públicos e privados. Mas a arte de Athos Bulcão vai muito além dessa linguagem mais conhecida, e o público em geral poderá ter uma visão mais ampla de seu trabalho agora que o Centro Cultural Banco do Brasil, para comemorar seu centenário, apresenta a mostra 100 anos de Athos Bulcão.

A exposição, que abrange todas as linguagens em que Athos trabalhou, permanece em cartaz em Brasília até 1º de abril, e em seguida será apresentada em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, cidades que contam com unidades do CCBB e onde existem obras importantes do artista. Mais de 300 trabalhos de Athos Bulcão compõem a mostra, que conta também com trabalhos inéditos e faz um panorama completo de sua criação, dos anos 1940 até 2005.

Nascido no Rio de Janeiro em 2 de julho de 1918, Athos se identifica com Brasília não só pela sua contribuição à construção da cidade, ou por tê-la adotado para aqui viver, ao contrário da maioria dos artistas que trabalharam na construção. Suas marcas na capital federal são fortes. Ele se apresenta, por exemplo, no painel de blocos de concreto do Teatro Nacional, com seus 125 metros de base por 27 metros de altura – ainda que este, um dos mais importantes espaços culturais de Brasília, padeça de um abandono que completa quatro anos.

A curadoria da exposição é de responsabilidade de André Severo e Marília Panitz, que conseguiram reunir um acervo espalhado em diversas coleções particulares, além do farto material sob a guarda da Fundação Athos Bulcão, entidade sem fins lucrativos criada em 1992 para divulgar e preservar a obra do artista. A importância dessa mostra se deve também ao material que será levado ao público pela primeira vez. Marília Panitz é professora aposentada da Universidade de Brasília e conviveu com Athos, frequentou sua casa e teve com ele amigos em comum. “Era um autêntico mestre, uma pessoa receptiva e gentil, que gostava de reunir amigos e atendia jovens artistas”, recorda.

Ao morrer, em julho de 2008, aos 90 anos, Athos deixou obras em espaços públicos, pinturas, desenhos, fotomontagens e uma série de contribuições em cenários e figurinos para o teatro, além de capas de revistas, livros e discos, ilustrações de jornais e até estamparias para lenços. Amostras de todo esse farto material poderão ser vistas na exposição, realizada pela Fundação Athos Bulcão.

A cor da fantasia é o título do Núcleo 1 da exposição, que acompanha os primeiros tempos da obra de Athos. Começa com uma série de pinturas figurativas sobre o carnaval. Athos tinha irmãos carnavalescos, o que o atraiu para o tema. No entanto, suas pesquisas sobre a paleta renascentista, pós-medieval, o levaram a criar um carnaval de tons terrosos, numa estrutura e cores que têm a ver com a pintura litúrgica que ele produziu, conforme explicou a curadora Marília Panitz. Assim, Athos aproxima o religioso e o profano. Nesse núcleo também estão presentes vestes litúrgicas e projetos para painéis e vitrais de igrejas.

O Núcleo 2, sob o título Devaneios em preto e branco, guarda experimentações surrealistas, incluindo as fotomontagens, material importante dentro da obra de Athos. O público tomará contato não apenas com esse material, mas também com as colagens originais, feitas com fotografias analógicas, que serviram de matriz para as fotomontagens. As colagens estarão numa exposição pela primeira vez, cedidas por uma colecionadora.

Os próximos núcleos da mostra, 3 e 4, contam com pinturas e objetos sobre o tema da documentação antropológica imaginária, desenvolvidos a partir de sua vivência em Paris, onde frequentou o Museu do Homem, com vasto acervo de caráter pré-histórico. Desse núcleo constam também pinturas, gravuras e desenhos de inspiração antropológica, incluindo uma coleção de esculturas de animais imaginários. Outro item interessante dessa parte da mostra é a coleção de máscaras, fruto de experiências de Athos Bulcão com reprodução de símbolos culturais ancestrais. No Núcleo 4 estão experiências pictóricas realizadas entre as décadas de 60 e 90, em que texturas geométricas dialogam com estudos para os painéis de azulejos.

O Núcleo 5 reúne desde ilustrações para jornais até estamparias em lenços, passando por capas de revistas, discos e livros. Também aí estão reunidos seus trabalhos desenvolvidos para uso no teatro, especialmente o grupo O Tablado, de Aníbal Machado, em que foi cenógrafo e figurinista. Athos realizou ainda projetos para mobiliário, especialmente para a Rede Sarah, mas também para residências particulares. Essa parte da exposição guarda exemplos interessantes dessa atividade.

Os núcleos seguintes revelam de maneira mais precisa suas propostas de integração da arte à arquitetura, a partir de seus métodos de criação. Relevos acústicos e divisórias instaladas em prédios públicos são exemplos dessa busca. A exposição oferecerá um aplicativo que permitirá ao visitante interagir com as obras, de forma que poderá, por exemplo, experimentar os azulejos de Athos sobre a superfície de um prédio ou de uma casa. Uma última parte da exposição é reservada para artistas que conviveram com Athos ou que reconhecem sua influência sobre seus trabalhos.

A exposição conta ainda com visitas mediadas para escolas e grupos, mediante agendamento, visita teatralizada, aos sábados, domingos e feriados, e acompanhamento em língua brasileira de sinais (libras), dirigida a pessoas com deficiência auditiva. A bilheteria informa os horários disponíveis.

* Matéria da edição 272 da Roteiro Brasília

100 anos de Athos Bulcão
Até 1/4 no CCBB (SCES, Trecho 2). De 3ª a domingo, das 9 às 21h, com entrada franca.  
Informações sobre visitas mediadas: 3108.7624.

 

 

  Fotos: Vicente de Mello. Série Carnaval. 

Fotos: Vicente de Mello. Série Carnaval. 

Teatro de Férias ocupa o Espaço Cena  

 

  Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

O período de recesso escolar inspirou uma turma de artistas da cidade, que juntos construíram quatro espetáculos com diferentes abordagens sobre o tema. O Teatro de Férias entra em cartaz no Espaço Cena até 4 de fevereiro. A cada fim de semana, uma peça diferente. O ator, perfomer e diretor teatral Leonardo Shamah participa de todas as montagens.

A programação inicia com Aeroporto Internacional de Pasárgada, com o ator e músico Marco Michelângelo. A dupla de agentes de viagem tenta entreter os viajantes com, entre outras coisas, curiosidades sobre aviação. Em seguida, Deserto Vertical, com a atriz e professora Adriana Lodi, aposta em conjunturas vividas em grandes centros urbanos.

O terceiro espetáculo – Fiorde, meu lugar é o fim, com o diretor e coreógrafo Édi Oliveira, convida o público à contemplação da existência, partindo de uma imagem fria e solitária de férias. Por fim, com a atriz, palhaça e pesquisadora em comicidade física Ana Flávia Garcia, Madrugadagem investe em uma das atividades mais realizadas nesse período: dormir mais tarde sem a obrigação de acordar cedo.

Programação Completa
Dias 12, 13 e 14 de janeiro – Aeroporto Internacional de Pasárgada, com Marco Michelângelo e Leonardo Shamah
Dias 19, 20 e 21 de janeiro –Deserto Vertical, com Adriana Lodi e Leon Leonardo Shamah
Dias 26, 27 e 28 de janeiro – Fiorde, meu lugar é o fim, com Édi Oliveira e Leonardo Shamah
Dias 2, 3 e 4 de fevereiro – Madrugadagem, com Ana Flavia Garcia e Leonardo Shamah

SERVIÇO
Ocupação do Espaço Cena – Teatro de Férias
(205 Norte, Bloco C)
De 12 de janeiro a 4 de fevereiro
De sexta a domingo, às 20h.
Ingressos: R$ 20 (meia). Na bilheteria do teatro a partir de uma hora antes do início da sessão ou pela plataforma https://www.sympla.com.br
Informações: (61) 9 9697-7797


 

Clube do Choro - Programação

  Fotos: Mateus Bruno

Fotos: Mateus Bruno

 

 

Sendo um dos principais endereços da história cultural candanga, o Clube do Choro combina, semanalmente, gêneros musicais variados em seu palco, que já atraiu grandes nomes da música brasileira. Dando prosseguimento às comemorações das quatro décadas de sua existência, completados em 2017, o projeto Clube do Choro – 40 anos convida, nesta semana, Carlinhos Veiga, Marcel Powell e Jazz Trio.

Nesta quarta-feira (10/1), Carlinhos Veiga abre a programação com uma retrospectiva musical dos últimos dois anos de trabalho. O músico convida amigos que fizeram parte de sua trajetória e mescla sonoridades de instrumentos como a viola caipira e o acordeom com tonalidades contemporâneas vindas de movimentos como o Clube da Esquina e a Tropicália.

Já o espetáculo Só Baden traz releituras dos clássicos de Baden Powell, considerado um dos maiores violonistas brasileiros de todos os tempos, na quinta-feira (11/1) e na sexta-feira (12/1), interpretados pelo seu filho Marcel Powell em um formato intimista com violão solo. O show, lançado em disco em setembro de 2016, inclui sucessos como Berimbau, Samba em Prelúdio, Astronauta e Tempo feliz.

O Jazz Trio (foto) comanda a casa no sábado (13/1), com repertório formado por temas standards de música pop, com arranjos originais de jazz e bossa nova, de Michael Jackson a Creedence Clearwater, passando por Scorpions e Tears For Fears. O trio, idealizado em 2016, conta com Marcel Carvalho (guitarra), Daniel Oliveira (bateria) e Alexandre Macarra (contrabaixo) costuma se apresentar em casas noturnas e eventos da cidade.

Clube do Choro – 40 anos
Dias 10, 11, 12 e 13 de janeiro, às 21 horas.

Ingressos na bilheteria:
Carinhos Veiga / Jazz Trio  – R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira)
Marcel Powell – R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira)

Não recomendado para menores de 14 anos
Informações: (61) 3224-0599.

 

 

 
 

Obra de Tomie Ohtake na Caixa Cultural   

                                              Foto: Divulgação

                                            Foto: Divulgação

Um dos grandes nomes da arte abstrata nacional protagoniza a nova mostra da Galeria Principal da Caixa Cultural até 4 de março. A exposição Tomie Ohtake: Cor e Corpo reúne 48 trabalhos da artista japonesa naturalizada brasileira, que iniciou sua carreira aos 40 anos e produziu continuamente por mais 60 anos. As obras estão divididas em 40 gravuras, cinco pinturas e três esculturas.

Tomie Ohtake (1913 – 2015) conquistou, ao longo de sua carreira profissional, vários números. Foram 28 prêmios, 20 bienais internacionais e mais de 120 exposições individuais em todo o mundo. “A artista construiu um vocabulário plástico amplo e complexo. Forma, matéria e cor nunca foram pensadas por ela de modo dissociado, mas alternaram suas ênfases para se potencializar mutuamente”, afirmam os curadores Carolina De Angelis e Paulo Miyada.

A produção da artista passou por sucessivas mudanças com o passar das décadas, que podem ser observadas em suas gravuras – serigrafias, litografias e gravura em metal. Já as imensas esculturas evidenciam a fluidez, manualidade e delicadeza de suas dobras. Por fim, as pinturas compartilham um apelo sensual que remetem a diferentes estágios de fecundação, multiplicação, nascimento e crescimento.  

SERVIÇO
Tomie Ohtake: Cor e Corpo
Caixa Cultural Brasília – Galeria Principal (Setor Bancário Sul, Quadra 4)
De 10 de janeiro a 4 de março.
De terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Entrada franca
Informações em (61) 3206-9448 / 9449
Classificação Indicativa Livre


 

 

Teatro para bebês na Caixa Cultural

A programação infantil da cidade continua intensa neste mês de janeiro devido às férias escolares. Está de volta a Brasília uma montagem direcionada especialmente para os menores – criancinhas de 6 meses a 3 anos. O espetáculo Achadouros – Teatro para bebês faz curta temporada na Caixa Cultural, nos dias 12, 13 e 14 de janeiro, com duas sessões diárias, às 11 horas e às 16 horas, e entrada gratuita.

Os interessados precisam comparecer meia hora antes de cada apresentação para garantir os ingressos, já que cada sessão – com duração de 30 minutos – tem lotação restrita a 50 lugares. Dirigida por José Regino, a peça inspirada no livro Memórias inventadas, do poeta Manoel de Barros, acompanha a trajetória das duas personagens centrais que são interpretadas por Caísa Tibúrcio e Nara Faria.

Elas convidam o público aventurar-se em nossas lembranças de infância partindo de um quintal imaginário, feito por meio de um cercado de madeira e mais de quatro mil sacolas plásticas. Desde a sua estreia na capital, em agosto de 2015, a peça integrou a programação de diversos festivais de Brasília e Paraná e conquistou o Prêmio SESC do Teatro Candango 2015, como Melhor Espetáculo Infantil.

SERVIÇO
Achadouros – Teatro para bebês
Na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4)
De 12 a 14 de janeiro. Sexta a domingo, às 11h e 16h.
Entrada franca mediante a retirada de ingressos na bilheteria meia hora antes do início de cada apresentação.
Classificação Indicativa Livre
Informações: (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449

 

 

  Fotos: Diego Bresani

Fotos: Diego Bresani

Jornada ao mundo da arte em Brasília

 

  Fotos:  Jacqueline Lisboa  

Fotos: Jacqueline Lisboa 

Com a proposta de despertar o olhar do público para os trabalhos artísticos atuais pela perspectiva da contemplação, a ação Imagem Contemporânea, do artista visual Renato Acha, percorre galerias de arte e museus da capital em uma grande jornada pelo mundo arte. Jornada essa dividida em quatro encontros, sendo o primeiro deles neste sábado, a partir das 14 horas, no Museu Nacional da República.  

As visitas guiadas provocam os participantes a refletirem sobre as diferentes interpretações dos objetos e paisagens expostas.  A dinâmica da ação forma grupos, que podem ser bilíngues, para os encontros nas tardes de sábado. Neste mês estão ainda previstos passeios pelo Centro Cultural Banco do Brasil, Museu dos Correios e Caixa Cultural. O investimento sai a R$ 80 (cada encontro) ou R$ 260 (pacote com quatro).  

No primeiro encontro, o grupo vai conhecer mais a exposição Contraponto com acervo do colecionador Sérgio Carvalho, de 1,9 mil obras de 164 artistas brasileiros. O trabalho está exposto atualmente na galeria II do Museu Nacional até 25 de fevereiro. De terça-feira a domingo, das 9 às 18 horas.

Programação completa – Imagem Contemporânea

6 de janeiro Contraponto – Museu Nacional da República

13 de janeiro – Tomie Ohtake: Cor e corpo – Caixa Cultural
Loucuras anunciadas – Francisco de Goya – Caixa Cultural

20 de janeiro – Fronteiras da pintura – Fronteiras da ilusão – Museu dos Correios

27 de janeiro – 100 anos de Athos Bulcão – Centro Cultural Banco do Brasil

SERVIÇO
Imagem Contemporânea com Renato Acha
Dias 6, 13, 20 e 27 de janeiro às 14h
Investimento: R$ 80 (1 encontro) ou 260 (4 encontros)
Inscrições: achabrasilia@gmail.com
Informações: (61) 99326-6390.

 


 

Estreia sueca no Cine Brasília    

  Foto: Divulgação do filme A primeira noite de um homem

Foto: Divulgação do filme A primeira noite de um homem

O Cine Brasília abre a programação de 2018 com uma estreia que pode dar o que falar neste semestre. The Square – A arte da discórdia, do diretor sueco Ruben Östlund, segue na disputa para ser um dos concorrentes ao prêmio de melhor filme estrangeiro do Oscar neste ano. A novidade, que já faturou a Palma de Ouro em Cannes, está sendo exibida diariamente às 20h30, até 10 de janeiro.

Mais três títulos fazem parte da grade cinematográfica do Cine Brasília no mesmo período. O clássico que lançou Dustin Hoffman ao estrelato, A primeira noite de um homem, do diretor Mike Nichols, está disponível às 18h30. Outros dois títulos seguem sendo transmitidos no local. Visita ou memórias e confissões, último trabalho do português Manoel de Oliveira, às 15 horas; e Jovem mulher, da diretora francesa Léonor Serraille e eleito o melhor filme da última edição do Janela Internacional do Recife, às 16h30.

SERVIÇO
Cine Brasília
Programação de 4 a 10 de janeiro
Ingressos a R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia)


Às 15h – Visita ou memórias e confissões
(Documentário/Portugal/73min/2016)
Não recomendado para menores de 10 anos

Às 16h30 - Jovem mulher
(Comédia dramática/França/Bélgica/97min/2017)
Não recomendado para menores de 14 anos.

Às 18h30 – A primeira noite de um homem
(Comédia dramatica/romance/EUA/106min/1968)
Não recomendado para menores de 14 anos.

Às 20h30 – The Square – A arte da discórdia
(Comédia/drama/Suécia/Alemanha/Dinamarca/França/142min/2017).
Não recomendado para menores de 14 anos.


 

 

Bach ao público infantil

  Fotos: Eros Lima de Nardi

Fotos: Eros Lima de Nardi

 

 

O recesso escolar propicia inúmeras opções de lazer e cultura elaboradas especialmente para os pequenos. Com a proposta de introduzir o público infantil ao universo fantástico do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685–1750), o espetáculo Bê a Bach se define como uma viagem multissensorial dentro da música clássica. A produção indicada para crianças com a partir de 1 ano ocorre no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de 4 a 14 de janeiro.  

As quatro atrizes utilizam em cima do palco três instrumentos musicais (flauta, violão e violoncelo) para traduzirem as emoções sonoras de Bach para as crianças. A melodia embala os dançarinos que se transformam em seres fantásticos, objetos e pessoas da época do musicista. Bê a Bach foi pré indicado ao Prêmio de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, na categoria melhor peça infantil do segundo semestre de 2017. O trabalho executado em parceria pelas companhias Furufunfum e Noz de Teatro, Dança e Animação tem 50 minutos de duração.

SERVIÇO
Bê a Bach
Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil
De 4 a 14 de janeiro.
Quintas-feiras às 15h. De sexta a domingo, às 15h e às 17h.  
Ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Classificação Indicativa Livre

 

 
 

(Re)inícios de Brasília em Plano Aberto   

  Foto: Divulgação do filme Sinistro

Foto: Divulgação do filme Sinistro

O começo de um novo ano sempre favorece a reflexão sobre possibilidades e expectativas de um ciclo que se reinicia. Dentro dessa perspectiva, o sétimo encontro do Brasília em Plano Aberto, nesta quarta-feira (3/1), às 19h30, no Centro Cultural Banco do Brasil, exibe quatro curtas-metragens que abordam a temática (Re)inícios. O projeto dedicado aos trabalhos rodados e produzidos por brasilienses tem curadoria de Wol Nunnes e Maurício Witczak.

O cineasta René Sampaio, convidado especial da noite, abre a sessão com o seu filme, Sinistro, que relata um acidente e, ao longo da história, diferentes personagens se apresentam com alguma conexão ao ocorrido. De Daniel Sena, o curta Revir levanta a seguinte pergunta: Ao se deparar com uma carteira perdida na rua, o que você faria?

Colher de chá
, de João Paulo Procópio, conta a história de Érico, médico residente em um hospital público. Por fim, o cineasta André Miranda exibe Deus, um curta sobre a história de Frango, sujeito que precisou morrer para compreender o sentido da vida.

Após as exibições, o público pode participar de bate-papo com convidados e curadores. Em seguida, na área externa, o Selo Criolina anima a noite com trilhas do cinema nacional e internacional. A série de encontros com o cinema candango segue até junho, no cinema no CCBB, sempre nas primeiras quartas-feiras de cada mês.

Serviço:
Brasília em Plano Aberto – (Re)inícios
Centro Cultural Banco do Brasil
Dia 3 de janeiro (quarta-feira) às 19h30
Entrada franca. Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes do início da sessão, somente na bilheteria do CCBB.
Não recomendado para menores de 16 anos

 

Edição especial celebra o tombamento de Brasília   

 

  Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Em celebração aos 30 anos de inscrição na lista do Patrimônio Mundial, comemorado em 7 de dezembro, a Revista Roteiro lançou uma edição especial sobre esse que foi o primeiro bem cultural do Século XX reconhecido pela Unesco. A data coincide com os 80 anos de fundação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Por essas e outras razões, a Revista Roteiro não poderia deixar passar em branco data tão importante. Nesta edição especial, rememoramos todo o processo que culminou com a histórica decisão da Unesco, ouvindo dirigentes do Iphan, autoridades do Governo do Distrito Federal das áreas de cultura e turismo, professores e especialistas em arquitetura e urbanismo sobre os grandes desafios que a capital brasileira ainda haverá de enfrentar para manter esse status.

Veja a edição completa aqui

 


 

Cultura chinesa invade o CCBB

Um convite a mergulhar na cultura chinesa. Essa é a proposta do Dragão Floresta Abundante, que combina exposição e mostra cinematográfica, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil. Os filmes que marcaram a trajetória do artista Christus Nóbrega dialogam com as obras e revelam aspectos ainda pouco conhecidos pelos brasileiros sobre o país oriental. A exibição dos filmes termina neste domingo (17), já a exposição segue até 21 de janeiro.

O destaque da programação, o filme Voltando para casa (Drama/romance, 2014, 120min), de Zhang Yimou, aborda a revolução cultural chinesa e suas consequências. A obra, que foi assistida por Christus na própria TV Chinesa, será exibida às 19 horas, nesta quarta-feira (13) e quinta-feira (14). A exposição tem curadoria da historiadora da arte Renata Azambuja e resulta da residência artística de Christus Nóbrega na China.

SERVIÇO
Dragão Floresta Abundante
No Centro Cultural Banco do Brasil
Exposição até 21 de janeiro; e mostra até 17 de dezembro.
Funcionamento de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Entrada franca.
Informações em (61) 9 8126-6445 e 9 8325-9021.
Conferir a classificação indicativa.

 

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Zé Ramalho e Joelma em Brasília  

 

  Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Uma das atrações do réveillon 2018 na Esplanada dos Ministérios, a cantora Joelma também reforça o time de músicos que se apresentarão no Circuito Cerrado de Rodeio, de 15 a 17 de dezembro, no Taguaparque, em Taguatinga. A expoente da música regional do Pará se destaca ao lado de Zé Ramalho como os principais nomes do evento. A programação inclui o total de 20 apresentações de estilos musicais diversos.

Os rodeios com os 15 melhores peões do Brasil, show pirotécnico e narração de Gleydson Rodrigues, considerado o melhor locutor de rodeios do Brasil pelo prêmio Arena de Ouro, completam a lista do Circuito Cerrado de Rodeio. Nesta sexta-feira (15) sobem ao palco as duplas Boni e Belluco, Pedro Paulo e Mateus, Zé Lucas e Renato e Barão e Mauá, além de Só pra Xamegar e Igor Soares.

No sábado (16), o cantor Zé Ramalho comemora 40 anos de carreira entoando sucessos que fazem parte da história musical brasileira, como AvohaiChão de giz e Vida de gado. Leandro Kato, João Arthur e Daniel, Balalaica e João Pedro e Gabriel também estão entre as atrações desta noite. No domingo (17), Joelma encerra o evento com canções como Voando pro Pará e Chora não coração.

SERVIÇO
Circuito Cerrado de Rodeio
De 15 a 17 de dezembro
Sexta, sábado e domingo, às 21h.
Taguaparque, em Taguatinga.
Ingressos (valores de primeiro lote)
Sexta – pista a R$ 20 e open bar a R$ 50.
Sábado – pista a R$ 40 e open bar a R$ 100.
Domingo – pista a R$ 40 e R$ 100.


*Qualquer ingresso comprado para o domingo dá direito a uma cortesia pista para sexta.

* Estacionamento privativo a R$10


Pontos de venda
Todas as unidades da Óticas Diniz
Casa do cowboy (Taguatinga)
Lendários jeans
Online: furandofila.com.br

 


 

Máquina do Livro promove troca cultural  

 

  Crédito: Lucia Leao

Crédito: Lucia Leao

A engenhoca já está circulando em São Paulo, São Bernardo do Campo, Itu e Salto, mas bem que poderia desembarcar no nosso Planalto Central qualquer dia desses. Tão simples quanto original, a Incrível Máquina de Livros estaciona numa praça qualquer de uma cidade e imediatamente atrai a curiosidade das pessoas que passam por ela.

Logo elas descobrem o seu funcionamento. Basta levar um livro novo ou usado em boas condições e inseri-lo na máquina. Como num passe de mágica, esse leitor recebe outro livro que pode levar pra casa. Simples assim. Em um mundo cada vez mais conectado e digital, o projeto da Câmara Brasileira do Livro é um ovo de Colombo capaz de promover o incentivo à leitura em crianças, jovens e adultos.

Com expectativa de realizar aproximadamente 500 trocas por dia, a Incrível Máquina de Livros, segundo Luís Antonio Torelli, presidente da CBL, tem como proposta formar leitores. “Os livros são determinantes para ampliar a maneira como se percebe o mundo, aprimorando o raciocínio humano contra preconceitos e a liberdade de ideias”, destaca. Fundada em 1946, a CBL reúne editores, livreiros, distribuidores de todo o país.

 


 

Milton Hatoum lança livro nesta sexta-feira

  Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Será na Banca da 308 Sul, nesta sexta-feira (1º) , das 16 às 19 horas, o lançamento do livro A noite da espera, de Milton Hatoum. Publicado pela Companhia das Letras, o título é o primeiro de uma trilogia intitulada O lugar mais sombrio. A temática ambientada em Brasília trata da opressão dos anos que se seguiram após o golpe militar de 1964.

De acordo com a apresentação da editora, o autor retorna à forma da narrativa longa em uma série de três volumes nos quais o drama familiar se entrelaça à história da ditadura militar para dar à luz um poderoso romance de formação.

Nos anos de 1960, Martim, um jovem paulista, muda-se para Brasília com o pai após a separação traumática deste e sua mãe. Na cidade recém-inaugurada, trava amizade com um variado grupo de adolescentes do qual fazem parte filhos de altos e médios funcionários da burocracia estatal, bem como moradores das cidades-satélites, espaço relegado aos verdadeiros pioneiros da capital federal, migrantes desfavorecidos.

Às descobertas culturais e amorosas de Martim contrapõe-se a dor da separação da mãe, de quem passa longos períodos sem notícias. Na figura materna ausente concentra-se a face sombria de sua juventude, perpassada pela violência dos anos de chumbo. Neste que é sem dúvida um dos melhores retratos literários de Brasília, Hatoum transita com a habilidade que lhe é própria entre as dimensões pessoal e social do drama e faz de uma ruptura familiar o reverso de um país cindido por um golpe.

SERVIÇO
Lançamento do livro A noite da espera, de Milton Hatoum
Na Banca da 308 Sul
Nesta sexta-feira (1º), das 16 às 19 horas
Companhia das Letras, 240 páginas
Valor: R$ 40

 

Exposição de Alan Monteiro no Pátio Brasil

  Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

 

 

Desde pequeno, em Belém, sua cidade natal, Alan Monteiro gostava de desenhar. Agrônomo de formação, depois de anos de experiência como professor na área de criação em web, descobriu a arte e o prazer de desenhar por desenhar, quase como uma terapia. Suas criações, baseadas na observação da natureza, podem ser vistas na mostra Existem coisas nas coisas, em cartaz no Pátio Brasil até 2 de dezembro.

As ilustrações trabalhadas pelo artista misturam desenhos, pinturas de linhas, pontos, traços e cores. "São formas de vivenciar tudo que observo e trago na memória. Para mim, pintar e desenhar são uma maneira de meditar e buscar uma ligação com tudo que existe na natureza", explica Alan, que explora técnicas utilizando tinta acrílica, gel, óleo, nanquim e aquarela sobre diversos materiais.

SERVIÇO
Existem coisas nas coisas, de Alan Monteiro.
Galeria 1º piso do Pátio Brasil.
Até 2 de dezembro. De segunda a sábado, das 10 às 22h, e domingos e feriados, das 14 às 20h.
Entrada franca

 

 

 
 

Eduardo Rangel volta ao palco em Brasília  

 

  Crédito: Lucia Leao

Crédito: Lucia Leao

Há um ano longe dos palcos de Brasília, o cantor e compositor Eduardo Rangel traz à Livraria Sebinho (406 Norte), nesta sexta-feira (17), às 19h30, o espetáculo apresentado em setembro no Memorial Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Rangel faz um espetáculo solo onde, explorando sua verve teatral, canta e declama ao piano, ao violão e à capela.

Com um roteiro eclético, o espetáculo contempla composições próprias e releituras para obras de Lamartine Babo, Amália Rodrigues, Catulo da Paixão Cearense, Torquato Neto e do homenageado do seu próximo DVD, o compositor Chico Buarque. O show tem cenário assinado por Lauro Fialho e direção cênica de Murilo Grossi. Ingressos custam R$ 15.

SERVIÇO
Eduardo Rangel
Livraria Sebinho (406 Norte)
Dia 17 de novembro, às 19h30.
Ingressos a R$ 15.
Não recomendado para menores de 18 anos.

 


 

A história do som no cinema em mostra do CBBB
 

Indispensável nas produções atuais, esse recurso chegou a dividir opiniões no mundo cinematográfico quando começou a ser implantado, ainda em 1927, com o clássico O cantor de jazz. De lá para cá, o som passou a contar histórias, por meio de diálogos, narração ou mesmo músicas, e assume agora o protagonismo na mostra “Som: a história que não vemos”, no Centro Cultural Banco do Brasil, de 2 a 19 de novembro.

Em três semanas, o público vai poder assistir 20 longas-metragens em que som roubou a cena. Entre eles, clássicos como Cantando na chuva (1952, 103min), de Gene Kelly e Stanley Donen, que aborda justamente essa transição, em que os atores começaram a usar suas vozes na interpretação, mudando assim toda forma produzir os filmes. Sessões em 4 e 15 de novembro, às 16h30. 

Pode-se destacar, entre os títulos mais recentes, o brasileiro O som ao redor (2012, 131min), de Kleber Mendonça Filho, que emprega o recurso dialogando com a plateia, sendo o som tanto personagem quanto cenário da trama. Pode ser visto às 18h30 em 4 e 15 de novembro. A programação conta ainda com sessões infantis, inclusivas e debate, em 16 de novembro, às 19h, com o curador da mostra, Bernardo Adeodato e dos cineastas Eduardo Nunes e Adirley Queirós.

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

2 de novembro (quinta-feira)
16h30 - O cantor de Jazz (1927 / 88' / 12 anos / Bluray)
18h30 - A conversação (1974 / 113' / 12 anos / Bluray)

3 de novembro (sexta-feira)
15h30 - O barco - Inferno em alto mar (1981 / 208' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Sudoeste (2011 / 128' / 12 anos / 35mm)

4 de novembro (sábado)
11h - Fantasia (1940 / 120' / Livre / Bluray)
16h30 - Cantando na chuva (1952 / 103' / Livre / Bluray)
18h30 - O som ao redor (2012 / 131' / 12 anos / 35mm)

5 de novembro (domingo)
11h - Wall-E (2008 / 109' / Livre / Bluray)
16h30 - Andarilho (2008 / 80' / 12 anos Bluray)
18h30 - Stalker (1979 / 163' / 12 anos / 35mm)

7 de novembro (terça-feira)
16h30 - Apocalipse Now (1979 / 153' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Eraserhead (1977 / 85' / 16 anos / 35mm)

8 de novembro (quarta-feira)
16h30 - M - O vampiro de Düsseldorf  (1931 / 117' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Era uma vez no Oeste (1968 / 164' / 12 anos / Bluray)

9 de novembro (quinta-feira)
17h30 - Gravidade (2013 / 91' / 12 anos / Bluray)
19h30 - 2001: Uma odisséia no espaço (1968 / 149' / 12 anos / Bluray)

10 de novembro (sexta-feira)
17h30 - Andarilho (2008 / 80' / 12 anos / Bluray)
19h30 - Stalker (1979 / 163' / 12 anos / 35mm)

11 de novembro (sábado)
11h - Fantasia (1940 / 120' / Livre / Bluray)
16h - Alien - O oitavo passageiro (1979 / 117' / 16 anos / Bluray)
18h30 - Playtime (1967 / 115' / 12 anos / 35mm)

12 de novembro (domingo)
11h - Wall-E (2008 / 109' / Livre / Bluray)
15h30 - Apocalipse Now Redux (1979 / 202' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Persona (1966 / 85' / 12 anos / 35mm)

14 de novembro (terça-feira)
16h30 - Gravidade (2013 / 91' / 12 anos / Bluray)*
18h30 - 2001: Uma odisséia no espaço (1968 / 149' / 12 anos / Bluray)
*Sessão audiodescrição

15 de novembro (quarta-feira)
16h30 - Cantando na chuva (1952 / 103' / Livre / Bluray)
18h30 - O som ao redor (2012 / 131' / 12 anos / 35mm)

16 de novembro (quinta-feira)
16h30 - Sudoeste (2011 / 128' / 12 anos / 35mm)
19h - DEBATE: Bernardo Adeodato, Eduardo Nunes e Adirley Queirós

17 de novembro (sexta-feira)
16h - O barco - Inferno em alto mar (1981 / 208' / 16 anos / Bluray)
20h - Entusiasmo (1930 / 67' / 12 anos / Bluray)

18 de novembro (sábado)
11h - Sessão BB Azul de Cinema - Fantasia
(sessão adaptada às crianças com autismo)
17h30 - Persona (1966 / 85' / 12 anos / 35mm)
19h30 - Eraserhead (1977 / 85' / 16 anos / 35mm)

19 de novembro (domingo)
11h - Sessão BB Azul de Cinema - Wall-E  
(sessão adaptada às crianças com autismo)
16h - Alien - O oitavo passageiro (1979 / 117' / 16 anos / Bluray)
18h30 - Playtime (1967 / 115' / 12 anos / 35mm)

Serviço
Mostra Som: a história que não vemos
De 2 a 19 de novembro de 2017
No Cinema do CCBB (SCES, Trecho 02, lote 22)
Entrada franca
Informações: (61) 3108-7600
Verifique a classificação indicativa dos filmes

 

 Andrei Prates, do Cantucci Bistrô, apresenta sua receita para o projeto.  Foto: Telmo Ximenes.

Andrei Prates, do Cantucci Bistrô, apresenta sua receita para o projeto. Foto: Telmo Ximenes.

Dose dupla de Melhores do Mundo neste fim de semana

  Nicolau ElMoor

Nicolau ElMoor

 

 

Eles estão de volta! A Companhia de Comédia Os Melhores do Mundo retorna à cidade em que tudo começou com um dos espetáculos mais famosos da história do grupo: Sexo – A comédia reúne, mais uma vez, Adriano Siri, Adriana Nunes, Jovane Nunes, Ricardo Pipo, Victor Leal e Welder Rodrigues no palco do Teatro dos Bancários em dupla sessão. Neste sábado (11), às 20h, e domingo (12), às 21h.

A peça, adaptada ao longo dos anos, foi escrita em 1996. Se no início, o espetáculo contabilizava 22 temas, atualmente se resume às quatros esquetes, que abordam, respectivamente, a separação de um casal homossexual; um homem que tenta salvar o casamento após uma traição; um funcionário que chantageia o patrão com uma foto comprometedora após ser demitido; e um casal curioso em praticar swing.

SERVIÇO
Sexo – A comédia, com a Companhia Os Melhores do Mundo
Teatro dos Bancários (314-315 Sul).
Dias 11 e 12 de novembro.
Sábado, às 21h; e domingo, às 20h.
Ingressos a R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Entradas vendidas na bilheteria do teatro.
Informações: (61) 3262-9090.
Não recomendado para menores de 14 anos.

 

 

 
 

Último Jogo de Cena de 2017 

  Foto: Adla Marques

Foto: Adla Marques

Seguindo a proposta de convergir as apresentações entre si, transformando-se em um único espetáculo, o Jogo de Cena leva ao público a 3ª edição do formato Experience, a última do ano. O projeto dos comediantes Ricardo Pipo, da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo, e Rodolfo Cordón, da Cia de Comédia G7, segue ocupando o palco do Teatro da Caixa, no Setor Bancário Sul, às quartas-feiras.

Vitrine cultural de talentos locais, o Jogo de Cena convida nesta edição, entre outras atrações, o multi-instrumentista Alberto Salgado, com influência da música erudita ao popular; e a Tribo Cia de Dança para apresentar um trecho do espetáculo Santas quebradas, que retrata a violência contra mulheres. O filme Habilitado para morrer, de Rafael Stadniki, apresentado na 50ª edição do Festival de Brasília, também será projetado na ocasião. 

O espectador continua livre para interagir com os apresentadores da noite, sendo convidado a participar de brincadeiras e esquetes. O Jogo de Cena tem duração de até duas horas e, como costume, inicia às 20 horas, não permitindo a entrada do público após o começo do evento.

SERVIÇO
Jogo de Cena – Experience III
Dia 8 de novembro, às 20h.
No Teatro da Caixa, na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul).
Ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações na bilheteria (61) 3206-6456.

 

A história do som no cinema em mostra do CBBB
 

Indispensável nas produções atuais, esse recurso chegou a dividir opiniões no mundo cinematográfico quando começou a ser implantado, ainda em 1927, com o clássico O cantor de jazz. De lá para cá, o som passou a contar histórias, por meio de diálogos, narração ou mesmo músicas, e assume agora o protagonismo na mostra “Som: a história que não vemos”, no Centro Cultural Banco do Brasil, de 2 a 19 de novembro.

Em três semanas, o público vai poder assistir 20 longas-metragens em que som roubou a cena. Entre eles, clássicos como Cantando na chuva (1952, 103min), de Gene Kelly e Stanley Donen, que aborda justamente essa transição, em que os atores começaram a usar suas vozes na interpretação, mudando assim toda forma produzir os filmes. Sessões em 4 e 15 de novembro, às 16h30. 

Pode-se destacar, entre os títulos mais recentes, o brasileiro O som ao redor (2012, 131min), de Kleber Mendonça Filho, que emprega o recurso dialogando com a plateia, sendo o som tanto personagem quanto cenário da trama. Pode ser visto às 18h30 em 4 e 15 de novembro. A programação conta ainda com sessões infantis, inclusivas e debate, em 16 de novembro, às 19h, com o curador da mostra, Bernardo Adeodato e dos cineastas Eduardo Nunes e Adirley Queirós.

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

2 de novembro (quinta-feira)
16h30 - O cantor de Jazz (1927 / 88' / 12 anos / Bluray)
18h30 - A conversação (1974 / 113' / 12 anos / Bluray)

3 de novembro (sexta-feira)
15h30 - O barco - Inferno em alto mar (1981 / 208' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Sudoeste (2011 / 128' / 12 anos / 35mm)

4 de novembro (sábado)
11h - Fantasia (1940 / 120' / Livre / Bluray)
16h30 - Cantando na chuva (1952 / 103' / Livre / Bluray)
18h30 - O som ao redor (2012 / 131' / 12 anos / 35mm)

5 de novembro (domingo)
11h - Wall-E (2008 / 109' / Livre / Bluray)
16h30 - Andarilho (2008 / 80' / 12 anos Bluray)
18h30 - Stalker (1979 / 163' / 12 anos / 35mm)

7 de novembro (terça-feira)
16h30 - Apocalipse Now (1979 / 153' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Eraserhead (1977 / 85' / 16 anos / 35mm)

8 de novembro (quarta-feira)
16h30 - M - O vampiro de Düsseldorf  (1931 / 117' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Era uma vez no Oeste (1968 / 164' / 12 anos / Bluray)

9 de novembro (quinta-feira)
17h30 - Gravidade (2013 / 91' / 12 anos / Bluray)
19h30 - 2001: Uma odisséia no espaço (1968 / 149' / 12 anos / Bluray)

10 de novembro (sexta-feira)
17h30 - Andarilho (2008 / 80' / 12 anos / Bluray)
19h30 - Stalker (1979 / 163' / 12 anos / 35mm)

11 de novembro (sábado)
11h - Fantasia (1940 / 120' / Livre / Bluray)
16h - Alien - O oitavo passageiro (1979 / 117' / 16 anos / Bluray)
18h30 - Playtime (1967 / 115' / 12 anos / 35mm)

12 de novembro (domingo)
11h - Wall-E (2008 / 109' / Livre / Bluray)
15h30 - Apocalipse Now Redux (1979 / 202' / 16 anos / Bluray)
19h30 - Persona (1966 / 85' / 12 anos / 35mm)

14 de novembro (terça-feira)
16h30 - Gravidade (2013 / 91' / 12 anos / Bluray)*
18h30 - 2001: Uma odisséia no espaço (1968 / 149' / 12 anos / Bluray)
*Sessão audiodescrição

15 de novembro (quarta-feira)
16h30 - Cantando na chuva (1952 / 103' / Livre / Bluray)
18h30 - O som ao redor (2012 / 131' / 12 anos / 35mm)

16 de novembro (quinta-feira)
16h30 - Sudoeste (2011 / 128' / 12 anos / 35mm)
19h - DEBATE: Bernardo Adeodato, Eduardo Nunes e Adirley Queirós

17 de novembro (sexta-feira)
16h - O barco - Inferno em alto mar (1981 / 208' / 16 anos / Bluray)
20h - Entusiasmo (1930 / 67' / 12 anos / Bluray)

18 de novembro (sábado)
11h - Sessão BB Azul de Cinema - Fantasia
(sessão adaptada às crianças com autismo)
17h30 - Persona (1966 / 85' / 12 anos / 35mm)
19h30 - Eraserhead (1977 / 85' / 16 anos / 35mm)

19 de novembro (domingo)
11h - Sessão BB Azul de Cinema - Wall-E  
(sessão adaptada às crianças com autismo)
16h - Alien - O oitavo passageiro (1979 / 117' / 16 anos / Bluray)
18h30 - Playtime (1967 / 115' / 12 anos / 35mm)

Serviço
Mostra Som: a história que não vemos
De 2 a 19 de novembro de 2017
No Cinema do CCBB (SCES, Trecho 02, lote 22)
Entrada franca
Informações: (61) 3108-7600
Verifique a classificação indicativa dos filmes

 

 Andrei Prates, do Cantucci Bistrô, apresenta sua receita para o projeto.  Foto: Telmo Ximenes.

Andrei Prates, do Cantucci Bistrô, apresenta sua receita para o projeto. Foto: Telmo Ximenes.

Talk show com Martha Medeiros no Conjunto Nacional 

 

No mês em a campanha Outubro Rosa chama a atenção para a saúde da mulher, a escritora e jornalista Martha Medeiros participa do talk-show #ATITUDE50, que aborda centralmente dois temas relacionados ao universo delas: o empoderamento feminino e a quebra de antigos padrões no auge da maturidade. No Centro Cultural do Conjunto Nacional, o bate-papo ocorre nesta quinta-feira (26), às 19 horas, com entrada franca.

Mas atenção! As interessadas precisam fazer as inscrições antecipadamente por e-mail (VEJA ABAIXO) até segunda-feira (23), devido ao número limitado de 150 pessoas. O evento conduzido pela empresária e relações públicas Kika Gama Lobo se configura como um espaço para as convidadas e o público trocarem experiências e tirarem dúvidas sobre essa fase da vida, em que a mulher está chegando aos 40 anos.

SERVIÇO
Talk show com a escritora Martha Medeiros
Dia 26 de outubro, às 19h.
No Centro Cultural do Conjunto Nacional (3º piso)
Entrada gratuita, mediante inscrição pelo e-mail marketing@conjuntonacional.com.br, colocando nome completo, telefone e e-mail de contato.

 


 

  Crédito: Leticia Remião

Crédito: Leticia Remião

Titãs e Biquíni Cavadão em única apresentação em Brasília

  Divulgação

Divulgação

 

 

Após se destacarem nesta última edição do Rock in Rio, com o espetáculo nacional que mais sacudiu o público, os Titãs chegam a Brasília para uma única apresentação. E eles não estão sozinhos. O Biquíni Cavadão também volta à capital com um repertório recheado de inéditas. A dobradinha rock and roll ocorre nesta sexta-feira (27), a partir das 22 horas, na Bamboa Brasil, no Setor Hípico Sul.

As atrações fazem parte da festa Bamboa Pop, que dedica uma área especial para os fãs mais fiéis de ambos os grupos. O lounge vip fã composto por sofás e bistrôs disponibiliza um espaço reservado em frente ao palco, para quem pretende acompanhar os shows bem de pertinho. Os ingressos variam de R$ 60 a R$ 150 e podem ser adquiridos tanto em pontos físicos como na plataforma digital.

Com 35 anos de estrada e um repertório inesgotável de sucessos, os paulistanos dos Titãs seguem fazendo shows com três integrantes de sua formação original. Branco Mello, Sergio Britto e Tony Belloto seu unem agora ao guitarrista Beto Lee e ao baterista Mário Fabre. Já o Biquíni Cavadão aposta em As voltas que o mundo dá, novo disco da trupe formada por Bruno, Coelho, Álvaro e Miguel, para levantar a plateia.

SERVIÇO
Bamboa Pop, com Titãs e Biquíni Cavadão
Dia 27 de outubro (sexat-feira), a partir das 22h.
Na Bamboa Brasil (Setor Hípico Sul).
Ingressos: R$ 60 (frente ao palco); R$ 90 (camarote); e R$ 150 (lounge VIP fã).
Informações: (61) 3334-4450 ou (61) 3342-2232.
Não recomendado para menores de 16 anos.


*Valores referentes à meia-entrada e sujeito a alterações sem aviso prévio.

Pontos de vendas
Bilheteria Bamboa
– diariamente, das 10h às 19h.
Bilheteria Digital – Pátio Brasil, Liberty Mall, Brasília Shopping, Alameda Shopping, Boulevard Shopping.
Na internet pelo www.oquevemporai.com/ingressos

 

 
 

Cinema gratuito em dois espaços culturais da capital 

  Divulgação de Travessia

Divulgação de Travessia

Duas opções gratuitas entram em cartaz nesta semana para os fãs de produções audiovisuais não comerciais. A Mostra de Cinema Atual Espanhol invade a tela do Cine Brasília com a exibição de cinco longas-metragens contemporâneos. Já na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, as mulheres assumem o protagonismo do Cine Cleo, um cineclube formado somente por títulos dirigidos por elas.

Os filmes da mostra espanhola serão exibidos de 18 a 22 de outubro, em versões originais com legendas em português. A sessão destaque fica por conta de Truman (2015), coprodução Espanha-Argentina, estrelada pelo portenho Ricardo Darín e vencedora do Prêmio Goya 2016, que homenageia o cinema espanhol. O público pode assistir ao título às 20h50 desta sexta-feira (20) ou no domingo (22) às 16h.

Com a ideia de apresentar quinzenalmente obras raras e famosas produzidas por mulheres, o Cine Cleo estreia nesta quinta-feira (19), às 19h, com a exibição dos curtas-metragens Travessia (RJ), de Safira Moreira, e Abigail (PE), de Valentina Homem e Isabel Penoni. Além do longa Aracati (CE), de Julia de Simone e Aline Portugal. Após a sessão, pesquisadoras locais do cinema conduzem debates sobre o tema. Os filmes dos próximos encontros serão divulgados posteriormente. 

Veja abaixo a programação completa da do Cinema Espanhol, realizada pelo Escritório Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil em parceria com o Instituto Cervantes de Brasília e a Sociedade Cultural Brasil-Espanha.

Felices 140
(drama, 2014, 98min).
Quarta-feira (18), às 19h; Domingo (22), às 20h.

Noite de verão em Barcelona (drama\romance, 2013, 96min).
Quinta-feira (19), às 19h; Sábado (21), às 18h.

A minha grande noite (comédia, 2015, 100min).
Quinta-feira (19), às 20h50; Domingo (22), às 18h.

Nem tudo é vigília (documentário, 2014, 98min).
Sexta-feira (20), às 19h; Sábado (21), às 16h.

Truman (drama\comédia, 2015, 109 min).
Sexta-feira (20), às 20h50; Domingo (22), às 16h.

SERVIÇO
Mostra de Cinema Atual Espanhol
Cine Brasília (106\107 Sul)
De 18 a 22 de outubro
Entrada franca
Verifique a classificação indicativa dos filmes


SERVIÇO
Cine Cleo (Cineclube das mulheres)
Sala Conchita da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (Conic, Setor de Diversões Sul).
De 19 de outubro de 2017 a agosto de 2018.
Quinzenalmente, às quintas-feiras, às 19h.
Entrada franca.
Não recomendado para menores de 16 anos.

 

Meu amigãoZão - O Musical estreia em Brasília  

  Foto: Branco Produções / Divulgação

Foto: Branco Produções / Divulgação

A programação cultural deste mês favorece o público infantil, que pode curtir entre várias opções de lazer voltadas para a celebração do dia das crianças, em 12 de outubro. Neste fim de semana, uma turma bastante querida pela garotada transforma o palco do Teatro UNIP em cenário de mais uma de suas aventuras. Meu AmigãoZão – O Musical se apresenta pela primeira vez em Brasília.

Os personagens Yuri, Lili, Matt, Golias, Nessa e Bongo, integrantes do famoso seriado infantil da TV, marcam presença na versão teatral do desenho, que está em turnê pelo Brasil há mais de dois anos. Nas apresentações, que ocorrem neste sábado (14) e domingo (15), a trupe passa por muitos obstáculos e aprendizados. Os bonecos produzidos com cerca de 2 metros de altura são totalmente articulados.

Resolvidas por meio da brincadeira, o espetáculo aborda questões do universo infantil como o balão que sumiu no céu, a vergonha de falar em público, o medo de altura, não querer dividir o doce. A turma de amigos vive em uma vizinhança aconchegante onde todos moram perto. A montagem mistura uma história encantadora com projeções sincronizadas e efeitos especiais.

SERVIÇO
Meu AmigãoZão – O Musical

Nos dias 14 (sábado) e 15 (domingo), às 15h.
No Teatro UNIP – 913 Sul
Ingressos a R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia).
Vendas nas Cia Toys e na internet (com taxa de serviço) no www.naoperco.com

Classificação indicativa livre.
Informações: (61) 4101-1121 ou (61) 4101-1230.

 

Astros do rock estrelam mostra de terror no CCBB  

 

Outubro, o mês do Halloween, inspira exibição cinematográfica no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que começa em uma data bastante pertinente para a proposta. A partir desta sexta-feira 13, dois gêneros bastante explorados dentro da temática do Dia das Bruxas se fundem na mostra Rock Terror, que segue até 31 de outubro, com a apresentação de um total de 38 filmes.

Esse subgênero iniciado no fim da década de 1970 envolve astros de rock, fictícios ou não, em tramas de suspense ou policiais, marcadas por produções de baixo orçamento, humor involuntário, possessões demoníacas sofríveis, efeitos especiais grosseiros e cenas de violência e sexo propositalmente apelativas. O curador da mostra, Mário Abbade, em 20 de outubro, ministra uma aula magna sobre o tema de sua especialidade.

Quem compareceu ao Rock in Rio, em setembro, vai poder ver na tela do cinema dois astros que arrastaram milhares de fãs nesta última edição do festival. Roger Daltrey, o vocalista do The Who, compõe o elenco de Vampirella (1996), que deve ser exibido no dia 22 às 18 horas. Já o músico Alice Cooper faz parte de três produções do evento, sendo duas delas lançadas na década de 2000.

São eles o documentário Metal: uma jornada pelo mundo do heavy metal (2005), apresentado no dia 14 às 18 horas; o musical Uma noite de horror (1984), dia 15 às 20 horas; e a comédia Suck (2009), que também conta com a participação do roqueiro Iggy Pop, no dia 28 às 16 horas. Outros nomes do gênero musical como os integrantes da banda KISS, Ozzy Osbourne, Steven Tyler, do Aerosmith, Andreas Kisser, do Sepultura e Dave Grohl, do Foo Fighters, participam de títulos da mostra.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

13/10 – sexta-feira
17h - A Maldição da Aranha. Não recomendado para menores de 14 anos. 
19h - O Fantasma do Paraíso. Não recomendado para menores de 16 anos. 

14/10 - sábado
16h - KISS Contra o Fantasma do Parque. Não recomendado para menores de 14 anos.
18h - Metal, ma jornada pelo mundo do heavy metal. Não recomendado para menores de 14 anos.
20h - Massacre. Não recomendado para menores de 14 anos. 

15/10 - domingo
16h - As Aventuras de Buckaroo Banzai. Não recomendado para menores de 14 anos. 
18h - Turnê Assassina. Não recomendado para menores de 14 anos.
20h - Uma Noite de Horror. Não recomendado para menores de 14 anos. 

17/10 – terça-feira
18h - Rocktober Blood. Não recomendado para menores de 16 anos. 
20h - Reformatório de Mulheres. Não recomendado para menores de 16 anos. 

18/10 – quarta-feira
18h - Hard Rock Zombies. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - A Montanha do Medo. Não recomendado para menores de 16 anos.

19/10 – quinta-feira
18h - Heavy Metal Britannia. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - Heavy Metal do Horror. Não recomendado para menores de 14 anos.

20/10 sexta-feira
16h - Zombie Nightmare. Não recomendado para menores de 14 anos.
18h - Aula master com o jornalista e curador da mostra Mario Abbade. 
20h - As Sete Vampiras. Não recomendado para menores de 16 anos. 

21/10 - sábado
18h - Os Anos do Heavy Metal - O Declínio da Civilização Ocidental. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - Demônios de Alcatraz. Não recomendado para menores de 14 anos. 

22/10 - domingo
16h - Black Roses. Não recomendado para menores de 14 anos. 
18h - Vampirella. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - Magia Negra no Rock. Não recomendado para menores de 16 anos.

24/10 – terça-feira
18h - Heavy metal 2000. Não recomendado para menores de 16 anos. 
20h - Wild Zero. Não recomendado para menores de 14 anos. 

25/10 – quarta-feira
18h - Heavy metal: Louder than life. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h20 - Tenacious D: Uma dupla infernal. Não recomendado para menores de 14 anos. 

26/10 – quinta-feira
18h - Get Thrashed: The story of thrash metal. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - A Rainha dos Condenados. Não recomendado para menores de 14 anos. 

27/10 – sexta-feira
16h - Global metal – A jornada continua. Não recomendado para menores de 14 anos.
18h - Turbulência 3 – Heavy Metal. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - Repo! The Genetic Opera. Não recomendado para menores de 14 anos. 

28/10 - sábado
16h - Suck. Não recomendado para menores de 14 anos. 
18h - Heavy Metal – Universo em fantasia. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - Deathgasm. Não recomendado para menores de 16 anos.

29/10 - domingo
16h - I am Thor. Não recomendado para menores de 14 anos. 
18h - Dance of the Dead. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - Sala Verde. Não recomendado para menores de 16 anos. 

31/10 – terça-feira
18h - Entrada para o Inferno. Não recomendado para menores de 14 anos. 
20h - The Devil’s Candy. Não recomendado para menores de 16 anos. 

SERVIÇO
Mostra Rock Terror
Centro Cultural Banco do Brasil
De 13 a 31 de outubro
Entrada gratuita
Veja a sinopse dos filmes aqui 



 

  Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Produção nipônica gratuita ao público
 

Após a histórica 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, realizada em setembro, o Cine Brasília abre as portas, de 4 a 12 de outubro, para a Mostra de Cinema Japonês. Produzidas a partir da década de 2000, as 11 produções selecionadas convidam o público a mergulhar na cultura nipônica.

As sessões exibidas com o áudio original em japonês e a legenda em português fazem parte do Ciclo da Cultura Japonesa deste ano, promovido pela Embaixada do Japão. Quatro títulos abordam a temática de época, dois contemporâneos e cinco animes, incluindo um curta-metragem do premiado diretor Makoto Shinkai.  

Um dos destaques do japonês, o longa–metragem 5 centímetros por segundo (2007), a ser exibido neste sábado (7) às 11 horas, conta a história de dois amigos de infância que tentam manter contato mesmo após um se mudar de cidade. A obra conquistou o prêmio de melhor anime do Asia Pacific Screen Awards, que consagra anualmente o cinema asiático. O título faz referência à velocidade que uma flor de cerejeira cai no chão durante a primavera japonesa.

Outro sucesso de Shinkai, o Jardim das palavras (2013), aborda a relação entre um adolescente e uma mulher misteriosa que passam a se encontrar por acaso em dias chuvosos. O Jardim Nacional Shinjuku Gyoen, em Tóquio, serviu de inspiração para a locação principal da trama, que pode ser apreciada no domingo (8), às 11 horas.

Confira aqui a lista completa de filmes e horários de exibição.  

SERVIÇO
Mostra de Cinema Japonês
De 4 a 12 de outubro
Entrada gratuita

Cine Brasília, EQS 106/107 (Asa Sul)
Telefone: (61) 3244-1660

 

 

Cinema Japonês.GIF

Federal Music no Mané Garrincha 

  Foto: www.TavitsPhotography.com

Foto: www.TavitsPhotography.com

O Mané Garrincha vai entrar na rota da cena musical eletrônica neste sábado (7), a partir das 18 horas, com a edição 2017 do Federal Music. Uma line-up composta por mais de 20 nomes do segmento, entre DJs nacionais e internacionais, comandará 12 horas de som na Arena Lounge. Eles estarão divididos em dois palcos.

O ambiente da festa contará com vídeos mapeados e cenografia. Tudo com a proposta de explorar a experiência do público com o evento, que se estabeleceu há sete anos no Centro–Oeste, com mais de 10 edições produzidas nesse período, sendo essa a primeira a ser  realizada no Estádio Nacional.

Line-up Completo
 - Cartel Recordings
- Havoc & Lawn
- Kryder
- EDX
- Tom Staar
- ILLUSIONIZE
- Nora En Pure
- Croatia Squad
- Jude & Frank
- Ashibah
- Raul Mendes
- Marcelo CIC
- D-Stroyer
- Joy Corporation
- DOOZIE
- Skullwell
- Andy Bianchini
- Sisto
- Baskar
- Rodrigo Vieira
- Kiko Franco
- Stereo Wave
- Ellie Klotz
- Antexz

SERVIÇO
Federal Music
Estádio Nacional Mané Garrincha
Dia 7 de outubro (Sábado), a partir das 18 horas.
Ingressos de 2º lote
Frente ao palco a R$ 80 e camarote a R$130.
Informações: (61) 99307-3939.
Não recomendado para menores de 16 anos.


Vendas:
Central de Ingressos do Brasília Shopping (Asa Norte)
Livraria Fnac Park Shopping (Guará)

 
Athos Bulcão.jpg

Obra de Athos Bulcão mais acessível ao público


O catálogo do Acervo da Fundação Athos Bulcão lançado no mês em que marcou o início das comemorações de seu centenário – em 2 de julho de 2018 o artista plástico completaria 100 anos – encontra-se disponível na plataforma online. Se antes a publicação poderia se adquirida exclusivamente na versão impressa ao valor de R$ 20, agora também está disponibilizada para download gratuito. 

Doadas pelo próprio artista, em vida, para a instituição, as 238 obras que compõem as 146 páginas do conteúdo bilíngue passam pela diversidade e riqueza de sua produção. Essa é a oportunidade ideal de mergulhar no extenso trabalho do mestre carioca. É possível explorar 28 pinturas, 10 máscaras, 25 projetos, 13 painéis em azulejos emoldurados, 82 gravuras, 12 desenhos, 33 fotomontagens, 72 estudos, cinco objetos e três paramentos litúrgicos.

Outra novidade beneficia especialmente quem ainda desconhece a obra pública do artista. Faz parte do folder “Athos Bulcão em Brasília” um mapa que localiza 30 pontos turísticos no Plano Piloto a serem visitados para a apreciação de seus painéis e relevos. As informações produzidas em português e inglês incluem locais como a Torre de TV, o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek e a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. 

Há endereços como a antiga Rodoferroviária e o Mercado das Flores em que painéis em azulejos ali localizados foram recentemente restaurados, assim como murais da Escola Classe 407 Norte e do Edifício Denasa, no Setor Comercial Sul. As sedes da Rede Sarah Kubischek, na Asa Sul e Lago Norte, mantém ações constantes de manutenção e restauração dos trabalhos de Athos Bulcão. 

O material pode ser retirado gratuitamente na Fundação, localizada na 404 Sul. Ambas as iniciativas são patrocinadas pela Secretaria de Cultura, por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Baixe o catálogo gratuitamente acessando www.fundathos.org.br/publicacoes.

Exposição – Athos Bulcão integra a mostra “O Brasil em Brasília – Mosaicos do Patrimônio Cultural”, em cartaz no Museu da República até 22 de outubro. De inciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Distrito Federal (Iphan-DF), a iniciativa propõe ao público uma ampla reflexão sobre o patrimônio cultural da cidade. De terça-feira a domingo, das 9h às 18h30. Entrada gratuita.

 

Diversão em novo formato 

 

O Jogo de Cena repaginou o antigo formato dividido em quadros e semelhante a um programa de auditório. O projeto comandado pelos comediantes Ricardo Pipo, da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo, e Rodolfo Cordòn, da Cia de Comédia G7, apresenta agora um novo modelo chamado Jogo de Cena – Experience em que as apresentações convergem entre si, transformando-se em um único espetáculo.  As duas próximas edições exploram essa configuração.

A primeira será lançada nesta quarta-feira (27) e abre espaço para o som instrumental da banda Horta Project. A parte cênica se divide entre a Mundin Cia de Teatro com um trecho do espetáculo Pombo-Correio; a Cia Fictícia de Teatro, que encena o capítulo final da palco novela Picardias Teatrais; e o grupo Novos Candangos apresentando uma passagem de Os Beatniks em psicose. O Rota Brasil executa uma coreografia de dança de rua, já o artista plástico João Diniz pintará um novo quadro.

Já a segunda prevista para ocorrer em 18 de outubro deixa o rock e o pop invadirem o ambiente, respectivamente, com a banda Matamoros e a Orquestra de Violoncelos Noturnos Interplanetários. Os Dramátikos se responsabilizam por um pout-pourri de leituras dramáticas e a Cia de Comédia Os Fantásticos provoca risos à plateia com a esquete O exorcismo de Emilia Rosa. O multiartista Fiákra apresenta um pedaço do show Homem com H, que homenageia Ney Matogrosso e a artista plástica Luda Lima pinta um quadro durante o evento. 

O espectador continua livre para interagir com os apresentadores da noite, sendo convidado a participar de brincadeiras e esquetes. O Jogo de Cena tem duração de até duas horas e, como costume, continua a ocupar o palco do Teatro da Caixa, na Caixa Cultural, sempre às 20 horas. O ingresso custa R$ 20.

Saiba Mais
Desde quando foi criado em 1985, o Jogo de Cena segue firme no propósito de ser uma vitrine cultural local, a partir da divulgação da arte produzida no Distrito Federal. Uma vez por mês a dupla de comediantes brasilienses apresenta atrações que passam por diversas manifestações culturais, como a música, o teatro, a dança, a poesia e as artes plásticas. Marca registrada do projeto, o público pode entrar nas brincadeiras e interagir com os artistas.

Serviço:
Jogo de Cena – Experience
Apresentação e brincadeiras com a plateia: Rodolfo Cordón e Ricardo Pipo
Dias 27 de setembro e 18 de outubro, às 20h
Teatro da CAIXA, na CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4, ed. anexo à matriz da CAIXA)
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

- Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

Bilheteria: (61) 3206-6456
Ingressos: R$ 20 e 10 (meia-entrada para estudantes, pessoas com 60 anos ou mais, clientes e funcionários da CAIXA e doadores de brinquedo).

Crédito das fotos: Adla Marques

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Festival de Brasília movimenta a capital

 A publicação deste mês da Roteiro abriu espaço para a histórica 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que iniciou em 15 de setembro com força total. A revista produziu um raio-x dos longas-metragens concorrentes na tradicional mostra competitiva, dando destaque para o único representante candango da competição, Era uma vez Brasília, de Adirley Queiróz, que será exibido nesta quinta-feira (21).

A programação estendida – com dez dias de duração – ocorre a todo vapor e vai muito além das tradicionais mostras competitivas, sessões paralelas, retrospectivas, seminários, debates, palestras, oficinas, lançamentos culturais. Neste ano, o festival promove consultorias especializadas com o intuito de fortalecer as cadeias produtivas ligadas ao audiovisual no Distrito Federal.

As opções culturais diárias iniciam às 9 horas e seguem até 21 horas, horário que começa a mostra competitiva no Cine Brasília. Com a ideia de democratizar a arte, criando novos espaços de debate, regiões administrativas do Distrito Federal também estão recebendo programação cultural. As informações completas estão disponíveis no site do Festival de Brasília. Por esse canal, o leitor pode saber onde vai passar filmes, debates e manifestações culturais. Aproveite! 

Crédito da foto externa: Divulgação
Crédito da foto interna: Rômulo Juracy

Clássico do horror encenado em hostel da Asa Norte

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Psicose, o clássico suspense de Alfred Hitchcock, adaptado para o cinema a partir da obra literária do americano Robert Bloch, já ganhou incontáveis releituras pelo mundo. Agora o público de Brasília pode prestigiar uma versão teatral da história, que acompanha a mente perturbada do jovem Norman Bates, em Os Beatniks em Psicose, da companhia Novos Candangos.

A montagem aborda os bastidores da filmagem do longa homônimo, estrelado por um fictício grupo teatral. Assim como no enredo original, que se passa em um hotel à beira da estrada, o espetáculo sucede em uma hospedaria de verdade, no caso, o Hostel 7, na Asa Norte. A proposta recria todo o ambiente de horror, incluindo a famosa cena do assassinato no chuveiro, ícone do cinema.

O espetáculo tem duração de 1h20 e explora o ambiente do hostel, com especial atenção ao terraço. O público pode transitar livremente pelo ambiente, sair e voltar novamente e ainda comprar bebidas no bar do local. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente, já que 30 é o número máximo de espectadores por apresentação.

SERVIÇO
Os Beatniks em Psicose

Hostel 7 (708 Norte, Bloco I, Loja 20).
Até 1º de outubro. Sábados e domingos, às 20h.
Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Não recomendado para menores de 18 anos.
Informações: (61) 3033- 7707.

Foto externa: Thiago Sabino
Foto interna: Gabriel Alves

 
 

Novidade para os fãs do Scalene 

 

Desde a década de 1980, quando viveu o auge da exportação de talentos musicais, a capital federal revela nomes do universo cultural ao grande público. Mais de 30 anos depois, quando conquistou o segundo lugar no programa Superstar da Rede Globo, a banda Scalene abriu as portas para que a cena brasiliense voltasse a ter relevância nacional.

A agenda de shows movimentada, que inclui a estreia no palco do Rock in Rio em 21 de setembro, não impediu o grupo de reservar uma data para apresentar aos fãs brasilienses gratuitamente o disco novo chamado Magnetite. Eles se reúnem nesta terça-feira (19) a partir das 18h30, no Píer 21, para uma dobradinha de pocket show mais sessão de autógrafos.

Serão autografados apenas os primeiros 150 discos adquiridos no espaço do evento. Os interessados precisam chegar mais cedo para garantir uma senha que dá direito à compra do CD. Outros produtos relacionados ao grupo também estarão disponíveis para comercialização. O quarteto aproveitará a oportunidade para deixar a sua marca na rua das estrelas do shopping.

A banda Scalene formada pelos irmãos Gustavo (vocal e guitarra) e Tomas Bertoni (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe 'Makako' (bateria e vocal) conquistou o Grammy Latino de melhor álbum de rock em língua portuguesa de 2016 por Éter. No Distrito Federal, eles marcaram presença neste ano na 14ª edição do Capital Moto Week, em julho, e na Convenção de Música e Arte (CoMA), em agosto.  

Scalene - Pocket Show + sessão de autógrafos
Shopping Píer 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lote 32).
Dia 19 de setembro (terça-feira).
Entrada franca.

Programação
15h – Distribuição de senhas
18h – Registro na rua das estrelas
18h30 – Pocket show acústico
19h – sessão de autógrafos

Crédito da foto externa: Breno Galtier
Crédito da foto interna: Divulgação  

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