RENATA SAMARCO

RENATA SAMARCO

Ivan Lins e Toquinho cantam João Gilberto e outros músicos da MPB

O criador da Bossa Nova, morto em julho, ganha uma grande homenagem de dois talentosos artistas. Ivan Lins e Toquinho prometem emocionar e fazer o público cantar juntos clássicos da música popular brasileira e imortalizados por João Gilberto e outros músicos. O único espetáculo, chamado de DA BOSSA À MPB, acontece em 19 de outubro, no Centro de Convenções Ulysses. A emoção de recordar a histórica trajetória do homenageado toma conta do evento.

Ivan Lins e Toquinho seguem em plena atividade e apresentam em Brasília um show que os toca de maneira especial, já que ambos se completam pela herança melódica baseada na estrutura da Bossa Nova. O piano do primeiro e o violão do segundo resultam em uma atmosfera de uma simplicidade sofisticada. “Depois de todos esses anos, ainda estamos lotando teatros e outros espaços e, apesar de termos estilos diferentes, não foi preciso fazer mudanças para o projeto dar certo. A sintonia aconteceu”, comemora Lins.

A apresentação também compartilha com o público as histórias da amizade antiga de Ivan e Toquinho, além de casos hilários com grandes nomes da MPB como Vinícius de Moraes e Tom Jobim, que também são homenageados no repertório com seus grandes sucessos. No setlist, sucessos como Tarde em Itapuã, Samba de Orly, Que Maravilha, Aquarela, Samba pra Vinicius, Quem Viver Verá, Madalena, Bandeira do Divino, Novo Tempo, Vitoriosa, Aos Nossos Filhos, Desesperar Jamais e Cartomante.

Outro ponto que faz toda a diferença nesse encontro musical é a sintonia fina entre os músicos, que contam mais de 50 anos de amizade e música. Conheceram-se em 1971, durante o programa “Som Livre Exportação”, da Rede Globo e, desde então, tocam carreiras independentes, mas sempre mantendo o contato. A parceria para o dueto nasceu há três anos, depois que Ivan aceitou um convite de Toquinho para improvisarem uma canção em um show em Maceió. Daí para pintar a vontade de continuar e ampliar a parceria foi um pulo.

SERVIÇO
Da Bossa a MPB com Ivan Lins & Toquinho
Dia 19 de outubro. Sábado, às 21h30.
No Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Auditório Máster
Ingressos: Poltrona Premium a R$ 100,00; poltrona Gold a R$ 90,00; poltrona VIP a R$ 80,00; poltrona Especial a R$ 70,00; e poltrona Superior a R$ 50,00. Valores de meia entrada.
No Brasília Shopping e vendas pela internet –
www.eventim.com.br 
Classificação Indicativa Livre
Informações: 061 3554 – 4005 / 98141-1990.

Quase Nada do Mar encenado em Planaltina e Estrutural

A sociedade contemporânea e suas mazelas fazem parte do espetáculo Quase Nada do Mar, do grupo teatral Cutucart, em cartaz no mês de outubro em duas regiões administrativas do Distrito Federal. Dias 4, 5 e 6 de outubro na Cidade Estrutural e 18,19 e 20 de outubro em Planaltina. O texto original, resultado do processo de escrita colaborativa da companhia, traz reflexões sobre o esvaziamento das relações interpessoais. Os personagens revelam uma sociedade fria e apática, que negligencia o olhar ao outro.

Quase Nada do Mar leva o público a uma navegação instável, a um balanço perverso de situações vividas no cotidiano. O espectador entra em confronto com suas vaidades que afastam as pessoas umas das outras. Bia Oliveira, atriz e diretora do grupo, destaca o diálogo sobre as complexidades das relações humanas, mostrando as barreiras que dividem as pessoas. “Quando escrevemos o texto decidimos construir um mergulho profundo, revelando as vulnerabilidades de uma sociedade que separa e que oprime”, completa.

O Cutucart reúne sete artistas, contabiliza dez espetáculos na bagagem e coleciona prêmios. O grupo surgiu em 2006, como um projeto cultural idealizado pelo ator, diretor e arte-educador Getúlio Cruz com jovens atores e alunos da rede pública do DF. Anos mais tarde, os integrantes focaram-se no estudo da interpretação teatral, dança e interesse pelo teatro gestual. A formação se consolidou com a pesquisa em dramaturgias totalmente autorais, entre elas: Seca, Naquela Estação, Quase Nada do Mar e Vladmir.

SERVIÇO
Espetáculo Quase Nada do Mar
Entrada franca
Não recomendado para menores de 14 anos.

Dias 4, 5 e 6 de outubro. Sexta-feira, sábado e domingo, às 17 horas.
No Centro Cultural CREAS da Cidade Estrutural (Área Especial n° 9 Praça Central)

Dias 18, 19 e 20 de outubro. Sexta-feira, sábado e domingo, às 17 horas.
Na Praça do Museu, no Centro Histórico de Planaltina.

 

 

 

 

FOTOS CAIO COUTO

FOTOS CAIO COUTO

 
 

Exposição Vaivém ocupa CCBB de 3 de setembro a 10 de novembro

5. BENÉ FONTELES Série Ninhos , 1988, fotografia, coleção do artista.jpg

A trajetória das redes de dormir nas artes e na cultura visual no Brasil está retratada na exposição Vaivém, que ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil de 3 de setembro a 10 de novembro, com mais de 300 obras, que faz recorte dos séculos 16 ao 21, de 141 artistas, entre eles, 32 indígenas. O crítico, historiador da arte e curador do MAC-Niterói, Raphael Fonseca, assina a curadoria da iniciativa. A seleção inclui pinturas, esculturas, instalações, fotografias, vídeos, documentos, intervenções, performances e objetos de cultura visual, como HQs e selos.

Tudo surgiu a partir de uma pesquisa de doutorado do curador, que transformou o trabalho em exposição e compartilhou parte das obras que encontrou ao longo da pesquisa. “Longe de reforçar os estereótipos da tropicalidade, esta exposição investiga as origens das redes e suas representações iconográfica. Ao revisitar o passado conseguimos compreender como um fazer ancestral criado pelos povos ameríndios foi apropriado pelos europeus e, mais de cinco séculos após a invasão das Américas, ocupa um lugar de destaque no panteão que constitui a noção de uma identidade brasileira”, explica.

A exposição se divide em núcleos temáticos que facilitam a visitação do público. O primeiro, Resistências e permanências traz as redes como símbolo e objeto onipresente da cultura dos povos originários do Brasil, sendo a maioria das obras produzida por artistas contemporâneos indígenas, como Arissana Pataxó. No vídeo inédito Rede de Tucum, ela documenta Takwara Pataxó, a Dona Nega, única mulher da Reserva da Jaqueira, em Porto Seguro (BA), que ainda guarda o conhecimento sobre a produção das antigas redes de dormir Pataxó, feitas com fibras extraídas das folhas da palmeira Tucum.

O segundo núcleo, A rede como escultura, a escultura como rede, exibe trabalhos que apresentam redes de dormir a partir da linguagem escultórica como Rede Social, uma instalação interativa do coletivo Opavivará!, com uma rede gigante que convida o visitante a se balançar.  Fazem parte ainda obras do artista Gustavo Caboco, de Curitiba e filho de mãe indígena, e Sallissa Rosa, nascida em Goiânia e filha de pai indígena. Neste núcleo há ainda a exibição do vídeo Ela, criado a partir de selfies de mulheres em redes de dormir, abordando o lugar da mulher indígena na sociedade contemporânea brasileira.

Olhar para o outro, olhar para si, o terceiro núcleo, reúne documentos e trabalhos de artistas históricos, como Hans Staden, Jean-Baptiste Debret e Johann Moritz Rugendas. Ao lado deles, artistas contemporâneos indígenas foram convidados a desconstruir o olhar eurocêntrico dessas imagens a respeito de seus antepassados. Entre eles, a pintora Duhigó Tukano, que apresenta a inédita acrílica Nepũ Arquepũ (Rede Macaco), sobre o ritual de nascimento de um bebê Tukano, e Dhiani Pa’saro, que expõe a marchetaria Wũnũ Phunô (Rede Preguiça), composta por 33 tipos de madeira.

Em Disseminações: entre o público e o privado as redes surgem em atividades do cotidiano do Brasil colonial, como mobiliário, meio de transporte e práticas funerárias. Um dos destaques, Dalton Paula, artista afro-brasileiro de Goiás, lança em suas pinturas um olhar sobre as narrativas a respeito da negritude no Brasil desde a colonização. Os lugares que as redes ocupam na vida contemporânea no Brasil, em especial na região Norte, também estão pontuados nesse núcleo. Fotografias de Luiz Braga, por exemplo, exibem redes de dormir em cenas do cotidiano no Pará.

No núcleo Modernidades: espaços para a preguiça, a rede passa a ser associada ao descanso decorrente do encontro entre o trabalho braçal e o calor tropical. Macunaíma, livro de Mário de Andrade, em que o personagem passa parte da história deitado em uma rede, está em obras de diferentes linguagens. Carybé foi o primeiro a fazer ilustrações do personagem. Um desenho pouco exibido de Tarsila do Amaral mostra o Batizado de Macunaíma. Joaquim Pedro de Andrade dirigiu o filme que, estrelado por Grande Otelo, completa 50 anos, e os cartunistas Angelo Abu e Dan X adaptaram a história em quadrinhos.

E por fim, no núcleo Invenções do Nordeste, foram reunidas obras que transformam em imagens mitos a respeito da relação entre as redes e esta região do país, além de trabalhos em que elas surgem como símbolo de orgulho local e de sua potente indústria têxtil. A exposição traz também obras de Tunga, artista que inaugurou o CCBB São Paulo, em abril de 2001. A instalação Bells Falls ganha uma nova versão, sendo apresentada ao lado dos registros fotográficos da performance 100 Rede, realizada em 1997 na Avenida Paulista.

SERVIÇO
Vaivém        
Nas galerias 1 e 2 e Pavilhão de Vidro do Centro Cultural Banco do Brasil.
De 3 setembro a 10 de novembro. De terça-feira a domingo, das 9h às 21h.

Palestra com o Curador
Construções do Brasil no vaivém da rede de dormir: de pesquisa acadêmica para uma exposição trasnhitórica, com Raphael Fonseca.
Dia 3 de setembro. Terça-feira, às 19 horas no hall do Museu, primeiro andar.
Entrada gratuita mediante voucher a ser retirado na bilheteria do CCBB.

 
RENATA SAMARCO

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Val Klay canta no Clube do Choro

Sotaques do Val Klay Studio, primeiro disco da professora de canto Valeria Klajman de Conrado, conhecida por Val Klay, será lançado nesta terça-feira (1) no Clube do Choro de Brasília. A apresentação, realizada ao lado de seus alunos e com a participação especial de Clodo Ferreira, passeia por um repertório que marcou a trajetória da artista. A argentina divide o palco com Paula Zimbres (Baixo elétrico), Léo Barbosa (Percussão), Enos Marcelino (Acordeon), Marcus Moraes (Violão e guitarra) e Toninho Alves (Flauta transversal).

O projeto autoral de Val Klay registra etapas da carreira da professora de canto por meio de suas composições, arranjos, técnica e musicalidade. Durante o show, o CD encontra-se para comercialização. A versão digital está disponível em todas as plataformas de música. A participação da Casa do Som, do Dudu Maia, foi fundamental para a materialização do trabalho. “Dudu é um profissional de excelente qualidade e com muita experiência. Ele acolheu o projeto com carinho e profissionalismo e todos nós aprendemos muito com ele” explica Val.

A apresentação transcorre por diferentes estilos e ritmos brasileiros, com arranjos bem montados. Com 10 faixas, o álbum conta com composições como Despertar, música de abertura do disco Volume 1, além de Sem Medo, composição do seu aluno Raffa e letras artistas como Alceu Valença. Valeria Klay vive em Brasília desde o ano 2000 e já participou de apresentações diversas, como o tributo a Aretha Franklin. Foi responsável pelo curso de extensão da UNB Técnicas de Canto e Estilos da Música Popular, além de ministrar aulas em instituições da cidade.

SERVIÇO
Show de lançamento Sotaques de Val Klay
DIA 1º de outubro. Terça-feira, às 21 horas.
No Clube do Choro de Brasília (Setor de Divulgação Cultural - Bloco G)
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada)
Bilheteria: (61) 3224-0599
Classificação Indicativa Livre

MARCO FRONER

MARCO FRONER

Paulinho da Viola se apresenta em Brasília

Paulinho da Viola está de volta a Brasília! Em 21 de setembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o músico apresenta o espetáculo Na madrugada, que revisita sucesso de sua extensa carreira, tais como Timoneiro, Dança da solidão, Recomeçar e Eu canto samba. Paulinho faz também novas versões para canções menos conhecidas. A turnê estreou em setembro de 2018 no Rio de Janeiro e, desde então, lotou casas de shows em São Paulo, Recife, Fortaleza.

O show traz, ainda, um bloco especial com músicas instrumentais, uma homenagem ao centenário do violonista Cesar Faria (1919-2007), pai de Paulinho e um dos fundadores do lendário conjunto de choro Época de Ouro. Acompanham o cantor em toda turnê os músicos João Rabello (violão), Adriano Souza (piano), Dininho Silva (baixo), Ricardo Costa (bateria), Celsinho Silva (percussão), Hércules Nunes (percussão) e Mário Sève (sopros).

SERVIÇO
Paulinho da Viola
Dia 21 de setembro. Sábado às 21h30. Abertura dos portões às 20h30.
No Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Ingressos com valores de meia entrada: superior a R$ 80,00; especial a R$ 100,00; VIP a R$ 140,00; Gold a R$ 160,00; Premium a R$ 250,00.
Vendas na Bilheteria Oficial, no Brasília Shopping. Pela internet em
www.eventim.com.br
Não recomendado para menores de 14 anos.

Jazz com Wagner Tiso e Quarteto de Cello no B Hotel

Wagner Tiso e o Quarteto de Cello passeiam por referências que vão de Villa-Lobos a Tom Jobim, neste sábado (21), a partir das 20 horas, no B Hotel Brasília, para um seleto grupo de até 300 pessoas. O retorno do compositor, arranjador e maestro brasileiro ao Brasil foi marcado por várias parcerias musicais, como essa do projeto, uma parceria do hotel com a casa carioca Mistura Fina, que celebra, mais uma vez, os ritmos do jazz. No dia do espetáculo, o público vai ter a oportunidade de degustar um cardápio especial preparado pelo B Hotel. Quem apresentar o ingresso após o concerto ganha um drinque de boas vindas, desconto de 10% no valor total da conta e uma deliciosa sobremesa de cortesia – o Canoli de amêndoas.

 

SERVIÇO
No B Hotel (Setor Hoteleiro Norte, Quadra 5, Bloco J).
Wagner Tiso e Quarteto de Cello – B Hotel Brasília
Dia 21 de setembro. Sábado às 20 horas.
Ingresso: setor 1 R$ 170,00 com mesas e cadeiras; setor 2 R$ 130,00 com mesas e cadeiras; e setor 3 R$ 90,00 auditório. Vendas
aqui.
Reservas e informações: (61) 3962-2000.

 

 

 

 

 

DIVULGAÇÃO

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FOTO DA CAPA: ELAN ASCH FOTO DE DENTRO: KATE LEMMON

FOTO DA CAPA: ELAN ASCH
FOTO DE DENTRO: KATE LEMMON

Cristian Budu se apresenta no projeto Piano Brasileiro


A série de concertos Piano Brasileiro traz o músico Cristian Budu, um dos maiores pianistas brasileiros da atualidade, para única apresentação em 14 de setembro, no Auditório do Centro Cultural ADUnB. Vencedor de grandes prêmios internacionais, o jovem instrumentista interpreta obras de compositores nacionais e estrangeiros, tais como Villa-Lobos, Guarnieri, Guastavino, Ginastera, Schumann e Chopin.  

O brasileiro Cristian Budu, filho de romenos, conquistou o renomado Concurso Internacional Clara Haskil (Grande Prêmio + 2 prêmios extras, incluindo o prêmio do público), que foi considerada pela crítica especializada como o mais importante triunfo por parte de um pianista brasileiro dos últimos 25 anos. Ele ganhou prêmios como Instrumentista do Ano (2017) da Associação Paulista de Críticos de Arte e Melhor Concerto do Ano (2016) no Guia da Folha.

A série de concertos termina em 31 de outubro, com apresentação de Fabio Martino. O projeto teve início em janeiro de 2019, com o consagrado pianista Nelson Freire. A proposta da série nasceu da iniciativa do diretor do Instituto Piano Brasileiro, o pianista Alexandre Dias, de levar a diferentes públicos a música instrumental com pianistas de reconhecimento internacional.  O projeto leva a assinatura de produção de Naná Maris.

SERVIÇO
Série Piano Brasileiro apresenta Cristian Budu
Dia 14 de setembro. Sábado, às 20 horas.
No Auditório do Centro Cultural ADUnB (UnB, Campus Darcy Ribeiro, próximo ao Teatro Dois Candangos).
Ingresso: R$ 200 (categoria B), R$ 230,00 (categoria A) e R$ 260,00 (premium). Valores de inteira.
Ponto de venda exclusivo: Eventim Brasília Shopping e
www.eventim.com.br
Não recomendado para menores de 10 anos.

9ª edição do Studio Arqflex reúne profissionais da construção civil

Nos dias 14 e 15 de setembro, no Museu Nacional da República, o 9º Studio Arqflex reúne profissionais e estudantes de arquitetura, construção civil, engenharia civil, elétrica e mecânica, design de interiores e urbanização e paisagismo para compartilhar conhecimentos na área de projetos para construção civil, por meio de palestras, oficinas, mesas redondas e networking. Já estão confirmados os nomes de Sérgio Brasileiro, João Pantoja, Wilson Sallouti, Roberto Carril, Thaís Ruiz, Cândida Maciel, Imira de Holanda, Ruterford O. Campo, Jennifer Vitelli, Luiz Paulo Andrade e Choque Design.

Nada mais apropriado que realizar o evento no Museu Nacional da República, obra do célebre arquiteto Oscar Niemeyer, que celebra um rico legado de parcerias bem sucedidas e momentos inesquecíveis ao longo das oito edições anteriores. A edição deste ano contabiliza cerca de 300 participantes de todos os cantos do país, em conversas que abordam arquitetura, tecnologia, sustentabilidade e uso do espaço arquitetônico, de olho no futuro de projetos e sistemas construtivos elaborados. As inscrições estão esgotadas. Mais informações AQUI .

 

 

 

 

 

DIVULGAÇÃO

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O documentário Negra Luz, que revela as produções, os interesses e os desafios superados por artistas para fazer arte na cidade enquanto mulher negra, será exibido gratuitamente em 14 de setembro, às 17 horas, no Espaço Cultural Renato Russo da 508 Sul. A projeção faz parte da etapa final do projeto Negra Luz – Artistas Negras do Distrito Federal, que foi criado para produzir pesquisa e sistematização multimídia do universo das artistas negras da capital federal.

Foram entrevistadas Vera Verônika (música); Martinha do Coco (música); Edileuza Penha (cinema); Kati Souto (poesia); Aida Kellen Santos (canto); Aline Araujo (dança); Adelina Alves (moda), entre outras artistas de linguagens que compõem o cenário cultural local. O evento conta também com feira criativa, música, poesia e apresentação da pesquisa Negra Luz – Arte, território e narrativas, que sistematizou os dados do curta-documentário. Todo material da pesquisa vai estar disponível em pencards, que serão distribuídos ao público.

De acordo com Cleudes Pessoa, produtora do  projeto e umas das diretoras de arte do documentário, essa é a maneira de “difundir e visibilizar esse projeto tão afetivo de trocas”. A iniciativa tomou como ponto de partida artistas de Ceilândia, São Sebastião, Paranoá, Planaltina, Brazlândia, Riacho Fundo I, Taguatinga e Estrutural para debater o cenário cultural local. Entre as manifestações artísticas, há em comum a arte como uma forma de resistência, que se vincula às raízes ancestrais do povo preto e faz uma ponte para o futuro de (re)existência do mesmo.

SERVIÇO
Exibição do documentário Negra Luz e apresentação da pesquisa Negra Luz – Arte, território e narrativas
No Espaço Cultural Renato Russo da 508 Sul
Dia 14 de setembro. Sábado, às 14 horas.
Entrada franca.
Classificação indicativa livre.
Informações: 
projetonegraluz@gmail.com e (61) 9 9188-0560.

Documentário Negra Luz tem sessão gratuita no Espaço Cultural Renato Russo

Ester Trindade

Ester Trindade

Festival Dança em Trânsito movimenta o CCBB

 

O Festival Dança em Trânsito – Festival Internacional de Dança Contemporânea, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de 5 a 7 de setembro, leva ao público fã dessa importante expressão artística, espetáculos brasileiros, franceses e espanhóis. A proposta vai além de espaços convencionais como teatros e ocupa também paisagens urbanas, levando o fazer artístico para outros limites além dos locais comumente reservados à dança.  

No CCBB, além do teatro, o festival acontece na área externa, considerado um espaço de convivência de convivência aberta intensamente frequentados pelo público.  O espetáculo de abertura, Água, do espanhol bailarino Chey Jurado, mescla estilos de dança urbana. Na sequência, o Ateliê do Gesto, apresenta Dança Boba, com a construção de danças a partir de jogos de improviso nos corpos de dois intérpretes. Embalados por um universo sonoro recheado de texturas, uma linha poética tece camadas que potencializam e revelam a gestualidade construída a partir de uma gestação de afetos. 

No dia seguinte, O azul do céu me determina (FOTO), da companhia Referência em Arte, mergulha na intimidade de Manoel com as coisas da terra, com os cheiros e hálitos que marcaram sua infância, que se traduz com imensa simplicidade nos poemas do livro. E a programação da noite continua com duo da companhia francesa À FLEUR DE PEA. Para encerrar a passagem do Dança em Trânsito por Brasília, no dia 7, o carioca Grupo Tápias, apresenta o infantil Creme do Céu. 

No enredo, a queda acidental de uma estrela na Terra é o ponto de partida para o espetáculo.  Criado originalmente em 2017, na França, pelo Grupo Tápias, a apresentação reúne dança, teatro e videoarte e ganha uma nova versão brasileira, em 2019. E às 16h30, no espaço aberto, o solo Bolero de 4, de João Neto (Salvador/BA).  O espetáculo faz um diálogo entre os princípios da dança contemporânea e as técnicas esportivas de bicicleta BMX. Esta mistura estética desloca o esporte para o ambiente artístico e vice-versa.

PROGRAMAÇÃO
Dia 5 de setembro (QUINTA-FEIRA)
Água (14min), com CHEY JURADO Barcelona, Espanha
19h – Área Externa

Dança boba (50min), com ATELIÊ DO GESTO, Goiânia/GO
20h – Teatro I

Dia 6 de setembro (SEXTA-FEIRA)
O azul do céu me indetermina (17min), com REFERÊNCIA EM ARTE, Rio de Janeiro/RJ
19h – Área Externa

Un ange passe-passe ou entre les lignes il y a un monde (75 min), com CIA A FLEUR DE PEAU, Paris (França)               
20h – Teatro I

Dia 7 de setembro (SÁBADO)
Creme do céu (50min), com GRUPO TÁPIAS, Rio de Janeiro/RJ 
15h30 – Teatro I 

Bolero de 4 (16 min), com JOÃO NETO, Salvador/BA
Resultado da residência da Cia À fleur de Peau – Brasil e França (15 min).
16h30 – Área Externa

SOBRE OS ESPETÁCULOS
CHEY JURADO – Barcelona, Espanha
ÁGUA (14min). Classificação Indicativa Livre.
Água, o elemento que supera as adversidades, elemento puro, necessário, moldável, rígido, volátil, decisivo em dar vida ou tirá-la. Imprevisível peça que envolve o intérprete em uma regressão a esses múltiplos estados e sensações.

ATELIÊ DO GESTO – Goiânia (GO)
DANÇA BOBA (50 min). Classificação Indicativa Livre
Peça que se funda na construção de danças a partir de jogos de improviso nos corpos de dois intérpretes. As danças construídas ganham potência a partir da simplicidade, transitando desde memórias, nostalgias, leveza, dramaticidade.

REFERÊNCIA EM ARTE, com Renata Versiani – Rio de Janeiro/RJ, Brasil
O AZUL DO CÉU ME INDETERMINA (17 min). Classificação Indicativa Livre.
A narrativa coreógrafa é propositalmente imprecisa, fluida, aparentemente solta; o movimento conta histórias em seu percurso, ao mesmo tempo em que suscita reações do público. 

CIE À FLEUR DE PEAU – Paris, França
UN ANGE PASSE-PASSE OU ENTRE LES LIGNES IL Y A UN MONDE (75 min). Classificação Indicativa Livre.
Um verdadeiro hino ao silêncio que une, através de uma cascata de milhares de gestos precisos e sutis, o humor à emoção e a generosidade ao domínio perfeito de um estilo inimitável.

GRUPO TÁPIAS – Paris, França
CREME DO CÉU (50 min). Classificação Indicativa Livre.
Conta as aventuras de uma estrela curiosa que cai no planeta Terra e precisa encontrar uma forma de voltar ao céu. Para isso, conta com a ajuda de um adolescente, uma astrônoma e sua aprendiz.

JOÃO NETO – Salvador (BA)
BOLERO DE 4 (16 min). Classificação Indicativa Livre.
Diálogo entre os princípios da dança contemporânea e as técnicas esportivas de bicicleta BMX. Esta mistura estética desloca o esporte para o ambiente artístico e vice-versa, criando assim, outros significados particulares.

SERVIÇO
Dança em Trânsito
Dias 5, 6 e 7 de setembro.
No Teatro e área externa do Centro Cultural Banco do Brasil.
Ingressos para os espetáculos no Teatro: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Espetáculos têm acesso livre.
Vendas na bilheteria do CCBB e também no site 
www.eventim.com.br
Classificação Indicativa Livre

 

 

 

 

 

 

FOTO DA CAPA: ANTONIO OVEJER  FOTO DE DENTRO: SILVIA MACHADO

FOTO DA CAPA: ANTONIO OVEJER

FOTO DE DENTRO: SILVIA MACHADO

 
 

O CineCult comemora 200 edições nesta quinta-feira (5), com apresentação do Concerto Andaluzia e exibição do documentário Cultura Empresarial. O projeto, que iniciou em 2011, tem a proposta de valorizar e divulgar o cinema como vertente artística combinada por todas as outras manifestações artísticas: música, artes cênicas, pintura, arquitetura, escultura, literatura, fotografia, moda, entre outras. No Teatro do Brasília Shopping, às 19 horas, com a curadoria do psicoterapeuta de Íria Martins.

O concerto Andaluzia, de música e dança Hispano Árabes, apresenta os músicos Bernardo Bittencourt (alaúde árabe), Lucas Trigueiro (guitarra flamenca) e Raphael Cortés, (bailaor Flamenco). Já o documentário provoca o melhor do ser humano, que mostra que o mais importante ato de empreender é aquele de construir a si mesmo. O espectador vê o que pensam empresários e líderes, além de ser convidado a entrar no que é a forma mental do líder que  põe a mão na massa, que cria trabalho, dinheiro, espaço de ação.

O CineCult nasceu  com o propósito de promover valores de cultura humanista. A iniciativa já realizou 199 edições, com público atento, respeitoso e fiel. Trata-se de um projeto de empreendedorismo cultural que move pessoas. “Trata-se de instrumentalizar o cinema para ampliar a observação do mundo e possibilitar o contínuo aperfeiçoamento das relações consigo mesmo e com os outros. O Cinema é projeção. O espectador projeta a si, quando vive o filme. A reflexão a partir disso gera crescimento e autonomia mental”, conta a curadora.

SERVIÇO
COMEMORAÇÃO CINECULT 200 EDIÇÕES, com concerto Andaluzia – Música e Dança. Documentário Cultura Empresarial.
Dia 5 de setembro. Quinta-feira, às 19 horas.
No Teatro do Brasília Shopping.
Entrada franca.

Noite especial celebra 200 edições do CineCult

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Cena Contemporânea vai até 1º de setembro

 

O Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília – encerra a 20 ª edição neste fim de semana. Foram mais de 10 dias de evento que incluiu o total de 17 espetáculos. O CENA é um dos cinco maiores festivais internacionais de artes cênicas do Brasil e o maior da região central do país. E provoca a circulação de ideias, desperta reflexões, instiga a renovação de linguagens, estimula a produção cênica e gera parcerias internacionais.

As sugestões são Sonhos na Areia, da francesa Lorène Bihorel, escolhido como a melhor encenação pelo público do Festival de Avignon Off. Há Furacão Carmen, com texto do argentino Santiago Serrano especialmente escrito para os atores Murilo Grossi, de Brasília, e António Revez, de Portugal. Festa de Inauguração é o novo trabalho do celebrado Teatro do Concreto, com direção de Francis Wilker, e parte de um fato real: o achado de frases escritas no passado, pelos construtores do prédio do Congresso Nacional.

E Sonhares é título da nova encenação do Teatro do Instante, um dos grupos mais estáveis do Distrito Federal, com direção de Rita Castro. Invenções de Mundos é um trabalho que parte de indagações sobre leveza, criatividade, contato humano para chegar ao movimento. E ainda Mosh, espetáculo que alia dança, teatro, poesia e música para tratar temas como a violência urbana, sob a direção do coreógrafo, bailarino, professor praticante de parkour e acrobata paulistano Diogo Granato.

PROGRAMAÇÃO

Dia 31 de agosto (SEXTA-FEIRA)
17h e 20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Garagem, 913 sul.
17h e 20h – Invenções de Mundos – Coisazul (DF) – Teatro SESC Newton Rossi, Ceilândia.
20h – Festa de Inauguração – Teatro do Concreto (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul.
20h – Sonhos na Areia – Lorène Bihorel (França) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil.
20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) - Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília
16h – Teorema 21 - Grupo XIX de Teatro (SP) - Qd 33 Área especial S/N – Paranoá.

Dia 1º de setembro (SÁBADO)
11h e 16h – Canto do Medo – IV Festival Primeiro Olhar (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul.
17h e 20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Garagem - 913 sul.
20h – Sonhos na Areia – Lorène Bihorel (França) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil.
20h – Performance ATA – Agrupação Teatral Amacaca (DF), direção de José Celso Martinez Correa (SP) e David Climent (Espanha) – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul.
20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) - Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília.
20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Paulo Gracindo, Gama.

2 de setembro (DOMINGO)
11h e 16h – Canto do Medo – IV Festival Primeiro Olhar (DF) – Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul.
16h – Os Saltimbancos – ATA – Agrupação Teatral Amacaca, direção Hugo Rodas – Teatro SESC Newton Rossi, Ceilândia.
17h e 20h – Furacão Carmen – António Revez e Murilo Grossi (Portugal/Brasil) – Teatro SESC Garagem , 913 sul.
20h – Sonhos na Areia – Lorène Bihorel (França) – Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil.
20h – Sonhares – Teatro do Instante (DF) - Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília.
20h – Mosh – Diogo Granato (DF) – Teatro SESC Paulo Gracindo, Gama.

SINOPSES

FURACÃO CARMEN
Dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro, às 20 horas. No SESC Garagem. Com António Revez e Murilo Grossi (Portugal / Brasil). Não recomendado para menores de 14 anos.

Malecón da cidade de Havana. Um furacão avança pelo horizonte. Dois homens, desconhecidos entre si, esperam uma mulher. Eles não têm noção do perigo que se avizinha do mar. Têm apenas a certeza de terem conhecido a mulher de suas vidas. Eles brincam, brigam, descobrem origens comuns e não se assustam com os avisos do furacão Carmen que se aproxima.

SONHARES
Dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro, às 20 horas. No Centro de Excelência do Cerrado, do Jardim Botânico de Brasília. Com o Teatro do Instante (DF). Não recomendado para menores de 14 anos.

Quatro tendas e uma presença comum: a Memória, figura mitológica que tem como companheiras a Morte e a Imaginação, envoltas num tempo circular que abarca passado, presente e futuro. Tudo acontece em tendas, nas quais as pessoas irão transitar e interagir com narrativas independentes e interdependentes entre si.

MOSH
Dias 31 de agosto e 1º de setembro, às 20 horas. No Teatro SESC Paulo Gracindo do Gama. Direção de Diogo Granato (DF). Não recomendado para menores de 16 anos.

Mosh Pit é como se chama, em português, a roda punk ou bate-cabeça que se vê em alguns shows de rock. A ação serve de mote para a abordagem das formas em que se manifesta a violência masculina. A obra incorpora dança, teatro, poesia e música, com contornos pessoais a partir da personalidade dos três interpretes: Carolina Höfs, Juliano Coacci e Renato Alvarenga.

Performance / Instalação

INVENÇÕES DE MUNDOS
Dia 30 de agosto, às 17h e 20h. No Teatro SESC Newton Rossi de Ceilândia. Com Coletivo Coisazul (DF). Classificação Indicativa Livre.

Coisazul é uma dança que acontece entre pessoas e puffs azuis nos mais diversificados ambientes, indo ao encontro dos seres vivos para a composição de suas invenções de mundos. Somos nós que agimos sobre os objetos ou são os objetos que agem sobre nós? O CoisaAzul é um exercício prático de vivências dessa indagação.

FESTA DE INAUGURAÇÃO
Dia 30 de agosto, às 20 horas. No Teatro Galpão do Espaço Cultural Renato Russo. Com o Teatro do Concreto. Não recomendado para menores de 18 anos.

Uma reflexão sobre o ciclo de destruição, criação e catalogação. Quatro atores recolhem os cacos que sobraram do choque entre placas tectônicas, das inundações, das bibliotecas em chamas, das estátuas que perderam a cabeça e dos nossos próprios corpos, palavras e desejos. O difícil é escolher, entre aquilo que sobrou, o que tem relevância para a linha do tempo que fica.

TEOREMA 21
Dia 30 de agosto, às 16 horas. Na quadra 33, Área especial S/N, Paranoá. Com o Grupo XIX de Teatro (SP).

Uma família retorna ao antigo lar. Buscam novas possibilidades de existência no ambiente em que viveram, recriam relações e experimentam novas formas de convivência. A certa altura, recebem uma visita que aguardavam, mesmo que não soubessem disso. A montagem é encenada em um edifício abandonado, quase sem teto, com as paredes em meio aos escombros.

SONHOS NA AREIA (DES RÊVES DANS LE SABLE)
Dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro, às 20 horas. No Teatro do CCBB. Com Lorène Bihorel (França). Classificação Indicativa Livre.

“Sempre desenhei... Tive a sorte de nascer em uma família de pintores. Eu não fiz Belas Artes, minha experiência foi construída sobre o desejo de desenhar. O desenho na areia me abriu um novo campo de expressão. A areia está viva, em movimento. O desenhista geralmente trabalha sozinho. Graças a essa técnica eu posso compartilhar a magia da criação com o público...”.

CANTO DO MEDO
Dias 31 de agosto e 1º de setembro, 11 horas e 16 horas. Na Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul. Classificação Indicativa para crianças de até seis anos de idade.

Num grande vestido azul, a mãe conversa sobre seus medos e receios. Uma criança na hora da passagem do sono à vigília, a noite, o lobo, monstros, o mar... Diferentes medos que atravessam esse mundo do binômio mãe e filho são cantados e contados através de sombras, objetos e canções.

ESPAÇOS
- Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Trecho 2).
- Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, Teatro Galpão, Espaço Multiuso e Teatro de Bolso Robson Graia (508 Sul, Bloco A, entrada pela W-3 ou W-2).
- Teatro SESC Garagem (W4 Sul, Quadra 713/91).
- Teatro SESC Paulo Gracindo (Setor Leste Individual, QI 1, Lotes 620 a 680, Gama).
- Teatro SESC Newton Rossi (QNN 27, Área Especial, Lote B, Ceilândia Norte).
- Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília (Setor de Mansões Dom Bosco, Área Especial, Lago Sul).
- Paranoá (Quadra 33, Área especial S/N, Paranoá).

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) vendidos no site eventim.com.br, na bilheteria do CCBB (das 9h às 21h), no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul e no ponto de venda da Eventim no Brasília Shopping.

FOTO DA CAPA: ALEXANDRE MAGNO - FURACÃO CARMÉN  FOTO DE DENTRO: DIEGO BRESSANI - FESTA DE INAUGURAÇÃO

FOTO DA CAPA: ALEXANDRE MAGNO - FURACÃO CARMÉN

FOTO DE DENTRO: DIEGO BRESSANI - FESTA DE INAUGURAÇÃO

 
 

Orquestra Sinfônica se destaca na programação do Iate in Concert

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Programação cultural ao ar livre ao pôr-do-sol deste sábado (17), às margens do Lago Paranoá, com entrada gratuita mediante a doação de 5kg de alimento não-perecivel. A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro apresenta na quinta edição do Iate in Concert, no Iate Clube, a partir das 17h30, números clássicos, trilhas sonoras de cinema e de musicais. Com a regência do maestro Claudio Cohen, a orquestra tem a participação especial da pianista russa-alemã Kristina Miller.

A mestre em música pela Munich University of Music (Universidade de Música de Munique), na Alemanha, deve atuar no concerto, segundo maestro Cohen, em três momentos, na execução das peças Tchaikovsky, Concerto no.1, Rachmaninov, Concerto no.2, Chopin e Rapsody in Blue, de Gershwin. Outra convidada, a jovem brasiliense Manuela Korossy, de 17 anos, abrilhanta o espetáculo com sua voz de soprano. Ela vai cantar Ave Maria, de Bach Gounod, e Aria Babbino Caro, de Puccini.

De acordo com o diretor cultural do Iate, Carlos Santiago, a proposta do evento é levar ao público de todas as idades a música clássica. “O repertório será bastante vasto e pretende aproximar o público da linguagem musical que se apresenta em salas de concerto. Além do espetáculo musical, ao final do concerto teremos a tradicional queima de fogos e, depois, ainda haverá uma atração surpresa no espaço de gastronomia”, diz. Cerca de 5 mil pessoas devem comparecer ao evento, assim como ocorreu nas edições anteriores.

SERVIÇO
Iate in Concert 2019
Dia 17 de agosto. Sábado, abertura dos portões às 16h30. Início do espetáculo às 17h30.
No Iate Clube de Brasília – Orla
Ingresso: Doação de 5kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá), na entrada de convidados da Portaria Central, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 9h às 16h.
Não recomendado para menores de 18 anos.

 

Direto da época de ouro que deu início em 1920, o espetáculo No Tempo dos Regionais resgata os números que faziam sucesso no tempo em que esses conjuntos acompanhavam cantores e calouros ao vivo nas rádios. No teatro da Caixa Cultural, o grupo Fernando César e Regional, liderado pelo violonista de sete cordas Fernando César (FOTO), juntamente com a cantora Ellen Oléria, revisitam canções que marcaram gerações e músicas autorais, inéditas e contemporâneas tocadas e cantadas ao estilo antigo.

Faz parte do repertório números como Flor Amorosa, de Joaquim Callado e Catulo da Paixão Cearense - o primeiro choro que se tem registrado -, Doce de Coco, de Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho, Corta Jaca, de Chiquinha Gonzaga e Machado Careca, além de composições de outros nomes consagrados da música brasileira como Noel Rosa, Pixinguinha, Zequinha de Abreu, Eurico Barreiros, Hamilton de Holanda, Dorival Caymmi, Marisa Monte e Arnaldo Antunes.

“Hoje é muito raro ver um trabalho no conjunto regional acompanhando cantores cantando música com letra. Geralmente o conjunto regional faz seu trabalho instrumental. A intenção é trazer isso de volta e nada melhor do que convidar uma cantora jovem de outra vertente, que não é a vertente de conjunto de choro, do tipo de música que geralmente o regional acompanhava, que é a Ellen”, conta Fernando César. Porém, ele garante que esse universo não é tão distante da cantora, que já está acostumada a cantar samba e outros estilos musicais.

Como parte da programação, no sábado (24), ocorre um encontro para intercâmbio entre artistas e público, pesquisadores e jovens artistas, das 15 horas às 16h30, no Teatro da Caixa. Ellen Oléria e Fernando César vão falar sobre processo criativo e a história do regional. Sem necessidade de inscrição prévia, a entrada é gratuita. Já a renda da bilheteria do espetáculo será doada para o Instituto Sociedade, População e Natureza.

Saiba Mais
O conjunto regional foi uma formação musical característica das rádios brasileiras, que gravou diversos estilos de músicas durante a chamada Era do Rádio. Os regionais se firmaram como a formação ideal para a radiofonia brasileira, pois possibilitava a aproximação da música instrumental com os grandes cantores e ainda ofereciam versatilidade para acompanhar calouros e, por isso, foi elemento fundamental para o desenvolvimento da música popular no Brasil.

SERVIÇO
No Tempo dos Regionais
Dias 23, 24 e 25 de agosto. Sexta-feira e sábado, às 20 horas. Domingo, às 19 horas.
Na CAIXA Cultural Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 4, lotes 3/4 – Edifício anexo à Matriz da Caixa).
Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos).
Informações: (61) 3206-6456.
Não recomendado para menores de 14 anos.

Espetáculo No Tempo dos Regionais anima o Teatro da Caixa

FOTOS: DIEGO BRESANI

FOTOS: DIEGO BRESANI

A mostra The Wineyard Experience leva ao público, até 18 de agosto, uma experiência interativa dentro do universo dos vinhos. Quer experimentar? No ParkShopping, a iniciativa inclui na programação mesas interativas, conteúdos e workshops que estimulam os sentidos e trazem informações sobre produção e características dessa bebida tão apreciada em todo o mundo. Entre as atrações estão ainda degustações selecionadas entre mais de 200 rótulos de vinhos, incluindo marcas de todos os continentes.

A exposição utiliza a tecnologia de realidade virtual, que permite os participantes conhecerem o processo de produção do vinho, desde a colheita até o envase. As oficinas, ministradas por enólogos e sommeliers, apresentam técnicas de harmonização, análises sensoriais, assim como as noções básicas de como escolher o vinho e dicas sobre como servi-lo. Os interessados em participar nas oficinas gratuitas devem fazer sua pré-inscrição no site em até dois assuntos por CPF a cada dia.

A confirmação das inscrições acontece no local do evento, 15 minutos antes do início de cada workshop. Aqueles que não comparecerem nesse tempo limite, suas vagas serão automaticamente canceladas, podendo ser transferidas para quem estiver inscrito na lista de espera. Confira o regulamento completo da ação no site oficial.

GRADE DE HORÁRIOS

  • 06/08 - 17h30 às 18h30h - Marcelo Rodrigues (Estação do Vinho) Degustação às cegas

  • 07/08 - 17h30 às 18h30h - Renato Lessa (Oxford) Desmistificando o mundo das taças e vinhos

  • 07/08 - 19h30 às 20h30h - Renato Lessa (Oxford) Desmistificando o mundo das taças e vinhos

  • 08/08 - 17h30 às 18h30h - Taimmy Martins (Wine) Erros comuns na hora de degustar seu vinho

  • 09/08 - 13h30 às 14h30h - Rafael de Sá (Camicado) - A evolução do Vinho Tinto

  • 09/08 - 17h30 às 18h30h - Taimmy Martins (Wine) Quais são os diferentes tipos de garrafas e o que isso influencia o vinho

  • 09/08 - 19h30 às 20h30h - Marcelo Rodrigues (Estação do Vinho) Degustação às cegas

  • 10/08 - 13h30 às 14h30 - Rafael de Sá (Camicado) -A arte das Borbulhas

  • 10/08 - 17h30 às 18h30h - Marcos Augusto Rachelle (World Wine) Vinhos especiais

  • 10/08 - 19h30 às 20h30h - Taimmy Martins (Wine) Mitos do mundo do vinho: você se sai bem nesse?

  • 11/08 - 14h30 às 15h30h - Marcelo Rodrigues (Estação do Vinho) Degustação às cegas

  • 12/08 - 19h30 às 20h30h - Rafael de Sá (Camicado) - Fugindo do Tradicional: Uvas surpreendentes

  • 13/08 - 19h30 às 20h30h - Rafael de Sá (Camicado) - 50 Tons de Roses

  • 15/08 - 17h30 às 18h30h - Marcelo Rodrigues (Estação do Vinho) Degustação às cegas

  • 16/08 - 15h30 às 16h30h - Marcos Augusto Rachelle (Restaurante Oscar) Harmonização em duas etapas

  • 16/08 - 17h30 às 18h30h - Carina Cooper (Vinícola Salton) Vinho: Fato ou Fake

  • 16/08 - 19h30 às 20h30h - Carina Cooper (Vinícola Salton) Vinhos & Queijos

  • 17/08 - 13h30 às 14h30h - João Borges (Elettromec) Tecnologia e inovação de Adegas Elettromec e rótulos de vinhos

  • 17/08 - 15h30 às 16h30h - Carina Cooper (Vinícola Salton) Vinhos: Como Comprar

  • 17/08 - 17h30 às 18h30h - Carina Cooper (Vinícola Salton) Vinhos: Como degustar

  • 17/08 - 19h30 às 20h30h - Carina Cooper (Vinícola Salton) Vinhos & Queijos

  • 18/08 - 14h30 às 15h30h - Carina Cooper (Vinícola Salton) Vinhos: Fato ou Fake

  • 18/08 - 16h30 às 17h30h - Carina Cooper (Vinícola Salton) Vinhos: Como Comprar

  • 18/08 - 18h30 às 19h30h - Marcos Augusto Rachelle (World Wine) Vinhos especiais

    The Wineyard Experience
    De 6 a 18 de agosto de 2019
    ParkShopping – Praça Central
    De segunda a sábado, das 12h às 21h, e domingo, das 14h às 20h.
    Inscrições e informações
    AQUI.

Um mergulho no mundo do vinho no ParkShopping

FOTOS: FOTOFORUM/Augusto Costa

FOTOS: FOTOFORUM/Augusto Costa

2º Brasília Cidade Design vai de 13 a 17 de agosto

 

A segunda edição do Brasília Cidade Design, no Conjunto Cultural da República, reúne mentorias, debates, palestras, pitches, business parties, oficinas e painéis, como forma de trocar experiências com nomes do design, arquitetura, moda e empreendedorismo. A programação gratuita rola de 13 a 17 de agosto, sempre a partir das 10 horas. As inscrições para todas as atividades devem ser feitas pelo site bcd2019.com.br.

O evento recebe convidados de relevância nacional e internacional, como Guto Requena, consultor de design de marcas como Google e Nike; o arquiteto italiano Giacomo Pirazzoli; o designer brasileiro Sérgio Matos; o estilista Ronaldo Fraga; Léo Queiroz, ex-head da Apple Brasil; Pierre Mantovani, sócio e CEO do Omelete Company e co-criador e fundador da CCXP e GameXP; a jornalista Daniela Falcão, diretora-geral da Vogue; entre outros.

O Brasília Cidade Design traz visibilidade a projetos inovadores que promovam novos negócios e intercâmbio de conhecimento a partir dos temas design social, inovação e sustentabilidade e tem curadoria de Rafael Dietzsch, André Maya, Marisa Maass, Raquel Chaves, Aciole Félix, Dimitri Lociks, Simone Turíbio, Taiana Miotto e Marcos Nascimento. Dentro do evento, a Mostra Brasília Cidade Design fica aberta até 25 de agosto, no mesmo local.

 

VEJA A PROGRAMAÇÃO

 

Dia 13 de agosto – Terça-feira

 

Painéis

10h – O Brasil na Rede de Cidades Criativas da UNESCO e a Economia Criativa, com Isabel de Paula e Rosângela Araújo.

 

Palestras

10h30 – Novos Ambientes de Trabalho e a Influência Sobre os Negócios - Case Copa Coworking, com Flávio Vasconcelos.

11h – A importância do design na experiência do consumidor, com Leonardo Queiroz.

11h30 – Design for Humans - Inspirando Novos Comportamentos & Estilo de Vida, com Leonardo Gross.

15h – Dados, Arte e Cidades. – A arte como fio condutor das transformações das cidades, com Marck Al.

16h30 – Design para mudanças - Resolvendo Equações Impossíveis com líderes comunitários, com Daniela Brito.

17h – Design de Narrativa Cinematográfica, com Marcus Ligocki e Affonso Beato.

18h30 – Tecendo histórias: moda como instrumento de reafirmação cultural, com Ronaldo Fraga.

19h30 – Design social e Sustentável, com Sérgio Matos.

 

Oficina

18h30 – Experiências sustentáveis em Cidades Criativas no Brasil, América latina e Europa; ODS e a Rede de cidades Criativas, com Rosângela Araújo.

 

Mentorias

Das 10h30 às 19h30. Veja mais no site.

 

Stenio Diniz - Tema: Desenvolvimento de Modelos de Negócio

Pedro Castro - Tema: Modelagem de Negócios

Mariana Nogueira - Tema: Gestão Empresarial

Marcos Figueiredo - Mentoria: Financeira

Leonardo Marinho - Tema: Jurídico

Jens Schriver - Marketing Digital

Iara Rocha - Tema: Marketing

Gabriel Cardoso - Tema: Inovação e Sustentabilidade

André Campos - Tema: Processos e Modelagem de Negócios

Allan Alves - Tema: Marketing Digital e Planejamento

Alex Laquis - Tema:Contábil e Financeira

 

Dia 14 de agosto – Quarta-feira

 

Palestras

11h – Megatendências e Cenários Futuros – Design, inovação e sustentabilidade, com Peter Kronstrom.

11h30 – Nucleário ® – Biomimética & Design Aplicado na Natureza, com Bruno Rutman e Pedro Rutman.

14h30 – Jornada do Problem Solution Fit, com Luiz Fernando.

15h30 – De Startupeiro à Empreendedor Social: a tecnologia como motor para uma mudança social, com Marcos Roberto.

16h30 – Eventos e sustentabilidade (case Na Praia), com Eduardo Alves.

17h – Wine – Maior clube de assinatura de bebidas do Brasil, com Rogério Salume.

18h - Como uma editora de revistas se transformou para sobreviver à era digital – O case de Vogue e Glamour, com Daniela Falcão.

 

Evento

19h – Cotidiano Demoday, com Samuel Cotidiano e Henrique Cotidiano.

 

Painel

10h30 – Invest Up - Design de investimentos

 

Pitches

Das 11h30 às 17h30.

 

Oficinas

Das 10h às 12h - Design Thinking: Look'N Fell Talks com Fula

Das 14h às 17h - Pontos Turísticos com Sétima Produções

Das 18h às 20h - Experiências sustentáveis com Rosângela Araújo

 

Oficina Maker

Das 10h às 18h – Desenhando soluções para pessoas com deficiência utilizando tecnologias makers - Me Viro, com Marcos Oliveira

 

Dia 15 de agosto – Quinta-feira

 

Palestras

10h30 – Como Colocar 15 Milhões de Brasileiros em uma Cela VR / Mídias imersivas para causas sociais: dois estudos de caso bem-sucedidos, com Luiz Evandro.

11h30 – Quando a cidade convida: urbanidade em Afuá, Ilha do Marajó, Brasil. Apresentação do caso de Afuá (PA), com Marlysse Rocha.

14h30 – Hackeando a dobra - por dentro de 1 das 10 startups mais conscientes do Brasil / Mídias imersivas para causas sociais: dois estudos de caso bem-sucedidos, com Andressa Gallas.

15h – GreenUP - Hortas Verticais - uma pesquisa internacional enraizando-se no Brasil, com Giacomo Pirazzoli.  

15h30 – Variable Brand Voice, com Rodrigo Saiani.

16h – Case Omelete, com Pierre André Mantovani.

16h30 – Estruture sua Startup de Forma Segura para atrair investidores, com Leonardo Marinho.

17h30 – Investimento em Startup & Fomento, com Samuel Arantes e André Flores.

18h – 60+ Redesenhando sua vida, com Helena Schargel.

19h – Esculpindo Memórias - Design e Comportamento na Era Digital, com Guto Requena.

 

Oficinas

Das 10h às 13h – Pontos Turísticos com Sétima Produções

Das 17h30 às 19h30 – Descoberta: Cotidiano com Henrique Guimarães

 

Mentoria

Das 14h às 17h - Napkin Talks para empresários

 

SERVIÇO

2° Brasília Cidade Design

De 13 a 17 de agosto, palestras, oficinas, mentorias, pitches, debates e business parties.

No Conjunto Cultural da República (Eixo Monumental)

Entrada gratuita mediante inscrição em bcd2019.com.br

Classificação Indicativa Livre.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

FOTOS: DIVULGAÇÃO

 
 

João Carlos Martins abre Festival de Cinema no CCBB

 

De 9 a 11 de agosto, a terceira edição do Festival de Cinema BB DTVM, na área externa do Centro Cultural Banco do Brasil, traz gratuitamente uma seleção de longas-metragens brasileiros, shows musicais e DJs. O projeto Orquestrando o Brasil, de João Carlos Martins faz a abertura do evento, em 9 de agosto, sendo seguido pelo filme João, o maestro, de Mauro Lima, que conta a trajetória do músico. A programação continua no fim de semana.

No sábado, em 10 de agosto, será exibido um recordista de bilheteria em 2019, o filme De Pernas pro Ar 3, com as novas aventuras de Ingrid Guimarães pelo mundo. Após, a banda Sunflower Jam leva o seu som jovem para o palco na área externa do CCBB. No domingo, em 11 de agosto, o público confere o longa-metragem Minha fama de mau. A saga de Erasmo Carlos dá espaço para o show de Toni Garrido e o set do DJ Lizzo.

O projeto Orquestrando o Brasil conta com 250 orquestras e bandas. São mais de 9 mil músicos em 150 municípios envolvidos na empreitada de João Carlos Martins. A ideia é “unir diferentes regentes e líderes de grupos musicais dispersos por todo o país.” Conta o maestro. “Muitas vezes estes regentes não têm nenhum apoio técnico que não o do Orquestrando o Brasil. O projeto procura romper o isolamento desses grupos, apoiar seu trabalho e divulgar suas realizações”. 

Orquestrando o Brasil 
Desde 2018, com recursos da Fundação Banco do Brasil, capacita crianças e jovens para virarem instrumentistas clássicos. O projeto dissemina conteúdos e oferece capacitação para regentes corais, bandas e orquestras. No formato de plataforma digital, a ferramenta ajuda a construir uma relação permanente, tendo como objetivo ampliar o acesso das comunidades em situação de vulnerabilidade social à cultura. 

O Orquestrando o Brasil permite aos que participam exercerem uma aptidão que tenham, ou venham a desenvolver. Isso resgata a cidadania, a autoestima e a dignidade social aos jovens envolvidos. A partir disso, a tendência é reduzir o envolvimento deles na criminalidade. Idealizado pelo maestro João Carlos Martins, a iniciativa se apresenta pelo país provando que a música clássica está ao alcance de todos. Saiba mais em www.orquestrandobrasil.com.br.  

João, O Maestro, Mauro Lima 
Drama/Música. 1h57min. Não recomendado para menores de 14 anos.
Com problemas de saúde na infância, João Carlos Martins vê sua vida se transformar quando descobre o dom para o piano. Ainda jovem e já uma das grandes promessas da música erudita mundial, sofre um acidente que interrompe momentaneamente sua carreira. E é assim durante toda a vida: uma luta para que as limitações físicas não o impeçam de seguir sua vocação.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Dia 9 de agosto
18h – DJ Lizzo
20h – Apresentação do Orquestrando o Brasil, sob a regência do Maestro João Carlos Martins.
21h – Intervalo
21h15 – Apresentação do filme: João, o maestro.
23h15 – DJ Lizzo
0h – Encerramento

Dia 10 de agosto
18h – DJ Lizzo
20h – Apresentação do filme: De pernas pro ar 3
21h50 – Intervalo
22h05 – Show: Sunflower Jam
23h30 – DJ Lizzo
01h – Encerramento

Dia 11 de agosto
17h – DJ Lizzo
19h – Apresentação do filme: Minha fama de mau
21h – Intervalo
21h15 – Show: Toni Garrido
22h15 – DJ Lizzo
0h - Encerramento

SERVIÇO
3ª edição do Festival de Cinema BB D TVM
De 9 a 11 de agosto, no Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Trecho 2).
Todas as atividades do Festival são gratuitas. Para o cinema ao ar livre, a entrada está sujeita a lotação. Informações: (61) 3108-7600.
Consultar a classificação indicativa dos filmes na programação. Para as sessões e shows ao ar livre, a classificação é 16 anos. 

FOTO DE FORA: PEDRO DIMITROW  FOTO DE DENTRO: FERNANDO MUCCI

FOTO DE FORA: PEDRO DIMITROW

FOTO DE DENTRO: FERNANDO MUCCI

 
 

Brasília recebe a 10ª edição do Slow Filme

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Pela primeira em Brasília, a 10ª edição do SLOW FILME – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E ALIMENTAÇÃO ocorre de 1º a 4 de agosto, no Cine Brasília com extensão para o Centro Cultural Renato Russo, na 508 Sul. A iniciativa reúne a arte cinematográfica e o melhor da gastronomia mundial, com foco na sustentabilidade. Ou seja, a fusão entre o prato e o planeta. A entrada é franca.

O festival é único com este perfil no Brasil e vem sendo realizado desde 2010 pela empresa Objeto Sim Projetos Culturais. Até o ano passado, o evento acontecia na pequena cidade de Pirenópolis, Goiás, situada a 150 km de Brasília. Na capital do Brasil, o Slow Filme vai rolar no Cine Brasília, com a exibição de 23 filmes, palestras, lançamentos de livros e uma feira de produtos locais que ficará montada durante os quatro dias do evento.

Como extensão, várias atividades ocuparão também o Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul. Ali, haverá exibições seguidas de debates, workshops e um passeio para reconhecimento de PANCs – Plantas Alimentícias Não-Convencionais, quando os espectadores serão convidados a andar a pé pelas quadras da Asa Sul para descobrir que muitas plantas consideradas “mato” são, na verdade, comestíveis.

Em 2019, o Slow Filme homenageia duas personalidades que apoiam o evento desde seus primeiros anos – o chef Juan Pratginestós, que comanda a cozinha do Restaurante Montserrat, de Pirenópolis, e a jornalista Liana Sabo, que assina a coluna Favas Contadas, no Correio Braziliense. Juan, inclusive, é personagem principal do primeiro episódio da série Alma D’Chef, do cineasta Ronaldo Duque, que será lançada durante o festival.

As sessões começam às 17h30 de quinta-feira e seguem até às 21h de domingo, em um total de 20 sessões no Cine Brasília e uma no Espaço Cultural. Para incentivar o reconhecimento dos frutos e plantas do Cerrado, SLOW FILME acolhe o lançamento dos dois volumes do livro Frutos e Sementes do Cerrado, de Marcelo Kuhlmann. A obra é resultado de mais de 10 anos de pesquisa feita pelo biólogo e doutor em Botânica Marcelo Kuhlmann.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

QUINTA-FEIRA – 1º DE AGOSTO
17h30
 – Apresentação do Slow Food Cerrado pelos facilitadores Thaíssa Aragão (líder do Convivium Slow Food Cerrado) e Jean Marconi (ativista, Slow Food – Região Centro-Oeste).
18h Slow Food Story 
20h – Sessão Especial de abertura com lançamento da série Alma D’Chef – do cineasta Ronaldo Duque. Homenagem ao cozinheiro Juan Pratginestós.
20h30 – Histórias da Comida Cubana.

SEXTA-FEIRA, DIA 2 DE AGOSTO
16h 
– Meridiano do Vinho 
(Após a sessão, a sommelier Patrícia Amada estará no foyer do cinema, para conversar sobre vinhos georgianos. Também serão disponibilizados para a compra os rótulos Tbilisi Tinto 2017 e Saperavi Tinto 2016).
17h30 – Na Trilha de Gastón
19h – O Império do Ouro Vermelho 
20h30 – Homenagem a Liana Sabo (responsável pela coluna Favas Contadas do Correio Braziliense).
20h45 – Senhor Maionese 

SÁBADO, DIA 3 DE AGOSTO
11h 
– Dois tomates e dois destinos Comer o quê? )
15h – Jaén – Virgen & Extra 
17h – Faça Homus, não faça Guerra 
18h30 – I Villani 
20h30 – O chef errante 

DOMINGO, DIA 4 DE AGOSTO
10h30 
– O Sabor do Desperdício 
(Após a sessão, conversa com Paulo Mello, chef, permacultor, empresário e fundador do Instituto Ecozinha).
15h30 – Quando a Itália comia em preto e branco  + O Retorno.
16h30 – Retrato de um Jardim 
18h30 – Lançamento do registro audiovisual, com a presença dos chefs, do projeto Cerrado no Prato – Expedição Kalungas – Vão das
Almas/GO
 + História da Alimentação no Brasil.(Após a exibição, degustação da tradicional paçoca de gergelim, produzida pela comunidade).
21h – A Mentira Verde 

SINOPSES

A MENTIRA VERDE
 
Áustria, 2018, 97min. Direção: Werner Boote.
Se tudo o que as corporações nos dizem é verdade, podemos salvar o mundo somente com nossas decisões de compra! Uma mentira popular e perigosa. Neste documentário há imagens de marketing sustentável que grandes atores globais fizeram nos últimos anos com o intuito de recuperar a confiança da crescente multidão de clientes céticos.

ALMA D’CHEF
Brasil, 2019, 24min. Direção: Ronaldo Duque.
Primeiro episódio da série documental que explora experiências de chefs que assumiram o comando de cozinhas tardiamente, após terem construído carreiras de sucesso em diferentes profissões. O primeiro dos 13 episódios do projeto é dedicado ao chef Juan Pratginestós, que antes de se dedicar à gastronomia, construiu uma consagrada trajetória como fotógrafo.

CERRADO NO PRATO – EXPEDIÇÃO KALUNGAS – VÃO DAS ALMAS/GO
Brasil, 2019, 3min. Fotografia: Rafael Facundo e Camila Sena.
O projeto Cerrado no Prato, com curadoria da chef Ana Paula Jacques, é uma plataforma colaborativa e integrada que reúne pesquisadores e chefs de cozinha e tem como objetivo promover o uso sustentável da sociobiodiversidade do Cerrado na gastronomia e no turismo, como estratégia para valorização e conservação do segundo maior bioma brasileiro.

COMER O QUÊ?
Brasil, 2015, 60min. Direção: Leonardo Brant, com a colaboração de Caio Amon, Graziela Mantoanelli.
Será que nossos hábitos alimentares influenciam a distribuição de renda ou as condições ambientais do nosso planeta? Essas e outras perguntas são exploradas em ‘Comer o quê?’. Personagens como Alex Atala, Bela Gil, Helena Rizzo, Marcos Palmeira, Márcio Atalla, e outros convidam o espectador para um mergulho na gastronomia e nos hábitos alimentares dos brasileiros.

DOIS TOMATES E DOIS DESTINOS 
Espanha, 2012, 9min. Uma produção da VSF – Veterinários Sem Fronteiras.
Dois tomates, o transgênico K-44 e o orgânico Maurício, se conheceram através de um chat da internet e marcam encontro em um bar. A princípio, K-44 parece mais atraente, mas Maurício tem uma coisa que deixará K-44 louco. No entanto, Maurício sabe muito bem o que quer e o que não quer.

FAÇA HOMUS, NÃO FAÇA GUERRA
Austrália, 2012, 77min. Direção: Trevor Graham.
Pode o amor pelo homus ser a receita para a paz no Oriente Médio? A partir desse questionamento, inicia uma jornada por países que, apesar de viverem em guerra uns contra os outros, têm em comum a paixão pelo alimento preparado com grão-de-bico.

HISTÓRIAS DA COMIDA CUBANA 
EUA, 2018, 82min. Direção e produção: Asori Soto.
Depois de viver dez anos como expatriado nos Estados Unidos, Asori Soto decide retornar à sua terra natal, Cuba, para procurar os sabores que faltam em sua infância. Uma aventura pessoal por toda a ilha para descobrir os mais autênticos sabores e histórias por trás da culinária cubana.

I VILLANI
Itália, 2018, 83min. Direção: Daniele De Michele.
O filme acompanha a rotina de quatro trabalhadores, do nascer ao por do sol, do início ao fim de sua jornada de trabalho. Da hora em que acordam até o momento em que vão dormir, seus ofícios, suas famílias, prazeres e tristezas são analisados enquanto eles explicam a sensação de viver e falam sobre pesca e agricultura.

JAÉN – VIRGEN & EXTRA
Espanha, 2018, 90min. Direção: José Luis Lopez-Linares.
O azeite é o componente essencial da dieta mediterrânica. No início do século 21, uma revolução começou em Jaén, município espanhol da Andaluzia: a mais emblemática das azeitonas locais, historicamente subvalorizada, poderia dar o melhor azeite de oliva extra virgem do mundo. Este documentário apresenta os desafios colocados por esta mudança.

MERIDIANO DO VINHO 
Geórgia, 2016, 60min. Direção: Nana Jorjadze.
Na década de 1960, uma das maiores descobertas no mundo vínico foi o reconhecimento da Geórgia como o berço do vinho. No filme, um jovem que quer descobrir um lugar no mundo, começa a percorrer a rota do vinho. É explicado o processo de produção de vinho no país e detalha a variedade de uvas e tipos de videiras encontradas nas várias regiões da Geórgia.

NA TRILHA DE GASTÓN 
Peru, 2014, 75 min. Direção: Patricia Perez.
Há muitos chefs no mundo, mas apenas um é considerado herói nacional. Este é Gastón Acurio, um dos mais consagrados internacionalmente, que, por meio da gastronomia, recuperou a autoestima e até mesmo a identidade do povo peruano. O filme apresenta as histórias por trás desse homem que transcendeu a gastronomia em uma missão para mudar seu país por meio da comida.

O CHEF ERRANTE 
Coreia do Sul, 2018, 85min. Direção: Hye-Ryoung Park.
JihoIm é um chef de renome mundial, conhecido por viajar de um extremo a outro da península coreana, buscando ingredientes exclusivos. Um dia, ele conhece alguém muito especial na estrada que o leva ao desafio mais incrível da sua vida: conceber e cozinhar 108 pratos em 24 horas - significante das 108 agonias da vida no budismo - para homenagear sua mãe adotiva.

O IMPÉRIO DO OURO VERMELHO 
França, 2017, 54min. Direção: Jean-Baptiste Mallet e Xavier Deleu.
A industrialização do tomate precedeu a economia globalizada que se seguiria. Agora é uma commodity como trigo, arroz ou gasolina. Dez anos antes de Ford começar a produzir carros em massa, a Heinz convertia tomates em latas padronizadas de purê. Ela foi uma das primeiras empresas a entender o poder da marca.

O ROUNDUP FACE AOS SEUS JUÍZES
França/Suíça/Bélgica, 96min, 2017. Direção: Marie-Monique Robin.
O filme se posiciona contra as agressões ao meio ambiente, proporcionadas pelo uso do herbicida roundup, o mais vendido no mundo, cuja fórmula inclui o glifossato, molécula altamente tóxica. Seu uso provoca má formação nas crianças, cânceres, além de moléstias respiratórias e renais. Especialistas evidenciam o escândalo sanitário em curso em países de todos os continentes.

O RETORNO (IL RITORNO)
Itália, 2011, 12 min. Direção: Roberto Rabitti.
Curta-metragem que descreve os princípios gastronômicos nos quais se baseia a culinária de Massimo Bottura, patrono chef da cozinha da Osteria Francescana, de Módena, Itália, restaurante que tem três estrelas no prestigiado Guia Michellin e está listado no top cinco dos melhores restaurantes do mundo.

O SABOR DO DESPERDÍCIO 
Alemanha, 2011, Cor, 88 min. Direção: Valentin Thurn.
Porque jogamos nossa comida no lixo? Domicílios alemães estão jogando fora alimentos no valor de 20 bilhões de euros por ano, o mesmo valor do faturamento anual do grupo Aldi, uma das maiores empresas do ramo de supermercado da Alemanha. A comida desperdiçada na Europa daria para alimentar duas vezes todas as pessoas que estão passando fome no mundo.

QUANDO A ITÁLIA COMIA EM BRANCO E PRETO 
Itália, 2015, 20min; Direção: Andrea Gropplero di Troppenburg.
Uma viagem divertida sobre as receitas tradicionais e regionais da cozinha italiana, através de imagens em branco e preto, recuperada do Archivio Cinetografico do Instituto Luce Cinecittá, de Roma, Itália. Um delicioso percurso por alimentos, cozinhas, depoimentos e casos divertidos de personalidades da indústria do entretenimento e da cultura.

RETRATO DE UM JARDIM 
Holanda, 98min. Direção: Rosie Stapel.
Em uma histórica horta de uma propriedade holandesa, um mestre podador e um jardineiro cuidam dos arranjos de galhos em um muro. Durante esse tempo, compartilham seus conhecimentos sobre horticultura. Rodeados por plantas, árvores, um laranjal histórico, pomares e uma vinha, dividem sua paixão sobre quais seriam os ingredientes básicos para o sucesso de uma grande horta.

SENHOR MAIONESE 
Austrália, 2016, 95min. Direção: Trevor Graham.
Inspirado na história de família do próprio realizador Philippe Mora. Sua mãe e seu pai, junto com o mímico Marcel Marceau, enfrentaram o III Reich, usando um recurso bastante criativo: passavam papéis da resistência e passaportes dentro de baguetes cheias de maionese garlic. Com suas luvas brancas, os soldados alemães se negavam a abrir o pão.

SESSÃO ESPECIAL: SÉRIE HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL
Brasil, 2017, 112min. Direção: Eugenio Puppo.
Série que tem como fio condutor o livro homônimo do maior folclorista brasileiro, o pesquisador Luis da Câmara Cascudo, que viajou pelo Brasil, entrevistando ex-escravos, donas de casa, pessoas nas feiras, estudou a cultura indígena, foi à África e estudou extensa bibliografia. O cineasta Eugenio Puppo seguiu os passos do mestre e concebeu uma série de 13 capítulos, com 30 minutos cada um. SLOW FILME exibirá quatro episódios.

 

Novela literária de Patrícia Del Rey pelas quadras da Asa Norte

 

Uma verdadeira experiência urbana poética por Brasília. O novo projeto da artista Patrícia Del Rey propõe ao público uma caminhada pela cidade ao mesmo tempo em que escuta trechos do seu livro. O lançamento da novela literária Cimento Fresco será neste domingo (28/07) e passa por 17 pontos espalhados entre as quadras 415 e 416 Norte. Cada local tem um QR-Code que conta parte da história. Para participar e acessar a obra não há cobrança de ingresso, o visitante só precisa de um smartphone com aplicativo para leitura do código de barras bidimensional.

O livro da poeta brasiliense, que integra o Coletivo Transverso, traz uma breve narrativa dividida em capítulos, maior do que um conto e menor do que um romance. Uma novela literária que aborda a beleza do amor - independente do seu formato, a dor dos preconceitos, da homofobia, do machismo e também a descoberta de se reinventar. Ao caminhar dentro desse enredo, que é permeado pela cidade, a personagem principal se abre para novas experiências. De acordo com a autora, antigamente as pessoas seguiam um modelo clássico de relacionamento afetivo e com padrões de comportamento bem definidos.

Atualmente, as pessoas têm a liberdade de vivenciar novos arranjos. “Está todo mundo tentando atingir esse lugar do amor e da felicidade independente do gênero, da faixa etária e dos acordos, todo mundo quer um relacionamento, quer amar e ser feliz”, destaca.  A atriz Adriana Lodi, convidada para interpretar a narrativa sonora, dá voz a personagem principal do livro. “É um prazer imenso participar desse projeto, que me causou tanta empatia. A Patrícia escreve uma prosa poética muito intensa que atravessa os nossos femininos em muitas dimensões, é muito inquietante. Você começa a ler e não quer parar”, diz.

A organização indica aos interessados comparecerem com fone de ouvido, celular com a bateria carregada e canga para relaxamento. A iniciativa tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) e fica disponível por tempo indeterminado nos pontos selecionados. A publicação também apresenta versão impressa, sendo comercializada no dia do lançamento a R$ 20,00.

SERVIÇO
Lançamento da Experiência literária Cimento Fresco
Dia 28 de julho. Domingo, a partir das 15h30.
Ponto inicial e final do percurso – 416 Norte (Coreto próximo ao Bloco A)
Entrada franca

PAULA CARRUBBA

PAULA CARRUBBA

 
 

A proposta é viajar pela Bauhaus, escola de artes alemã que influenciou profundamente a estética e os modos de fazer do século 20 e celebra, neste ano, seu centenário de criação. As ideias minimalistas e modernas do movimento reverberam até hoje, por isso o Goethe-Zentrum Brasília e a Embaixada da Alemanha no Brasil, em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC, realizam o projeto “BSBauhaus”, até 31 de julho, no Sesc 504 Sul, com entrada franca.

Neste período, o público confere a exposição Bauhaus 1919-1933. Universos de ideias, concepções de espaço, visões de objetos, com curadoria de Jolanthe Kugler, do Vitra Design Museum, da Alemanha. A seleção de fotografias, documentos, catálogos de venda, obras de arte, textos e filmes formam um panorama sobre o complexo mundo de ideias da Bauhaus. Destaque para a foto da Universidade Bauhaus em Weimar, da Casa de diretor, de Mies van der Rohe, de 1931 ou 1932, pertencente a Walter Peterhans.

Ainda como parte da programação, no dia 19 de julho, às 19 horas, exibição do documentário A Construção do Futuro – 100 anos da Bauhaus. Partindo da Bauhaus como utopia social, Niels Bobrinker e Thomas Tielsch investigam a evolução dessa importante escola de arte e arquitetura e sua capacidade de seguir inspirando até a atualidade. O filme é muito mais que uma história da construção; ele consegue desenhar uma história da cultura do pensamento moderno sobre o espaço, que é tão envolvente quanto esclarecedora.

Ocorre também a experiência imersiva Virtual Bauhaus, que utiliza a realidade virtual como suporte. Os visitantes são transportados para dentro do prédio em Dessau, na forma como nos anos 1920, por meio desse ambiente em 3D. O público pode estudar materiais no curso preliminar da instituição, visitar os dormitórios onde os estudantes viviam, envolver-se com uma performance experimental e subir pela escadaria icônica do prédio, elemento arquitetônico notável que abrigava sessões de fotos e as famigeradas festas.

SERVIÇO

Bauhaus 1919-1933
Universos de ideias | Concepções de Espaços | Visões de Objetos, de curadoria Jolanthe Kugler
Até 31 de julho. De segunda a sexta, das 9h a 21h.
No Espaço Cultural Ary Barroso do Sesc Estação 504 Sul

A Construção do Futuro – 100 anos da Bauhaus
Documentário, Alemanha, 2018, 90 min.
Direção: Niels Bobrinker e Thomas Tielsch
Dia: 19 de julho de 2019, às 19h.
No Espaço Cultural Ary Barroso do Sesc Estação 504 Sul

Bauhaus Virtual
Até 26 de julho.
Horários de visitação:
Dias 14 e 15 de julho (domingo e segunda) – das 19h às 21h
De 16 a 19 de julho (terça a sexta) – das 9h às 12h e das 14h às 18h
Dia 20 de julho (sábado) – das 18h às 21h
De 22 a 26 de julho (segunda a sexta) – das 9h às 12h e das 14h às 18h
No Espaço Cultural Ary Barroso do Sesc Estação 504 Sul

Uma viagem pela Bauhaus

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Gal Costa se apresenta em Brasília

FOTOS: DIVULGAÇÃO

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Gal Costa traz ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, neste sábado (06/07), a turnê A pele do futuro, considerada pela crítica como um dos maiores espetáculos de sua carreira. O repertório composto por 20 canções passeia pelos 53 anos da trajetória profissional da cantora, com destaque para canções do novo disco. A formação da plateia chama atenção, com a presença de fãs cada vez mais jovens.

Gal coloca a sua voz a serviço de temas assinados por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Silva, Dani Black, Djavan, Nando Reis, Jorge Mautner, Marília Mendonça, Roberto e Erasmo Carlos, Dorival Caymmi, Moraes Moreira, Lupicínio Rodrigues, Ronaldo Bastos e César Lacerda, entre outros. A banda é formada por Pupillo (bateria e direção musical), Chicão (teclado), Pedro Sá (guitarra), Lucas Martins (baixo) e Hugo Hori (sax e flauta).

 

SERVIÇO
GAL COSTA – A PELE DO FUTURO
DIA 6 DE JULHO. SÁBADO, ÁS 21H30.
NO CENTRO DE CONVENÇÕES ULYSSES GUIMARÃES
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS.

INGRESSOS
Premium – R$ 250,00 (inteira) e R$ 125,00 (meia)
Gold – R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia)
VIP – R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia)
Especial – R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia)
Especial Popular (MCid) – R$ 75,00 (inteira) e R$ 37,50 (meia)
Superior Popular (MCid) – R$ 75,00 (inteira) e R$ 37,50 (meia)
Vendas no site
Ingresso Rápido e no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

 

Obras de Robert De Niro para fãs do cinema

Os fãs da obra do ator Robert De Niro podem ser preparar para mergulharem na filmografia do astro. De 25 de junho a 7 de julho, no Centro Cultural Banco do Brasil, a mostra De Niro faz um recorte do trabalho do artista que despontou para o mundo após sua participação em O poderoso chefão II, de Francis Ford Coppola, interpretando Vito Corleone, o jovem siciliano que se tornaria o chefão da Máfia. Ao todo são 12 títulos em diferentes períodos cinematográficos. Indo do típico cinema autoral europeu até a as obras conhecidas do cinema norte-americano.

Um dos destaques da mostra, Touro indomável rendeu à Robert De Niro o Oscar de melhor ator em 1981. O filme, baseado na vida do boxeador Jake La Motta, reafirmou o aspecto perfeccionista, quase maníaco, de De Niro, ao se sujeitar a uma duríssima dieta alimentar para engordar 30 quilos. Ele achava que só assim poderia agregar verdade e credibilidade ao período de decadência de La Motta. A mesma obsessão perfeccionista fez o ator imitar com obstinada meticulosidade o sotaque e trejeitos utilizados por Marlon Brando na composição do Don Corleone de O poderoso chefão.

Programação COMPLETA

25 de junho – Terça-feira
14h30 - Era Uma Vez na América (1984), de Sergio Leone, 229min. Não recomendado para menores de 18 anos
19h - Olá, Mamãe! (1970), de Brian De Palma, 87min. Não recomendado para menores de 14 anos.

26 de junho – Quarta-feira
15h - Desafio no Bronx (1993), de Robert De Niro, 121min. Não recomendado para menores de 16 anos.
17h30 - O Franco Atirador (1978), de Michael Cimino, 183min. Não recomendado para menores de 18 anos. *Sessão com acessibilidade (legendagem descritiva e audiodescrição)

27 de junho – Quinta-feira
15h30 - Fuga à Meia-Noite (1988), de Martin Brest, 126min. Não recomendando para menores de 16 anos.
18h - Fogo contra Fogo (1995), de Michael Mann, 170min. Não recomendado para menores de 14 anos.

28 de junho – Sexta-feira
14h30 - O Bom Pastor (2006), de Robert De Niro, 167min. Não recomendado para menores de 14 anos.
18h - Jackie Brown (1997), de Quentin Tarantino, 154min. Não recomendado para menores de 14 anos.

29 de junho – Sábado
13h30 - Fuga à Meia-Noite (1988), de Martin Brest, 126min. Não recomendado para menores de 16 anos.
16h30 - Touro Indomável (1980), de Martin Scorsese, 129min. Não recomendado para menores de 16 anos.
19h – DEBATE com o curador Paulo Lima Santos e a atriz e preparadora de elenco Raissa Gregori.

30 de junho – Domingo
14h - Jackie Brown (1997), de Quentin Tarantino, 154min. Não recomendado para menores de 14 anos.
17h30 - O Franco Atirador (1978), de Michael Cimino, 183min. Não recomendado para menores de 18 anos.

02 de junho – Terça-feira
15h - Touro Indomável (1980), de Martin Scorsese, 129min. Não recomendado para menores de 16 anos.
17h30 - O Bom Pastor (2006), de Robert de Niro, 167min. Não recomendado para menores de 14 anos.

03 de junho – Quarta-feira
15h – A Família Flynn (2012), de Paul Weitz, 102min. Não recomendado para menores de 16 anos.
17h – O Poderoso Chefão 2 (1974), de Francis Ford Coppola, 202min. Não recomendado para menores de 14 anos.

04 de junho – Quinta-feira
13h – Olá, Mamãe! (1970), de Brian De Palma, 87min. Não recomendado para menores de 14 anos.
15h – 1900 (1976), de Bernardo Bertolucci, 317min. Não recomendado para menores de 18 anos.

05 de junho – Sexta-feira
13h – O Poderoso Chefão 2 (1974), de Francis Ford Coppola, 202min. Não recomendado para menores de 14 anos.
16h45 – Desafio no Bronx (1993), de Robert De Niro, 121min. Não recomendado para menores de 16 anos.
19h15 - A Família Flynn (2012), de Paul Weitz, 102min. Não recomendado para menores de 16 anos.

06 de junho – Sábado
13h45 - Fogo contra Fogo (1995), de Michael Mann, 170min. Não recomendado para menores de 14 anos.
17h – Era Uma Vez na América (1984), de Sergio Leone, 229min. Não recomendado para menores de 18 anos.

07 de junho – Domingo
13h30 - 1900 (1976), de Bernardo Bertolucci, 317min. Não recomendado para menores de 18 anos.

SERVIÇO
DE NIRO
NO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL
DE 25 DE JUNHO A 7 DE JULHO.
INGRESSO A R$ 10,00 (INTEIRA) E R$ 5,00 (MEIA)
CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO INDICATIIVA DE CADA SESSÃO.

 

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Vivendo de brisa, uma comédia musical em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil  

 

A trajetória de um compositor de origem humilde que almeja se lançar como artista profissional e crescer socialmente no Rio de Janeiro. Esse é o mote do espetáculo Vivendo de brisa, uma comédia musical, que estreia em Brasília no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), nos dias 29 e 30 de junho. Em 13 canções, a apresentação passeia por diversos estilos: samba-canção, samba sincopado, foxe, frevo, baião e bossa e colabora na construção do musical brasileiro, com artistas e repertório brasilienses.

O boêmio Geraldo de Matos se vê dividido entre duas paixões: a cândida Jandira e a independente Sueli. A trama inspira-se na vida de compositores como Wilson Baptista (1913-1968) e Geraldo Pereira (1918-1955). A história acontece na capital carioca, entre o final dos anos 1930 e meados dos anos 1940, fase em que o rádio se consolida como principal veículo na difusão da música popular. Fernando Marques assina concepção, texto e canções autorais. Direção de André Amaro e direção musical de José Cabrera.

SERVIÇO
Vivendo de Brisa, uma Comédia Musical
No Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil
Dias 29 e 30 de junho. Sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Vendas na bilheteria do CCBB ou pelo
Eventim
Não recomendado para menores de 16 nos.

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Festival Música na Estrada termina oitava edição em Brasília

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O 8º Festival Música na Estrada encerra a atual temporada em Brasília. De 2 a 8 de maio, uma série de atividades artísticas e educacionais movimentam pontos culturais da capital federal gratuitamente. O projeto, que deu início em Boa Vista (RR), em novembro de 2018, combina música clássica e popular, artes cênicas e dança. O festival termina com a apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro no Cine Brasília, em 7 de maio, com participação de solistas renomados.

Essa é a terceira vez que o Festival Música na Estrada passa por Brasília. O coordenador do projeto, Fernando Ramos, da Kommitment Produções Artísticas, que assina a realização do projeto desde 2011, quando foi criado, lembra que a iniciativa já faz parte do calendário cultural no Norte e Centro-Oeste do país. “A cada ano buscamos inovar nossa programação visando proporcionar novas e enriquecedoras trocas artísticas”, afirma Ramos. Neste ano, a proposta viajou quatro cidades brasileiras.

APRESENTAÇÕES E OFICINAS
As apresentações iniciam com o Concerto Didático para Escolas Públicas, com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do Maestro Claudio Cohen, e seguem com Laila Garin (FOTO) e a ROda em uma homenagem à cantora Elis Regina.  A programação continua com a Orquestra de Violões do Amazonas, sob regência do Maestro Davi Nunes, e o Quarteto de Choro Sai da Frente, que faz um passeio pela música brasileira no Teatro Sarah, no Hospital Sarah Kubitschek.

No encerramento, a pianista Sylvia Thereza (Bélgica), a soprano Lys Nardoto (Brasília), o flautista Rubem Schuenck (Rio de Janeiro) e o fagotista Hary Schweizer (Brasília) acompanham a Orquestra Sinfônica. As oficinas instrumentais, com professores renomados, ocorrem na Escola de Música de Brasília e trazem a pianista Sylvia Thereza, da Bélgica, Rubem Schuenck, do Quinteto Villa-Lobos, do Rio de Janeiro, com a flauta transversal, e Carlos Jr., da Orquestra de Violões do Amazonas, com bandolim e violão.

O FESTIVAL
A 8ª edição começou em Boa Vista (RR), em 3 de novembro, e Belém (PA), no período de 21 a 23 de novembro de 2018. Em 2019, o Festival já passou pelas cidades de Manaus, Porto Velho e agora, Brasília. A 7ª edição do Música na Estrada percorreu, em 2017, mais de 17 mil quilômetros em sete estados da Amazônia brasileira, com 33 apresentações, 400 pessoas envolvidas, entre artistas, produtores, técnicos e prestadores de serviço, 32 professores de música e dança atendendo 750 alunos e mais de 17 mil pessoas.

PROGRAMAÇÃO

APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS
DIA 2 DE MAIO (QUINTA-FEIRA, DAS 9H ÀS 12H)
CONCERTO DIDÁTICO PARA ESCOLAS PÚBLICAS
ORQUESTRA SINFÔNICA DO TEATRO NACIONAL CLAUDIO SANTORO
REGÊNCIA E APRESENTAÇÃO: MAESTRO CLAUDIO COHEN
NO CINE BRASÍLIA (106/107 SUL)
*APRESENTAÇÃO PARA ESTUDANTES DE ESCOLAS PÚBLICAS

DIA 3 DE MAIO (SEXTA-FEIRA, ÀS 20H)
LAILA GARIN E A RODA CANTAM ELIS. HOMENAGEM A ELIS REGINA
NO TEATRO UNIP (913 SUL)
INGRESSOS GRATUITOS POR ORDEM DE CHEGADA E SUJEITO A LOTAÇÃO. DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS, SEM LUGAR MARCADO, UMA HORA ANTES.

DIA 4 DE MAIO (SÁBADO, ÀS 20H)
ORQUESTRA DE VIOLÕES DO AMAZONAS
REGÊNCIA: MAESTRO DAVI NUNES
NO TEATRO UNIP (913 SUL)
INGRESSOS GRATUITOS POR ORDEM CHEGADA E SUJEITO A LOTAÇÃO. DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS, SEM LUGAR MARCADO, UMA HORA ANTES.

DIA 6 DE MAIO (SEGUNDA-FEIRA, ÁS 16H)
QUARTETO DE CHORO SAI DA FRENTE
UM PASSEIO PELA TRADICIONAL E MODERNA MÚSICA BRASILEIRA, COM VICTOR ANGELEAS (BANDOLIM), JUNIOR VIEGAS (PANDEIRISTA), NELSINHO SERRA (CAVAQUINHO) E VINICIUS VIANNA (VIOLÃO 7 CORDAS).
NO TEATRO SARAH (HOSPITAL SARAH KUBITSCHECK, QUADRA 301)
*APRESENTAÇÃO PARA COLABORADORES E INTERNOS

DIA 7 DE MAIO (TERÇA-FEIRA, ÀS 20H)
ORQUESTRA SINFÔNICA DO TEATRO NACIONAL CLAUDIO SANTORO E SOLISTAS
REGÊNCIA E APRESENTAÇÃO: MAESTRO CLAUDIO COHEN
NO CINE BRASÍLIA (106/107 SUL)
INGRESSOS GRATUITOS POR ORDEM CHEGADA E SUJEITO A LOTAÇÃO. DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS, SEM LUGAR MARCADO, UMA HORA ANTES.

OFICINAS INSTRUMENTAIS – VIVÊNCIAS ARTÍSTICAS
DIAS 2, 3, 7 e 8 de maio, das 16h às 19h
Escola de Música de Brasília (602 Sul, Projeção D, Parte A)
Inscrições: 
http://musicanaestrada.art.br/inscricoes/

 

Alessandra Terribili se apresenta no Clube do Choro

 
FOTO: IVAN LACOMBE

FOTO: IVAN LACOMBE

No Clube do Choro de Brasília, a cantora e compositora Alessandra Terribili lança o EP Outras Manhãs, em 4 de maio (sábado), o segundo de sua carreira. A novidade, que combina canções próprias com composições de amigos da artista, encontra-se disponível em todas as plataformas digitais. No show, a paulistana se apresenta ao lado de Pedro Vasconcellos (cavaco), Igor Diniz (baixo), Sandro Souza (bateria), Leo Barbosa (percussão),  Thanise Silva (flauta), Daniel Rodrigues (trombone), Felipe Togawa (piano) e Joelson Conceição (violão 7 cordas).

Além de Essa mulher merece um samba (com Gérson Athayde); Gaiola (Cacá Pereira/Lucas Tibúrcio); Voando Alto(com Marcus Moraes); Outras Manhãs (com Pedro Vasconcellos), a cantora interpreta temas do trabalho anterior, Curto Pavio, e hits da música popular brasileira, como DisparadaSagarana e Cartomante. Alessandra Terribili promoveu em 2015 o EP Curto Pavio, com as primeiras canções, como Sem ClimaXote Sem Fronteiras (em parceria com Vinicius Ferrão e Iuri Barbosa) e Curto Pavio (com Aquiles Dias). Ela também interpreta Você, por exemplo, marchinha de Noel Rosa e Francisco Alves.

SERVIÇO
SHOW OUTRAS MANHÃS, DE ALESSANDRA TERRIBILI
NO CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA (EIXO MONUMENTAL)
DIA 4 DE MAIO. SÁBADO, ÁS 21H30.
INGRESSOS: R$ 40,00 (INTEIRA) E R$ 20,00 (MEIA)
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS

 

ADUBO, de Hugo Rodas, fica em cartaz no Espaço Renato Russo

FOTOS: DIEGO BRESANI

FOTOS: DIEGO BRESANI

O espetáculo ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo chega ao Espaço Cultural Renato Russo, neste fim de semana (3, 4 e 5 de maio). Na última década, a montagem, que percorreu mais de 35 cidades, já contou com Juliano Cazarré na primeira formação e traz o emblemático Hugo Rodas, que assina a direção, como uma espécie de oráculo durante sua encenação. Hoje faz parte do elenco Abaetê Queiroz, André Araújo, Pedro Martins e Rosanna Viegas.

O atropelamento de um filhote de cachorro e instiga o público a uma oscilação de ambientes sensoriais como o fúnebre e o lírico, o riso e o nó na garganta, celebrando visceralmente a vida diante da certeza da morte. Com teor de intensidade, a obra divaga por diferentes histórias, ora cômicas, ora dramáticas, que refletem sobre esse momento que todos nós, inevitavelmente, experimentaremos.

Apresentado há 14 anos, o texto já teve em sua plateia o maior nome em atividade da dramaturgia brasileira, Fernanda Montenegro, que elogiou a composição da obra. “A importância do espetáculo está no emocional e no preparo técnico dos quatro participantes que se entregam, e se integram com absoluto comando cênico, com inteligência, talento, domínio vocal, corporal. Comoventes nesse jogo de ilimitada fé na sua vocação de intérpretes”, avaliou.

SERVIÇO
ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo, de Hugo Rodas
No Teatro Galpão, do Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul)
Dias 3, 4 e 5 de maio. Sexta-feira e sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira), pelo site
Ingresso Rápido ou na bilheteria do teatro.
Não recomendado para menores de 16 anos.
Informações: (61) 99606-5615.  

Turnê Nando Reis - Voz e Violão termina no Centro de Convenções

O cantor Nando Reis escolheu a capital federal como o destino derradeiro de sua atual turnê Nando Reis – Voz e Violão. Em 4 de maio (sábado), a partir das 22 horas, o músico sobe ao palco do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, acompanhado somente de seu violão, para entoar versões novas de antigos sucessos. O espetáculo passou por estados como São Paulo, Rio de janeiro, Espírito Santo, Bahia, Pará, Amazonas, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

As músicas são apresentadas ao público exatamente como foram concebidas. O repertório inclui composições comoAll StarDiariamenteEspatódea e Relicário. Além disso, Nando Reis apresenta novos arranjos para Luz dos Olhos,O Segundo SolQuem Vai Dizer Tchau e Nos Seus Olhos. Os fãs, que ultrapassam gerações, podem aguardar um espetáculo emocionante, que combina a vibração das cordas do violão, que também funciona como percussão, com a voz doce do cantor.

Para entrar no clima do show, o público pode aproveitar, a partir das 20 horas, uma seleção de música popular brasileira, em voz e violão, no Foyer do Centro de Convenções. A turnê de Nando Reis se inspira no álbum Voz e Violão, no Recreio – Volume 1, disponível em CD e vinil, gravado em 2015 pelo próprio artista com mixagem de jack Endino, em um estúdio em Seattle, nos Estados Unidos.  

SERVIÇO
NANDO REIS – SHOW DE ENCERRAMENTO DA TURNÊ VOZ E VIOLÃO
DIA 4 DE MAIO. SÁBADO, ÀS 22H.
NO CENTRO DE CONVENÇÕES ULYSSES GUIMARÃES.
INGRESSOS: R$ 100,00 A POLTRONA SUPERIOR. R$ 120,00 A POLTRONA ESPECIAL. R$ 140,00 A POLTRONA VIP. R$ 170,00 A POLTRONA GOLD. R$ 250 A POLTRONA PREMIUM. VALORES DE MEIA-ENTRADA E SUJEITOS A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.
PONTOS DE VENDAS: CENTRAL DOS INGRESSOS (BRASÍLIA SHOPPING), KONI (TAGUATINGA SHOPPING). PELO SITE 
www.bilheteriadigital.com.
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS.
INFORMAÇÕES: (61) 3364-2694 / 3248-5221. 

FOTO: DA CAPA: CAROL SIQUEIRA  FOTO DE DENTRO: DIVULGAÇÃO

FOTO: DA CAPA: CAROL SIQUEIRA

FOTO DE DENTRO: DIVULGAÇÃO

Movimento Internacional de Dança dentro do Espaço Cultural Renato Russo

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O Espaço Cultural Renato Russo se despede de abril, mês que é celebrado o aniversário de Brasília, com uma programação muito especial para os fãs de coreografias. O Movimento Internacional de Dança (MID), entra na segunda semana, após atrair mais de 3 mil espectadores em sua estreia. Dentro do evento, confira a programação do espaço, de 26 a 28 de abril. Mais informações em www.espacoculturalrenatorusso.com.br

Vin\co (FOTO)
Dia 26 de abril. Sexta-feira, das 20h às 21h15. Ingresso: R$ 20,00 (inteira). Duração: 1h10min. Classificação Indicativa Livre. Sessão com audiodescrição.  
Por Coletivo Instrumento de Ver. Direção e concepção de Édi Oliveira.

Inspirado na técnica milenar do origami, prática japonesa que consiste em dobraduras de papel para dar forma a figuras. Os artistas dobram-se e exploram exercícios de respiração enquanto seus corpos conversam, vincam-se e esculpem-se em movimentos. Bate-papo após a sessão.

Malahierba – El Salvador
Dias 27 de abril. Sábado, das 18h às 18h30. Ingresso: R$ 20,00 (inteira). Duração: 25min. Classificação Indicativa Livre. Direção e coreografia de Jose Raul Martinez.

O ponto de partida é a evolução do homem e os diversos cânones sociais aos quais somos submetidos. Com base em um estudo que teve início em 2008, A peça é uma conjunção de imagens que evocam estereótipos e preconceitos sobre o homem e sua humanidade.

Jardín de Invierno – Espanha/Brasil
Dia 27 de abril. Sábado, das 18h30 às 19h30. Ingresso: R4 20,00 (inteira). Duração: 60 min. Não recomendado para menores de 10 anos.
Por Grupo Cia Cielo rasO. Direção e coreografia de Igor Calonge.

Je Te Haime – Espanha
Dia 28 de abril. Domingo, das 18h às 18h30. Ingresso: R$ 20,00 (inteira). Duração: 30min. Classificação Indicativa Livre. Pelo grupo HURyCAN.

Ponto de encontro entre amor e exasperação, que estimula a relação de casal e a leva por altos e baixos sentimentais. Um lugar onde os movimentos e os desejos chocam com a torpeza dos corpos que habitam. Confrontação e união se somam e os intérpretes embarcam em uma deslumbrante dança, volátil e unificadora ao mesmo tempo.  

Nosotros – México
Dia 28 de abril. Domingo, das 20h30 às 21h30. Ingresso: R$ 20,00 (inteira). Duração: 55min. Classificação Indicativa Livre. Coreografia de Jaciel Neri.
Quatro jovens vivem em um típico bairro mexicano, de maneira leve e com senso de humor. Utilizando recursos de jogos extremos, luta livre, futebol, videogames e improvisações, os artistas mostram ao público como o homem no México tem que enfrentar seu papel masculino na sociedade e a fragilidade desse papel.  

Quinta-feira é dia de curtir a Sétima arte no Teatro do Brasília Shopping

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Clássicos ou contemporâneos, os filmes provocam, emocionam e dão o que falar. Os cinéfilos podem aproveitar o Cine Cult Brasília Shopping para mergulharem na sétima arte. São duas quintas-feiras, nos dias 11 e 25 de abril, sempre às 19 horas, com exibições, respectivamente, dos filmes Os Jovens Anos de uma Rainha e Rapsódia em Agosto. E o melhor: a entrada é gratuita. Após os longas-metragens, o público é convidado a participar de um bate-papo com a curadora do projeto, a psicoterapeuta Íria Martins, e convidados. 

O Teatro Brasília Shopping contabiliza 100 lugares e costuma atrair público muito maior. Então, é bom chegar mais cedo para garantir a entrada. Responsável pela seleção das obras, Íria Martins lembra que em 2019, o projeto celebra seu oitavo ano. Até 2018, foram realizadas 187 edições e 11.645 espectadores. “Nosso desafio é preservar o território fértil de reflexão, debate, acesso ao cinema, à arte e à cultura. Vamos continuar extrapolando os limites de Brasília”, adianta.

Sinopses

Os Jovens Anos de uma Rainha
Direção de Ernst Marischka. Com Romy Schneider e Adrian Hoven (1954, Áustria, 1h50, Classificação Indicativa Livre).
Durante o reinado da Rainha Vitória, o Reino Unido se converteu na maior potência colonial do mundo. A Irlanda, que era reino unido à Inglaterra desde 1801, atravessou várias tentativas de autonomia na “Era Vitoriana”. A coroação como Imperatriz da Índia, em 1877, foi o posto culminante do longo reinado de Vitória. A inteligência e força femininas presentes na doce e forte rainha, soberana coroada aos 18 anos de idade reinou durante 63 anos e sete meses.

Rapsódia em Agosto
Direção de Akira Kurosawa. Com Richard Gere e Sachiko Murase (1991, Japão, 1h40, Não recomendado para menores de 14 anos).
Remete ao trauma do ataque nuclear norte-americano à cidade de Nagasaki, em agosto de 1945. Para representar a tristeza e sofrimento causados pela bomba atómica, uma sobrevivente de Nagasaki fica em casa com seus quatro netos, enquanto os pais das crianças vão até o Havaí, visitar um tio que está no leito de morte.

SERVIÇO
Cine Cult Brasília Shopping
No Teatro do Brasília Shopping.
Em abril, exibições, sempre às 19 horas, nos dias:
11 – Os Jovens Anos de uma Rainha
25 – Rapsódia em Agosto
Entrada Franca
Mais informações: (61) 2109-2122

Lançamento de livro infantil em 20 de abril no Clube Cota Mil

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Um dos lugares mais icônicos da capital federal serve de cenário para o livro O menino que descobriu o Lago Paranoá, dos escritores Antônio Fávero Sobrinho e Regina Célia Melo. O exemplar, que será lançado em 20 de abril, no Clube Cota Mil, revela as aventuras do menino Renato e sua amiga, a tilápia do Congo Tilapita, combinando o lúdico às questões ambientais. Rachel Dumont faz as ilustrações.

Os personagens desbravam a imensidão das águas do grande lago artificial e conhecem a história e os detalhes submersos. O livro revela uma cumplicidade entre amigos que dividem conhecimentos. Além da beleza do habitat natural, a história se preocupa também em mostrar as consequências da poluição e da degradação ambiental que afetam o Lago Paranoá, dando enfoque especial para o peixe pirá-brasília – espécie genuína da capital federal.

“A magia do texto me sensibilizou e inspirou profundamente. Além do diálogo permanente com o processo criador dos escritores, o contato com as paisagens do lago - respirando, tocando, observando suas belezas naturais e compreendendo suas relações com a história de Brasília - motivou a elaboração das ilustrações”, conta Rachel. A produção do livro é parte integrante de uma pesquisa para o trabalho de conclusão do curso de Pedagogia da Universidade de Brasília.

SERVIÇO
Lançamento do livro O menino que descobriu o Lago Paranoá
Dia 20 de abril (sábado), a partir das 16h.
No Clube Cota Mil
Entrada franca
Classificação Indicativa Livre

 

 

Mostra sobre a grande dama do cinema tcheco no CCBB

De 26 a 14 de abril, no cinema Centro Cultural Banco do Brasil, a mostra Věra Chytilová: a grande dama do cinema tcheco faz retrospectiva da carreira da atriz. A seleção apresenta 26 produções, sendo 20 longas-metragens e 6 curtas-metragens, com curadoria assinada pela montadora de cinema e TV Rosa Monteiro.  Ao longo de toda a mostra, todas as mulheres pagam meia, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

Vera Chytilová iniciou sua carreira em uma Tchecoslováquia dominada pela União Soviética, encontrando na atmosfera política uma de suas mais fortes influências em todos os aspectos da sua obra. Firmou-se como um nome conhecido em todo o mundo por Pequenas Margaridas (1966), com personagens simpáticos e ausência de uma narrativa contínua. O filme fazia críticas severas ao regime comunista.

Após a obra, a censura governamental tornou quase impossível para Chytilová buscar oportunidades dentro da Tchecoslováquia. A cineasta seguiu desafiando a realidade da época com seu filme seguinte: Fruto do Paraíso (1969). Sua carreira prossegue com intensa produção até os anos 2000. Os filmes adquiriram tom menos audacioso ao longo dos anos, mas sem perder as características subversivas e elementos de paródia do cotidiano.

 

LONGAS-METRANGENS

Algo Diferente (O něčem jiném)
Duas histórias desenrolam-se em paralelo: os preparativos da ginasta Eva Bosáková para o seu último campeonato mundial e a dona de casa Vera, que assume todo o trabalho doméstico de seu lar.


Pérolas das Profundezas (Perlicky na dne)
Cinco curtas baseados em histórias de Bohumil Hrabal. Na Cafeteria do Mundo talvez seja o mais surreal. Dois acontecimentos têm lugar numa cantina: uma mulher jovem morre enquanto se realiza um banquete de casamento.

 

As Pequenas Margaridas (Sedmikrásky)
Duas garotas, ambas chamadas Marie, reconhecem que o mundo está corrompido e decidem embarcar em uma série de brincadeiras destrutivas que consomem e destroem o que está ao redor delas.

 

Fruto do Paraíso (Ovoce stromu rajských jíme)
Eva é uma jovem obcecada por um homem vestido de vermelho, que não se sabe quem é e se apresenta perigo. Até o dia em que Eva e seu namorado passam o dia em um spa surrealista, onde deparam-se com a Tentação.  

 

Conjunto Habitacional (Panelstory aneb jak se Rodí Sídliště)
Em Praga, um senhor perambula por um conjunto habitacional mal sinalizado e ainda em construção, procurando o bloco para onde ele irá se mudar com a família de sua filha.

 

Calamidade (Kalamita)
Tour de force sobre a vida cotidiana no final da Tchecoslováquia, realidade que Chytilová conhecia intimamente.  Marca a primeira colaboração da diretora com o dramaturgo Bolek Polívka, que entraria em muitos dos seus filmes.

 

Chytilová Versus Forman (Chytilová Versus Forman)
Um combate intelectual entre dois artistas drasticamente distintos: um permanentemente inseguro, frustrado e que questiona tudo, outra uma surpreendente contadora de histórias perfeitamente em paz.

 

Praga - O Incansável Coração da Europa (Praha - neklidné srdce Evropy)
Os temas em foco são analisados por meio de uma divisão inusitada: paganismo, expansão do cristianismo, a renascença e o barroco são colocados lado a lado com suas ramificações e consequências na vida moderna.

 

O Chalé do Lobo (Vicl Bouda)
A única incursão de Chytilová no terror adolescente tem também uma pitada de ficção científica. Um grupo de adolescentes faz uma viagem de esqui supervisionado por instrutores estranhos. Uma avalanche os isola do mundo.

 

O Bobo da Corte e a Rainha (Sasek a Kralóvna)
Uma sátira que alterna entre personagens reais e os seus correspondentes fantasiosos: um morador de um pequeno vilarejo tcheco ajuda um casal alemão a procurar javalis selvagens.

 

Tainted Horseplay (Kopytem Sem, kopytem tam)
Para três amigos a vida é uma diversão sem fim. Conquistam garotas aos montes indo de festa em festa, até que descobrem que um deles é seropositivo.

 

Tomas Garrigue Masaryk (TGM Osvoboditel)
A vida de Tomáš Garrigue Masaryk, o primeiro presidente eleito da Tchecoslováquia. Material audiovisual de arquivos de sua infância tece uma história intimamente ligada ao passado do país.

 

Os Cidadãos de Praga me Entendem (Mí Pražané Mi rozumějí)
Uma comédia maliciosa em que Chytilová relaciona o legado de Mozart com a arquitetura contemporânea de Praga, através de um relato ficcional da estadia do compositor na cidade.

 

A Herança (Dedictví aneb Kurvahosigutntag)
Um caipira herda milhões e vai para a cidade, deixando sua vila para ir viver como rico na República Tcheca pós-comunista. Um registro impagável da transição da antiga Tchecoslováquia para o capitalismo selvagem.  

 

Armadilhas (Pasti, Pasti, Pastičky)
Dois homens raptam e estupram uma jovem mulher para quem dão carona, sem saber que ela era uma veterana de guerra. Ela os droga e remove seus testículos.

 

Vôos e Quedas (Vzlety a Pády)
Um capítulo crucial sobre a Tchecoslováquia por meio das vidas de três fotógrafos tchecos: Václav Chochola, Karel Ludwig e Zdeněk Tmeje. Chytilová regressa aos locais de Pérolas das Profundezas, filme de sua juventude.

 

Banidos do Paraíso (Vyhnání z Ráje)
Nada parece dar certo para Rosta, um cineasta que está dirigindo um filme chamado "Paradiso" em uma praia nudista. Desde o primeiro dia de filmagem ele se encontra em situações de conflito com sua equipe e sua esposa.

 

Jornada - Um Retrato de Vera Chytilová  (Cesta - Portret Věra Chytilová)
Documentário intimista sobre a cineasta Věra Chytilová. Dessa vez por trás das câmeras, ela fala sobre como chegou ao cinema, sua vida pessoal e sua carreira.

 

Procurando Ester (Pátráni po Ester)
Coração e alma da Nouvelle Vague Tcheca, Krumbachová sempre inspirou os que a rodeavam. Agora Chytilová se pergunta: quem era Ester?

 

Momentos Agradáveis (Hezké Chvilky bez Záruky)
Apesar de ela própria estar à beira de um esgotamento nervoso, a psicóloga Hana atende um grupo de pacientes complexos. O última longa-metragem de Chytilová é uma tragicomédia humana e uma história de tormento diário.

 

CURTAS-METRAGENS

 
Green Street (Zelená ulice)
Um enorme comboio de mercadorias com 68 vagões, 140 eixos e 18 mil toneladas de carga sai de Praga. Um elaborado exercício de montagem feito a partir de imagens espetaculares.

 

Miado (Kocicina)
Chytilová inspira-se nos escritos de Franz Kafka em um raro exemplo de adaptação literária em um de seus filmes. O Sr. K guarda jóias roubadas em casa e raramente deixa sua esposa usá-las. Um vizinho curioso, o Sr. B, faz uma visita de surpresa. Um gato observa tudo.

 

Teto (Strop)
Aqui o foco de Chytilová é em uma modelo, alguém constantemente vestida e preparada para ser observada e analisada. Ao expor o crescente  aborrecimento e desconforto físico de sua protagonista, a diretora explora também as nuances do controle masculino presente no universo da moda.

 

Saco de Pulgas (Pytel blech)
O filme mostra o dia-a-dia de um internato numa pequena e típica cidade na Tchecoslováquia socialista. Jana se rebela contra a estrutura rígida do instituto e é admirada por Eva, recém-chegada ao local.

 

Camarada (Kamarádi)
Chytilová foi proibida de realizar filmes durante 6 anos. A única exceção foi este filme, pouco conhecido pelo grande público e exibido em raras ocasiões. Produzido para a televisão, relata uma tensa história sobre três soldados e um disparo fatídico.

 

O Tempo é Inexorável (Cas je neúprosný)
Chytilová trata as histórias de um grupo de idosos com o máximo respeito e tato e forja uma rica experiência, tão visual quanto visceral, através de técnicas de montagem intrincadas. Ao mesmo tempo, começa a dar forma à suas ruminações posteriores sobre idade e o sentido da vida.

 

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

DIA 27 DE MARÇO (QUARTA-FEIRA)

15h – Calamidade (Kalamita), 96 min, 1981, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

17h15 – As Pequenas Margaridas (Sedmikrásky), 73 min, 1966, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

19h – DEBATE com a curadora Rosa Monteiro, Clarissa Motter e Bábara Cabral.

 

DIA 28 DE MARÇO (QUINTA-FEIRA)

17h30 – Sessão Curtas 1: Green Street, Miado, Teto e Saco de Pulgas (Shorts 1: Zelena ulice, Kocicina, Strop, Pytel Blech) , 107 min, 1960 a 1962, Tchecoslováquia Blu-ray, 16 anos.

20h – Jornada - Um Retrato de Vera Chytilová  (Cesta - Portret Věra Chytilová)

54 min, 2004, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 29 DE MARÇO (SEXTA-FEIRA)

16h30 – Sessão Curtas 2: Camarada e O Tempo é Inexorável (Cas je neúprosný), 57 min, 1971 e 1978, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

18h30 – Procurando Ester (Pátráni po Ester), 119 min, 2005, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 30 DE MARÇO (SÁBADO)

14h30 – Calamidade (Kalamita), 96 min, 1981, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

16h30 – A Herança (Dedictví aneb Kurvahosigutntag), 120 min, 1992, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

18h30 – Momentos Agradáveis  (Hezké Chvilky bez Záruky), 113 min, 2006, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 31 DE MARÇO (DOMINGO)

13h30 – Armadilhas (Pasti, Pasti, Pastičky), 112 min, 1998, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

16h – Chytilová versus Forman (Chytilová Versus Forman), 84 min, 1981, Bélgica, Blu-ray, 16 anos.

18h – Conjunto Habitacional (Panelstory aneb jak se Rodí Sídliště), 96 min, 1979, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 2 DE ABRIL (TERÇA-FEIRA)

16h – Banidos do Paraíso (Vyhnání z Ráje), 125 min, 2001, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

18h30 – Tainted Horseplay (Kopytem Sem, kopytem tam), 129 min, 1988, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 3 DE ABRIL (QUARTA-FEIRA)

15h – Praga, O Incansável Coração da Europa (Praha - neklidné srdce Evropy)

60 min, 1984, Tchecoslováquia / Itália, Blu-ray, 16 anos.

16h30 – Momentos Agradáveis  (Hezké Chvilky bez Záruky), 113 min, 2006, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

19h – Conjunto Habitacional (Panelstory aneb jak se Rodí Sídliště), 96 min, 1979, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 4 DE ABRIL (QUINATA-FEIRA)

14h30 – O Bobo da Corte e a Rainha (Sasek a Kralóvna), 112 min, 1987, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

17h – O Chalé do Lobo (Vicl Bouda), 92 min, 1986, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

19h – Pérolas das Profundezas (Perlicky na dne), 106 min, 1965, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 5 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA)

15h30 – Vôos e Quedas (Vzlety a Pády), 110 min, 2000, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

18h – Sessão Curtas 2: Camarada e O Tempo é Inexorável (Cas je neúprosný), 57 min, 1971 e 1978, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

19h30 – Chytilová versus Forman (Chytilová Versus Forman), 84 min, 1981, Bélgica, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 6 DE ABRIL (SÁBADO)

14h30 – Banidos do Paraíso (Vyhnání z Ráje), 125 min, 2001, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

17h – Os Cidadãos de Praga me Entendem (Mí Pražané Mi rozumějí), 60 min, 1991, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

18h30 – Tainted Horseplay (Kopytem Sem, kopytem tam), 129 min, 1988, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 7 DE ABRIL (DOMINGO)

13h40 - Sessão Curtas 1: Green Street, Miado, Teto e Saco de Pulgas (Shorts 1: Zelena ulice, Kocicina, Strop, Pytel Blech) , 107 min, 1960 a 1962, Tchecoslováquia Blu-ray, 16 anos.

16h – Tomás Garrigue Masaryk (TGM Osvoboditel), 61 min, 1990, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

17h30 – A Herança (Dedictví aneb Kurvahosigutntag), 120 min, 1992, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 9 DE ABRIL (TERÇA-FEIRA)

15h30 – O Bobo da Corte e a Rainha (Sasek a Kralóvna), 112 min, 1987, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

18h – O Chalé do Lobo (Vicl Bouda), 92 min, 1986, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 10 DE ABRIL (QUARTA-FEIRA)

16h – Vôos e Quedas (Vzlety a Pády), 110 min, 2000, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

18h30 – Os Cidadãos de Praga me Entendem (Mí Pražané Mi rozumějí), 60 min, 1991, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

19h – Fruto do Paraíso (Ovoce stromu rajských jíme), 96 min, 1970, Tchecoslováquia / Bélgica, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 11 DE ABRIL (QUINTA-FEIRA)

14h – Pérolas das Profundezas (Perlicky na dne), 106 min, 1965, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

16h30 – Procurando Ester (Pátráni po Ester), 119 min, 2005, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 12 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA)

18h30 – Praga - O Incansável Coração da Europa (Praha - neklidné srdce Evropy), 60 min, 1984, Tchecoslováquia / Itália, Blu-ray, 16 anos.

18h – Tomás Garrigue Masaryk (TGM Osvoboditel), 61 min, 1990, Tchecoslováquia, Blu-ray, 16 anos.

19h30 – Jornada - Um Retrato de Vera Chytilová  (Cesta - Portret Věra Chytilová), 54 min, 2004, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

 

DIA 13 DE ABRIL (SÁBADO)

17h - Armadilhas (Pasti, Pasti, Pastičky), 112 min, 1998, República Tcheca, Blu-ray, 16 anos.

19h30 – As Pequenas Margaridas (Sedmikrásky), 73 min, 1966, Tchecoslováquia, 35mm, 16 anos.

 

DIA 14 DE ABRIL (DOMINGO)

16h – Fruto do Paraíso (Ovoce stromu rajských jíme), 96 min, 1970, Tchecoslováquia / Bélgica, 35mm, 16 anos.

18h - Algo Diferente (O něčem jiném), 82 min, 1963, Tchecoslováquia, 35mm, 16 anos. 

 

SERVIÇO
Mostra Vera Chitlová: a grande dama do cinema tcheco
No Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Sul, Trecho 2, Lote 22).
De 12 a 31 de março
Confira a programação e a classificação dos filmes no site: 
bb.com.br/cultura.
Ingresso: R$ 10,00 (inteira),  R$ 5,00 (meia e clientes BB).


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Projeto PODEROSO CIRCO movimenta São Sebastião em abril

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O projeto PODEROSO CIRCO leva uma agenda cultural e educacional para a região administrativa de São Sebastião neste mês de abril. Desde o mês passado, a iniciativa da trupe de circo social As Desempregadas dialoga com as artes cênicas, o circo, o empreendedorismo, a formação social e a arte-educação. A turma promove a formação de estudantes que podem se transformar em futuros colegas de profissão.

As Desempregadas, em 2019, já aplicaram oficinas artísticas por escolas do Plano Piloto, além de apresentarem seus números e esquetes para estudantes e público em geral. Aconteceu até um sarau com o que de melhor rolou nas salas de ensaio com os novos aprendizes. Os estudantes que têm contato com os projetos passam a vivenciar a arte do teatro e do circo e, pouco a pouco, expressam, também, seus talentos e particularidades.

Em 2017, um projeto das Desempregas circulou por cidades do DF e selecionou moradoras locais para participaram dos bastidores de uma ação artística. Elas se transformaram em monitoras, recebendo por esse serviço e trabalhando em várias ações e desdobramentos da trupe. A ação exige criatividade e jogo de cintura para que boas ideias não morram numa única temporada. A iniciativa tem fomento do Fundo de Apoio à Cultura do DF.

Dia 8 de abril
CEF Cerâmica São Paulo – espetáculo + oficina (manhã / tarde)
Oficina, das 8h às 10h. Documentário + espetáculo, às 10h45. Espetáculo + documentário, às 13 horas. Oficina, das 14h às 16h.

Dia 9 de abril
CEM 01- espetáculo+ oficina ( manhã/ tarde)
Das 9h às 12h15. Das 14h15 às 17h30.

Dia 13 de abril
Sarau no IFB São Sebastião
Das 14h às 17h.

Espetáculo sobre um dos maiores massacres da história contemporânea estreia no Teatro Goldoni

FOTO: THIAGO FARIAS

FOTO: THIAGO FARIAS

Estreia em 29 de março o espetáculo Você me sente? no Teatro Goldoni. A temporada da peça baseada no texto Bent, de Martin Sherman, segue em cartaz até 21 de abril e aborda uma nova perspectiva de um dos maiores massacres da história contemporânea da humanidade. A perseguição nazista aos homossexuais. Quatro homens dividem com a plateia um dos primeiros registros históricos do holocausto “rosa”.

 

Milhões de homens e mulheres foram enviados aos campos de concentrações na Alemanha Nazista. Judeus, ciganos, presos políticos, imigrantes, intelectuais e homossexuais. Eles eram perseguidos, torturados e mortos pelos agentes da Gestapo. O texto original foi livremente adaptado por Rafael Salmona que, a partir da leitura, iniciou um longo processo de pesquisa para realizar a encenação.

 

Max vive em Berlim, num contexto permeado por álcool, drogas e sexo.  Após uma noite como tantas outras, se vê perseguido por agentes da Gestapo. A partir desse momento se inicia a fuga com Rudy, seu parceiro, até serem presos e levados a um trem com destino ao campo de concentração. No campo de concentração, Max conhece Horst. Essa nova relação o coloca numa posição onde assumir quem verdadeiramente é pode ser o fim de tudo. 

 

O espetáculo foi o primeiro a abordar o drama dos homossexuais no período nazista. “É um relato histórico que abre margem para questionarmos o comportamento da sociedade em relação as diferenças, seja de orientação sexual, religião ou qualquer comportamento que não se submete a um conceito padronizado da sociedade em que está inserido.” Afirma Rafael Salmona, que também assina a direção do espetáculo.

 

SERVIÇO
Você me sente
No Teatro Goldoni (208/209 Sul, atrás da estação de metrô).
De 29 de março a 21 de abril. Sexta e sábado, às 21h.  Domingo, às 20h.
Ingresso: R$ 50,00 (Inteira) e R$ 25,00 (meia). Bilheteria aberta de sexta a domingo, a partir das 18h.
Não recomendado para menores de 16 anos.

Confira a programação do Clube do Choro até 30 de março

 

Dando prosseguimento à agenda musical do Clube do Choro, nomes como João Suplicy, Renata Jambeiro e Reco do Bandolim passam por esse icônico palco da cidade. As atrações musicais do Festival da Francofonia marcam presença em 24 de março, às 19 horas. Os espetáculos vão de 20 a 30 de março, sempre às 21 horas (com exceção do Festival), com ingressos a preços populares de R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira) e não são recomendados para menores de 14 anos. Confira abaixo tudo que vai passar por lá.

 

Dia 20 de março
O Trio Fusion mistura música brasileira (forró, choro, instrumental e samba) com percussão oriental. O resultado é uma sonoridade rara e experimental. Franklin Borges (voz e violão), Bety Vinil (percuteria oriental) e Rafael Alabarce (gaita cromática) se uniram no carnaval de 2018 em Pirenópolis (GO). No segundo semestre do mesmo ano, eles incorporaram o ritmo latino, tendo no tango a sua maior expressão. Melodia, harmonia e ritmo são as marcas desses músicos.

 

Dias 21 e 22 de março
A cantora de samba e jazz e vencedora do Grammy Latino Leny Andrade e o pianista, compositor, arranjador, produtor, diretor musical e maestro Gilson Peranzzetta lançam o disco Canções de Cartola e Nelson Cavaquinho, com a interpretação da primeira e os arranjos do segundo. Clássicos do mestre Cartola, como As rosas não falam, O mundo é um moinho e Alvorada combinam com composições de Nelson Cavaquinho, tais como A Flor e o Espinho, Rugas, Palhaço e Folhas secas.

 

Dia 23 de março
A carreira de Izabella Rocha iniciou em 1996, junto com o Natiruts, banda que fez parte até 2006. Desde então, a cantora foi em busca de suas raízes musicais ao fundar o InNatura, banda de músicas autorais. A experiência da maternidade a fez mergulhar no feminino. Resultado disso foi GAIA, primeiro álbum solo que surgiu em 2016. Atualmente, ela homenageia Billie Holiday com o espetáculo Blue Moon, com o resgate de clássicos do blues nascidos em New Orleans.

 

Dia 24 de março
O Festival Francofonia – evento que está no destaque em nossa página e vai até 29 de março – leva o electro-pop belga com o duo belga Rive, formado por Juliette Bossé (guitarra, piano, voz) e Kévin Mahé (bateria). Eles transitam entre o pop experimental moderno, canções autorais em francês. Tudo inspirado pelos avanços de alguns pioneiros do segmento. O duo Rive já ganhou vários prêmios e foi reconhecido pela imprensa como Revelação de 2017.

 

Dia 25 de março
Renata Jambeiro apresenta seu novo trabalho, o show Afrodisia. Com 1 hora e 40 minutos, a apresentação passeia pelo samba e culturas tradicionais populares e afro-brasileira-latinoamericana. A banda de formação regional interpreta repertório que promove a igualdade de gêneros e a visibilidade feminina. Renata canta músicas de compositores como Leandro Fregonesi, João Martins, Rafael dos Santos, João Bosco, Aldir Blanc, Altay Veloso, Zélia Duncan, Ana Costa, Socorro Lira.

 

Dia 26 de março
O recital O negro e sua música, idealizado por Ainda Kellen, em parceria com Duly Mittelstedt, Luciana Oliveira e Diana Mota, surgiu da ideia de gravação de um disco com canções que apresentassem a história do negro para a população, em especial a que não tem acesso à música erudita, onde a referência música de preto é, por muitas vezes, associada somente ao samba, ao pagode e ao funk.  A proposta visa uma nova forma de ver a música do negro, proporcionando outra perspectiva, tendo como matriz o canto lírico.

 

Dia 27 de março
Uma homenagem aos cantores e compositores Chico Buarque, João Bosco, Gonzaguinha e Zeca Pagodinho. O lado sambista destes compositores será revisitado pelo grupo Samba A5 + 1 – composto por Naldo (cavaquinho), Tom Nobre (violão), Apolinário e Paulo Galvão (percussão), Walney Raposo (saxofone), e Bruno Carlos (bateria). Muito samba, pagode, e alegria para os fãs e admiradores das obras inspiradas e antológicas destes artistas tão presentes no cotidiano brasileiro.

 

Dias 28 e 29 de março
Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre apresentam um repertório de clássicos da música popular brasileira que cantam o Brasil e o povo brasileiro. O repertório que integra o set list dos shows internacionais vai animar as duas apresentações. Reco do Bandolim é um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília em 1978. O Choro Livre é o grupo de base de todos os projetos apresentados pelo Clube do Choro nas últimas 20 temporadas. O músico e a banda já fizeram shows por várias partes do mundo.

 

Dia 30 de março
Com 20 anos de carreira, o cantor, compositor e multi-instrumentista João Suplicy vive um momento que une maturidade e vigor artístico, cujo reflexo pode ser ouvido em seu mais recente álbum JOÃO, lançado em 2017 e fortemente elogiado pela crítica especializada. Para o show, além de suas próprias composições, ele traz um repertório que vai de Tom Jobim a Elvis Presley, passando por Beatles e Benito de Paula, sempre com uma releitura própria, esbanjando musicalidade e virtuosismo com seu violão.

 

 

 

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Festival da Francofonia anima a capital federal até 29 de março

A 22ª edição do Festival da Francofonia traz ampla programação pensada por 50 embaixadas – integrantes do grupo da francofonia em Brasília – com atividades para todos os gostos e todas as idades. O evento, que segue até 29 de março, propõe representar a diversidade e a riqueza cultural dos países francófonos. O dia 20 de março foi escolhido como o Dia Internacional da Francofonia por ter sido a data da assinatura da Convenção da criação da Agência de Cooperação Cultural e Técnica (ACCT) em 1970. Veja a programação dos próximos dias.

 

Exposição de quadrinhos Belgas

Dia 19 de março (terça-feira), às 19 horas, na Lycée Français François Mitterand (SHIS QI 21, bloco D, lago Sul), abertura da exposição Os Faróis das Histórias em Quadrinhos Belgas. Na Bélgica, a história em quadrinhos é uma instituição. A maioria das casas do país possui uma coleção ou uma biblioteca exclusiva de HQ. Mais da metade dos livros editados ou produzidos no país são do gênero

 

Cinema

A Mostra de Cine Francófono é uma oportunidade rara de assistir obras que dificilmente chegam ao circuito comercial. De 18 a 29 de março, às 19 horas, no auditório da Aliança Francesa, durante o dia apenas para os alunos do Centro Interescolar de Línguas (CIL) e, durante a noite, na sala Le Corbusier na Embaixada da França. Na programação, longas e curtas de países como Bélgica, Canadá, França e África do Sul. A entrada é franca.

 

Gastronomia

No dia 21 de março, 50 países participam do projeto Goût de France / Good France para promover a gastronomia francesa nos cinco continentes do mundo. Em Brasília, o jantar ocorre em 23 restaurantes. Para a 5ª edição, o tema será a região da Provence, localizada no sudeste da França. Os chefs oferecem menus com várias etapas, conciliando suas gastronomias com clássicos franceses. São as seguintes casas: Aquavit, Atelier Café, B Hotel, D.O.C Restaurante & Lounge, Gran Cru em parceria com Daniel Briand, IFB, La Chamumière, La Fleur Bistrô, La Tambuille, L’Amour du Pain, Le Jardin Bistrot, Le Parisien Bistrot, Le Vin Bistro, Lionel Ortega, Maison Nassar, Menu Restô, Nossa Cozinha Bistrô, Oliver, Piauíndia, Escola Senac Downtowl,     Universal Diner, Saveur Bistrot e Taypá

 

Poesia

No dia 22 de março, a Aliança Francesa será palco da Maratona Poética, das 10 às 22 horas, com entrada franca. O coletivo En classe et en scène, sob a direção de Maria da Glória Magalhães, participa das 14h30 às 16 horas, com uma apresentação teatral de uma seleção de poemas de Léopold Senghor. Das 16h30 às 18 horas, Júlia Tygel e Tatiana Parra interpretam poemas cantados do belga Simon Tygel. Ana Rossi – poetisa, novelista, dramaturga, tradutora e ensaísta – apresenta seus poemas cantados das 19 às 20 horas. Gustavo de Melo Amaral apresenta a melodia do rap e do slam, das 20h30 às 21h30.

 

Electro-pop belga

No dia 24 de março, o duo belga Rive, formado por Juliette Bossé (guitarra, piano, voz) e Kévin Mahé (bateria), se apresenta às 19 horas, no Clube do Choro. Conhecida por sua sonoridade electro-pop e canções autorais em francês, Rive transita entre o pop experimental moderno, inspirado pelos avanços de alguns pioneiros. Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).

 

Teatro

No dia 25 de março, o Espaço Cultural Renato Russo recebe às 19 horas, atores da companhia do Théâtre National Populaire (TNP) para um atelier. O bate-papo é aberto ao público. No dia 26 de março, o Théatre National Populaire de Villeurbanne apresenta a peça Louis Aragon, Je ne me souviens, às 20 horas. A apresentação faz parte do texto O romance inacabado, de Louis Aragon, publicado pela Gallimard em 1956 com o subtítulo Poema. O espetáculo tem uma hora de duração. Entrada franca. Nãorecomendado para menores de 14 anos.

 

Demonstração técnica do processo de criação do Espetáculo Vigiar e Punir

A companhia de teatro Caravan Maschera integra a programação da Semana da Francofonia com uma atividade de compartilhamento e discussão sobre o processo criativo do espetáculo Vigiar e Punir: um soldado beijava a boca de Foucault na escada da escola, em cartaz de 21 a 31 de março no CCBB. O bate-papo com a equipe de criação e uma demonstração técnica da linguagem de bonecos utilizada no espetáculo ocorre em 27 de março, das 19h às 21h no Auditório da Aliança Francesa de Brasília (SEPS 708/907, lote A - Asa Sul). A entrada é franca.

 

SERVIÇO

Festival da Francofonia

De 15 a 29 de março

Programação completa: http://www.afbrasilia.org.br/francofoniaembrasilia/


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Rock brasiliense e gaúcho anima o Nilson Nelson

Fernando Schlaepfer

Fernando Schlaepfer

Encontro histórico do rock nacional dos anos 1980. Legião Urbana e Humberto Gessinger fazem espetáculo no Ginásio Nilson Nelson neste sábado, dia 23 de março. Os primeiros álbuns do grupo liderado por Renato Russo será interpretado por Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e André Frateschi. Já o fundador da banda Engenheiros do Hawaii interpreta o show Desde Aquele Dia – A Revolta dos Dândis.

 

Inspirado nos álbuns Que País É Este? (1987) e Dois (1986), a apresentação mergulha no melhor do rock nacional, com direito a interpretações de canções como Faroeste Caboclo e Tempo Perdido. O show fecha o ciclo de comemorações dos primeiros discos da Legião. Dado e Marcelo lideram o grupo que conta com os vocais de André Frateschi; a guitarra e violão de Lucas Vasconcellos; os teclados de Roberto Pollo e o baixo de Mauro Berman.

 

O gaúcho Humberto Gessinger interpreta canções do álbum A Revolta dos Dandis (1987), que marcou geração e rompeu a marca de três décadas de sucesso. Músicas como Pra Caramba, Cadê?, Das Tripas Coração e Saudade Zero estão incluídas na turnê Ao vivo pra caramba. No repertório, o cantor, compositor, escritor e multi-instrumentista também interpreta composições de outras fases de sua carreira.

 

SERVIÇO

Legião Urbana e Humberto Gessinger

No Ginásio Nilson Nelson

Dia 23 de março. Sábado, 21h (Humberto Gessinger) e 23h (Legião Urbana).

Ingressos: R$ 80,00 (Arena), R$ 100,00 (Camarote) e R$ 50,00 (Superior). Valores referentes à meia entrada e sujeito a alteração sem aviso prévio.

Ponto de vendas sem taxa e conveniência: Brasília Shopping, G2.

Vendas pela internet e call center: www.eventim.com.br 

Não recomendado para menores de 16 anos

 

 

Peppino di Capri se apresenta em Brasília

 

Um dos grandes nomes da música italiana romântica, Peppino di Capri encanta o público brasiliense com a turnê Peppino di Capri Per Amore. Dia 14 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o músico, que celebra o amor há seis décadas com canções que se destacam pelos arranjos melodiosos e delicados, conta com a participação especial de Zizi Possi, que se destacou como uma das grandes intérpretes do idioma italiano ao gravar o CD Per Amore.

 

O repertório do espetáculo contabiliza composições como Roberta e Champagne. Da capital federal, o show segue para São Paulo e Rio de Janeiro. Peppino sempre elogia o povo brasileiro, que define como “musical e caloroso”. Nos anos 1970, quando se apresentou no Canecão, no Rio de Janeiro, ao ver na plateia Toquinho, Vinicius de Moraes e Tom Jobim, cantou nervoso. Depois, no camarim, Vinicius e Tom tranquilizaram o rapaz de 30 e poucos anos à época, dizendo, também, serem seus fãs.

 

SERVIÇO
PEPPINO DI CAPRI – PER AMORE – PARTICIPAÇÃO ESPECIAL ZIZI POSSI
DIA 14 DE MARÇO. QUINTA-FEIRA, A PARTIR DAS 22H. ABERTURA DOS PORTÕES ÁS 20H.
NO CENTRO DE CONVENÇÕES ULYSSES GUIMARÃES – AUDITÓRIO MASTER.
INGRESSOS: POLTRONA SUPERIOR A R$ 150,00; POLTRONA ESPECIAL A R$ 210,00; POLTRONA GOLD LATERAL A R$ 220,00; VIP A R$ 250,00; PREMIUM A R$ 350,00; VIP LOUNGE A R$ 500,00. VALORES REFERENTES A MEIA ENTRADA.
BILHETERIA OFICIAL SEM COBRANÇA DE TAXA NA LOJA EVENTIM (BRASÍLIA SHOPPING),
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS. MENORES DE 10 SOMENTE ACOMPANHADOS DE PAIS OU RESPONSÁVEIS LEGAIS.

 

 

FOTOS: GUI TEIXEIRA

FOTOS: GUI TEIXEIRA

 
 

Café Musical pós-carnaval com Dhi Ribeiro

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Para os inimigos do fim, o carnaval continua neste sábado (9) na área externa do Clube do Choro de Brasília. O projeto Café Musical convida um dos maiores nomes do samba brasiliense, a cantora Dhi Ribeiro apresenta seu mais recente DVD, Leme de Libertação, que teve participação no programa The Voice Brasil . O repertório da tarde combina canções autorais e clássicos do samba.   

Quem precisa abastecer as energias antes de cair no samba, o evento oferece uma feijoada completa, com opção vegetariana, servida em buffet e ilha de bebidas. Completa o ambiente o estacionamento livre e espaço KIDS gratuito e repaginado. Aniversariantes têm direito a um drinque e 50% de desconto no buffet gastronômico.

 

CAFÉ MUSICAL CONVIDA – DHI RIBEIRO

DIA 9 DE MARÇO (SÁBADO), A PARTIR DAS 12H.

NA ÁREA EXTERNA DO CLUBE DO CHORO

COUVERT: R$ 10,00

FEIJOADA BUFFET A R$ 39,90. PARA CRIANÇAS ATÉ 12 ANOS A R$ 20,00 (MENORES DE 7 ANOS NÃO PAGAM).

 

Organize seu carnaval com a Revista Roteiro

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Veja a edição completa da Revista Roteiro Brasília de fevereiro aqui.

 

Scorsese em debate

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Em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil desde 12 de fevereiro, a mostra SCORSESE convida o público para um debate nesta terça-feira (26), às 19h30, sobre a obra do premiado cineasta Martin Scorsese, com a participação de especialistas na área. A entrada é gratuita mediante retirada dos ingressos na bilheteria do espaço. Fazem parte da mesa-redonda os críticos de cinema Cecilia Barroso e Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida. A mediação fica por conta do curador da mostra, José de Aguiar.

 

A mostra Scorsese vai até 10 de março, com a exibição de 33 produções de Martin Scorsese, entre documentários, longas e curta-metragens para cinema e televisão. A programação também apresenta uma sessão inclusiva do filme Touro Indomável (Raging Bull, 1980), com audiodescrição, tradução em libras, legendagem descritiva e entrada gratuita no dia 7 de março, às 13 horas. 

 

DESTAQUES DA SEMANA

Dia 26 de fevereiro (TERÇA-FEIRA)
15h – Sessão Curtas (gratuito)
16h30 – Os bons companheiros (gratuito). Não recomendado para menores de 14 anos; 146 min; 1990.
19h30 – Debate SCORSESE com Cecilia Barroso + Paulo Ricardo de Almeida. (TRADUÇÃO EM LIBRAS)

Dia 27 de fevereiro (QUARTA-FEIRA)
15h – Minha viagem à Itália (gratuito)
19h30 – Sexy e Margina

Dia 28 de fevereiro (QUINTA-FEIRA)
13h30 – A cor do dinheiro (gratuito). Não recomendado para menores de 14 anos, 119 min, 1986.
16h – Gangues de Nova Iorque (gratuito). Não recomendado para menores de 14 anos, 167min, 2002.
19h – Contos de Nova Iorque. Não recomendado para menores de 14 anos, 124min, 1989.

SERVIÇO
SCORCESESE EM DEBATE
DIA 26 DE FEVEREIRO ÀS 19H30.
ENTRADA FRANCA
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS.
INSCRIÇÕES GRATUITAS EM
 scorsesebrasilia@gmail.com

MOSTRA SCORSESE
CINEMA DO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL
ATÉ 10 DE MARÇO
INGRESSO A R$ 10,00 (INTEIRA) E R$ 5,00 (MEIA) E SESSÕES GRATUITAS.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO E A CLASSIFICAÇÃO DOS FILMES NO SITE
bb.com.br/cultura.

Teatro Negro de Praga se apresenta em Brasília

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De volta ao Brasil após 20 anos da última turnê, a companhia de Teatro Negro de Praga, do renomado diretor Jiří Srnec, apresenta o espetáculo Antologia – O Melhor do Teatro Negro em 8 de fevereiro no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A montagem já encantou mais de cinco milhões de pessoas de 68 países. Por aqui, a turma deve passar por cinco cidades brasileiras, incluindo a capital federal.

 

Com origens chinesas, o Teatro Negro entrou no processo de modernização na década de 1950, com a utilização de novas tecnologias multimídia ao combinar a tradicional encenação com mímica, dança e circo. O grupo se tornou popular na Tchecoslováquia por meio do trabalho de Jiří Srnec, que assinou montagens populares como o Circo Encantado da Lanterna Mágica, encenado mais de seis mil sob sua direção.


O teatro da luz negra, técnica utilizada pela companhia, se baseia na exploração criativa de um truque simples, em que os atores, vestidos de preto, manipulam adereços. Eles não podem ser vistos contra o fundo preto do ponto de vista do público. Como resultado, todos os objetos acabam ganhando vida própria. O teatro negro já participou de 77 festivais internacionais e realizou mais de 250 excursões internacionais em mais de 68 países.


Antologia - O melhor do Teatro Negro
O espetáculo é uma retrospectiva das melhores cenas dos mais de 50 anos da Companhia de Teatro Negro de Jiri Srnec. A apresentação não verbal retorna aos primórdios do estilo teatral, explorando o humor e valorizando as qualidades da natureza humana. O Teatro Negro conduz o público a uma viagem pela magia, emoção, imaginação e sonho por meio da dança e da habilidade do teatro de luz negra.

 

SERVIÇO
ANTOLOGIA - O ORIGINAL TEATRO NEGRO DE PRAGA
Dia 8 de fevereiro. Sábado, 19h e 21h30. Abertura dos portões: às 21h.
No Auditório Planalto, Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Ingressos: Setor especial a R$ 90,00 e setor especial a R$ 110,00. Valores de meia-entrada.  
Bilheteria Oficial – Sem cobrança de taxa de conveniencia.
Loja Eventim – Brasília Shopping
Vendas pela internet e call center:
www.eventim.com.br  e (61) 4003-6860 (sujeito a taxa de conveniência).

Turmas abertas para as oficinas no Ponto de Cultura Waldir Azevedo

FOTO: THIAGO SABINO

FOTO: THIAGO SABINO

Conhecido como o berço da Orquestra de Cavaquinhos de Brasília, o Ponto de Cultura Projeto Waldir Azevedo, na Vila Telebrasília, abre a nova temporada de atividades culturais para interessados em aprender mais sobre música ou o universo do circo. E o melhor: as oficinas gratuitas contemplam pessoas de todas as idades. As inscrições devem ser feitas pessoalmente, enquanto houver vagas, sem a necessidade de apresentação de pré-requisitos.

São 90 vagas distribuídas em quatro oficinas, sendo elas Musicalização Infantil (para crianças de 1 a 6 anos), Cavaquinho, Circo e Coral para Deficientes Visuais. Essa última, uma parceria com o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), ocorre na 612 Sul. As demais aulas, na Vila Telebrasília, têm o comando de Dudu Oliveira, maestro da Orquestra de Cavaquinhos de Brasília. As oficinas seguem sendo realizadas até o fim do ano.

 

SERVIÇO
Oficinas culturais – Projeto Waldir Azevedo
Na Vila Telebrasília (Rua 20, Casa 02, em frente à Praça da Resistência). Coral no Centro de Ensino Especial de Deficiências Visuais (612 Sul).
A partir de 1º de fevereiro. Segunda-feira, às 20h (Cavaquinho); Quinta-feira, às 19h30 (Musicalização infantil); Sexta-feira, às 19h30 (Circo); Sábado, às 10h (Coral para deficientes visuais).
Inscrições: pessoalmente, na sede do projeto.
Informações: (61) 9 9969-9877 com Thais Tosi.

A tradicional cachaça é tema de evento no Venâncio Shopping

 

Uma das bebidas brasileiras mais tradicionais ganhou um evento dedicado somente a ela. De 24 a 26 de janeiro, a Brasília CACHAÇA EXPERIENCE anima o Venâncio Shopping e promete valorizar esse produto tão importante da nossa cultura, gastronomia e economia. São três dias de degustações, palestras, música, experiências sensoriais e uma feira com produtores de regiões nacionais.

“Nosso propósito é inspirar o público a vivenciar novas possibilidades de consumo de cachaça, apresentar aos brasilienses, turistas e produtores do segmento o que há de melhor no mercado e reforçar nas pessoas o caráter de qualidade da cachaça”, adianta Marcel Rates, um dos organizadores da iniciativa e proprietário da marca Eu Amo Cachaça, com lojas no Venâncio Shopping e no Aeroporto de Brasília.  

O Brasília Cachaça Experience se divide entre a Vila da Cachaça e o Espaço EU AMO CACHAÇA. Montado ao longo do corredor Sul, no Térreo, o primeiro local que comporta 12 estandes de expositores gastronômicos, de souvenirs e produtores de cachaça. São eles Sanhaçu e Matuta (Nordeste);  Taverna de Minas e Princesa Isabel (Sudeste); Cállida e Caialua (Centro-Oeste) e Companheira e Weber Haus (Sul).

Dentro da Vila da Cachaça, o espaço EU AMO CACHAÇA conta com um pequeno palco para palestras e workshops. Todo o acesso será gratuito mediante a lotação. O público vai participar de sorteios e experiências práticas e sensoriais sobre o universo da cachaça.

PALESTRAS

 

Dia 24 de janeiro. Quinta-feira, das 18h30 às 20h.
“Caipirinhas: Teoria e muita prática sobre o drinque brasileiro mais conhecido no mundo”, por Kelly Costa, palestrante, jornalista especializada em Comunicação Corporativa, responsável pelo conteúdo do blog www.caipirinhaprendada.com.br e autora do livro Caipirinhas: 60 receitas testadas e aprovadas.

Haverá sorteio do livro da autora

Dia 25 de janeiro. Sexta-feira, das 18h30 às 20h
.
“Harmonização de cervejas, cachaças e petiscos”, por Skarllety Passos, graduanda em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Goiás, colaboradora do Projeto de Extensão Cervejamos e uma das responsáveis pelo curso de Harmonização de Cervejas, Cachaças e petiscos.

Haverá sorteio de uma cachaça participante do evento e uma cerveja especial para harmonizar.

Dia 26 de janeiro. Sábado, das 11h30 às 13h.
“Do Le Cordon Bleu à mesa, a história da Authoral Cachaça”, por Eduardo Moreth, palestrante, advogado, gastrônomo e especialista pela Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral e sócio do restaurante Authoral.

Haverá degustação da cachaça Authoral após a palestra.

SERVIÇO
BRASÍLIA CACHAÇA EXPERIENCE
No Venâncio Shopping. De quinta-feira a sábado, das 10h às 20h.
Entrada gratuita. Acesso livre às palestras e organizado por ordem de chegada.
Não recomendado para menores de 18 anos.
Informações: 
experiencecachaca@gmail.com / (61) 3322-8876 / 3542-4865.

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Revista Roteiro de janeiro já está disponível

Foto da capa: Paula Tonelotto

Foto da capa: Paula Tonelotto

Confira a edição de janeiro da Revista Roteiro Brasília aqui. A versão impressa pode ser encontrada dos melhores bares e restaurantes da cidade.

 

Veja a programação do Espaço Cultural Renato Russo de janeiro

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Dois espetáculos teatrais movimentam o Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul neste fim de semana – de 11 a 13 de janeiro. Além da exposição W3 Divergentes Brasílias, da fotojornalista Zuleika de Souza, que ocupa a galeria Parangolé, o visitante pode assistir essas duas sugestões teatrais que seguem em cartaz no espaço até 20 de janeiro.  

Splash, espetáculo do Nostalgique Cabaret, utiliza a água como o principal elemento da encenação e os artistas estão com o corpo totalmente ou parcialmente submersos na água. Dirigido pelo artista Giovane Aguiar, a partir de pesquisa em dança, circo e música, a montagem aquática sensibiliza o público para questões ambientais relacionadas ao uso da água no Brasil.

Splash, de Nostalgique Cabaret
De 11 a 20 de janeiro.
Quarta a sábado, às 20h; domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia), sendo vendidos em www.bilheteriadigital.com/splash-eu-agua-11-01-11-de-janeiro
Não recomendado para menores de 18 anos.

Outra sugestão é Quando o Coração Transborda, peça protagonizada pela atriz Maíra Oliveira, do Esquadrão da Vida, que foi resultado de seu olhar sobre o trabalho da trupe criada pelo seu pai, Ary Pára-Raios, há 37 anos. Ela explora questões que envolvem a labuta do cotidiano teatral e abre o debate sobre o próprio fazer artístico e sua relevância para o momento atual.

Quando o Coração Transborda, por Maíra Oliveira.
Dias 12, 13, 19 e 20 de janeiro.
Sábado, às 20h; e domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia), sendo vendidos em www.bilheteriadigital.com/quando-o-coracao-transborda-12-01-12-de-janeiro
Não recomendado para menores de 16 anos

 

 

 

 

 

Uma reforma iniciada em setembro de 2016 contemplou as salas multiuso, os teatros, a Biblioteca das Artes e o foyer. As melhorias incluíram reparos em toda a estrutura predial, revisão nas instalações hidráulica e elétrica, instalação de elevador e intervenções para garantir a acessibilidade, sistemas de luz, som e projeção nas salas e galerias.

 

Exposição de Zuleika de Souza movimenta o Espaço Cultural Renato Russo

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W3 Divergentes Brasilias, exposição inédita com obras da repórter fotográfica Zuleika de Souza, apresenta um panorama da primeira avenida inaugurada na capital federal. No Espaço Cultural Renato Russo, o público encontra diversos cliques do local que foi o primeiro shopping horizontal da cidade. Duas gerações depois, o comércio foi desaparecendo, mas a W3 segue sendo a via mais conhecida do Plano Piloto.

 

A ideia de Lucio Costa era projetar uma via de serviços para o trânsito de caminhões destinados a atender as superquadras 300 e 100 e as hortas, pomares e floriculturas das 700. Essa W3 nem saiu do papel. Ainda em 1958, o lado oeste da avenida cedeu lugar para as primeiras 500 casas populares destinadas a servidores públicos vindos do Rio de Janeiro. No rastro das obras, surgiu o comércio que até hoje se mantém.

 

Saiba Mais

A artista brasiliense ingressou no jornalismo fotográfico desde 1982 e atuou no jornal Correio Braziliense por 25 anos, onde assinou a coluna Photo & Grafia. Atualmente, ela trabalha como fotógrafa independente e, inclusive, assina a bela imagem de capa da Revista Roteiro de dezembro. O resultado foi tão bom que Zuleika escreveu um texto sobre o trabalho da artista plástica Célia Estrela, que criou a mesa especial de Natal especialmente para o ensaio.  

 

W3 Divergentes Brasilias - Zuleika de Souza
No Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul)
Até 26 de janeiro. De terça-feira a sexta-feira, das 10h às 20h. Sábado e domingo, das 12h às 19h.
O local estará fechado nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

 
 

Exposição Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras no CCBB até 20 de janeiro

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Últimas semanas para conhecer a exposição Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras, no Centro Cultural Banco do Brasil. Até 20 de janeiro, 67 pinturas que retratam a arte italiana dos períodos entre a Primeira Guerra Mundial e o pós-Segunda Guerra Mundial podem ser apreciadas, entre elas, Autoritratto (1919) (FOTO), de Amedeo Modigliani. Sua pintura Nu Couché (1917) foi vendida por mais de US$ 157 milhões, sendo uma das 10 obras de arte mais caras vendidas em 2018.

 

A mostra constitui uma das coleções mais importantes desse período entreguerras, fora da Itália. E traz ainda grandes referências como Carlo Carrà, Afro Basaldella, Renato Guttuso, Mario Sironi,  Giorgio De Chirico e Felice Casorati. A realização é uma parceria entre a Embaixada da Itália em Brasília, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, o Consulado Geral da Itália e o Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.

 

Saiba Mais – Modigliani estudou na Académie Colarossi e fez parte da Escola de Paris, movimento artístico e intelectual criado no entreguerras. Era um jovem impetuoso e de personalidade forte. Ficou conhecido por pintar nus sensuais, mas a sua maior característica era retratar olhares vazios ou apenas borrões nos rostos pintados, conhecidos como ‘olhos de Modigliani’.

 

Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras
No Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Sul, Trecho 2, Lote 22, Galeria I).
Até 20 de janeiro. De terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Entrada gratuita mediante retirada da entrada na bilheteria.
Classificação Indicativa Livre.

 

 

Festival Internacional Cinema e Transcendência movimenta CCBB até 6 de janeiro

A quinta edição do FESTIVAL INTERNACIONAL CINEMA E TRANSCENDÊNCIA, no Centro Cultural Banco do Brasil, ocorre de 18 de dezembro a 6 de janeiro com a exibição de 27 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, produzidos em diferentes países e com linguagens que vão da animação ao documentário, da comédia ao experimental. No Pavilhão de Vidro, a Casa dos Saberes abre espaço para reafirmar a importância da sabedoria ancestral brasileira, com um convite para a interação entre avôs e netos.

 

A programação do evento aposta em títulos que promovem o autoconhecimento, ampliando a discussão sobre temas como consciência, ecologia, sociedade, desenvolvimento humano, espiritualidade, além de dialogar sobre o papel da arte como mediadora entre o sentido estético e a experiência transformadora. A iniciativa tem curadoria do cineasta, músico e pesquisador André Luiz Oliveira e da diretora e produtora Carina Bini.

 

A edição de 2018 apresenta um formato ampliado. Pela primeira vez, o Festival abriu espaço para inscrições e os curadores se surpreenderam com o número alcançado: foram 635 filmes inscritos, produzidos em 38 países, todos eles realizados entre 2017 e 2018. “Ficamos impressionados com tamanha produção de filmes que trazem uma reflexão sobre a vida, a sociedade e o planeta”, afirma a curadora Carina Bini.

 

CASA DOS SABERES

Espaço criado para receber as atividades paralelas, o local propõe um resgate de sabedorias ancestrais de diferentes tradições, expressando a valorização do conhecimento e respeito aos mais velhos, por meio de oficinas, vivências, atividades interativas sensoriais, palestras, conversas e contação de histórias. O espaço será ocupado com projeções de imagens, vídeos e elementos que simbolizam a ancestralidade. Estará aberto diariamente, das 10h às 20h (com exceção das segundas-feiras, dia de fechamento do Centro Cultural). Nos feriados de final de ano, não funcionará nos dias 24 e 25/12 e nos dias 31/12 e 01/01/2019.

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

Dia 18 de dezembro (TERÇA-FEIRA)

19h30 – Show de abertura - “Flauta Sagrada”, com Edwin Sota

20h30 – Monstro Burkina Faso: A Arte da Resistência

 

Dia 19 de dezembro (QUARTA-FEIRA)

17h – Humanidade 

19h30 – Imaginários Urbanos Orin - Música para Orixás 

 

Dia 20 de dezembro (QUINTA-FEIRA)

17h – Mente Raqueada Maputinkuy, encontro com a Terra 

19h30 – Identidade + Semeie Pessoas 

 

Dia 21 de dezembro (SEXTA-FEIRA)

17h30 – Abaixo a Gravidade 

19h30 - Debate sobre “Contracultura e Espiritualidade”, com a presença do diretor, Edgard Navarro, e do curador André Luiz Oliveira.

 

Dia 22 de dezembro (SÁBADO)

16h - ECM  + Mantra - dos sons ao silêncio

18h30 – Show “Mensagem de Fernando Pessoa”

19h30 – Trishna  + Mito e Música – A Mensagem de Fernando Pessoa 

 

Dia 23 de dezembro (DOMINGO)

16h - Monstro + Burkina Faso: A Arte da Resistência 

18h – Lucky 

 

Dia 26 de dezembro (QUARTA-FEIRA)

17h – Dua2Litet Hare Krishna – O Mantra, o movimento e o swami que iniciou tudo

19h30 - ECM + Mantra - dos sons ao silêncio 

 

Dia 27 de dezembro (QUINTA-FEIRA)

17h – Hermógenes – Professor e Poeta do Yoga Passos sem Pés 

19h30 – Invencível UMA – Luz do Himalaia 

 

Dia 28 de dezembro (SEXTA-FEIRA)

17h – Sandgirl  – sessão com acessibilidade

19h30 – Lá em cima, faz frio A cabeça e a Mão + Canção de Deus 

 

Dia 29 de dezembro (SÁBADO)

16h – Humanidade 

19h – Felicidade 

 

Dia 30 de dezembro (DOMINGO)

16h – Imaginários Urbanos Orin – Música para Orixás 

18h30 - Trishna + Mito e Música – A Mensagem de Fernando Pessoa 

 

Dia 2 de janeiro (QUARTA-FEIRA)

17h- Mente Raqueada Maputinkuy, encontro com a Terra

19h30 - Abaixo a Gravidade 

 

Dia 3 de janeiro (QUINTA-FEIRA)

17h – Sandgirl – sessão com acessibilidade

19h30 – Identidade Semeie Pessoas

 

Dia 4 de janeiro (SEXTA-FEIRA)

17h – Invencível UMA – Luz do Himalaia 

19h30 – Lá em cima, faz frio Hermógenes – Professor e Poeta do Yoga Canção de Deus.

 

Dia 5 de janeiro (SÁBADO)

15h – Câmeras RoubadasInvencível Passos sem Pés 

17h – Vivência: O Sagrado e a fotografia (Projeção de fotos e conversa com João Paulo Barbosa)

19h –  Monstro + Burkina Faso: A Arte da Resistência

 

Dia de 6 de janeiro (DOMINGO)

16h – A Cabeça e a Mão Hare Krishna – O Mantra, o movimento e o swami que iniciou tudo 

18h – Felicidade

 

SINOPSES

 

Longas-metragens

 

1. ABAIXO A GRAVIDADE, Brasil, 2017, ficção, 1h49min, 16 anos

Ao descobrir que sofre de uma grave doença, Bené entra num sério dilema, pensando se deve se tratar ou esperar o desenvolvimento natural da patologia. Sua amizade com a jovem e descolada Letícia, leva o homem que vive há anos isolado em uma comunidade rural no interior da Bahia, de volta para a cidade grande e todo o seu caos

 

2. BURKINA RISING: THE ART OF RESISTENCE IN BURKINA FASO (Ascensão de Burkina Faso: A Arte da Resistência), França/ Burkina, 2017, documentário, 72min, Livre

Burkina Faso é o lar de uma vibrante comunidade de cidadãos engajados que carregam o espírito revolucionário de Thomas Sankara, morto em um golpe de estado liderado por seu melhor amigo Blaise Compaoré até que uma insurreição popular levou à sua remoção. Hoje, o espírito de resistência e mudança política é mais poderoso do que nunca em Burkina.

 

3. SONG OF GOD (Canção de Deus), Irã/Canadá, 2018, documentário, 60min, Livre

Quando um cineasta ouve a história de Ghadamyar, um jogador curdo de 120 anos, ele parte em uma missão para descobrir mais sobre a vida musical e encantadora deste mestre espiritual. O filme segue sua jornada ao oeste do Irã, onde ele descobre as antigas tradições da fé de Ghadamyar, conhecida como Yarsanism, e sua relação com o misterioso Tanbūr, um instrumento meditativo.

 

4. FÉLICITÉ (Felicidade), França, 2017, ficção, 2h9min, 12 anos

Félicité canta num bar em Kinshasa. Quando seu filho de 14 anos tem um acidente de moto, ela faz uma busca frenética pelas ruas de Kinshasa, um mundo de música e sonhos. E o seu caminho cruza tabus.

 

5. HARE KRISHNA! O MANTRA, O MOVIMENTO E O SWAMI QUE INICIOU TUDO, Estados Unidos, 2017, documentário, 1h30min, Livre

Documentário sobre a vida de Srila Prabhupada, o indiano Swami de 70 anos que chega aos Estados Unidos sem apoio ou dinheiro e incita um fenômeno espiritual mundial, hoje conhecido como o Movimento Hare Krishna.

 

6. HUMANNESS (Humanidade), Alemanha, 2017, documentário, 1h47min, Livre

O filme documenta o ambiente de pessoas com deficiência em todo o mundo, para entender se os direitos humanos são universais de fato. Com material de 23 nações diferentes, ele captura uma coleção de histórias pessoais que refletem questões fundamentais, como quem somos ao próximo? O que nos faz humanos?

 

7. LUCKY, Estados Unidos, 2017, Drama/comédia, 1h28min, 12 anos

Lucky encontra-se no precipício da vida, empurrado para uma jornada de auto-exploração, em direção ao que é tão frequentemente inatingível: a iluminação. Direção de estreia do ator John Carroll Lynch, ‘Lucky’ é ao mesmo tempo uma carta de amor à vida e à carreira de Harry Dean Stanton, bem como uma meditação sobre mortalidade, solidão, espiritualidade e conexão humana.

 

8. MANTRA: DOS SONS AO SILÊNCIO, Estados Unidos, 2017, documentário, 1h25min, Livre

A nova música e o fenômeno social do canto, que se concentra nas pessoas comuns que estão encontrando cura e uma sensação de paz interior cantando mantras junto com outras como elas. O filme apresenta os artistas que são o foco deste novo movimento baseado na música. É um filme sobre espiritualidade - não sobre religião.

 

9. MAPUTINKUY, ENCUENTRO CON LA TIERRA (Maputinkuy, Encontro com a Terra), Chile, 2019, documentário, 82min, Livre

Felipe, Coral e Jaime estão convencidos de que a solução para os problemas humanos está na sabedoria dos povos nativos. Os três organizam uma reunião intercultural, com 4 dias de cerimônias que celebram a vida através dos 4 elementos vitais: fogo, ar, água, terra, além de oficinas de diferentes temas, nas montanhas em um lugar que para os Mapuches é sagrado o "wallmapu".

 

10. MITO E MÚSICA: A MENSAGEM DE FERNANDO PESSOA, Brasil, 2018, documentário, Livre

Fernando Pessoa passou 22 anos da sua vida escrevendo os 44 poemas da ‘Mensagem’, único livro concluído que publicou em vida. André Luiz Oliveira levou 30 anos para concluir a gravação das 44 músicas criadas para cada poema do livro. O documentário aborda aspectos polêmicos do mito que envolve o livro.

 

11. ORIN – MÚSICA PARA OS ORIXÁS, Brasil, 2018, documentário, 74min, Livre

A música popular brasileira foi muito influenciada, ao longo do tempo, por terreiros de Candomblé, precursores de gêneros que deram origem ao samba, ao baião e até mesmo ao funk carioca. Para entender melhor como funciona a resistência musical e espiritualista dos Orixás, é feita uma análise das cantigas sagradas chamadas de Orin na linguagem iorubá.

 

12. SANDGIRL, Alemanha, 2017, documentário, 84min, Livre

O que significa ser um prisioneiro de seu próprio corpo e, ao mesmo tempo, invisível? ‘Sandgirl’ nos leva ao mundo único da vida e às experiências de Veronika Raila, uma jovem autista, hipersensível e seriamente incapacitada desde o nascimento. Raila sabe como é não ser vista como pessoa. Quando criança, foi diagnosticada com um QI de 0. Apenas seus pais se recusaram a acreditar nisso. Hoje, Raila publica prosa e poemas, estudos bibliográficos e teologia. Juntamente com o diretor Mark Michel, ela revê sua própria vida neste filme. A combinação de suas poesias e pensamentos com uma observação cotidiana delicadamente filmada, os disparos da natureza poética e as rápidas, porém poderosas, animações de areia da artista Anne Löper se unem em um ensaio sobre liberdade e percepção.

 

13. UMA – LUZ DO HIMALAIA, Índia/Brasil, 2018, ficção, Livre

Direção: Ananda Jyothi

Sinopse: O filme retrata a busca de todo ser humano na perspectiva do sagrado Rio Ganges, que representa a sabedoria ancestral da Índia. Milhares de buscadores, há milhares de anos, andam e continuam a andar na beira do rio, iluminados pelo fluxo de luz. “UMA – Luz do Himalaia” é uma coprodução audiovisual indo-brasileira do Perumeen Cinema e do Vendanta Life Institute, no Rio de Janeiro.

 

14. WEED THE PEOPLE (Semeie pessoas), Estados Unidos, 2018, documentário, 1h37min, Livre

Diretor: Abby Epstein

Sinopse: A cannabis tem estado fora dos limites para médicos e pesquisadores nos EUA nos últimos 80 anos, mas recentemente cientistas descobriram suas propriedades anti-cancerígenas. "Weed the People" acompanha a luta de pacientes que sofrem de câncer e suas famílias contra a legislação mesquinha e o proclamado objetivo do Procurador Geral Jeff Sessions de reverter as reformas de maconha em estados como a Califórnia.

 

Médias-metragens

 

1. STOLEN CAMERAS (Câmeras roubadas), Suécia/Arabia, 2017, documentário, 17min, 16 anos

Direção: Equipe Media Rafilm

Sinopse: Os membros do grupo ativista de vídeo ‘Equipe Media’ lutam para manter suas câmeras. Eles as usam para documentar as violações dos direitos humanos dos reinos marroquinos em sua última colônia na África. Nenhum jornalista pode entrar no Sahara Ocidental ocupado. As únicas imagens que conseguem sair do território são as que a Equipe Media consegue filmar em segredo, escondendo-se em telhados e arriscando consequências severas. Eles filmam manifestações pacíficas sendo atacadas por policiais e militares, ferimentos e histórias de vítimas da brutalidade policial. Esta é uma história sobre quebra de uma censura absoluta com imagens únicas de uma área onde as autoridades marroquinas conseguiram implementar um bloqueio quase total da mídia.

 

2. A CABEÇA E A MÃO, Canadá, 2018, documentário, 23min, Livre

Direção: Marc Serpa Francoeur

Sinopse: Situado numa remota ilha portuguesa, "A cabeça e a mão" é um retrato contemplativo de duas senhoras com necessidades especiais que passaram décadas vivendo juntas e, apesar dos desafios que enfrentaram, encontraram alegria na sua independência e irmandade.

 

3. A STEP WITHOUT FEET (Passos sem pés), Alemanha, 2018, documentário, 45min, Livre

Direção: Lydia Schamschula e Jeremy Glaholt

Sinopse: Documentário sobre conectar e compartilhar culturas através de temas universais como música, arte, família e amigos. No cenário das belas paisagens de inverno de Berlim, capturamos o cotidiano de sete extraordinários sírios exilados de seu país de origem. Devido a estereótipos equivocados perpetuados pela mídia, ser rotulado de "refugiado" tende a ter conotações negativas. Essa identidade negativa geralmente os leva a se sentirem isolados. O objetivo deste filme é combater a constante desumanização da mídia dos exilados sírios. Uma vez que você vê o indivíduo, face a face, você enxerga sua humanidade.

 

4. HERMÓGENES: PROFESSOR E POETA DO YOGA, Brasil, 2015, documentário, 54min, Livre

Direção: Bárbara Tavares

Sinopse: Um documentário sobre a vida e obra do prof. Hermógenes, um dos precursores do Yoga no Brasil, autor de 30 livros. Uma personalidade brasileira que inspirou a vida de muitas pessoas através da filosofia oriental, Yoga e meditação, que ganha cada dia mais adeptos. O filme inclui material inédito e raro de seu acervo pessoal de viagens à Índia, palestras, seus encontros com mestres como Sai Baba, Chico Xavier e entrevistas com personalidades brasileiras como Marcelo Yuka e Jackson Antunes.

 

5. IMAGINÁRIOS URBANOS, Brasil, 2017, documentário, 25min, Livre

Diretor: Glauber Xavier

Sinopse: Inquietações de um grupo de pesquisadores e artistas dispostos a estimular reflexões sobre as representações simbólicas da cidade de Maceió através da relação entre arte, corpo e cidade.

 

6. LA CUARTA OLA (Invencível), Argentina, 2018, documentário, 18min, Livre

Direção: Elena Jayat e Malena Chabrol

Sinopse: Quando três documentaristas param uma mulher que faz compras em uma farmácia para perguntar "você é feminista?", um desenvolvimento histórico e contemporâneo em torno do senso comum do feminismo é desencadeado. A mulher responde: "Eu não gosto dos extremos", no entanto, há uma maré verde de mulheres lutando nas ruas pelos seus direitos. Assim como centenas de anos atrás outras mulheres fizeram em diferentes partes do mundo, agora é a vez da Argentina, um exemplo da luta feminista na América Latina.

 

Curtas-metragens

 

1. DUA2LITET (Dua2idade), Espanha/Suécia, 2018, ficção, 5min, Livre

Direção: Rafael Montezuma

Sinopse: Este é um caminho para a exploração do subconsciente. O personagem principal, um jovem artista chamado Charlie, mostra seus medos, sofrimentos e anseios através de uma mulher. É uma jornada em direção ao mundo interior, onde os personagens são fundidos e entrelaçados, criando confusão, embora refletindo o caráter dual do ser humano.

 

2. ECM, Espanha, 2018, ficção, 15min, Livre

Direção: Rubén Jiménez Rodríguez

Sinopse: John começa a ver luzes e objetos estranhos que o confundem. Sua namorada não quer passar por essa situação novamente, então sua vida cai por terra. Mas John continua apático e se pergunta o que está realmente acontecendo. Para sua sorte, o guia sempre vem para quem precisa.

 

3. IDENTITY PARADE (Identidade), Espanha, 2017, ficção experimental, 4min, Livre

Direção: Gerard Freixes Ribera

Sinopse: O que uma máscara esconde? Quem está atrás da máscara? Um filme feito manipulando filmagens arquivadas.

 

4. LÀ-HAUT, II FAIT FROID (Lá em cima, faz frio), França, 2018, ficção, 4min, Livre

Direção: Milot Annabelle

Sinopse: Amandine é uma garota alegre e inteligente. Ela mora sozinha com o pai. Parece forte, mas na verdade esconde uma rachadura. "Há uma falha em tudo e é por lá que a luz entra”, já disse Leonard Cohen.

 

5. MOSTRO (Monstro), Argentina, 2017, animação, 3:20min, Livre

Direção: Camilo Rodríguez e Gustavo Ponce

Sinopse: Neste stop motion de animação, dois personagens se encontram numa discussão sobre um objeto curioso. Finalmente suas palavras os protegem.

 

6. THE HACKED MIND (Mente Raqueada), Alemanha, 2018, documentário, 8min, Livre

Direção: Diana Frankovic

Sinopse: Os limites entre arte, espiritualidade, ciência e tecnologia. O filme apresenta uma história que desafia e estimula o público a seguir uma jornada interior através da experiência da imagem e do movimento consciente. Este filme experimental mostra desafios inevitáveis que enfrentaremos na jornada de nossas vidas. É uma jornada no espaço interior. É uma interação de vídeo e som. ‘The Hacked Mind’ segue um método de limpeza de chakras que é sentido internamente através da visualização. O som segue as frequências específicas que estão associadas a chakras específicos, porque podemos sentir fisicamente cada chakra quando ele é ativado pela sua frequência específica. A ressonância harmônica é a base da trilha sonora criada para este filme.

 

7. TRISHNA, Nepal, ficção experimental, 12min, Livre

Direção: Sajan Bhandari

Sinopse: Na remota aldeia de Nuwakot, no Nepal, reside uma família de mãe e filho onde o pai morreu alguns anos atrás. Sem o pai, Prakash, o filho de 16 anos, é responsável pelo lar e por sua mãe, Janaki, que sofre de doenças cardíacas. Prakash compra remédios para sua mãe toda vez que vai ao mercado, para vender vassouras feitas por ele e pela mãe. A família não pode pagar o tratamento por causa de sua pobreza. Prakash só pode pagar alguns analgésicos com o dinheiro que ganha. Janaki se recusa a tomar remédios argumentando que não vão ajudá-la e, por outro lado, sofre com os sintomas, sem conseguir sana-los. Prakash encontra Janaki do lado de um rio, olhando para o local onde seu pai se afogou. Naquela noite Janaki fala sobre seu pai e como ela está se sentindo. Tarde da noite, enquanto eles dormem, um novo encontro acontece.

 

 

V FESTIVAL CINEMA E TRANSCENDÊNCIA

No Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (Cinema e Pavilhão de Vidro)

De 18 de dezembro a 6 de janeiro

Horários: ver programação

Entrada franca (mediante retirada de ingressos na bilheteria)

Informações: (61) 3108-7600


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Dezembro chegou! Veja a última edição da Roteiro Brasília em 2018

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A Roteiro deste mês vem carregado de alto astral, trazendo aos leitores sugestões de comemorações de Natal e Ano Novo para todos os estilos e bolsos. A começar pela capa, que encomendamos à fotógrafa Zuleika de Souza e teve a luxuosa colaboração da artista plástica Célia Estrela. Ela criou uma mesa especial de Natal para a Roteiro, e gostamos tanto do resultado que pedimos a Zuleika um texto sobre o trabalho de Célia, uma servidora pública portadora do dom de transformar uma mesa goiana numa perfeita table française.

Veja o resultado aqui
 

 

Ivan Lins, Toquinho, João Bosco e Tiê em Brasília

Ivan Lins, Toquinho, João Bosco e Tiê. O quarteto da música popular brasileira sobe ao palco do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, neste sábado (8/12), como parte do projeto Vozes da MPB. O inédito encontro leva ao público um repertório que mistura sucessos dos 50 anos de carreira artística de Toquinho, Ivan Lins e João Bosco e o frescor de Tiê, expoente da nova MPB. O formato conta com performances solo de cada artista, duetos e, para o grand finalle, um quarteto memorável!

Vozes, violões e piano surpreendem os fãs, com arranjos especiais de clássicos como Samba de Orly, Regra Três, Madalena, Papel Machê, O Bêbado e o Equilibrista, Chega de Saudade, Tarde em Itapuã, Aquarela, Como Dizia o Poeta, Samba, Dinorah, Começar de Novo, A Noite e Amuleto.

Toquinho
Antonio Pecci Filho nasceu em São Paulo, em julho de 1946. Gravou cerca de 80 discos, compôs mais de 450 músicas e fez mais de 8 mil shows pelo Brasil e exterior. Teve o privilégio de conviver e trabalhar por 10 anos com Vinicius de Moraes, de assinar a trilha sonora da primeira novela de TV a cores (“O bem-amado”) e de fazer o primeiro CD-ROM e o primeiro DVD autorais no Brasil.

Ivan Lins
Com mais de 35 discos e 400 canções, ele é um dos compositores mais gravados e conhecidos fora do Brasil. Entre os admiradores e intérpretes de suas músicas, destaque para Ella Fitzgerad e Sarah Vaughan, Jane Monheit, Sting e Barbra Streisand. Agraciado com um Grammy de Melhor Álbum de MPB em 2009, repetiu o feito em 2015.

João Bosco
Fazem 40 anos desde a sua estreia, sob a bênção de Tom Jobim, num disco compacto que tinha Agnus Sei de um lado e Águas de Março de outro. Grande homenageado do 23º prêmio da Música Brasileira, em 2012, João Bosco tem mais de 25 CD´s gravados o que gerou a ele grande reconhecimento nacional e internacional.

Tiê
Descoberta pelo próprio Toquinho, ela iniciou sua carreira musical cantando na banda do músico. Após algumas temporadas em turnê com o artista, Tiê se lançou como cantora solo. Com composições autobiográficas e delicadas, ganhou notoriedade por ter sua música A Noite na trilha sonora da novela I Love Paraisópolis da Rede Globo.

SERVIÇO
Vozes da MPB – O show, com Ivan Lins, Toquinho, João Bosco e Tiê
Dia 8 de dezembro. Sábado, às 21h30.
No Centro de convenções Ulysses Guimarães – Auditório Máster
Ingressos: Poltrona Front Gold a R$ 200,00; Poltrona Gold a R$ 150,00; Poltrona Lateral a R$ 130,00; Poltrona A a R$ 100,00; Poltrona B a R$ 80,00; Poltrona Superior a R$ 60,00. *Valores referentes à meia entrada e sujeitos à alteração sem prévio aviso.
Ponto de venda sem taxa de conveniência: 
Brasília Shopping / piso G2
Vendas pela internet e call center: 
www.eventim.com.br / e (61) 4003-6860 (sujeito a taxa de conveniência)
Não recomendado para menores de 14 anos. 

 


Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Filmografia de Spike Lee no CCBB

Dentro das manifestações relacionadas ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, a mostra Acorde! O Cinema de Spike Lee chega ao cinema do Centro Cultural Banco do Brasil e segue até 9 de dezembro. A filmografia apresenta o diretor independente por nova ótica ao público do século XXI. São 23 longas-metragens e quatro videoclipes, com uma sessão inclusiva para deficientes auditivos e visuais. "Acorde!" é uma fala recorrente em quase todos os filmes de Spike Lee. “É um chamado para a ação, para a ruptura de um comportamento padronizado, geralmente declamado por um personagem secundário para o personagem central, frequentemente em uma visão subjetiva: o ator fala ‘Acorde!’ para a plateia do cinema. Spike Lee quer que seu cinema faça o público acordar para a realidade que o cerca”, destaca o curador Jaiê Saavedra.

A programação inclui também um debate gratuito com o Jaiê Saavedra e as pesquisadoras Kênia Freitas e Aida Rodrigues Feitosa, sendo traduzido em libras. Na apresentação do cartão fidelidade do cinema do CCBB, com cinco carimbos, o público pode trocá-lo por um catálogo. O curador optou por um recorte com filmes e clipes que representam diferentes momentos da carreira do cineasta. Ao demonstrar para Hollywood o potencial de um cinema negro junto ao público amplo, Spike Lee saiu da condição duplamente marginalizada de cineasta independente e negro, fazendo dos black films parte da grande indústria do cinema americano.

Com A hora do show (2001), uma crítica feroz à forma como Hollywood e a TV dos Estados Unidos tratavam os negros, ele consolidou definitivamente a sua posição como um dos grandes realizadores do século.Na imprensa brasileira muito se fala sobre suas rixas com Quentin Tarantino, suas críticas à desigualdade social no Brasil e seus posicionamentos políticos pontuais. Mas pouco se fala sobre a genialidade de seus documentários mais recentes sobre o jogador de basquete Kobe Bryant, o lutador Mike Tyson, o cantor Michael Jackson ou mesmo o desastre do Furacão Katrina em New Orleans.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Dia 20 de novembro (Terça-feira)
16h – Irmãos de sangue (1995 / 129 min / Digital) – Sessão gratuita.
18h30 – Todos à bordo (1996 / 120 min / Digital)

Dia 21 de novembro (Quarta-feira)
16h20 – Faça a coisa certa (1989 / 120 min / Digital) + Public Enemy - Fight The Power (1990 / 5 min / Digital) – Sessão gratuita.
19h – DEBATE com Jaiê Saavedra, Kênia Freitas e Aida Rodrigues Feitosa.

Dia 22 de novembro (Quinta-feira)
14h – Kobe Doin' Work (2009 / 84 min / Digital)
16h – Elas me odeiam, mas me querem (2004 / 138 min / Digital) – Sessão gratuita.
18h30 – Jogada decisiva (1998 / 136 min / Digital)

Dia 23 de novembro (Sexta-feira)
14h – Garota 6 (1996 / 100 min / Digital) – Sessão gratuita.
16h – Elas me odeiam, mas me querem (2004 / 138 min / Digital) – Sessão gratuita.
19h – Oldboy – Dias de vingança (2013 / 104 min / Digital)

Dia 24 de novembro (Sábado)
14h – Joe's Bed-Stuy Barbershop: We Cut Heads (1983 / 60 min / Digital) – Sessão gratuita.
15h30 – O verão de Sam (1999 / 142 min / Digital) – Sessão gratuita.
18h30 – O plano perfeito (2006 / 130 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 25 de novembro (Domingo)
14h – Michael Jackson's Journey from Motown to Off the Wall (2016 / 110 min / Digital) + Michael Jackson - They Don't Care About Us (1996 / 5 min / Digital)
16h30 – Todos à bordo (1996 / 120 min / Digital)
19h – Oldboy – Dias de vingança (2013 / 104 min / Digital)

Dia 27 de novembro (Terça-feira)
15h30 – A hora do show (2000 / 135 min / Digital)
18h10 – Milagre em Santa Anna (2008 / 156 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 28 de novembro (Quarta-feira)
14h – The Original Kings of Comedy (2000 / 115 min / Digital) + Eminem – Headlights (2013 / 5 min / Digital) – Sessão gratuita.
16h30 – Crooklyn - Uma família de pernas pro ar (1994 / 115 min / Digital) – Sessão gratuita.
19h – Ela quer tudo (1986 / 90 min / Digital) + Prince & The New Power Generation - Money Don't Matter 2Night (1992 / 5 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 29 de novembro (Quinta-feira)
14h – Garota 6 (1996 / 100 min / Digital) – Sessão gratuita.
16h – Verão em Red Hook (2012 / 131 min / Digital)
18h40 – O plano perfeito (2006 / 130 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 30 de novembro (Sexta-feira)
15h30 – Kobe Doin' Work (2009 / 84 min / Digital)
17h30 – Malcolm X (1992 / 202 min / 35 mm)

Dia 1º de dezembro (Sábado)
14h – Jogada decisiva (1998 / 136 min / Digital)
17h – A última noite (2002 / 134 min / 35 mm)
19h40 – Faça a coisa certa (1989 / 120 min / Digital) + Public Enemy - Fight The Power (1990 / 5 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 2 de dezembro (Domingo)
14h30 – A última noite (2002 / 134 min / 35 mm)
17h30 – Malcolm X (1992 / 202 min / 35 mm)

Dia 4 de dezembro (Terça-feira)
16h20 – A hora do show (2000 / 135 min / Digital)
19h – Milagre em Santa Anna (2008 / 156 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 5 de dezembro (Quarta-feira)
14h30- Faça a coisa certa (1989 / 120 min / Digital) – Sessão Inclusiva – audiodescrição + legendagem + LIBRAS – Sessão gratuita.
17h – Verão em Red Hook (2012 / 131 min / Digital)
20h – Ela quer tudo (1986 / 90 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 6 de dezembro (Quinta-feira)
14h30- Crooklyn – Uma família de pernas pro ar (1994 / 115 min / Digital) – Sessão gratuita.
17h – The Original Kings of Comedy (2000 / 115 min / Digital) + Eminem – Headlights (2013 / 5 min / Digital) – Sessão gratuita.
19h30 – Mais e melhores blues (1990 / 130 min / 35 mm)

Dia 7 de dezembro (Sexta-feira)
15h30- Michael Jackson's Journey from Motown to Off the Wall (2016 / 110 min / Digital) + Michael Jackson - They Don't Care About Us (1996 / 5 min / Digital).
18h – Joe's Bed-Stuy Barbershop: We Cut Heads (1983 / 60 min / Digital) –Sessão gratuita.
19h30 – Febre da selva (1991 / 121 min / 35 mm)

Dia 8 de dezembro (Sábado)
14h30- Lute pela coisa certa (1988 / 120 min / Digital) – Sessão gratuita.
17h – Febre da selva (1991 / 121 min / 35 mm)
19h30h – Irmãos de sangue (1995 / 129 min / Digital) + Prince & The New Power Generation - Money Don't Matter 2Night (1992 / 5 min / Digital) – Sessão gratuita.

Dia 9 de dezembro (Domingo)
14h- O verão de Sam (1999 / 142 min / Digital) – Sessão gratuita.
17h – Mais e melhores blues (1990 / 130 min / 35 mm)
19h40 – Lute pela coisa certa (1988 / 120 min / Digital) – Sessão gratuita.

SINOPSES

Joe's Bed-Stuy Barbershop: We Cut Heads
Estados Unidos da América/ 1983 / 60 minutos
Zack passa a administrar uma barbearia depois que Joe, o antigo dono, é assassinado. Tudo que ele quer é cortar cabelo de forma tradicional, mas sua clientela vem diminuindo cada vez mais. Quando as atividades criminais praticadas por Joe são oferecidas para serem levadas adiante por Zack, ele precisa tomar uma difícil decisão.

Ela quer tudo
Estados Unidos da América / 1986 / 90 minutos
Nola, uma jovem do Brooklyn, bem-sucedida, possui três namorados: Jamie Overstreet, protetor, educado e sempre bem-intencionado; Greer Childs, vaidoso, rico e arrogante; e Mars Blackmon, um cômico e imaturo jovem. Nenhum é capaz de satisfazê-la inteiramente e ela não consegue decidir com qual ficar.

Lute pela coisa certa
Estados Unidos da América / 1988 / 120 minutos
Em uma universidade de negros sulista, Vaughn é um ativista dedicado, enquanto Half-Pint, seu primo, gasta a maior parte de seu tempo tentando ingressar na fraternidade mais popular. Os dois tentam alcançar suas metas discrepantes enquanto vem à tona um conflito racial que divide a universidade entre os "Wannabees", os mais claros, e os "Jigaboos", os mais escuros.

Faça a coisa certa
Estados Unidos da América / 1989 / 120 minutos
Sal é dono de uma pizzaria no Brooklyn. No dia mais quente do ano, Buggin' Out, o ativista local, vai até lá para comer uma fatia de pizza e reclama por não existirem afro-americanos na "Parede da Fama" de Sal, uma seleção de fotos de ídolos ítalo-americanos dos esportes e do cinema. Este acidente trivial é um dos pontos de partida para um efeito dominó que não terminará bem.

Mais e melhores blues
Estados Unidos da América / 1990 / 130 minutos
Bleek Gilliam sonhava desde criança em ser músico, mas sua mãe insistia para que ele não largasse os estudos. Já adulto, ele se torna um trompetista de sucesso e forma a sua própria banda de jazz. No entanto, sua rivalidade no palco com Shadow Henderson e seus problemas com mulheres levam Bleek a conhecer o fracasso.

Febre da selva
Estados Unidos da América / 1991 / 121 minutos
Jovem e bem-sucedido arquiteto negro causa furor quando inicia um romance extraconjugal com sua secretária branca, descendente de italianos. O caso se transforma no estopim para uma acirrada disputa entre membros das duas famílias, trazendo à tona questões levantadas pela barreira racial que se apresenta no relacionamento.

Malcolm X
Estados Unidos da América / 1992 / 202 minutos
A história real de Malcolm X, que durante sua adolescência descobriu o islamismo e teve seu pai assassinado por membros da Klu Klux Klan. Ele se torna um fervoroso religioso, criando um movimento de pacificação entre as raças. A luta pelos direitos dos negros tornou Malcolm X um dos mais importantes líderes afro-americanos da história.

Crooklyn - Uma família de pernas pro ar
Estados Unidos da América / 1994 / 115 minutos
Nova York, anos 70. Em um cenário musical efervescente, a professora Carolyn Carmichael, uma mãe carinhosa e preocupada, é casada com Woody, músico de jazz, e vive com seus cinco filhos no agitado bairro do Brooklyn. Quando Woody perde seu emprego, uma crise começa a envolver sua família e seu casamento.

Irmãos de sangue
Estados Unidos da América / 1995 / 129 minutos
Strike é um traficante de drogas que trabalha 24 horas por dia. Quando o chefe da droga local informa Strike sobre uma possibilidade de promoção, aparece um traficante rival morto. O investigador Mazilli deseja uma apreensão fácil. O seu colega Rocco quer algo muito mais difícil de encontrar: a verdade.

Garota 6
Estados Unidos da América / 1996 / 100 minutos
Uma jovem atriz tenta fazer carreira em Nova York, mas quando o dinheiro e o trabalho se tornam escassos ela arruma um emprego em uma empresa de sexo por telefone. Ela sabe criar tão bem as fantasias dos seus clientes que logo é a garota que recebe mais ligações na firma. Inicialmente, ela é seduzida pelo dinheiro, mas a situação foge de seu controle.

Todos à Bordo
Estados Unidos da América / 1996 / 120 minutos
Um grupo de pessoas que não se conhece toma o ônibus rumo a Washington, para participar da Marcha do Milhão. No caminho dividem dramas pessoais e políticos, enquanto vivem pequenos conflitos e momentos de amizade.

Jogada decisiva
Estados Unidos da América / 1998 / 136 minutos
Jake está na prisão cumprindo pena por ter assassinado sua esposa. Jesus, seu filho, se tornou um excelente jogador de basquete, procurado por times profissionais para seguir a carreira. Mas ele se sente ofuscado por seu pai, que acaba recebendo liberdade condicional com uma condição: convencer o filho a assinar um contrato com a universidade Big State.

O verão de Sam
Estados Unidos da América / 1999 / 142 minutos
Verão de 1977. Junto com uma onda de calor, uma série de assassinatos tem início em Nova York. A comunidade fica aterrorizada com o serial killer, que se autodenomina "Filho de Sam". No contexto do surgimento do punk-rock, da revolução sexual e da era disco, a amizade de dois homens será testada: Vinny e Ritchie.

The Original Kings of Comedy
Estados Unidos da América / 2000 / 115 minutos
Os bastidores em turnê dos quatro dos maiores comediantes americanos negros em ação: Bernie Mac, Cedric The Entertainer, Steve Harvey e D.L. Hughley. Spike Lee.

A hora do show
Estados Unidos da América / 2000 / 135 minutos
Pierre Delacroix é um escritor de séries de TV que não aguenta mais a tirania de seu chefe. Ele resolve propor uma ideia absurda: um programa de TV estrelado por dois mendigos negros que denunciariam o estereótipo e o preconceito contra o negro na televisão americana. Seu objetivo é ser demitido, mas o programa se torna um grande sucesso.

A Última Noite
Estados Unidos da América / 2002 / 134 minutos
Monty Brogan é um narcotraficante condenado a sete anos de prisão e tem apenas um único dia de liberdade antes de começar a cumprir sua pena. No seu último dia antes de ir para a cadeia, Monty encontra seus amigos de infância Jacob e Francis, além de sua namorada Naturelle.

Elas me odeiam, mas me querem
Estados Unidos da América / 2004 / 138 minutos
Um alto executivo é demitido depois de denunciar operações fraudulentas da empresa. Quando sua ex-namorada, agora lésbica, oferece dinheiro para que ele a engravide, Jack inicia uma prazerosa e lucrativa nova profissão.

O plano perfeito
Estados Unidos da América / 2006 / 130 minutos
Um assalto no movimentado banco Manhattan Trust chama à ação os detetives Keith Frazier e Bill Mitchell. Eles têm a missão de fazer contato com o líder dos bandidos, Dalton Russell. Os detetives, com o auxílio do capitão John Darius, não contavam com a frieza e a inteligência de Russell, que parece estar sempre um passo à frente das ações da polícia.

Milagre em Santa Anna
Estados Unidos da América / 2008 / 156 minutos
Região da Toscana, Itália, durante a II Guerra Mundial. Quatro soldados negros se perdem e um deles resolve arriscar sua própria vida para salvar um garoto italiano traumatizado pela guerra.

Kobe Doin' Work
Estados Unidos da América / 2009 / 84 minutos
Spike Lee e uma equipe com 30 câmeras captaram todo o dia 13 de março de 2008 do jogador de basquete Kobe Bryant, quando o camisa 24 anotaria 20 pontos na vitória do Lakers sobre o Spurs. Um documentário que mostra mais um dia de trabalho na vida de um dos esportistas mais conhecidos do mundo.

Verão em Red Hook
Estados Unidos da América / 2012 / 131 minutos
A visão do mundo de um jovem garoto de classe média de Atlanta muda radicalmente quando ele passa o verão com seu avô, profundamente religioso no complexo habitacional de Red Hook, no bairro do Brooklyn, em Nova York.

Oldboy – Dias de Vingança
Estados Unidos da América / 2013 / 104 minutos
Joe, um irresponsável, acorda um dia, em um quarto, e descobre que foi trancado lá dentro. Pelos próximos 20 anos, ele permanece em cativeiro, sem saber quem o sequestrou. Enquanto isso, descobre pela televisão que sua ex-esposa foi assassinada, e que ele é o principal suspeito. Um dia, Joe é liberado e terá três dias para descobrir quem o prendeu e realizar sua vingança.

Michael Jackson's Journey from Motown to Off the Wall
Estados Unidos da América / 2016 / 110 minutos
A história de como Michael Jackson passou de astro infantil para Rei do Pop, logo após o lançamento de um de seus primeiros e mais importantes álbuns: Off the Wall (1979). Uma análise detalhada por meio da montagem de raras imagens de arquivo e entrevistas daqueles que contribuíram na produção do disco.

Public Enemy - Fight The Power
Estados Unidos da América / 1990 / 5 minutos e 21 segundos
O clipe mostra imagens da Marcha para Washington de 1963 mescladas a uma manifestação pelo fim da violência contra os negros. Trilha sonora do filme Faça a coisa certa.

Prince & The New Power Generation - Money Don't Matter 2Night
Estados Unidos da América / 1992 / 5 minutos e 12 segundos
Este clipe para a música de Prince não foi muito veiculado pela MTV por seu forte conteúdo político. Ele mostra, em imagens em preto e branco, uma família tentando sobreviver mesclada a imagens da Grande Depressão dos anos 30 e pobreza e desemprego dos anos 80 e 90.

Michael Jackson - They Don't Care About Us
Estados Unidos da América / 1996 / 4 minutos e 41 segundos
Duas versões foram feitas para esse vídeo de Michael Jackson: uma gravada no Brasil, no Pelourinho, com a participação do grupo Olodum em Salvador e com imagens captadas também no Rio de Janeiro, no morro Santa Marta. Uma segunda versão foi feita em uma prisão americana.

Eminem - Headlights
Estados Unidos da América / 2013 / 4 minutos e 10 segundos
O clipe conta a turbulenta história entre o rapper Eminem e sua mãe por meio dos olhos dela.

Serviço
Acorde! O Cinema de Spike Lee
De 20 de novembro a 9 de dezembro
No Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 02, lote 22).
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada). *Algumas sessões são gratuitas.
Informações: (61) 3108-7600
Não recomendado para menores de 14 anos

 


Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Cine Surdo promove sessões extras no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

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O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro, embala o Cine Surdo, que promove sessões extras do longa-metragem O Colar de Coralina, nos dias 1, 2 e 3 de dezembro, no Cine Cultura Liberty Mall. Com entrada gratuita, o projeto ocorre no espaço até 16 de dezembro, aos sábados e domingos, sempre apresentando ao público destaques do cinema nacional com exibições adaptadas para deficientes auditivos.

Neste sábado (1/12), às 10 horas, a sessão ocorre com legenda audiodescritiva para deficientes auditivos. No domingo (2/12), às 13 horas, é a vez dos autistas, com a Sessão Azul, em que o som permanece mais baixo e as luzes acesas. Já na segunda-feira (3/12), após a sessão, um debate entre o diretor de O Colar de Coralina, Reginaldo Gontijo, e o presidente da Associação Brasileira de Surdos Oralizados (ABRASSO), Emanuel Barbosa, encerra a programação especial.

Sinopse do filme – O COLAR DE CORALINA faz um resgate sobre a infância da escritora Cora CoralinaAninha é considerada desajeitada e feia. Futura poeta e doceira, a criança descobre no jogo da amarelinha a possibilidade de desafiar seus limites e deixar sua imaginação fluir para fugir de sua realidade. Já adulta, ela relembra a rejeição que sofreu na infância por meio de sua ligação com o prato azul-pombinho, o último da coleção de 92 peças de sua bisavó Antônia.

SERVIÇO
Cine Surdo - Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
No Cine Cultura Liberty Mall
De 1º a 3 de dezembro
Entrada franca
Verifique a classificação indicativa dos filmes

Bate-papo com personagem e autora do livro A Casa da Vida

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O Sebinho reúne nesta terça-feira (27) autora e personagem de uma obra premiada para um bate-papo animado seguido de sessão de autógrafos.  De Adriana Kortlandt (foto), A casa da vida conta a história de Maria da Glória Nascimento de Lima, mais conhecida como Glorinha, que fundou o Lar da Criança Padre Cícero, em 1984, em Taguatinga, dando abrigo para mais de 2,5 mil pessoas.

O exemplar rendeu prêmios para as duas mulheres. O Internacional Latino Book Awards 2018, de Los Angeles, como melhor livro de ficção em língua portuguesa, condecorou Adriana Kortlandt em setembro. Já Glorinha vai receber o Prêmio Paul Donovan Kigar de Honra ao Mérito por Realizações de Vida, no dia 4 de dezembro, em sessão solene no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo.

Além de abrigo, o Lar da Criança Padre Cícero mantém as creches Sonho de Criança, que atendem meninos e meninas de 6 meses a 6 anos, atendendo cerca de 600 crianças diariamente. Assim como a maioria das crianças que acolhe, Glorinha também foi abandonada pelos pais ainda pequena: seu pai a deixou na porta da Igreja do Padre Cícero, no Ceará, quando ela tinha 3 anos e 7 meses.

"Uma grande amiga me pediu para fazer um atendimento na casa de uma mãe que havia perdido um filho, assassinado. Esta mãe era Glorinha. A partir daí, conheci sua obra de acolhimento a crianças em situação de risco, e as duas me fascinaram, a obra e a fundadora. Passei a frequentar o Lar da Criança Padre Cícero, e comecei a me interessar pela trajetória de Glorinha. Um dia ela concordou em me contar a sua história. Foi então que demos início a essa jornada", conta Kortlandt.

SERVIÇO
Encontro com autor e personagem de A Casa da Vida
Na livraria, café e bistrô Sebinho (406 Norte, Bloco C, Loja 44).
Dia 27 de novembro. Terça-feira, das 18h30 às 21 horas.
Entrada franca. Classificação Indicativa Livre.

Ocupação Baobá celebra a Semana da Consciência Negra

Foto:  Joelson Souza

Foto: Joelson Souza

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, a Caixa Cultural Brasília celebra a data com uma série de atividades de moda e música que valoriza e fortalece as tradições da população negra no Brasil. A programação da Ocupação Baobá, que ocorre nos dias 19 e 20 de novembro, inicia com a feira Diáspora 009, cujos estandes de mulheres negras mostram ao público acessórios, decoração, livros e artesanato, entre outros produtos. No dia seguinte é a vez de ver desfile da marca brasiliense diáspora 009, com peças inéditas e exclusivas.

No dia 19, às 19h30, a Oficina de Percussão – Toques Tradicionais na Nação Xambá, ministrada por percucionistas da comunidade Xambá, ensina os toques dos tambores da Xambá. O encerramento da Ocupação Baobá, no dia 20, é com o show Ogum Iê! do grupo Bongar (PE) (FOTO), que conta com a participação especial de Lenna Bahule (Moçambique) e teve a direção musical e arranjos de Letierres Leite, além da participação da Orquestra Rumpilezz. A apresentação une a ancestralidade, tradição e contemporaneidade para homenagear o orixá Ogum.

“Baobá é uma árvore sagrada para as tradições africanas. Trazidos para o Brasil pelo povo negro escravizado, os Baobás simbolizam a resistência e o caminhar dessas pessoas, que marcam a identidade do país. Por isso, a ocupação leva esse nome. A ideia é valorizar as comunidades negras no Brasil nessa data tão importante que é o Dia da Consciência Negra”, explica Tâmara Jacinto, idealizadora da ocupação.

SERVIÇO
Ocupação Baobá – Semana da Consciência Negra
Na CAIXA Cultural Brasília e Átrio dos Vitrais do Edifício Matriz da Caixa (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4 – Edifício Matriz da CAIXA e Anexo I do Edifício Matriz da CAIXA).
Dias 19 e 20 de novembro.
- Feira Diáspora 009 (DF), segunda-feira, das 12h às 18h, no Átrio dos Vitrais; e terça-feira, das 18h às 23h, no foyer da Caixa Cultural Brasília.
- Oficina de Percussão – Toques Tradicionais da Nação Xambá, segunda-feira, das 19h30 às 21h30, no Teatro da Caixa Cultural.
- Apresentação do Tambor de Crioula de Seu Teodoro (DF), terça-feira, das 18h às 18h45, na calçada do Edifício Matriz da Caixa Cultural.
- Desfile Diáspora 009 (DF), terça-feira, das 19h30 às 20h, no foyer da Caixa Cultural.
Todos os eventos têm entrada franca. Classificação Indicativa Livre.
- Show “Ogum Iê” com Grupo Bongar (PE) e Lenna Bahule (Moçambique), terça-feira, às 20 horas, no teatro da CAIXA Cultural.
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia). Não recomendado para menores de 12 anos.

Calendário Vivo 2019 vai reunir histórias de superação do câncer

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A superação de um câncer tem o poder de inspirar a vida de outras pessoas. Principalmente daquelas que continuam na batalha contra a doença. Nesse sentido, o Calendário Vivo 2019, projeto da Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), em parceria com o Grupo Fields360, vai divulgar histórias de pacientes qu­­­e ultrapassaram esse desafio.

Cada um dos 365 dias do ano será representado por quem passou e venceu a doença – em todas as idades. Com o lema “todos os dias alguém vence o câncer”, a iniciativa também incentiva a população a ser solidária com as pessoas que estão enfrentando essa batalha. Já foi comprovado cientificamente que o otimismo dos pacientes durante o tratamento é um dos grandes responsáveis pela alta.

A inciativa se divide em duas etapas. A primeira, já iniciada, recruta pessoas com histórias para compartilhar sobre o tema. Elas serão selecionadas, em seguida. O projeto também convida quem tem interesse a participar com serviços ou patrocínio. Todas as inscrições podem ser feitas no site da campanha até a segunda quinzena de novembro. O Calendário Vivo será disponibilizado em três versões: web, mobile e impressa.

“O tratamento da doença é longo e desgastante, por isso é natural o abatimento físico e mental, em conjunto com o abalo do estado psicológico. Tanto faz se é uma criança, um adolescente ou adulto, se é estimulado a manter o espírito de luta e coragem poderá ter o resultado tão esperado: a cura”, explica Maria Angela Marini, presidente da Abrace. Atualmente, a ONG trabalha para atender à 922 crianças e adolescentes.

Abrace
A Abrace é uma organização não governamental (ONG) que presta assistência a crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue. Os interessados em contribuir com a iniciativa podem ligar para a Central de Doações da Abrace: (61) 3212-6000. Caso queira conhecer o trabalho da associação, acesse o site da Abrace.


 

 

Trajetória de Chacrinha na telona

Divulgação

Divulgação

Ele fez história na televisão brasileira. A trajetória de José Abelardo Barbosa ganha o cinema no longa-metragem Chacrinha: o velho guerreiro, que está programado para estrear nesta quinta-feira (25/10) em circuito nacional. A ficção de Andrucha Waddington se divide em duas fases da vida do comunicador interpretadas, respectivamente, por Eduardo Sterblitch e Stepan Nercessian. Desde sua chegada ao Rio de Janeiro e estreia na rádio, até conquistar a TV.

A produção mostra o perfeccionismo de Abelardo em contraste com a espontaneidade do que representava como Chacrinha, a relação conturbada do apresentador com a família e as críticas enfrentadas ao estilo original que mais tarde o consagraria. No elenco principal também estão Gianne Albertoni como Elke Maravilha e Laila Garin vivendo Clara Nunes. Boni é interpretado por Thelmo Fernandes e Karen Junqueira vive Rita Cadilac.


 

 

Alemanha na tela do Goethe-Zentrum Brasília

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

 

 

Da Alemanha para a tela brasiliense do Goethe-Zentrum. De 22 a 24 de outubro, o público vai assitir a um panorama amplo do cinema alemão que vai dos clássicos mudos até obras primas contemporâneas. A segunda edição da mostra A ALEMANHA NAS TELAS tem entrada gratuita. Oportunidade para conhecer mais sobre a cultura europeia.

Com a curadoria de Pablo Gonçalo, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), a iniciativa será aberta com o clássico A morte cansada (Der müde Tod, 1921), obra da primeira fase do cinema mudo de Fritz Lang. Em apresentação única, a exibição conta com a companhia ao vivo do pianista Serge Frasunkiewicz.

Esta segunda edição traz, também, A outra pátria – Crônica de um anseio. A obra encerra uma longa série de filmes que revisitam a história da Alemanha dirigidos por Edgar Reitz,  diretor vindo das origens do cinema novo alemão. A mostra apresenta, ainda, três títulos contemporâneos dos diretores Valeska Grisebach e Christian Petzold, que propoem narrativas com uma encenação que salienta experiências íntimas dos seus personagens.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

Dia 22 de outubro (SEGUNDA-FEIRA)
19h30 – ABERTURA
A morte cansada (1921), de Fritz Lang
Filme mudo acompanhado ao vivo pelo pianista Serge Frasunkiewicz.

Dia 23 de outubro (TERÇA-FEIRA)
17h30 – A outra pátria – Crônica de um anseio (2013) Parte I, de Edgar Reitz.
19h30 – A outra pátria – Crônica de um Anseio (2013) Parte II, de Edgar Reitz.

Dia 24 de outubro (QUARTA-FEIRA)
17h30 – Saudade (2006), de Valeska Grisebach.
19h30 – Bárbara (2012), de Christian Petzold.

OS FILMES

A Morte Cansada
Direção: Fritz Lang | Drama | P&B | 1921 |100 min.
A saga de uma jovem que tenta impedir o falecimento de seu noivo. Ela deve negociar com a morte, que lhe apresenta três velas. Cada uma revela uma história que a moça deve percorrer em um ambiente diferente.

A outra pátria – Crônica de um anseio
Direção: Edgar Reitz | Drama | Cor/P&B | 2013 | 230 min.
Em meados do século XIX, milhares de pessoas migraram da Europa para a América do Sul. No vilarejo fictício de Schabbach vivenciamos a história de dois irmãos que descobrem que apenas os sonhos podem salvá-los.

Saudade
Direção: Valeska Grisebach | Drama | Cor | 2006 | 88 min.
O casal Markus e Ella se ama desde a infância. Ele é membro de uma brigada de incêndio e ela é faxineira. Depois de uma noite de bebedeira, Mark acorda na casa de uma garçonete, tentando descobrir o que aconteceu.

Bárbara
Direção: Christian Petzold  | Drama | Cor | 2012 | 105 min.
Bárbara, uma médica de Berlim Oriental da década de 1980, é banida para o interior do país e se mantém discreta, pois se prepara para fugir. Ela se vê diante de um dilema moral que a força a escolher o que valoriza. 

A ALEMANHA NAS TELAS
No Goethe-Zentrum Brasília, Auditório Cyro dos Anjos (707/907, Conjunto F, salas 103/137; 61 3244-6776).
De 22 a 24 de outubro.
Entrada franca.

 
 

Caio Fernando Abreu para os fãs

 

Fotos: Felipe Delangelo

Fotos: Felipe Delangelo

O universo poético e plural de um dos escritores mais queridos da literatura contemporânea está aberto ao público brasiliense. A exposição Caio Fernando Abreu – Doces memórias ocupa a Galeria Acervo do Museu Nacional da República até 28 de outubro. A partir de experiências sensoriais e recortes de sua trajetória, a mostra disponibiliza ao espectador a oportunidade inédita de rever, ouvir e sentir sua obra, 22 anos após a morte do autor.

A curadoria da pesquisadora Lara Souto Santana em parceria com as irmãs de Caio, Márcia de Abreu Jacintho e Cláudia de Abreu Cabral, reforça o caráter festivo ao trabalho do homenageado. "Comemorar os setenta anos de Caio Fernando Abreu com uma exposição em Brasília é uma alegria, já que sua literatura dialoga com tantos leitores. É a potência do texto dele que torna isto possível", conta Lara Souto Santana.

A palavra de Caio Fernando Abreu passeia em suas principais referências: Música, cinema, literatura, astrologia e arte. Cartas, manuscritos e documentos da sua vida pessoal e profissional foram emprestados pela família do autor e pelo acervo do Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural (PUC-RS) para dar ao visitante a chance de conhecer originais acessíveis apenas a pesquisadores.  

Caio Fernando Abreu
O escritor gaúcho, filho de uma geração que sofreu com a ditadura militar, renasce atual e espontâneo. Seja por seus admiradores que se multiplicam na internet, seja por adaptações, biografias e trabalhos acadêmicos, sua obra se torna cada vez mais relevante. “Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi", confessou Caio F. - forma que usava para se autointitular, em uma referência ao romance Cristiane F.

SERVIÇO
Caio Fernando Abreu – Doces memórias
Na Galeria Acervo do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República (Setor Cultural Sul, Lote 2).
De 13 de setembro a 28 de outubro. De terça-feira a domingo, das 9h às 18:30.
Entrada franca
. Informações: (61) 3325-5220 e 3325-6410. 

Exposição Controvérsias Iconoclásticas vai até 5 de outubro

Do professor e pesquisador da área de Comunicação Nico Carpentier, a exposição Controvérsias Iconoclásticas está disponível para visitação até 5 de outubro, na Galeria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)  Professora Christina Jucá, na Universidade de Brasília (UnB). As fotografias apresentam ao público o Chipre, um dos principais destinos turísticos do Mediterrâneo.

A intenção é promover o debate sobre os riscos do nacionalismo e suas consequências. O tema faz parte do cotidiano brasileiro, principalmente, em tempos de eleições. A mostra gratuita passou anteriormente em duas cidades do Chipre, Limassol e a capital Nicósia. As 23 imagens retratam estátuas, monumentos e marcos representativos da vida cotidiana dos moradores da região sul do país europeu.

“As estátuas são veículos de comunicação. São veículos carregados de ideologia, de informação. É o objeto inteiro que também se torna um meio”, explica o fotógrafo belga, um apaixonado pela simbologia presente nas estátuas. As fotografias analisam como as estátuas e os memoriais narram e moldam o conflito político que marca atualmente o local, com uma narrativa diferenciada para o conflito. O Chipre, que contabiliza um dos maiores Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo, vive atualmente sob uma controvérsia geopolítica: a República do Chipre governa a parte Sul do país, já a parte Norte está sob ocupação da autoproclamada República Turca do Norte do Chipre, reconhecida apenas pela Turquia, e vista como ilegal pela comunidade internacional. As obras de Carpentier evidenciam o traumático conflito.

Quando morava na ilha por conta de seus estudos na área de mídia, Carpentier fez os cliques entre setembro de 2013 e setembro de 2014. Como parte da programação, três workshops, em inglês, foram ministrados pelo professor Carpentier.

Sobre Nico Carpentier
O autor da exposição, professor do Departamento de Informática e Mídia na Universidade de Uppsala, na Suécia, também é educador associado no Departamento de Comunicação da Universidade Livre de Bruxelas, Bélgica, e na Universidade Charles de Praga, República Tcheca. Lançou 11 livros, coeditou 27 e assinou a coautoria de 130 artigos e capítulos de livros.  Seus estudos focam na análise de construções discursivas, incluindo projetos ideológicos em locais com mediação.

Serviço
Exposição de fotografias – Controvérsias Iconoclásticas
Na Galeria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), Campus Universitário Darcy Ribeiro, Universidade de Brasília.
Até 5 de outubro. Das 8h30 às 17h30.
Entrada franca.


Divulgação

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Festival de Brasília agita a capital até 23 de setembro   

Por Sérgio Bazi

A diversidade sexual, étnica e social do país promete marcar a 51ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que começou nesta sexta-feira, 14, e segue até o próximo domingo, 23. Centralizado na sala de projeção mais icônica da cidade, o Cine Brasília, nosso mais antigo evento cinematográfico tem vários pontos de exibição e atividades, abrangendo 13 regiões administrativas do Distrito Federal. Criado pelo crítico e professor Paulo Emílio Salles Gomes, o festival continua firme no empenho em destacar a descentralização regional. Afinal, o FestBrasília foi o primeiro a consagrar o cinema produzido fora do eixo Rio-São Paulo, ao premiar longas-metragens produzidos aqui mesmo, no Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná e Minas Gerais. Em dez dias de programação, serão exibidos 120 títulos, selecionados entre mais de 700 produções inscritas em todo o país.

A forte presença feminina por trás das câmaras chama a atenção de forma inédita. Basta lembrar que, na competição de longas-metragens, dos nove títulos selecionados, seis contam com mulheres na direção, seja em trabalho solo (casos de Gabriela Amaral Almeida, Susanna Lira e Beatriz Seigner) ou em parceria com cineastas homens. Na mostra oficial de curtas há cinco filmes assinados por diretoras, quatro por diretores e três são parcerias entre os dois gêneros.

Além disso, uma das novidades desta edição é o Prêmio Leila Diniz, que homenageia o símbolo máximo da libertação feminina no Brasil e a grande atriz premiada com o Candango pelo antológico Todas as mulheres do mundo. O objetivo da distinção é destacar a representatividade feminina nas várias etapas de realização do audiovisual brasileiro – e começa contemplando o trabalho da atriz e diretora Ittala Nandi e da montadora Cristina Amaral, vencedora de dois Candangos da categoria. Desta vez também há um número mais significativo de filmes dirigidos por cineastas negros, o que já é suficiente para justificar a criação do Prêmio Zózimo Bulbul, um tributo ao ator e cineasta carioca que vai apontar a melhor abordagem da temática negra do festival.

Para o secretário de Cultura do DF, Guilherme Reis, se nos últimos anos o festival tem promovido uma inclusão maior das minorias, tanto nos temas abordados quanto pela presença mais acentuadas de mulheres e negros, isso se deve menos ao evento do que à eclosão de políticas afirmativas e novas demandas sociais. “O país e o mundo vivem atualmente um tsunami ético, moral e político. O que o festival de Brasília vem fazendo nas últimas edições é refletir esse momento. O que temos feito é buscar um olhar mais amplo para a nossa pluralidade cultural, como também para todas as mudanças da sociedade e da produção audiovisual”, afirma.

Longas na disputa
Torre das donzelas, que abre a mostra competitiva neste sábado, 15, retrata um grupo de ex-prisioneiras políticas, entre elas Dilma Rousseff, que estiveram confinadas no presídio Tiradentes, em São Paulo, nos anos 1970. Num cenário que remonta o próprio local a que se refere o título, um conjunto de celas femininas, as ex-militantes se reencontram 45 anos depois para reviver suas lembranças. “Não quis apenas falar sobre violência e tortura, o filme mostra pessoas que conseguiram se reinventar”, afirma a diretora, conhecida por documentários para o cinema e a televisão, como Legítima defesa e Mataram nossos filhos.

Na sequência será exibida uma coprodução com a Colômbia e a França, Los silencios, que fez sua estreia mundial na Quinzena dos Realizadores do último festival de Cannes, onde teve boa acolhida por parte da crítica. Com roteiro da própria diretora, Beatriz Seigner, o filme trata de um tema bastante atual e é ambientado na fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. Os habitantes cultivam uma relação especial com seus mortos e acolhem pessoas excluídas dos três países. O primeiro longa da diretora, Bollywood dream, o sonho bollywodiano, também era uma coprodução, no caso a primeira do Brasil com a Índia.

O terceiro longa da disputa pelo Candango, New life S/A, que marca a estreia no formato do brasiliense André Carvalheira, gira em torno de um arquiteto bem-sucedido que comanda a construção de um condomínio e entra em confronto com a burocracia do mundo corporativo. Carvalheira ganhou o prêmio de melhor roteiro pelo curta O dia de folga no festival de 2006.  

O quarto concorrente ao Troféu Candango fala de uma adolescente abalada por ter sua intimidade exposta nas redes sociais. Primeiro longa de ficção do mineiro Cris Azzi, Luna também aborda o universo de pais ausentes e o choque da passagem para a vida adulta. Em seguida, o documentário Bloqueio, assinado pela dupla Victória Alvares e Quentin Delaroche, focaliza a greve dos caminhoneiros que explode cinco meses antes da última eleição presidencial brasileira.

A dupla baiana Glenda Micácio e Ary Rosa volta à principal mostra do festival, um ano depois de longa-metragem de estreia, Café com canela, ter recebido o Candango de melhor filme do júri popular. Desta vez, os diretores fazem incursão na metalinguagem para contar a história de um jovem da periferia que sequestra um cineasta para realizar um filme autobiográfico ambientado numa ilha do litoral baiano.

A sombra do pai também trata da adolescência e tem com personagem central uma garota de um bairro operário paulistano que é órfã de mãe e não consegue se comunicar com o pai doente, por sua vez abalado pela perda do melhor amigo num suposto acidente de trabalho. Detalhe: a menina, fã de filmes de terror, acha que tem poderes sobrenaturais e pode trazer a mãe de volta à vida. Gabriela Amaral Almeida, baiana radicada em São Paulo, assina o roteiro e a direção, no segundo longa da carreira de pois do elogiado Animal cordial, considerado um filme de terror criativo sem os clichês do gênero.

A temporada marca a estreia do mineiro André Novais Oliveira em longa-metragem de ficção, três anos depois de seu documentário Ela volta na quinta ter participado da mostra competitiva de Brasília. Novamente ambientado em Contagem, cidade de origem do cineasta, o filme tem como ponto de partida a mudança de uma servidora do departamento sanitário do interior do estado para a grande Belo Horizonte.

Bixa travesty chega a Brasília credenciado pelo Prêmio Teddy, concedido pelo Festival de Berlim a filmes de conteúdo LGBTQ. Na frente das câmaras temos a ativista, atriz e cantora de funk Linn da Quebrada ou, simplesmente, “artista multimídia, bicha-travesti”, segundo a própria. Por trás das câmeras, o mineiro Kiko Goirman (vencedor do Candango de melhor filme de 2008, com FilmeFobia) e a paulista Cláudia Priscilla (A destruição de Bernardet, exibido em mostra paralela em 2016). Ambos já haviam codirigido um documentário sobre a mesma temática, Olhe de novo para mim, sobre homem transexual nordestino que tenta se reconciliar com o passado marcado pela discriminação.

Premiação
Como na edição comemorativa dos 50 festivais no ano passado, os selecionados da mostra oficial vão receber cachês distribuídos igualitariamente. Cada longa-metragem ficará com o valor de R$ 15 mil e os curtas com R$ 5 mil. Os longas fora de concurso, selecionados para a abertura e o encerramento do festival (respectivamente, Domingo, de Fellipe Barbosa, e América armada, de Alice Lanari e Pedro Asbeg), vão ganhar cachê de R$ 10 mil cada. O longa escolhido pelo júri popular receberá ainda o Prêmio Petrobras de cinema, que oferece R$ 200 mil em contratos de exibição. Três longas e 18 curtas disputam o troféu Câmara legislativa, na Mostra Brasília, dividindo um total de R$ 240 mil em prêmios.

51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Até 23/9 no Cine Brasília e em pontos de exibição de 13 regiões administrativas do DF. Programação completa, fotos e sinopses dos filmes concorrentes em www.festivaldebrasilia.com.br.

 

Divulgação do filme Dedo na ferida (capa) Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Divulgação do filme Dedo na ferida (capa)
Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Brasília recebe a maior mostra de cinema ambiental da América do Sul   

O mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais chega, pela primeira vez, em Brasília.  A 7ª edição da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental ocorre de 7 a 16 de setembro, sendo um recorte da programação apresentada em São Paulo, que atraiu mais de 28 mil pessoas. No Dia do Cerrado, em 11 de setembro, a vencedora da categoria Melhor Filme pelo público, Ser tão velho Cerrado, será apresentada ao público.

Em seguida, o debate Cerrado, um bioma ameaçado, com participação do diretor deste longa-metragem, André D’Elia; Abílio Vinícius, do Programa Cerrado Pantanal da WWF, e Bruno Mello, fundador e presidente da Fundação Mais Cerrado. Outros destaques são os vencedores pelo júri das categorias Melhor Longa e Melhor Curta-metragem Latino-americanos, respectivamente: Dedo na ferida (de Silvio Tendler) e Abigail (de Valentina Homem e Isabel Penoni).

Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. No Panorama Internacional Contemporâneo, a programação inclui 12 títulos, entre curtas e longas-metragens, representando 14 países (há duas coproduções). Os filmes discutem temas como campo, cidades, consumo, povos e lugares, preservação e trabalho. Já a Competição Latino-Americana exibe 23 dos filmes, entre longas e curtas-metragens, que concorreram ao Prêmio de Melhor Filme Latino-americano da 7ª Mostra Ecofalante.

A mostra competitiva Concurso Curta Ecofalante selecionou nove filmes, oriundos de instituições de ensino de Brasília, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Por fim, a sessão em homenagem a Chico Mendes lembra os 30 anos de seu assassinato, com o longa Crianças da Amazônia, de Denise Zmekhol. Nele, percorremos com a cineasta a rodovia BR 364, 15 anos após sua última passagem pela região, momento em que encontrou Chico Mendes, denunciando as degradações ocorridas em nome do progresso.

Programação completa

Dia 7 de setembro (SEXTA-FEIRA)

15h30 – A Terra não pode falar (EUA)

N-Água (Itália)
17h30 Nanã (Brasil)
Terras brasileiras (Brasil)
19h30 – Às margens (Coréia)
Cidadã Jane: a luta pela cidade (EUA)

Dia 8 de setembro (SÁBADO)
15h – Quilombo Rio dos Macacos (Brasil)
17h30 – Berta Vive (Honduras)
Sob a pata do boi (Brasil)
19h30 – Natureza: Todos os direitos reservados (Holanda)
Triste Oceano (Austrália)

Dia 9 de setembro (DOMINGO)
15h – Corp (Argentina)
Dedo na Ferida (Brasil)
17h – Imigrantes digitais (Suíça)
Sociedade do almoço grátis (Alemanha)
19h30 – Obrigado, chuva (Noruega/Reino Unido) 

Dia 11 de setembro (TERÇA-FEIRA)
15h – Berta vive (Honduras)
Sob a pata do boi (Brasil)
16h40 – Crianças da Amazônia (Brasil/EUA)
18h15 – Ser tão velho Cerrado (Brasil)
20h – Debate: Cerrado, um bioma ameaçado.

Dia 12 de setembro (QUARTA-FEIRA)
15h – O delírio é a redenção dos aflitos (Brasil)
Estado de exceção (Brasil/Canadá)
17h20 – Às margens (Coréia)
Cidadã Jane: A luta pela cidade (EUA)
19h30 – Inhibitum: Boicotados (Bélgica)
Congo em guerra (Canadá/EUA/Congo/Catar)

Dia 13 de setembro (QUINTA-FEIRA)
15h – Árvore de sangue (Brasil)
Dos Antigos aos filhos do amanhã (Brasil)
Òpárá de Òsùn: Quando tudo nasce (Brasil)
O conto do burro amarelo (Brasil)
16h45 – Dinheiro amargo (China)
19h40 – Nanã (Brasil)
Terras brasileiras (Brasil)

Dia 14 de setembro (SEXTA-FEIRA)
15h30 – Outro fogo (Brasil)
Carne e casca (Brasil)
Vazio do lado de fora (Brasil)
Concreta memória (Brasil)
Xavante: Memória, cultura e resistência (Brasil)
17h30 – Estamos todos aqui (Brasil)
Espólio da cidade (Brasil)
19h30 – Plantae (Brasil)
Terra solitária (Chile)

Dia 15 de setembro (SÁBADO)
15h30 – Ser tão velho Cerrado (Brasil)
17h30 – Estás vendo coisas (Brasil)
Água mole pedra dura (Brasil)
19h30 – O delírio é a redenção dos aflitos (Brasil)
Estado de exceção (Brasil/Canadá)

Dia 16 de setembro (DOMINGO)
15h30 – Histórias do Cumaru (Brasil)
Fantasia de Índio (Brasil)
A terceira margem (Brasil/França)
17h30 – Fronteira invisível (Argentina/Bélgica)
Krenak (Brasil)
19h30 – Abigail (Brasil)
Rio Verde: O tempo dos Yakurunas (Peru)

Sinopses dos filmes

Longas-metragens


Água Mole Pedra Dura (Brasil, 68min). Direção: Flavia Angelico e James Robert Lloyd.
Um apelo global a uma mudança de paradigma. A maior crise hídrica da história de São Paulo por meio de uma investigação profunda sobre a gestão de recursos hídricos e debate com especialistas, moradores, vítimas e ativistas.

Cidadã Jane: A luta pela cidade (EUA, 96min). Direção: Matt Tyrnauer.
Jane Jacobs foi uma ativista norte-americana envolvida em uma série de lutas, na Nova York de meados do século 20, contra o brutal processo de modificação da cidade.

Congo em Guerra (Canadá/EUA/Congo/Catar, 91min). Direção: Daniel McCabe.
Olhar imersivo sobre a atual guerra mais longa do mundo e sobre aqueles que sobrevivem a ela. Seguindo quatro personagens carismáticos, uma perspectiva congolesa sobre os problemas que assolam essa exuberante nação.

Crianças da Amazônia (Brasil/EUA, 72min). Direção: Denise Zmekhol.
Uma viagem pela rodovia BR 364, que corta o coração da Amazônia, à procura de duas crianças fotografadas pela diretora há 15 anos. Uma reflexão sobre as mudanças ocorridas, nesse período, depois que a estrada cortou suas terras.

Dinheiro amargo (China, 152min). Direção: Wang Bing.
Nesta amarga crônica da China contemporânea, capturam-se as emoções de três jovens, em seus árduos trabalhos diários e suas decepções ao receberem seus salários.

Espólio da cidade (Brasil, 78min). Direção: Paulo Murilo Fonseca e André Turazzi.
A visão de seis pessoas que têm suas vidas relacionadas a edifícios tombados na cidade de São Paulo. Evidencia-se uma tensão entre memória e desenvolvimento urbano.

Estado de exceção (Brasil/Canadá, 89min). Direção: Jason O'hara.
Como a chegada dos megaeventos começa a ameaçar uma série de outras comunidades, os residentes se unem em prol dos seus direitos constitucionais, temporariamente suspensos sob um "estado de exceção".

Krenak (Brasil, 74min). Direção: Rogério Corrêa.
A história da tribo indígena Krenak, de Minas Gerais, desde a declaração da guerra justa, pelo rei português D. João 6º em 1808, até o desastre ambiental no Rio Doce, fruto da ruptura da barragem de minérios em Mariana, em 2015.

Obrigado, chuva (Noruega/Reino Unido, 87min). Direção: Julia Dahr.
Durante cinco anos, Kisilu, um pequeno agricultor queniano, usou sua câmera para registrar os impactos das mudanças climáticas na vida de sua família e de sua comunidade.

Quilombo Rio dos Macacos (Brasil, 120min). Direção: Josias Pires Neto.
O Quilombo do Rio dos Macacos, na Bahia, enfrenta conflito pela propriedade da terra de uso tradicional, reivindicada pela Marinha. Denúncia de graves violações de direitos humanos e processos de negociações.

Rio Verde: O tempo dos Yakurunas (Peru, 70min). Direção: Alvaro Sarmiento e Diego Sarmiento.
Uma jornada poética pelas profundezas da Amazônia, explora a percepção do tempo por três comunidades que vivem às margens do rio Amazonas, fazendo o espectador imergir em paisagens habitadas por xamãs e sociedades míticas.

Ser tão velho Cerrado (Brasil, 96min). Direção: André D’Elia.
Preocupados com o fim do Cerrado no estado de Goiás, os moradores da Chapada dos Veadeiros buscam alternativas de desenvolvimento para sua região.

Sociedade do almoço grátis (Alemanha, 95min). Direção: Christian Tod.
O que você faria se a sua renda básica estivesse garantida? Vista como uma utopia até alguns anos atrás, hoje essa ideia é mais palpável do que nunca. O filme explora a renda básica universal como uma possibilidade real atual. .

Terra solitária (Chile, 107min). Direção: Tiziana Panizza.
Um pesquisador encontra 32 documentários filmados na Ilha de Páscoa há quase um século, que revelam como um dos destinos mais bonitos do mundo já foi uma prisão.

Triste oceano (Austrália, 76min).
Em 2050, haverá mais plástico do que peixes nos mares. Por meio de entrevistas com apaixonados ativistas, o filme desvela a história das mudanças em nosso oceano para defender a necessidade de preservá-lo.

Curtas-metragens

Às margens (Coréia, 12min). Direção: Kim Hyung-Cheol.
Um bairro em Seul, capital da Coréia, cresce em ritmo acelerado. Com cenas de violência, protestos e uma íntima entrevista com um ativista, o filme procura captar as emoções que emanam dessa situação.

Abigail (Brasil, 17min). Direção: Isabel Penoni e Valentina Homem.   
Abigail Lopes une os pontos de um mapa humano que conecta indigenismo e candomblé. O avesso do inverso, uma casa aberta de memórias quase extintas.

Berta vive (Honduras, 30min). Direção: Katia Lara.
O assassinato de Berta Cáceres, em 2016, abalou o mundo. Acompanhamos Miriam Miranda, amiga e companheira de Berta. Elas duas são peças chave na luta pela descolonização em um país vendido ao capital transnacional.

O delírio é a redenção dos aflitos (Brasil, 21min). Direção: Fillipe Fernandes.
Raquel é a última moradora de um edifício condenado e ela precisa se mudar o mais rápido possível para salvar sua família.

Estás vendo coisas (Brasil, 18min). Direção: Bárbara Wagner e Benjamin de Burca.
Na escuridão de uma boate, o cabeleireiro Porck e a bombeira Dayana tentam a sorte como cantores de brega enquanto promovem sua carreira do estúdio para o palco.

Estamos todos aqui (Brasil, 20min). Direção: Chico Santos e Rafael Melim.
Expulsa de casa, Rosa precisa construir seu próprio barraco. O tempo urge enquanto um projeto de expansão do maior porto da América Latina avança sobre todos os moradores da Favela da Prainha (Santos, SP).

Fantasia de índio (Brasil, 18min). Direção: Manuela Andrade.
Desde criança, ouvia minha mãe falar de minha ascendência indígena. Há duas décadas, meu tio materno foi ao encontro dos xukurus, à procura de rastros desse passado. Resolvi dar continuidade a essa busca.

Fronteira Invisível (Argentina/Bélgica, 28min). Direção: Nicolás Richat e Nico Muzi.
Na Colômbia, o tratado de paz com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo) deu fim a mais de 60 anos de conflito armado. Mas era essa a única tensão da região?

Histórias do Cumaru (Brasil, 8min). Direção: Simone Giovine.
O cumaru antigamente era usado pelo povo Kayapó como remédio. Hoje, os brancos fazem produtos cosméticos com sua semente. A Aldeia Kendjam se organiza então para coletar e vender cumaru para os “kuben”.

Imigrantes digitais (Suíça, 21min). Direção: Norbert Kottmann e Dennis Stauffer.
1984 – O computador se torna essencial no cotidiano: apenas aqueles que dominam a nova tecnologia terão futuro. 2016 – Um grupo de idosos se adapta ao avanço tecnológico para encontrar seu lugar na era digital.          

Inhibitum: Boicotados (Bélgica, 8min). Direção: Atelier Collectif
Histórias do século 20: cinco incríveis invenções verdes boicotadas por poderosas indústrias interessadas em incentivar o consumismo.

N-Água (Itália, 52min). Direção: Pietro Belore e Martina Rosa.
Em 2013, o presidente da Nicarágua Daniel Ortega e o chinês Wang Jing firmaram um acordo para a construção de um novo canal interoceânico no país. O filme explora a problemática social e ambiental por trás do projeto.

Nanã (Brasil, 25min). Direção: Rafael Amorim.
Em um complexo portuário e industrial, a população enfrenta o processo de gentrificação do território. A resistência é a terra.

Natureza: Todos os direitos reservados (Holanda, 21min). Direção: Sebastian Mulder.
Em um mundo onde a natureza está desaparecendo, ela parece ressurgir em uma nova forma, como grama sintética na sacada. Investigação sobre o papel das simulações da natureza em nossa sociedade moderna.

Plantae (Brasil, 10min). Direção: Guilherme Gehr.
Ao cortar uma grande árvore no interior da floresta amazônica, um madeireiro contempla uma inesperada reação da natureza. Uma reflexão sobre as consequências irreversíveis do desmatamento.

Sob a Pata do Boi (Brasil, 49min). Direção: Marcio Isensee e Sá.
A Amazônia tem hoje 85 milhões de cabeças de gado, três para cada habitante da região. Em 2009, o Ministério Público obrigou os grandes frigoríficos a monitorarem o desmatamento nas fazendas de onde compram gado.

A terceira margem (Brasil/França, 56min). Direção: Fabian Remy.
Thini-á deixou sua tribo Fulni-ô aos 15 anos de idade e há 30 anos vive nas metrópoles do Brasil. Thini-á compartilha dúvidas e reflexões a respeito de uma decisão que pode mudar sua vida.

A Terra não pôde falar (EUA, 31min). Direção: Javier Briones.
No final dos anos 1970, o governo da Guatemala decidiu construir a hidrelétrica de Chixoy, no lugar onde por décadas viveram os índios Achi. Frente à resistência da comunidade, o Estado executou um massacre.  

Terras brasileiras (Brasil, 55min). Direção: Dulce Queiroz.
No Mato Grosso do Sul, quase fronteira com o Paraguai, indígenas e produtores rurais disputam a posse da terra, sobrando confrontos, ataques e até mortes. A disputa já se transforma numa tragédia de grandes proporções.

Concurso Curta Ecofalante (Curtas Universitários)

Árvore de sangue (Brasil, 21min). Direção: Igor Leite Araújo.
O filme, da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, acompanha o 1º Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, realizados na cidade de Palmas (TO).

Carne e casca (Brasil, 17min). Direção: Dani Drumond
Uma produção da AIC - Academia Internacional de Cinema, a obra tem como protagonista José Joaquim Francisco Filho, o “Mosquito”, que pesca sururu no rio Capibaribe, um dos mais poluídos do Brasil.

Concreta memória (Brasil, 6min). Direção: Vitor Xavier.
Realizado pelo É Nóis na Fita - Curso Gratuito de Cinema, o filme discute os muitos usos e disputas em torno de uma singela parede cinza na qual se encontra o ritual, o futebol, a manifestação e a violência.

O conto do burro amarelo (Brasil, 30min). Direção: Diana Mendes.
Produção da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais que, ao tentar resgatar as memórias do avô da diretora do filme sobre o misterioso retrato de um burro amarelo, depara-se com recordações da própria infância da autora.

Dos antigos aos filhos do amanhã (Brasil, 30min). Direção: Leonardo A. Gelio.
Produzido pela PUC-Rio - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, o filme explora a luta pela manutenção da cultura caiçara na vila de Trindade (próxima a Paraty).

Òpárá de Òsùn: Quando tudo nasce (Brasil, 4min). Direção: Pâmela Peregrino.
Realizado Unirio - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, o filme narra a história da Orixá das águas doces, Òsùn, a deusa da fertilidade no Candomblé.

Outro fogo (Brasil, 21min). Direção: Guilherme Moura Fagundes
Realização da UnB - Universidade de Brasília, é um registro das relações de afinidade e inimizade com o fogo na conservação do Cerrado, através de técnicas de combate e de manejo.

Vazio do lado de fora (Brasil, 22min). Direção: Eduardo Brandão Pinto.
Filme da UFF - Universidade Federal Fluminense que indaga sobre o futuro da favela Vila Autódromo após o violento processo de demolição das casas e ruas do local para as obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Xavante: Memória, cultura e resistência (Brasil, 19min). Direção: Gilson Costa
Documentário da UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso, apresenta um dos rituais mais importantes da cosmologia do povo xavante A’uwé Uptabi: a cerimônia Wapté Mnhõnhõ.

SERVIÇO
7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental - Itinerância Brasília
No Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lote 22, Edifício Tancredo Neves)
De 7 a 16 de setembro
Entrada franca. Informações em
www.ecofalante.org.br

 

Divulgação do filme Dedo na ferida (capa) Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Divulgação do filme Dedo na ferida (capa)
Divulgação do filme Ser tão velho Cerrado (dentro)

Caio Fernando Abreu para os fãs

 

Fotos: Felipe Delangelo

Fotos: Felipe Delangelo

O universo poético e plural de um dos escritores mais queridos da literatura contemporânea está aberto ao público brasiliense. A exposição Caio Fernando Abreu – Doces memórias ocupa a Galeria Acervo do Museu Nacional da República até 28 de outubro. A partir de experiências sensoriais e recortes de sua trajetória, a mostra disponibiliza ao espectador a oportunidade inédita de rever, ouvir e sentir sua obra, 22 anos após a morte do autor.

A curadoria da pesquisadora Lara Souto Santana em parceria com as irmãs de Caio, Márcia de Abreu Jacintho e Cláudia de Abreu Cabral, reforça o caráter festivo ao trabalho do homenageado. "Comemorar os setenta anos de Caio Fernando Abreu com uma exposição em Brasília é uma alegria, já que sua literatura dialoga com tantos leitores. É a potência do texto dele que torna isto possível", conta Lara Souto Santana.

A palavra de Caio Fernando Abreu passeia em suas principais referências: Música, cinema, literatura, astrologia e arte. Cartas, manuscritos e documentos da sua vida pessoal e profissional foram emprestados pela família do autor e pelo acervo do Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural (PUC-RS) para dar ao visitante a chance de conhecer originais acessíveis apenas a pesquisadores.  

Caio Fernando Abreu
O escritor gaúcho, filho de uma geração que sofreu com a ditadura militar, renasce atual e espontâneo. Seja por seus admiradores que se multiplicam na internet, seja por adaptações, biografias e trabalhos acadêmicos, sua obra se torna cada vez mais relevante. “Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi", confessou Caio F. - forma que usava para se autointitular, em uma referência ao romance Cristiane F.

SERVIÇO
Caio Fernando Abreu – Doces memórias
Na Galeria Acervo do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República (Setor Cultural Sul, Lote 2).
De 13 de setembro a 28 de outubro. De terça-feira a domingo, das 9h às 18:30.
Entrada franca
. Informações: (61) 3325-5220 e 3325-6410. 

Cena Contemporânea anima a cidade até 2 de setembro

Foto de dentro:  Marika Sawaguti Foto de fora: Bruna Valença

Foto de dentro: Marika Sawaguti
Foto de fora: Bruna Valença

 

 

O Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília está de volta e agita espaços culturais da cidade. Considerado um dos maiores festivais de artes cênicas do país, a 19ª edição do evento segue até 2 de setembro com a apresentação de 29 espetáculos. Neste ano, o festival aposta numa programação que reafirma a livre expressão do pensamento como valor natural e fundamental de cada ser humano.

“Queremos reafirmar nosso compromisso com a proteção dos direitos e das liberdades individuais e das minorias, apresentando criações que usam a linguagem da cena como veículo de expressão de inquietações e desejos, espaço para a discussão de temas relevantes como violência, preconceito, desigualdade e fanatismo religioso, de forma inventiva e brilhante”, destaca o curador, Alaôr Rosa.

A programação inclui sete espetáculos internacionais, produzidos no México, Chile, França, Argentina e Espanha. Também 14 produções de diferentes estados brasileiros – Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo, Ceará, Bahia, Amazonas e Paraná. E ainda nove espetáculos criados no Distrito Federal, sendo um deles inédito – a peça Encerramento do Amor, dirigida por Diego Bresani, fará sua estreia no CENA.

Além da extensa programação de espetáculos, o CENA irpromove oficinas e workshops, conversas com artistas e os Encontros do Cena, envolvendo curadores de prestigiados festivais de artes cênicas da Polônia, Irã, Argentina, Espanha, Chile e França, além dos curadores de festivais que integram o Núcleo de Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil. Para mais informações, basta acessar o site do festival: www.cenacontemporanea.com.br

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Dia 24 de agosto (SEXTA-FEIRA)
19h – Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália – Os Beatniks em Psicose (DF)
20h – Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Ícaro (RS)
          Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Cria (DF)
21h – Teatro SESC Garagem – Lili Marlene (SP)
           Auditório do Museu Nacional – Domínio Público (SP)

Dia 25 de agosto (SÁBADO)
19h – Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália – Os Beatniks em Psicose (DF)
           Teatro dos Bancários – OVO (PR)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Ícaro (RS)
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Cria (DF)
21h – Teatro CCBB – Tom na Fazenda /RJ)
           Teatro SESC Garagem – Lili Marlene (SP)
           Auditório do Museu Nacional – Domínio Público (SP)

Dia 26 de agosto (DOMINGO)
10h – São Sebastião – Feira Permanente – Inka Clown (DF)
11h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Buda (SP)
12h – São Sebastião – Feira Permanente – Mateus da Lelé Bicuda (DF)
17h - Teatro Funarte Plínio Marcos – Buda (SP)
19h – Teatro dos Bancários – OVO (PR)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Copo de Leite (DF)
21h – Teatro CCBB – Tom na Fazenda (RJ)
           Teatro SESC Garagem – Ícaro (RS)

Dia 27 de agosto (SEGUNDA-FEIRA)
19h30 – Itapoã – CEF Dra Zilda Arns – Édipo, o rei dos bobos (DF)
21h – Teatro SESC Garagem – A Bergman Affair (França)

Dia 28 de agosto (TERÇA)
9h – Lar dos Velhinhos Maria Madalena – SMPW Trecho 3 - Mateus da Lelé Bicuda (DF)
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Dinamarca (PE)
19h30 – São Sebastião – IFB – Édipo, o rei dos bobos (DF)
20h – Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Autópsia 3 (DF)
21h – Teatro SESC Garagem – A Bergman Affair (França)

Dia 29 de agosto (QUARTA)
14h30 – Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes - Sobradinho 1 – Mateus da Lelé Bicuda (DF)
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Dinamarca (PE)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Tijuana (México)
           Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Autópsia 4 (DF)
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Encerramento do Amor (DF
21h – Teatro CCBB – Casco Azul (Chile)

Dia 30 de agosto (QUINTA)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Tijuana (México)
           Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Eu é Outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
21h – Teatro CCBB – Casco Azul (Chile)
           Teatro SESC Garagem – Pra frente o pior (CE)

Dia 31 de agosto (SEXTA)
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – Autópsia 3 e 4 (DF)
           Teatro dos Bancários – Eu é Outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
20h – Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Tijuana (México)
           Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Shakespeare Inédito (Argentina)
21h – Teatro SESC Garagem – Pra frente o pior (CE)
           Teatro CCBB – Encerramento do amor (DF)

Dia 1º de setembro (SÁBADO)
17h – Teatro Plínio Marcos – Salve Malala! (SP)
19h – Teatro dos Bancários – Shakespeare Inédito (Argentina)
           Sala Adolfo Celi Casa D’Itália – “Lo único que necesita una actriz” (México)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Alicia después de Alícia (Espanha)
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Eu é outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
21h – Teatro CCBB – Tijuana (México)
           Teatro SESC Garagem – Jardín de Invierno (Espanha)

Dia 2 de setembro (DOMINGO)
17h – Teatro Plínio Marcos – Salve Malala! (SP)
19h – Teatro dos Bancários – Shakespeare Inédito (Argentina)
           Sala Adolfo Celi Casa D’Itália – Lo único que necesita una actriz (México)
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – Alicia después de Alícia (Espanha)
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Eu é outro: ensaio sobre fronteiras (BA)
             Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Sonho de uma noite de verão (DF)
21h – Teatro CCBB – Tijuana (México)
           Teatro SESC Garagem – Jardín de Invierno (Espanha)

PROGRAMAÇÃO INTERNACIONAL

A BERGMAN AFFAIR – FRANÇA/90 min/14 anos
Dias 27 e 28 de agosto no Teatro SESC Garagem

A partitura faz homenagem aos 100 anos do cineasta Ingmar Bergman, sendo inspirada em seu romance "Confissões Privadas", levado à tela em 1996, sob direção de Liv Ullmann. A encenação mescla teatro, dança, bonecos e vídeo. Anna, uma típica heroína bergmaniana é uma mulher de quarenta anos que fala sucessivamente com seu pastor, seu marido, seu amante e sua mãe.

CASCO AZUL - CHILE/60min/12 anos
Dias 29 e 30 de agosto no Teatro do CCBB

Capacetes Azuis é como são conhecidas as tropas que servem às Forças de Paz da ONU para atuarem em zonas de conflito no mundo. Atualmente seu trabalho vem sendo foco de polêmicas relacionadas a acusações de abuso contra a população que eles visam proteger. Quatro são destacados para uma base militar em Porto Príncipe, Haiti. A revolução acaba de explodir na ilha.

TIJUANA – MÉXICO/75min/15 anos
Dias 29, 30 e 31 de agosto e 1 e 2 de setembro nos teatros SESC Paulo Gracindo Gama
, Newton Rossi Ceilândia, SESC Paulo Autran Taguatinga e CCBB.
A economia condiciona a maneira como experimentamos a política e as expectativas que temos. Partindo dessa premissa, o ator Gabino Rodríguez viveu por seis meses com a identidade de Santiago Ramirez, trabalhando em uma fábrica em Tijuana sob condições específicas. A encenação procura contar essa experiência e investigar as possibilidades de representação. 

SHAKESPEARE INÉDITO – ARGENTINA/70 min/ 10 anos
Dias 31 de agosto, 1 e 2 de setembro nos teatros SESC Newton Rossi Ceilândia e dos Bancários.

Os espectadores decidem que personagem e que trecho do texto deve dar início ao espetáculo, que vai sendo construído pelo elenco e pelo público. Hamlet, Julieta, Ricardo III, Lady Macbeth, Desdêmona, dentre outros, se relacionam, passeiam pelas narrativas e proporcionam novas descobertas da obra shakespeariana. Surgem encenação e história diferentes a cada função.

JARDÍN DE INVIERNO – ESPANHA/55 min/LIVRE
Dias 1 e 2 de setembro no Teatro SESC Garagem

Há gritos de pânico, de alegria, de castigo, de encorajamento, de alarme, de advertência, de prazer, de dor. E é aí que há o silêncio que serve de inspiração para cada um desses gritos. Bem-vindo ao teatro.

ALÍCIA DESPUÉS DE ALÍCIA – ESPANHA/90min/12 anos
Dias 1 e 2 de setembro no Teatro SESC Paulo Gracindo Gama

Adaptação livre de Alice no País das Maravilhas, sendo a protagonista uma Alice de 40 anos, que sempre sonhou em ser violinista e que no momento está consumindo muito álcool e pílulas para dormir. A partir de um momento crítico em sua vida, ela se pergunta sobre seus anseios, sobre a contradição que às vezes surge entre o dever e os sonhos.

LO ÚNICO QUE NECESITA UNA GRAN ACTRIZ – MÉXICO/60min/18 anos
Dias 1 e 2 de setembro na Sala Adolfo Celi, Casa D’Italia

Livre adaptação da obra As Criadas, de Jean Genet, o espetáculo encontra as criadas Claire e Solange na minúscula e degradante casa onde vivem e penetram em sua intimidade. A peça propõe o diálogo entre o espaço e as atrizes, aprofundando temas universais e investigando as questões Genetianas, com base na performance, no teatro como única saída aparente.

PROGRAMAÇÃO NACIONAL

ÍCARO – RS/70min/16 anos

Dias 24 e 25 de agosto nos teatros SESC Paulo Gracindo Gama e SESC Garagem
Monólogo construído a partir de depoimentos reais de  pessoas cadeirantes e com a visão, a experiência e as percepções sobre a deficiência do próprio ator/autor, Luciano Mallmann, que se tornou cadeirante depois de um acidente.

LILI MARLENE – UM MUSICAL – SP/80min/14 anos
Dias 24 e 25 de agosto no Teatro SESC Garagem

Lili é o neto de uma atriz hollywoodiana dos anos 1930, rejeitado pelo pai na infância, foge aos 13 anos para Paris. Com 30 anos torna-se sacerdote e vai viver nos EUA. Anos mais tarde, longe de tudo, relembra sua trajetória.

DOMÍNIO PÚBLICO – SP/60min/Livre
Dias 24 e 25 de agosto no
Auditório 1 do Museu Nacional da República
Espetáculo reúne artistas que foram centro de polêmicas sobre liberdade de expressão, censura e os limites da arte em 2017. Uma reflexão sobre a forma como a arte pode ser utilizada em diferentes narrativas.

TOM NA FAZENDA – RJ/110min/ 18 anos
Dias 25 e 26 de agosto no Teatro do CCBB
Após a morte de seu companheiro, Tom vai à fazenda da família do falecido para o funeral. Ao chegar, descobre que a sogra nem sabia que o filho era gay. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso.

OVO – PR/60min/14 anos
Dias 25 e 26 de agosto no Teatro dos Bancários
Édipo e Electra são irmãos que passaram a juventude no campo e que se reencontram na cidade em um momento decisivo. Ela parte do sítio para dar a notícia da morte da mãe.

BUDA – SP/60min/Livre
Dia 26 de agosto no Teatro Plínio Marcos da Funarte

O príncipe Sidarta Gautama abandonou há 2.500 anos os luxos do palácio para conhecer o mundo real, alcançando a iluminação após uma profunda jornada de autoconhecimento.

DINAMARCA – PE/90min/18 anos
Dias 28 e 29 de agosto no Teatro Plínio Marcos

Inspirado em Hamlet, de Shakespeare. Segundo espetáculo de uma trilogia iniciada com Os Anos Em Que Sonhamos Perigosamente. Discute a ideia de ‘hygge’, palavra que contém o segredo da felicidade dinamarquesa.

PRA FRENTE O PIOR – CE/45min/18 anos
Dias 30 e 31 de agosto no SESC Garagem

Encontro de corpos que, juntos, formam uma massa. A princípio, parecem sobreviventes escapando de uma tragédia. Depois, sugerem ser amigos voltando de uma balada.

EU É OUTRO: ENSAIO SOBRE FRONTEIRAS – BA/70min/16 anos
Dias 30 e 31 de agosto e 1 e 2 d setembro nos teatros SESC Paulo Gracindo Gama, dos Bancários, Newton Rossi Ceilândia e SESC Paulo Autran Taguatinga
A obra reflete sobre a percepção do corpo como coletivo integrado, dentro de um todo. Esse organismo atravessa questões fronteiriças geradas pelas relações com outros organismos e repensa sobre o incômodo de estar junto.

SALVE, MALALA! – SP/50min/Livre
Dias 1 e 2 de setembro no Teatro Plínio Marcos da Funarte

A biografia da paquistanesa Malala, baleada pelo Taleban quando voltava de ônibus da escola e premiada com o Nobel da Paz, inspirou uma história que propõe o encontro entre Brasil e Paquistão, sob as lentes da educação.

PROGRAMAÇÃO DO DF

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO – 90min/14 anos
Dia 2 de setembro no Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia

Quatro histórias que se cruzam:preparativos para o casamento de Teseu e Hipólita; Hérmia ama e é amada por Lisandro e prometida para Demétrio; uma cia de teatro que monta uma tragédia cômica; e um casal em crise conjugal.

COPO DE LEITE – 60min/ 16 anos
No dia 26 agosto no Teatro SESC Paulo Gracindo Gama

Duas pessoas mergulhadas em suas próprias experiências e confissões de vida, e também suas impressões sobre a culpa, sobre o prazer, o tempo e, acima de tudo, o perdão.

CRIA – 60min/16 anos
No dia 25 de agosto no Teatro SESC Paulo Autran

Um jogo poético que apresenta, em seu enredo, os percursos de duas mulheres, que por um infortúnio do destino molecular e das mutações das dimensões físicas, se deparam com a transitoriedade do espaço/tempo.

OS BEATNIKS EM PSICOSE – 90min/14 anos
Dia 25 de agosto na Sala Adolfo Celi do Teatro Goldoni

Após roubar 40 mil dólares, uma garota decide passar a noite em um hotel que encontra pelo caminho. Ela conhece o proprietário que tem uma relação conturbada com a mãe. A simples estadia se transforma em noite de terror.

AUTÓPSIA – 90min (Ato III) /65min (Ato IV) /18 anos
Dias 28, 29 e 31 de agosto nos teatros SESC Newton Rossi Ceilândia e Plínio Marcos Funarte.

Dá continuidade a uma pesquisa iniciada com os Atos I e II, baseados em textos de Plínio Marcos. Drama criado a partir de entrevistas com cidadãos do sistema penitenciário e com recicladores do aterro de lixo da Estrutural.  

ENCERRAMENTO DO AMOR – 80min/14 anos
Dias 29 e 31 de agosto nos teatros SESC Paulo Autran Taguatinga e CCBB

Dentro de uma grande sala, uma mulher e um homem conversam. Ele fala primeiro e ela escuta. Depois, ela fala um segundo monólogo. Eles evocam sua separação, falam do antes e do agora, em dois rounds separados.

SERVIÇO
Cena Contemporânea
Até 2 de setembro. Ver programação.
Locais: Teatro do CCBB, Teatro Funarte Plínio Marcos, Teatro SESC Garagem, Teatro dos Bancários, Auditório do Museu Nacional da República, Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália, Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, Esplanada dos Ministérios, Praça do Relógio (Taguatinga), áreas públicas de Itapoã, São Sebastião, Recanto das Emas e Asilos.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Informações: (61) 3349.3937
Vendas online no www.eventim.com.br
Pontos de vendas: Central de Ingressos (Brasília Shopping) e Fnac (Park Shopping).
Mais informações: www.cenacontemporanea.com.br

 
 

Expo Brasília Designer no Teatro Nacional

 

Foto Boomerang Chair, de Marcelo Bilac  

Foto Boomerang Chair, de Marcelo Bilac  

Brasília conquistou a oportunidade de ingressar à Rede de Cidades da Unesco, em outubro de 2017, na categoria design. Design esse presente desde a nossa arquitetura até a gastronomia, a moda e os trabalhos de outros tantos artistas surgidos na capital. Dentro dessa dinâmica criativa, a Expo Brasília Design abre espaço para peças clássicas e contemporâneas, no Foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, de 31 de agosto a 2 de setembro.

A exposição convida o visitante a um passeio por meio da história do design genuinamente brasiliense, a exemplo da reprodução fiel de um quarto do Brasília Palace Hotel, à época de sua inauguração. O mobiliário selecionado para a mostra é elaborado em harmonia com a arquitetura dos palácios, monumentos, hotéis e edifícios funcionais da cidade. Frederico Hudson, Tatiana Petra, Patrícia Herzog e Cristina Malheiros Henriques são os idealizadores e curadores da exposição.

“Esparramada, simétrica, linear e de amplos vãos livres, Brasília é um espaço fértil para a experimentação, o que anuncia novas formas de se relacionar com o urbano, a arte, a moda, o mobiliário e a joalheria”, diz texto assinado pelos curadores. 40 profissionais com 80 obras participam desta inciativa, que conta também com o lançamento do selo //bsb.dsgn, que promove a consolidação da produção local de design nos cenários competitivos nacional e internacional.

Entre os artistas participantes estão Aciole Félix, Danilo Vale, Eduardo Borém, Dimitri Locikis, Marco Mendes, Kátia Moraes, Thiago Lucas, Nina Coimbra, Rafaela Gravia, Renata Brasil, Bruno Damasceno, Marcelo Coelho, Toninho Euzebio, Gustavo Gall, Joana VP, Nazareth Pinheiro, Thelma Aviani, Carol Nemoto, Ferrugem, Bia Saffi, Flavia Amadeu, Thais Fread, Rever, Rick Hudson, Patrícia Bagniewisk, Liz Sandoval, Rosicleide, Cleiton e Rita Duvirgens (alunos do IFB), e as marcas Studio Mosaico, Studio Maré, Win Design, Commute, Dane-se e Experimente Brasília.

Parceria – O bar itinerante MimoBar foi convidado a estar na composição curatorial e cenográfica como ponto de encontro, drinques, música, gastronomia e descontração da mostra Expo Brasília Design. O local conta com cadeiras de praia e clima despojado.

Programação

Dia 31 de agosto (QUINTA-FEIRA)
Loja de produtos locais, a partir das 14h
MimoBar, a partir das 18h
- Visita orientada com os curadores, a partir das 19h

Dia 1º de setembro (SEXTA-FEIRA)
- Loja de produtos locais, a partir das 14h
- Oficina instalação, com Thiago Lucas e Nina Coimbra, a partir das 15h
- Lançamento selo e portal //bsb.design, às 17h
- MimoBar, a partir das 18h, pick-ups do DJ Biondo

Dia 2 de setembro (SÁBADO)
- Loja de produtos locais, a partir das 14h
- Experimentações Poéticas, com Limonada Project, Gracilene Bessa & Mayara Almeida, a partir das 14h
- MimoBar, a partir das 18h

SERVIÇO
Expo Brasília Design
No Foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro (Setor Cultural Norte).
De 31 de agosto a 2 de setembro. De sexta-feira a domingo, das 11h às 21h.
Entrada franca.
Classificação Indicativa Livre

Bienal do Livro no Centro de Convenções   

A Bienal Brasil do Livro e da Leitura está de volta em nova casa. A 4ª edição do evento ocorre pela primeira vez no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, de 18 a 26 de agosto. Além da feira de livros – composta por cerca de 140 estandes de comerciantes locais e nacionais –, que oferta títulos a preços acessíveis, a programação inclui palestras, debates, sessões de autógrafos, apresentações culturais e espaços infantil e juvenil.

O tema deste ano, Os outros somos nós, propõe um mergulho na experiência do outro por meio da literatura. A professora e ativista Gina Vieira Ponte é a homenageada deste ano, que conta com a participação de 40 escritores, entre brasileiros e estrangeiros e 18 mesas de debate sobre assuntos como sexualidade, racismo, voz feminina, escritas da periferia e indígena e literatura nascida na internet.

Duas novidades prometem agitar o evento. O Espaço HQ, dedicado para a exposição de trabalhos de novos autores, lançamentos e encontros com profissionais da área. Nomes como Marcelo D'Salete (ganhador do prêmio Eisner, considerado o “Oscar” dos quadrinhos)  e Marcello Quintanilha (prêmio de melhor HQ policial no maior festival de quadrinhos da França) marcam presença no espaço.

Já o Espaço Z, voltado para jovens, vai contar com blogueiros, youtubers e influenciadores digitais que têm em comum a paixão pela literatura. Eles vão dividir com o público, em debates, atividades interativas e sessões de autógrafos, suas impressões e experiências sobre este novo e instigante momento no qual as plataformas digitais são cada vez mais utilizadas para compartilhar ideias e conhecimento.

Entre as atrações, autores como o premiado nigeriano Chigozie Obioma, do romance os Pescadores, elogiado pela crítica literária como sendo O caçador de pipas africano. Ao longo das últimas edições, a Bienal do Livro recebeu mais de 830 mil visitantes, mais de 470 escritores, brasileiros e estrangeiros, 500 lançamentos de livros (representantes de mais de 60 países) e cerca de 120 seminários e debates.

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA/MESAS

SÁBADO – Dia 18 de agosto

10h às 12h – Mesa 1: O Racismo na Cultura – com Jessé de Souza e Miriam Alves
11h às 13h – Mesa 2: Da Internet à Página Escrita – com Clara Averbuck e Alice Oseman
14h às 16h – Mesa 3: Jornalismo e História – com Pedro Doria e Selva Almada
19h às 21h: Homenagem a Gina Vieira Ponte

DOMINGO – Dia 19 de agosto
10h às 12h – Mesa 4: Fora do Seu Quadrado – com Ronaldo Bressane e Lourenço Mutarelli
14h às 16h – Mesa 5: O Índio na Literatura – com Daniel Munduruku e Marco Aurélio Cremasco
16h30 às 18h – Mesa 6: Sexualidade em Questão na Literatura – com João Silvério Trevisan, Alexandre Porto Vidal, Tatiana Nascimento
19h às 21h – Mesa 7: A Palavra da Arte – com Diego Matos e Cildo Meireles

SEGUNDA-FEIRA – Dia 20 de agosto
19h às 21h – Mesa 8: A voz feminina – com Ana Paula Maia e Micheliny Verunschk

TERÇA-FEIRA – Dia 21 de agosto
19h às 21h – Mesa 9: Tradutor, Autor – com Alison Entrekin e Jorio Dauster

QUARTA-FEIRA – Dia 22 de agosto
19h às 21h – Mesa 10: O Desafio das Revistas Literárias – com Mirna Queiroz, Schneider Carpeggiani e Tiago Ferro

QUINTA-FEIRA – Dia 23 de agosto
15h às 17h – Café Literário: A literatura Oral da Periferia – com Gog e convidados
19h às 21h – Mesa 11: Tensão Literária – com Lina Meruane e Inés Bortagaray

SEXTA-FEIRA – Dia 24 de agosto
19h às 21h – Mesa 12: O Passado Literário – com Patricio Pron e Juan Gabriel Vásquez

SÁBADO – Dia 25 de agosto
14h às 16h – Mesa 14: Falar da África – com Chigozie Obioma
16h30 às 18h30 – Mesa 15: Literatura e Migração – com Maria Valéria Rezende e Luiz Ruffato

DOMINGO – Dia 26 de agosto
10h às 12h – Mesa 16: Malemolência na literatura – com Zeca Camargo e Josélia Aguiar
14h às 16h – Mesa 17: Distopias femininas – com Aline Valek e Ana Maria Gonçalves
16h30 às 18h30 – Mesa 18: O passado recente, redescoberto – com Rubens Valente, Eumano Silva e Betty Almeida
19h às 21h – Mesa 19: Escritores Pesquisadores – com José Almeida Junior e Eliana Alves Cruz

Programação Espaço HQ

SÁBADO – Dia 18 de agosto / 15h
A história afro-brasileira como inspiração, com Marcelo D’Salete.

DOMINGO – Dia 19 de agosto / 15h
Quadrinhos alternativos, com Cynthia B – autora da graphic novel Estudante de medicina – e Rachel Gontijo, da Bolha Editora.

SEGUNDA-FEIRA – Dia 20 de agosto / 19h
Inspiração no cotidiano, com Ricardo Coimbra (Folha de S. Paulo) e Caio Gomez (Correio Braziliense).

TERÇA-FEIRA – Dia 21 de agosto / 19h
Mercado de quadrinhos, com Daniel Lopes, do canal de YouTube e editora Pipoca & Nanquim, e Lima Neto, professor de Comunicação e ilustrador.

QUARTA-FEIRA – Dia 22 de agosto / 19h
O poder do mangá, com a paulistana Cristina Eiko e a brasiliense Renata Rinaldi.

QUINTA-FEIRA – Dia 23 de agosto / 19h
O Brasil como inspiração, com Marcello Quintanilha e mediado pelo professor e crítico Ciro Inácio Marcondes (do site especializado Raio Laser).

SEXTA-FEIRA – Dia 24 de agosto / 19h
Vivendo de quadrinhos, com o veterano das HQs nacionais Gustavo Machado e Pedro Brandt (do site especializado em quadrinhos Raio Laser).  

SÁBADO – Dia 25 de agosto
15h – Quadrinhos em Brasília: desafios e possibilidades, com Nestablo Ramos, Felipe Sobreiro e Lucas Gehre.
18h30 – Apresentação da produção de uma página de HQ, com Gustavo Machado.

OFICINAS

SÁBADO – Dia 18 de agosto

11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de oficina.
15h às 17h: Bate-papo A história afro-brasileira como inspiração, Marcello D’Salete - Espaço HQ.

DOMINGO – Dia 19 de agosto
11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de oficina.
15h às 17h: Bate-papo Quadrinhos alternativos, com Cynthia B. e Rachel Gontijo - Espaço HQ

SÁBADO – Dia 25 de agosto
11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de oficina.
15h às 17h: Bate-papo Quadrinhos em Brasília: desafios e possibilidades, com Nestablo Ramos, Felipe Sobreiro, Lucas Gehre e Gabi LoveLove6.
18h30 às 20h30: Apresentação da produção de uma página de HQ, com Gustavo Machado - Espaço HQ.

DOMINGO – Dia 26 de agosto
11h às 13h: Oficina Desenhando histórias em quadrinhos, com Lucas Gehre - Sala de oficina.
14h às 18h: Oficina de escrita criativa: Os elementos básicos da narrativa aplicados às HQs, com Revista Seca - Sala de Oficina

SERVIÇO
4ª BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA
De 18 a 26 de agosto. Das 9h às 22h.
No Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Setor de Divulgação Cultural 5, Eixo Monumental – Brasília)
ENTRADA FRANCA
Informações: (61) 3542-0340
Site: www.bbll.com.br

 

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Denise Fraga protagoniza espetáculo em Brasília

Nossos valores morais, de justiça e esperança costumam ser testados quando o dinheiro entra em jogo. O espetáculo A visita da velha senhora, em cartaz na cidade nesta semana, expõe essa fragilidade do ser humano, em texto do suíço Friedrich Dürrenmatt, com 13 atores em cena. O elenco inclui nomes conhecidos como Denise Fraga e Tuca Andrada e Luiz Villaça assina a direção geral.

“Encenar a Visita depois de A Alma Boa e Galileu é quase como finalizar uma trilogia”, diz Denise Fraga.  “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão”. A atriz se refere às peças A Alma Boa de Setsuan e Galileu Galilei, de Bertolt Brecht, em que os personagens, respectivamente, perguntavam: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel?” e “Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente?”.

Em A visita da velha senhora, os cidadãos de Güllen, uma cidade arruinada, aguardam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian (Denise Fraga) impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse.

A comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais?   Por outro lado, quanto nos custa a não submissão? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

O espetáculo teve nominações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente. A temporada já passou por São Paulo e Rio de Janeiro. Todas as sessões terão audiodescrição e tradução simultânea em libras.

SERVIÇO
A visita da velha senhora
No Teatro UNIP (913 Sul, Conjunto B, ao lado do Colégio Objetivo e Faculdade UNIP; 61 99677-3027).
De 19 a 22 de julho. De quinta-feira a sábado, às 21h. Domingo, às 18h.
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada).
Vendas no site www.eventim.com.br e seguintes pontos físicos:
- Brasília Shopping – central de ingressos, piso G2, loja 1;
- Loja Fnac no ParkShopping;
- Nos dias do espetáculo, no Teatro UNIP: 19, 20 e 21, a partir das 18h. Dia 22, a partir das 15h. 
Não recomendado para menores de 14 anos.

 

 

Fotos: Cacá Bernardes

Fotos: Cacá Bernardes

Mostra de Dança em Brasília

 

Foto I: Fábio Zerbini Foto II: Lilian Graça

Foto I: Fábio Zerbini
Foto II: Lilian Graça

A CultDance 2018 – Mostra de Dança e Videodança apresenta de 6 a 13 de julho, uma programação em várias áreas administrativas do Distrito Federal. Entre as opções culturais estão espetáculos, oficinas, palestras, workshops, mesa de debate e apresentações em vídeo, com artistas do Brasil, da Argentina e da Europa. As apresentações ocorrem no Centro de Dança do Distrito Federal e se dividem em três categorias: Solo na Sala e Duo na Sala; e a Dança para a Tela, com exibição de filmes de diversas nacionalidades.

A Candangolândia, especificamente na Casa de Arte e Cultura Esquina Criativa, sedia as reuniões da Residência Artística e as Conexões Artísticas (Encontro de Criadores). A primeira oportunidade destaca um grupo de realizadores imerso na criação de obras em videodança, a serem gravadas nas ruas do DF; enquanto o encontro de criadores oferece aos dançarinos a oportunidade de compartilhar pesquisas sobre o processo criativo e refletir sobre os desafios e a pluralidade do estado da arte no Brasil e no mundo.

As oficinas em Ceilândia, Samambaia e Guará buscam aproximar a população da dança contemporânea. No Guará e em Samambaia, para o público geral. Na Ceilândia,  para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia (Apaed).

Programação completa

Dia 6 de julho – 20h

Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
Mostra Especial da Curadoria – Homenagem à FlakoRojas
“DesktopDoc”/ Filipe Marcena – PE– Brasil
“S”/ Coletivo Na Janela e Júlia Lüdke – PR– Brasil

Duos na Sala
“Tempostepegoquedelícia”/ Cia Eduardo Severino /RS – Brasil

Dia 7 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Choro” / Leonardo Augusto/ MG– Brasil
“O homem Banco” / Cícero Fraga/ DF– Brasil

Solos na sala
“After Sinous Curves” / Korina Kordova / SP– Brasil

Duos na Sala
“Como escucha la Piel?”/ Angeles Piqué/ Martin Gil/Argentina

Dia 8 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Orgânica” / Coletivo Provisórias/ MG– Brasil
“Abs8-S3-x0, eixo monumental dos prazeres, saída sorte”/ Margaridas Cia de Dança/ DF – Brasil

Solos na Sala  
“Tempo” / Letícia Rodrigues/ SP – Brasil

Duos na Sala  
“Uman” / Grupo SATS / RJ – Brasil

Dia 9 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Cora” /Angela Mugnatto e Vanclea Porath/ DF– Brasil
“Feira dos Penitentes” / Hugo Leonardo/ BA– Brasil

Solos na Sala
“A Dama da Dor” / Juana Miranda / DF – Brasil
“Aurora” / Eliana Carneiro / DF – Brasil

Dia 10 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra tela
“Quadrant”/ Marta Arjona/ Espanha
“Nitescência”/ Denise Matta/ SP– Brasil
“Entre-olhares”/ Marilia Zamilian/ PR– Brasil
“Repeat Please”/ Lilian Graça/ BA– Brasil

Solos na Sala
“Sem Sal sem açúcar” / Moisés Ferreira/ RN – Brasil
“Frango” / Zé Reis / DF/PI – Brasil

Dia 11 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
“Disseminar Contato – Estação” / Pablo Peixoto/ DF– Brasil
“Anáfora” / Clara Sales/ DF – Brasil
“Avulso” / Gleysson Moreira/ GO – Brasil
“Solaris” / Letícia Rodrigues/ SP– Brasil
“Silêncio e Som / Eva Maria/ GO– Brasil

Solos na Sala
“Espessura da Imagem” / Rosa Schrann / DF – Brasil
“Eólico” / Samuel Alvís / PI – Brasil

Dia 12 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra tela
“Red Dirt Dreaming”/ Marta Renzi/ SP- Brasil
“2 movimentos”/ Michel Schettert/ RJ- Brasil

Solos na Sala
“Cinzas ao solo” / Alexandre Américo / RN – Brasil

Dia 13 de julho – 20h
Centro de Dança do DF

Dança pra Tela
Exibição do videodança dos criadores da Residência Artística

OFICINAS
Dia 6 de julho
APAED – Ceilândia Sul
Das 9h às 11h

Dia 9 de julho
Esquina Criativa – casa de arte e cultura – Candangolândia
Das 14h às 16h


Dia 10 de julho
Casa de Cultura do Guará – Guará – II
Das 14h às 16h

Dia 12 de julho
Espaço Imaginário Cultural – Samambaia Sul
Das 14h às 16h


Dia 12 de julho
Palestra – Entrever /rever: O Mapa Invisível
Centro de Dança do DF

Das 18h às 20h

Dia 13 de julho
Mesa de Debate
Centro de dança do DF

Das 18h às 20h

SERVIÇO
CultDance 2018 - Mostra de danç
a e videodança
No Centro de Dança de Brasília (SAN, Quadra 1, Via N2)
De 6 a 13 de julho, às 20h.
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 18 anos
Informações (61) 3322-5593 I 3325-5207. Informações aqui.

Hong Kong no cinema do CCBB

Divulgação

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Saindo do universo cinematográfico da Europa, com as recentes mostras de filmes italianos e suíços, o brasiliense vai poder conferir agora o cinema asiático. Cidade em chamas: O cinema de Hong Kong se estabelece em cartaz no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil de 12 de junho a 8 de julho. A programação sugere um passeio histórico, que tem início nos anos de 1960 e 1970, com as produções da Shaw Brothers, passa pelo cinema novo de Hong Kong do começo dos anos 1980 e culmina em projetos produzidos até 1997.

Mais de 20 títulos de diretores e atores chineses, divididos entre gêneros como artes marciais, comédia, musicais e policias, fazem parte da seleção, sendo destaques Nômade, de Patrick Tam; Sonhos da Ópera de Pequim, de Tsui Hark; e O Arco, de Cecile Tang, um dos primeiros filmes orientais dirigido por uma mulher, onde são abordadas a falta de opções femininas e a estratificação social. Na categoria de ação estão produções como O Grande Mestre Beberrão, de King Hu; Golden Swallow, de Chang Cheh, que influenciaram O Tigre e o Dragão, de Ang Lee; e Ho, o Sujo de Lau Kar Leung.

"Produzindo filmes de ação, musicais, melodramas e comédias, sem grandes preocupações com bom gosto e preferência pelo excesso, a indústria de Hong Kong criou aos poucos um forte 'star system' incluindo nomes que viriam a se tornar populares no ocidente como Bruce Lee, Jackie Chan e Chow Yun-Fat, assim como promover amplo oportunidade a cineastas criativos como King Hu, Chang Cheh, John Woo, Tsui Hark e Wong Kar-wai.", destaca o curador da mostra, Filipe Furtado. "É um cinema que fascinou os ocidentais justamente pela sua pluralidade e liberdade, sua recusa as regras e o bom tom".

O filme Projeto China tem sessão inclusiva, com LIBRAS e Audiodescrição, no dia 29 de junho, às 11 horas, com entrada franca, mediante retirada de senhas, uma hora antes da sessão, na bilheteria do CCBB. O debate acontece no dia 21 de junho, às 19 horas, com as participações de Júlio Bezerra, Filipe Furtado e Felipe Moraes, com tradução em LIBRAS. O curso Cidade em chamas: O cinema de Hong Kong, ministrado pelo curador da mostra, ocorre de 20 a 22 de junho, sempre a partir de 14 horas. Inscrições feitas pelo email hongkongccbb@gmail.com.

Programação completa

12 de junho

17h - Sonhos da Ópera de Pequim (1986 / 104 min)
19h30 - O amor eterno (1963 / 122 min / 35mm)

13 de junho
15h - Pedicab Driver (1989 / 95 min) Sessão gratuita
17h - Rouge (1987 / 96 min)
19h30 - Companheiros, quase uma história de amor (1996 / 118 min) Sessão gratuita

14 de junho
15h - O arco (1969 / 94 min)
17h - Made in Hong Kong (1997 / 108 min)
19h30 - Os refugiados do barco (1982 / 109 min)

15 de junho
15h - Os condores do oriente (1987 / 93 min) Sessão gratuita
17h15 - Amar você (1995 / 84 min)
19h30 - Confissões íntimas de uma cortesã chinesa (1972 / 97 min)

19 de junho
15h - Não brinque com fogo (1980 / 95 min)
17h - Projeto China (1983 / 105 min) Sessão gratuita
19h30 - O grande mestre beberrão (1966 / 91 min)

20 de junho
14h - Curso
17h - Nômade (1982 / 96 min)
19h30 - Irmãos de sangue (1973 / 118 min)

21 de junho
14h - Curso
17h - Os refugiados do barco (1982 / 109 min)
19h - Debate com Júlio Bezerra, Filipe Furtado e Felipe Moraes - com tradução em LIBRAS.

22 de junho
14h - Curso

23 de junho
15h - Ho, o sujo (1979 / 97 min)
17h - O grande mestre beberrão (1966 / 91 min)
19h30 - Irmãos de sangue (1973 / 118 min)

24 de junho
15h - Police Story (1985 / 101 min)
17h - Confissões íntimas de uma cortesã chinesa (1972 / 97 min)
19h30 - O amor eterno (1963 / 122 min)

26 de junho
15h - Amar você (1995 / 84 min / Bluray)
17h - Os detetives (1976 / 94 min / Bluray)
19h - O Deus da cozinha (1996 / 95 min / Bluray)

28 de junho
15h - Golden Swallow (1968 / 89 min)
17h - Alvo duplo (1986 / 95 min)
19h30 - Sonhos da Ópera de Pequim (1986 / 104 min)

29 de junho
11h - Projeto China (1983 / 105 min) Sessão Inclusiva - audiodescrição + legendagem + LIBRAS. Sessão gratuita.
15h - Os detetives (1976 / 94 min)
17h - Companheiros, quase uma história de amor (1996 / 118 min) Sessão gratuita
19h40 - O arco (1969 / 94 min)

3 de julho
17h - Fervura máxima (1992 / 128 min)
19h30 - Golden Swallow (1968 / 89 min)

4 de julho
15h - O Deus da cozinha (1996 / 95 min)
17h - Projeto China (1983 / 105 min) Sessão gratuita
19h30 - Police Story (1985 / 101 min)

5 de julho
15h - Os condores do oriente (1987 / 93 min) Sessão gratuita
17h - Pedicab Driver (1989 / 95 min) Sessão gratuita
19h30 - Ho, o sujo (1979 / 97 min)

7 de julho
14h30 - Alvo duplo (1986 / 95 min)
16h30 - Não brinque com fogo (1980 / 95 min)
18h30 - Nômade (1982 / 96 min)
20h30 - Rouge (1987 / 96 min)

8 de julho
16h30 - Made in Hong Kong (1997 / 108 min)
19h - Fervura máxima (1992 / 128 min)

SERVIÇO
Cidade em chamas: O cinema de Hong Kong
No cinema do CCBB (SCES, Trecho 2, Lote 22)
De 12 de junho a 8 de julho
Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Informações: (61) 3108-7600
Ficha técnica, enredos e classificação indicativa disponíveis aqui.

 

 


 

 

Cultura caipira na Caixa Cultural

Fotos: Marcos Muzi

Fotos: Marcos Muzi

 

 

Homenagem mais que merecida à cultura caipira em apresentação protagonizada pelos músicos paulistas Toninho Ferragutti (acordeão) e Neymar Dias (viola caipira). Baseado no disco homônimo indicado ao Grammy Latino 2014 na categoria Melhor Álbum de Música de Raiz, o espetáculo Festa na Roça ocorre na Caixa Cultural Brasília, entre os dias 22 e 24 de junho. Ingressos a preços populares.

A combinação da viola caipira e do acordeão - dois dos instrumentos musicais mais populares em nosso país - com pequenos arranjos instrumentais que acrescentam dinâmicas e sonoridades diferenciadas, faz deste show algo tocante e sensível, que vem cativando o público com um repertório emocionante e capaz de ativar as emoções e a memória coletiva dos brasileiros, de norte a sul do país.

Entre as escolhas, há um destaque para a força da simplicidade melódica de obras clássicas, reveladas, por exemplo, na interpretação de “Menino da Porteira”, de Luizinho e Teddy Vieira, além de “Viola de Buriti”, de Almir Sater, e “Tristeza do Jeca”, de Angelino de Oliveira. O legítimo repertório caipira destaca também composições próprias, como “Sabiazão”, uma parceria de Toninho com Neymar.

SERVIÇO
Festa na Roça, com Toninho Ferragutti e Neymar Dias.
Na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 4)
De 22 a 24 de junho. Sexta e sábado, às 20h. Domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercializados na bilheteria do teatro.
Informações: (61) 3206-6456.
Não recomendado para menores de 12 anos.

 
 

Palco Cerrado no Teatro dos Bancários

Foto de dentro: Caren Henrique (Espetáculo Sobre silêncios) Foto de fora: Jadson Douglas (Espetáculo Na Pegada Popular) 

Foto de dentro: Caren Henrique (Espetáculo Sobre silêncios)
Foto de fora: Jadson Douglas (Espetáculo Na Pegada Popular) 

 

 

Dando prosseguimento ao Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018, a edição do mês de junho, que vai de 14 a 17 de junho, convida ao palco do Teatro dos Bancários a banda Deus Preto, Transições Cia. de Dança e Arte, Trupe Por um Fio e o grupo Casulo. Priorizando espetáculos de artistas do Distrito Federal, a iniciativa tem duração de até cinco dias por mês e termina em agosto.

Voltado para as linguagens da música, do teatro, da dança e do circo, o projeto enfoca na diversidade das expressões culturais locais. “O Palco Cerrado contempla os interesses de todos os envolvidos no festival e beneficia o cenário artístico do DF, valorizando a produção local, com uma programação de qualidade e com ingressos a valores populares”, comenta Thiago Enoque, gestor da Avuá Produções.

SERVIÇO
Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018
No Teatro dos Bancários (314/315 Sul; 61 3262-9090)
De 14 a 17 de junho. De quinta a sábado, às 21h. Domingo, às 16h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro.

Dia 14 de junho (Quinta-feira)
Show Que o amor se espalhe, com a banda Deus Preto. Classificação indicativa livre.

Dia 15 de junho (Sexta-feira)
Espetáculo de dança Na pegada popular, no coração do Brasil, com Transições Cia. de Dança e Arte. Classificação indicativa livre.

Dia 16 de junho (Sábado)
Espetáculo teatral Sobre silêncios, com a Trupe Por um Fio. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 17 de junho (Domingo)
Espetáculo infantil Sementes, com o grupo Casulo. Recomendado para maiores de 4 anos.

 
 

Primeira Semana do Cinema Italiano no Mundo em Brasília

Divulgação

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O Cine Brasília destaca em sua programação a produção audiovisual de um país europeu. Fazer Cinema – Primeira Semana do Cinema Italiano no Mundo ocorre de 4 a 9 de junho, com sessões iniciando sempre às 20h30. São cinco filmes com áudios originais e legendas em português. A iniciativa conta com apoio da Embaixada da Itália e promove a produção do país no exterior. A entrada é gratuita.

Fazer Cinema – Primeira Semana do Cinema Italiano no Mundo
No Cine Brasília 106/107 Sul
De 4 a 9 de junho (Com exceção de 5 junho), às 20h30
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 14 anos


Programação completa

Segunda-feira (4 de junho)
La kryptonite nella borsa, de Ivan Cotroneo. Peppino vai morar com seus tios depois que sua mãe fica depressiva. Quando seu primo é morto por um ônibus, ele mergulha no mundo da fantasia para lidar com as realidades da vida.

Quarta-feira (6 de junho)
L’industriale, de Giuliano Montaldo. Empresário imerso em dívidas com bancos tem poucos dias para tentar impedir a falência de sua fábrica e de seu casamento com uma bela arquiteta, que está tendo um romance com um músico.

Quinta-feira (7 de junho)
È stato il figlio, de Daniele Ciprì. Serenella morre durante uma ação do crime organizado e sua família decide pedir indenização à máfia. Logo, eles parecem esquecer-se da filha assassinada enquanto encontram formas de gastar o dinheiro recebido.

Sexta-feira (8 de junho)
Gli equilibristi, de Ivano di Matteo. Giulio é um homem de 40 anos que vê sua vida mudar quando sua esposa descobre uma traição. Sobreviver com 1200 euros por mês, tendo que pagar a pensão para a ex, se torna cada vez mais difícil.

Sábado (9 de junho)
Scialla!, de Francesco Bruni. Bruno, professor rigoroso e melancólico vive uma vida tranquila até descobrir que um estudante, adolescente extrovertido e rebelde, é o filho dele.

 
 

Feira do Livro segue até 17 de junho

Após o primeiro fim de semana bastante movimentado, a 34ª edição da Feira do Livro continua sendo a principal opção de lazer para os amantes da literatura. Até 17 de junho, mais uma vez, no Pátio Brasil, o evento reúne escritores, leitores, estudantes, professores, especialistas e profissionais do mercado de livros. O tema “Literatura infantil: a invenção do sonho. Vamos brincar de inventar?”, exalta os pequenos leitores.

De acordo com Dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, o crescimento das vendas do gênero infantil, em 2016, na comparação com 2015, foi de 28%, contrastando fortemente com a queda de 9,7% do mercado como um todo no mesmo período. Outro fato que pesou na escolha do tema se relaciona com os desafios que envolvem a popularização da leitura desde a infância.

A organização aguarda mais de 200 mil pessoas pelos corredores da Feira, movimentando cerca de R$ 5 milhões em vendas de livros, com a comercialização de 200 mil títulos nos cerca de 100 estandes de vendas, além dos impactos indiretos sobre a indústria do turismo na capital federal e em sua economia, nos mais variados ramos – alimentício, hotelaria e hospedagem, comércio de varejo, ambulantes e transporte de passageiros.  

A Feira do Livro de Brasília, organizada pela Câmara do Livro e pelo Instituto Latinoamerica, apresenta programação diversa, com espetáculos teatrais, palestras com autores e estudiosos, bate-papo com escritores nacionais e internacionais, debates, apresentação de cordel, assim como conversas sobre mercado editorial, políticas de livro, leitura, bibliotecas e direitos autorais, vendas pela internet, livros eletrônicos e literatura inclusiva.

Programação
Na segunda (11/6), às 19h, no Auditório, mesa bem contemporânea, Literatura e Internet, com Luiz Humberto França, Leonardo Neto, Bárbara Moraes e Clara Arreguy. Já na terça (12/6), às 19h, no auditório, uma mesa singular, com o tema Literatura e Imprensa, com a participação de Maria Fernanda Rodrigues (Estadão), Rogério Pereira (Rascunho), Claufe Rodrigues (Globonews) e Nahima Maciel (Correio Braziliense). A pequena escritora brasiliense, Anna Rubi (11 anos), conta história e autografa o livro "As Aventuras do Calango Tango", nesta sexta-feira (15), às 16h, no auditório. Aos sete anos, ela escreveu essa história que fala sobre uma família de calangos que morava em um tronco de árvore. E um desses calanguinhos, chamado Calango Tango, tinha uma estranha mania de dormir de olhos abertos e ficar acordado de olhos fechados.

34ª FEIRA DO LIVRO DE BRASÍLIA
Área Externa do Pátio Brasil - Varandão
Até 17 de junho. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 14 às 20h.
Entrada gratuita
Classificação Indicativa Livre
Informações: (61) 2107-7400

 

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Lançamento de livro no projeto Sextas Musicais

Um sonoro panorama da capital federal nas duas primeiras décadas – do erudito ao popular. O livro Do Peixe Vivo à Geração Coca-Cola: música em Brasília 1960-1980 (Musimed, 2017), de Fátima Bueno, faz um resgate documental cujo ponto de partida é a paixão do presidente JK pela música. Nesta sexta-feira (8/6), a partir das 18h30, a autora vai autografar a edição, na Casa Thomas Jefferson Hall.

Em seguida, às 20 horas, o projeto Sextas Musicais convida o duo Maranesi-Gomyde. O concerto apresenta uma combinação de experiências, de Elenice Maranesi, pianista que transita com desenvoltura no jazz e na MPB, e Ana Amélia Gomyde, camerista com técnica apurada. A primeira artista venceu o primeiro Festival de Jazz da Casa Thomas Jefferson, em 1978, sendo uma personagem do livro de Fátima Bueno. No palco, o duo será acompanhado pelo contrabaixista Paulo Dantas e o baterista Di Stephano.

As fotos registradas no livro Do Peixe Vivo à Geração Coca-Cola: música em Brasília 1960-1980, além de imagens coletadas – cedidas pelo Arquivo Público do DF, pelo Memorial JK, pela DA.Press, por entidades educacionais e arquivos privados – ao decorrer da pesquisa fazem parte de uma mostra que também vai estar exposta no local.

SERVIÇO
Casa Thomas Jefferson (706/906 Sul).
No dia 8 de junho.
A partir das 18h30 – Lançamento do livro Do Peixe vivo à geração coca-cola: música em Brasília 1960-1980, de Fátima Bueno
Às 20h – Sextas Musicais – Duo Maranesi-Gomyde - Elenice Maranesi e Ana Amélia Gomyde
Entrada livre e gratuita

 

 

Divulgação do   duo Maranesi-Gomyde

Divulgação do duo Maranesi-Gomyde

Exposição J.Borges 80 anos é adiada

 
Fotos: Afonso Oliveira

Fotos: Afonso Oliveira

A Caixa Cultural informa que ainda não há data definida para início da mostra que começaria na quarta-feira, 30 de maio. Eis a explicação divulgada pelos organizadores:

"Em função da retenção de equipamentos em rodovias federais em outras unidades da Federação e as dificuldades do tráfego aéreo nacional, a exposição J. Borges - 80 Anos foi adiada. A mostra continua confirmada na programação ainda sem data definida de abertura ao público".

 

 

 

 

 

 

Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens anima

a cidade até agosto

Foto da capa:        Washinton Bonini         Foto de Dentro:       Janine Moraes

Foto da capa:  Washinton Bonini

Foto de Dentro: 
Janine Moraes

 

 

A diversidade das expressões culturais do Distrito Federal encontra-se no Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018. O evento cultural inicia nesta quinta-feira (17), no palco do Teatro dos Bancários, com uma extensa programação de espetáculos realizados por grupos locais. Voltado para as manifestações da música, do teatro, da dança e do circo, o projeto tem como objetivo fomentar a produção, a difusão e a circulação do conhecimento e bens da cidade.

A iniciativa tem duração de até cinco dias por mês e termina em agosto. Finalizando em 21 de maio, a programação desta primeira oportunidade conta com as participações da banda Joe Silhueta (foto), do Projeto PÉS; do Grupo Caras – Projeto Multifácico e da Caravana da Criança. No mês seguinte, em junho, se destacam a banda Deus Preto; Transições Cia. De Dança e Arte; Trupe Por Um Fio e Grupo Casulo. Em julho, é a vez da banda Transquarto; do grupo Mulher do Mundo; da Companhia Adubo e da Pararatibum Criações Artísticas.

O encerramento das atividades, em agosto, inclui o show Cantadas, de Tatá e Danú; Asas da dança, com o Balé da Cidade de Brasília; Levante-se, com a Cia. Levante-se e Segura, Mamãe, com a Cia. Da Sorte. Em 19 de agosto, a banda Talo de Mamona protagoniza o último espetáculo do evento. “O Palco Cerrado contempla os interesses de todos os envolvidos no festival e beneficia o cenário artístico do DF, valorizando a produção local, com uma programação de qualidade e com ingressos a valores populares”, comenta Thiago Enoque, gestor da Avuá Produções.

O Palco Cerrado – Festival de Múltiplas Linguagens 2018 acontece de quinta a sábado, às 21h; e domingo, às 16h. As sessões das segundas-feiras, às 10h e às 15h, são gratuitas e exclusivas para escolas públicas e instituições carentes.

Sobre os espetáculos:

MAIO
Nas Trilhas do Sol – Banda Joe Silhueta

O repertório baseado nos lançamentos fonográficos sintetiza de maneira autêntica e atual, referências musicais nacionais e estrangeiras.

Similitudo – Projeto PÉS
Em cena, pessoas com síndromes diversas, deficiências de formação óssea e transtornos de desenvolvimento, dançando com e entre corpos outros, ditos, sem deficiências, buscando provocar questionamentos.

Afinidades – Grupo Caras – Teatro Multifácico
Retrata o comportamento de casais comuns, ressaltando os conflitos cotidianos, típicos da modernidade e das novas dinâmicas de relacionamento.

Caravana da Criança – Caravana da Criança
Voltado para crianças entre 6 e 14 anos, a apresentação é pautada nas canções e nas histórias tradicionais brasileiras.

JUNHO
Que o amor se espalhe – Banda Deus Preto

Em suas apresentações, o grupo mostra um repertório com músicas autorais e de parceiros, cujas letras falam de preconceito, intolerância, fundamentalismo religioso e política, sempre de forma positiva.

Na pegada popular, no coração do Brasil – Transições Cia de Dança e Arte
O espetáculo se inspira no sertão, no cerrado e nas trilhas do manguezal do Recife, entre outros espaços em que a arte popular pulsa.

Sobre silêncios – Trupe por Um Fio
A peça propõe uma reflexão sobre as violências cotidianas que nem sempre são trazidas à tona; anseios e vazios contidos nas memórias; e histórias dos personagens, vagando entre as linhas do irracional e da lógica.

Sementes – Casulo
A montagem mostra a história de uma mulher que se encontra sozinha e carrega em sua bagagem a simplicidade, o sonho e alguns poucos objetos encantatórios. De repente, coisas mágicas passam a acontecer.

JULHO
Transquarto – Banda Transquarto

Dialoga experimentalmente com os diferentes ambientes do pop e do underground, recriando paisagens sonoras ancoradas na experiência transcendental. 

Mulher do Mundo – Cia. Mulher do Mundo
Sete mulheres contam seus enfrentamentos, conflitos, medos, descobertas, libertações. Permeiam os espaços entre cânticos, poemas e poéticas, a história que é de cada uma e de todas ao mesmo tempo.

ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo – Grupo Adubo
O espetáculo dirigido por Hugo Rodas é sobre a morte e o morrer. A peça divaga por diferentes histórias, ora cômicas, ora dramáticas, que refletem sobre esse momento que todos nós, inevitavelmente, experimentaremos.

Poetinha camarada: As aventuras do menino Vinicius – Pararatibum Criações Artísticas
Apresenta parte da obra do poeta brasileiro Vinicius de Moraes, introduzindo ao público infantil um dos maiores expoentes da música popular brasileira.

AGOSTO
Cantadas – Tatá e Danú

A dupla interpreta músicas do disco O leve. A apresentação também conta com as canções do trabalho mais recente, Cantadas.

Asas da dança – Balé da Cidade de Brasília
Apresentação de vários trechos de balés consagrados e coreografias contemporâneas premiadas, sendo encenadas por jovens talentos locais.

Levante-se – Cia. Levante-se
Com dramaturgia contemporânea e fragmentada, e inspirado na obra da escritora Alice Birch o grupo traz um experimento teatral que contesta o lugar da mulher na sociedade do século 21.

Segura, mamãe – Cia. da Sorte
Dona Lelê virou a dona do circo e tenta colocar o Palhaço Trevolino para trabalhar. O espetáculo interativo mescla a palhaçaria às técnicas de equilibrismo, malabarismo e mágica, sempre com a participação da plateia.

Marcha das Vadias – Banda Talo de Mamona
A banda brasiliense faz show do primeiro EP da carreira, Marcha das Vadias, que expõe a realidade das questões sociais de igualdade de gênero e o discurso se estende à classe trabalhadora e às relações de consumo. 

SERVIÇO
Palco Cerrado – Festival Múltiplas Linguagens
No Teatro dos Bancários; 314/315 Sul (61) 3262-9090.
De 17 a 21 de maio. De 14 a 18 de junho. De 19 a 22 de julho. De 16 a 20 de agosto.
Quinta, sexta e sábado, às 21h; e domingo, às 16h. Domingo, 17 de julho, excepcionalmente, às 11h. Domingo, 19 de agosto, show de encerramento às 20h.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro. Conferir a classificação indicativa de cada espetáculo
.

Programação completa

MAIO
Dia 17 de maio, quinta-feira

Às 21h, show Nas Trilhas do Sol, com a banda Joe Silhueta. Classificação indicativa livre.

Dia 18 de maio, sexta-feira
Às 21h, espetáculo de dança Similitudo, com o Projeto Pés. Classificação indicativa livre.

Dia 19 de maio, sábado
Às 21h, espetáculo teatral Afinidades, com o grupo Caras – Teatro Multifácico. Classificação indicativa livre.

Dia 20 de maio, domingo
Às 16h, espetáculo infantil com o grupo Caravana da Criança. Classificação indicativa livre.

JUNHO
Dia 14 de junho, quinta-feira

Às 21h, show Que o amor se espalhe, com a banda Deus Preto. Classificação indicativa livre.

Dia 15 de junho, sexta-feira
Às 21h, espetáculo de dança Na pegada popular, no coração do Brasil, com Transições Cia. de Dança e Arte. Classificação indicativa livre.

Dia 16 de junho, sábado
Às 21h, espetáculo teatral Sobre silêncios com a Trupe Por um Fio. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 17 de junho, domingo
Às 11h, espetáculo infantil Sementes com o grupo Casulo. Recomendado para maiores de 4 anos.

JULHO
Dia 19 de julho, quinta

Às 21h, show com a banda Transquarto. Classificação indicativa livre.

Dia 20 de julho, sexta
Às 21h, espetáculo circense “Mulher do Mundo” com o grupo Mulher do Mundo. Não recomendado para menores de 10 anos.

Dia 21 de julho, sábado
Às 21h, espetáculo teatral “ADUBO ou a sutil arte de escoar pelo ralo” com o grupo Adubo. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 22 de julho, domingo
Às 16h, espetáculo infantil “Poetinha camarada: As aventuras do menino Vinicius” com o grupo Pararatibum Criações Artísticas. Recomendado para maiores de 3 anos.

AGOSTO
Dia 16 de agosto, quinta

Às 21h, show “Cantadas” com Tatá e Danú. Classificação indicativa livre.

Dia 17 de agosto, sexta
Às 21h, espetáculo de dança “Asas da dança” como Balé da Cidade de Brasília. Classificação indicativa livre.

Dia 18 de agosto, sábado
Às 21h, espetáculo teatral “Levante-se” com a Cia. Levante-se.  Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 19 de agosto, domingo
Às 16h, espetáculo infantil “Segura, mamãe” com a Cia. da Sorte. Classificação indicativa livre.

Às 20h, show de encerramento com o grupo Talo de Mamona. Não recomendado para menores de 16 anos.

 
 

Semana da Europa anima Brasília

 

Divulgação do filme   Se não nós, quem?

Divulgação do filme Se não nós, quem?

Um mergulho na história do velho continente sem sair do país. A Semana da Europa, que está na 14ª edição, promove uma série de atividades em 13 capitais brasileiras. Em Brasília, as opções culturais passam pelo cinema, exposição e fotografia. Um bazar com estandes representantes dos membros da União Europeia completa a programação da iniciativa, que se estende até 19 de maio. Já ocorreram na cidade debates políticos e até corrida de rua comemorativa.

A exposição fotográfica Au coeur celebra o 50º aniversário das manifestações do Movimento Maio/1968. São 43 fotografias de Philippe Gras, que apresentam um olhar inédito sobre os eventos – distante da representação épica e revolucionária. No Espaço Cultural Ernesto Silva – Aliança Francesa (708/907 Sul) –, nesta sexta-feira (11/5), a partir das 19 horas, com entrada franca e livre para todos os públicos.

Já o concerto clássico europeu ocorre nesta terça-feira (15/5), às 20 horas, no Cine Brasília (106/107 Sul), com a participação de artistas europeus convidados, como o maestro Piotr Sulkowski da Polônia, o violinista italiano Domenico Nordio e a cantora meio-soprano portuguesa Cátia Moreso. Eles acompanham a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro. Entrada franca e livre para todos os públicos.

O Bazar Europeu apresenta programação cultural e gastronômica para toda a família, neste sábado (12/5), das 11 às 16 horas, na Cultura Inglesa (709/909 Sul). Os países membros da União Europeia estarão representados por estandes de divulgação cultural e comidas típicas, além de apresentações de música e dança, e atividades infantis. A entrada é franca e o acesso é livre para todos os públicos.

A 14ª edição da Mostra de Cinema Europeu reúne longas-metragens que abordam de uma forma direta ou indireta as relações dos povos europeus com a construção de suas democracias. São documentários e ficções que retratam o tema das mais variadas formas. A iniciativa traz 17 produções de nacionalidades diferentes, raridades que dificilmente entrariam no circuito comercial. No Cine Brasília, de 10 a 17 de maio, com entrada franca.

Programação completa

 Dia 10 de maio. Quinta-feira, às 19h
23F. O Filme, de Chema de la Peña – Drama, Espanha, 105 min. Não recomendado para menores de 14 anos.

Dia 11 de maio. Sexta-feira, às 18h30
A máfia só mata no verão, de Pierfrancesco Diliberto – Comédia/drama, Itália, 85 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 11 de maio. Sexta-feira, às 20h30
O atirador, de Annette K. Olesen – Político, Dinamarca, 89 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 12 de maio. Sábado, às 11h
A garota ocidental, de Stephan Streker – Drama, Bélgica / Paquistão /Luxemburgo / França, 98 min. Não recomendado para menores de 14 anos.

Dia 12 de maio. Sábado, às 18h30
Zeus, de Paulo Filipe Monteiro – Drama, Portugal, 115 min. Não recomendado para menores 12 anos.

Dia 12 de maio. Sábado, às 20h30
Vox Populi, de Eddy Terstall – Sátira política/comédia, Reino dos Países Baixos, 100 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 13 de maio. Domingo, às 11h
O Bockerer IV– Primavera de Praga, de Franz Antel – Drama político, Áustria, 90 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 13 de maio. Domingo, às 18h30
Protetor, de Marek Najbrt. Drama, República Tcheca, 102 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 13 de maio. Domingo, às 20h30
A universidade perdida, Vincennes, de Virginie Linhart. Documentário, França, 95 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 14 de maio. Segunda-feira, às 18h30
A história da linha verde, de Panikus Chrissanthou. Drama, Chipre, 113 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 14 de maio. Segunda-feira, às 20h30
Tom of Finlândia, de Dome Karukoski. Drama, Finlândia, 135 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 16 de maio. Quarta-feira, às 18h30
Em nome da paz: John Hume na América, de Maurice Fitzpatrick. Documentário, Irlanda, 90 min. Classificação Indicativa Livre. 

Dia 16 de maio. Quarta-feira, às 20h30
Circus Fantasticus, de Janez Burger. Drama/guerra, Eslovênia, 74 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 17 de maio. Quinta-feira, às 18h30
Palme, de Maud Nycander e Kristina Lindström. Documentário, Suécia, 105 min. Classificação Indicativa Livre.

Dia 17 de maio. Quinta-feira, às 20h30
Se não nós, quem?, de Andres Veiel. Biografia/drama, Alemanha, 124 min. Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 18 de maio. Sexta-feira, às 18h30
Pássaros, órfãos e loucos, de Juraj Jakubisko. Drama, Eslováquia, 79 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Dia 18 de maio. Sexta-feira, às 20h30
Sangue nas mãos, de Krisztina Goda. Drama/guerra/romance, Hungria, 123 min. Não recomendado para menores de 16 anos.

Informações aqui

 

 

Azulejos que contam histórias

 

Divulgação

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Do passado aos dias atuais pelo mundo dessa arte. Essa é proposta da exposição Azulejos na história, aberta para visitação na galeria de arte do Templo da Vontade até 15 de maio. O local reúne peças raras e antigas, trabalhos de ícones como Athos Bulcão e Roberto Burle Marx e pisos retirados de casarões e demolições de 500 anos atrás, que foram garimpados e recuperados.

As obras fazem parte do acervo pessoal da profissional Rosana Emiliana Cardoso. Sendo seu hobby e ocupação principal, os azulejos são recuperados pela artista, que também produz novos modelos personalizados. Tudo sai diretamente do seu ateliê. A exposição abriu para visitação no início desta semana e segue até 15 de maio.

SERVIÇO
Azulejos na história
Na Galeria de arte do Templo da Boa Vontade (915 Sul, Lote 74; 61 3114-1070).
Até 15 de maio. Diariamente, das 8h às 20h.
Entrada franca.
Classificação Indicativa Livre.

O drama do idoso no Brasil no palco da Caixa Cultural

O espetáculo se passa na década de 1970. O cenário com estética em preto e branco combina com a ambientação do figurino e do mobiliário. Tudo para conduzir ao público para esse passado relativamente recente. Especificamente para uma casa em Miguel Pereira, onde um casal de idosos reúne a família em um almoço de domingo para anunciar que terão que deixar a moradia que viveram por grande parte de suas vidas.

Após uma série de premiações e de rodar o país, Vianinha conta o último combate do homem comum estreou na cidade no último fim de semana de abril e segue em temporada na Caixa Cultural Brasília nos dias 4, 5 e 6 de maio. A montagem rebatizada pelo diretor Aderbal Freire-Filho foi escrita originalmente pelo dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho – que ficou conhecido como Vianinha – em versões diferentes sob os títulos de Nossa vida em família e Em família.

O texto destaca, como diz o diretor, “a grandeza desse personagem tão caro à dramaturgia da sua geração: o lutador anônimo, o homem comum”. Após a morte do proprietário do imóvel, os herdeiros decidem reajustar o aluguel para um valor incompatível com a aposentadoria do patriarca da família. Tentando ganhar tempo para buscar uma solução definitiva, os filhos decidem separar os pais temporariamente.

SERVIÇO
Vianinha conta o último combate do homem comum
Na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4; (61) 3206-9448).
Dias 4, 5 e 6 de maio. Sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e 10 (meia-entrada)
Não recomendado para menores de 14 anos

 

 

 

Fotos: Cláudia Ribeiro

Fotos: Cláudia Ribeiro

Vida e obra de Gonzaguinha     

Considerado um dos maiores artistas brasileiros, Luiz Gonzaga do Nascimento Junior deu o tom às angústias de um país, durante os anos de ditadura da América Latina, por meio de suas refinadas composições que também fizeram parte de uma cultura popular brasileira e como as suas histórias de amor. . No palco do Ulysses Guimarães, na UNIP, nos dias de 28 e 29 de abril, no musical O Eterno Aprendiz Eterno - Gonzaguinha conta com uma trajetória do compositor.

A encenação parte principal das ferramentas de trabalho de Gonzaguinha: a música ea palavra. The actor Rogério Silvestre protagoniza e interpreta um texto poético que passa por momentos marcantes da vida do cantor e compositor carioca, como uma infância sem futuro do São Carlos, no Rio de Janeiro, os primeiros passos na carreira artística, os embates com a ditadura militar e a relação conflituosa com o pai, o rei do Baião, Gonzagão.

São 16 canções de Gonzaguinha, Explosão , Recado, Começaria e Moleque. Uma banda formada por dois cantores e cinco músicos interpreta o repertório. Os temas que integram o musical também evidenciam como o compositor, numa base de busca, foram um pouco discursivos com a disciplina poética e olhar crítico sobre o morro, como as questões sociais o amor, para isso recorrendo a diferentes linguagens e ritmos, como o samba, o bolero e o baião.

Os seus corações, de inspiração contagiante, à exemplo de "O que é, o que é?", São um retrato da alma brasileira. Gonzaguinha teve sucessos interpretados nas vozes de Elis Regina, Maria Bethânia e Fagner, dentre muitos outros. Nos últimos anos, sua participação na música brasileira foi revalorizada com o lançamento de filmes e livros que enaltecem sua obra.

SERVIÇO
O eterno aprendizado - Gonzaguinha
No Teatro UNIP (913 Sul)
Dias 28 e 29 de abril. Sábado, às 21h. Domingo, às 20h.
Ingresso: inferior a R $ 150 (toda), R $ 75 (meia) e R $ 85 (ingresso social com alimento não perecível).
Pontos de vendas: Cia Toy (Shopping Alameda, Terraço Shopping, Pátio Brasil, Península Shopping, Feira dos Importados, Gilberto Salomão, Shopping Iguatemi, Águas Claras, Shopping Park e Taguatinga) e Belini Pães e Gastronomia (113 Sul).
Vendas pela internet no site www.naoperco.com
Não recomendado para menores de 14 anos.

Informações: (61) 4101-1121 ou (61) 4101-1230.

 

 

 

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Por dentro do universo de Niemeyer

Foto de dentro: Jaime Acioli        Foto de capa: Nani Góes

Foto de dentro: Jaime Acioli
Foto de capa: Nani Góes

 

 

Na semana comemorativa ao aniversário de Brasília, o maior representante da reconhecida arquitetura da cidade ganha uma mostra que permite ao público mergulhar em sua obra. A exposição Oscar Niemeyer – Territórios da criação reúne desenhos e croquis originais do arquiteto, pinturas, esculturas móveis, projetos gráficos, joias e as revistas Módulo e Nosso Caminho, além de raros manuscritos. No Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, no Tribunal de Contas da União, até 9 de junho.

De acordo com o curador da exposição, Marcus de Lontra Costa, o material apresenta uma síntese de trabalhos criados pelo arquiteto que ultrapassam os horizontes de sua atuação profissional, com ênfase em toda a sua capacidade criativa. “Niemeyer criou uma iconografia que nos identifica como nação, e ela se faz presente não só nos prédios que projetou, mas também em seus desenhos, pinturas, projetos gráficos, mobiliário, joias. A exposição traz a público alguns desses exemplos, que revelam a maestria, o talento e a inteligência do nosso artista maior”, diz o curador.

A mostra inclui vasto material documental, em especial referente à revista Módulo, publicação por ele criada e que atingiu a surpreendente marca de 100 edições. E dividi-se em dois segmentos: obras de grandes artistas nacionais, que colaboraram periodicamente com Oscar Niemeyer e que se fazem presentes em diversos projetos de autoria do arquiteto; e portraits do arquiteto registrados por dez dos mais renomados fotógrafos brasileiros.

No primeiro ambiente, dedicado às obras de artistas que colaboraram com Niemeyer, estão presentes trabalhos de Cândido Portinari, Roberto Burle Marx, Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti, Athos Bulcão, Joaquim Tenreiro, Tomie Ohtake, Franz Weissmann e Carlos Scliar. Já no segmento, com portraits do arquiteto, o fotógrafo Luiz Garrido selecionou uma série de trabalhos de fotógrafos renomados.

Biografia – Nascido no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, em 1907, Niemeyer afirmou-se ao longo de sua trajetória profissional como um dos mais importantes arquitetos do século XX, obtendo reconhecimento internacional. “Vocês podem gostar ou não da arquitetura de Brasília, mas vocês nunca viram coisa igual”, afirmou Niemeyer sobre sua mais grandiosa criação.

Programa Educativo – O TCU mantém projeto permanente que promove visitas programadas e orientadas ao Museu do TCU e ao Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, fornecendo material educativo, lanche e transporte para alunos de instituições públicas de ensino do Distrito Federal. Agendamentos podem ser feitos pelo telefone (61) 3316-5221.

SERVIÇO
Oscar Niemeyer – Territórios da criação
No Espaço Cultural Marcontonio Vilaça (Centro Cultural do Tribunal de Contas da União – Complexo Arquitetônico do Instituto Serzedello Corrêa, Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3, Polo 8, Lote 3).
De 18 de abril a 9 junho. De terça-feira a sábado, das 9h às 19h.
Entrada franca.

 
 

Prêmio Profissionais da Música movimenta a semana do aniversário de Brasília     

A quarta edição do Prêmio Profissionais da Música (PPM) movimenta a capital federal de 16 a 21 de abril. Nesse período, o Pier 21, palco principal do evento, recebe shows e atividades paralelas. A iniciativa contempla representantes de 53 categorias do mercado profissional da música no dia do aniversário da cidade, em cerimônia no clube Cota Mil. O músico Roberto Menescal, um dos fundadores da Bossa Nova e personalidade atuante no mundo da música ainda hoje, aos 80 anos, será o homenageado da ocasião.

O processo de votação durou dois meses e considerou votos atribuídos pelos próprios inscritos, público e júri. Ao todo, foram 328 finalistas a partir de 988 inscritos (de 17 estados e 44 cidades), 18 jurados e mais de 53 mil votos. “O Prêmio tem como objetivo reconhecer a contribuição dos diversos profissionais envolvidos na criação, produção e circulação de obras e produções musicais e audiovisuais dentro dos mais variados setores”, explica o músico e produtor Gustavo Ribeiro de Vasconcelllos, o idealizador do evento.

A programação contabiliza 15 palestras, 11 showcases, nove painéis, uma pitching, sessão solene e cerimônia de premiação. Estão confirmadas quatro atrações internacionais: os norte-americanos Allen Johnston e Layla Khepri, a uruguaia Alfonsina e o sul-africano Mphuzi Chauque. “Se todos os estados brasileiros tivessem um prêmio como esse, nossa cultura musical seria uma das três maiores do mundo. Fico muito feliz em ser homenageado por este evento que é único no Brasil”, avalia Roberto Menescal.

Paralelamente, tradicionais casas da cidade como o Bar Brahma, a Galeria Mundo Vivo, o Café Savana, o O’Rilley e a Eye Patch Panda incrementam  suas programações com atrações do Curto Circuito, um braço do Prêmio para difusão do talento dos participantes. São nomes como Cesinha Rodrigues, Tex Quarteto, Ray Tito e os Calabares, Seu Preto e Dhi Ribeiro, todos do Distrito Federal. A única que virá de fora será Camila Cortez, responsável pelo tributo a Elis Regina, atração da noite happy hour com Menescal, no Bar Brahma. 

Desde a primeira edição, Brasília, ao lado de São Paulo e Rio de Janeiro, se destaca como um dos destinos a marcar mais presença no Prêmio, tanto em número de inscrições como de finalistas. Na edição deste ano, o Distrito Federal está em 33 das 55 categorias, com 43 concorrentes.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
De 16 a 21 de abril

Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul)
Entrada franca
Informações em www.ppm.art.br


Dia 16 de abril (SEGUNDA-FEIRA)
Das 20h às 21h15
Apresentação de O Tarot (DF)

Dia 17 de abril (TERÇA-FEIRA)
Das 20h às 21h15
Apresentação de Lupa (DF)

Dia 18 de abril (QUARTA-FEIRA)
Das 20h às 21h15
Projeto Canta que nem mulher, com Natália Carreira (DF), Joana Bentes (ES) e Adriah (DF).

Dia 19 de abril (QUINTA-FEIRA)
Das 10h às 11h
Roberto Menescal 80 anos. E aí, qual é a sua bossa?
Painel de Roberto Menescal, com medição de Gustavo Vasconcellos.

Das 11h às 12h15
Musicoterapia para músicos, com Isabella Paz.

Das 12h30 às 13h45
Saúde vocal para cantores de música popular: conceito, exercícios e patologias, com Elen Lara.

Das 14h30 às 15h45
Arte no áudio: O pensamento musical na mixagem, com Rodrigo Lopes.

Das 16h às 17h15
Difusão da música instrumental contemporânea no mundo, com Débora Venturini e Mariana Sayad.

Das 16h30 às 17h30
A renda do autor na era digital e no audiovisual
Painel de Manno Góes e Chico Ribeiro, com mediação de Marcelo Carvalho de Oliveira.

Das 17h30 às 18h45
Violão brasileiro - Sete cordas técnica e estilo, com Rogério Caetano.

Das 18h às 19h
A viola, o Brasil e sua cultura popular. Para onde vamos?
Painel de Chico Lobo, Volmi Batista e Estela Ceregatti, com mediação de João Araújo.

Das 19h às 19h45
Apresentação de Chico Lobo (MG)

Das 20h às 20h45
Projeto Toccata para Menescal, com Kathia Pinheiro e convidados.
 

Dia 20 de abril (SEXTA-FEIRA)
Das 10h às 11h
Instrumentos e equipamentos
Painel de Renata Gomes e convidados, com medição de Marcelo Carvalho de Oliveira.

Das 11h às 12h15
Como não transformar sua arte em commodity, com Maurício Tagliari.

Das 12h30 às 13h45
DIY – Drive It Yourself. As novas oportunidades para artistas independentes no mundo digital, com Marcos Chomen.

Das 14h30 às 15h45
Introdução à produção musical: arte, tecnologia e mercado, com Marcelo Fruet.

Das 16h às 17h15
A música em festas e festivais de rua, com Adriana Belic, Fernando Calvozo, Luiz Delfino Cardia, Vander Lins e José Mauro Gnaspini.

Das 16h às 17h15
Oficina de capacitação para os 10 primeiros concorrentes mais votados pelo público, com o coordenador Bruno Boulay.

Das 16h30 às 17h30
A distribuição digital em tempos de crescimento do mercado latino
Painel de Jaime Costa, Marcos Chomen e Sandra Gama.

Das 17h30 às 18h45
As biografias musicais, com Deborah Sztajnberg.

Das 18h às 19h
Novas plataformas de circulação de músicas ao vivo
Painel de Cláudia Assef, Laura Lopes e Téo Ruiz, com mediação de Marinilda Boulay.

Das 19h às 19h30
Apresentação de Estela Ceregatti

Das 20h às 20h30
Apresentação de Estrela Leminski e Téo Ruiz (PR)

Das 21h às 22h
Apresentação de Alfonsina (URU)

Dia 21 de abril (SÁBADO)
Das 10h às 11h
A música é independente?
Painel de Alfonina (URUGUAI), Brian Collins (EUA), Flavio Scubi e Pena Schmidt, com mediação de Bruno Boulay.

Das 11h às 12h15
Novo cenário musical, com Jacques Figueras

Das 12h às 13h
Apresentação de Mphuzi Chauque (RSA).

Das 12h às 13h
Apresentação dos 10 primeiros concorrentes mais votados pelo público para a banca do Pitching, com o coordenador Bruno Boulay.

Das 12h30 às 13h45
O Brasil no Midem 2018, com Marinilda Boulay.

Das 14h30 às 15h45
Fenômeno Anitta - Como construir marcas impossíveis de se ignorar na música, com Pedro Valli.

Das 16h às 17h15
Novas ferramentas de comunicação, com Vinícius Soares.

Das 16h30 às 17h30
A economia é criativa?
Painel de Décio Coutinho, Saulo Camarotti e Thomas Roth.

Das 17h30 às 18h45
From the song to the bank (Da canção para o banco), com Allen Johnston (EUA).

Das 18h às 19h
Iniciativas públicas que contribuíram para a música em 2017
Painel de Adrian Belic, Leonardo Feijó e William Mendonça.

Das 19h às 19h45
Projeto Noite Catarina, com John Mueller & Sarau Afro-Açoriano (SC).

Das 20h às 20h45
Apresentação de Craca e Dani Nega (SP)

Das 21h às 22h
Apresentação de Layla Khepri (USA)

Eventos paralelos em homenagem a Roberto Menescal
Dia 18 de abril, a partir das 19h, no Bar Brahma (201 Sul).
Show com tributo à Elis Regina, com Camila Lopez (RS). Couvert a R$ 10.

Dia 20 de abril, às 9h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Solenidade pública de entrega de moção de louvor para todos os finalistas da 4ª edição do Prêmio Profissionais da Música, com a presença de Roberto Menescal. Entrada franca.

Dia 21 de abril, às 21h, no Cota Mil Iate Clube
Cerimônia de Premiação das 53 categorias concorrentes no Prêmio Profissionais da Música 2018. Reservado para os finalistas.

 

 

 

Fotos: Henrique François

Fotos: Henrique François

 Semana da Língua Alemã em Brasília   

   Divulgação

   Divulgação

A terceira edição do Festival de Cinema da Semana da Língua Alemã inicia neste sábado (7/4), as às 19 horas, com a exibição do premiado filme Mulheres Divinas, de Petra Volpe. No Cine Brasília, até 15 de abril, sempre às 19 horas, o público vai ter acesso gratuitamente a uma programação repleta de novidades cinematográficas da Alemanha, da Áustria e da Suíça. A mostra faz parte da lista de atrações do evento que inclui mais de 450 ações por todo o país.

A literatura europeia também se destaca na programação. Os moradores da capital poderão se deparar com clássicos da literatura alemã em metrôs, pontos de ônibus, parques e escolas. A ação chamada de Língua Alemã para Todos vai espalhar obras como as vencedoras do Prêmio Nobel O Lobo da Estepe e O Anjo Silencioso. Quem achar um livro poderá fotografar e publicar nas redes sociais com a hashtag #eufaloalemao.

Autores de diferentes países estarão no Brasil para leituras públicas. É o caso do suíço Peter K. Wehrli, que além de exibir seu filme na mostra do Cine Brasília, vai ler passagens de seu “Catálogo de tudo”, no domingo (9/4), na Embaixada da Alemanha (para participar, é necessária inscrição).

Referência no ensino da língua alemã na capital federal há 20 anos, o Goethe-Zentrum Brasília promove no dia 14 de abril o Sabadão alemão, com a comercialização de cervejas tipo alemãs, como a famosa Weissbier, e o chef Knut levará pratos típicos como Bratwurst e Apfelstrudel. O público poderá ainda jogar jogos de tabuleiro populares na Alemanha e participar doSpeak Dating, roda de bate-papo com nativos em alemão de diferentes nacionalidades e sotaques.

 

VEJA A PROGRAMAÇÃO

 

Sábado (7/4) – SUÍÇA
Mulheres Divina, de Petra Volpe – Suíça dos anos 1970, a luta de mulheres pelo direito ao voto feminino no país. O longa conquistou o prêmio do público no Festival de Tribeca (EUA) e representou a Suíça no Oscar 2018.

Domingo (8/4) – ÁUSTRIA
Egon Schiele, morte e musas, de Dieter Berner – Cinebiografia do renomado pintor austríaco que agitou o cenário artístico em Viena, no início do século XX.

Quarta-feira (11/4) – ALEMANHA
Entre Culturas, de Peter K. Wehrli e Peter von Gunten – História pouco conhecida de um dos mais importantes escritores alemães, Thomas Mann, filho da escritora brasileira Julia da Silva Bruhns. O diretor Peter Wehrli assiste à sessão e participa de bate-papo com o público após a exibição.

Quinta-feira (12/4) – ÁUSTRIA
Alta Performance, de Mandarienen lügen nicht – Conflito entre dois irmãos que se apaixonam pela mesma mulher.

Sexta-feira (13/4) – ALEMANHA
Selvagem, de Nicolette Krebitz – A vida comum de Ania muda subitamente quando ela se depara com um lobo em um parque.

SERVIÇO
Semana da Língua Alemã 2018
No Cine Brasília
De 7 a 15 de abril, sempre às 19h.
Entrada franca.
Programação completa em: www.semanadalinguaalema.com.br

 


 

 

Mateus Aleluia faz apresentação dupla na Caixa Cultural  

Fotos: Vinicius Xavier

Fotos: Vinicius Xavier

 

 

O cantor e compositor Mateus Aleluia faz o pré-lançamento do álbum Fogueira Doce nos dias 5 e 6 de abril, na Caixa Cultural. Na companhia do músico brasiliense Vinícius de Oliveira, ele apresenta seu segundo trabalho solo, que passeia entre temas da cultura afro-brasileira, do candomblé, da filosofia e do amor, com composições assentadas no afro-barroco, conceito desenvolvido pelo artista baiano. Produzido por Alê Siqueira, o novo disco foi lançado apenas no Rio de Janeiro, no início de 2017, sendo inédito no restante do país.

Na primeira apresentação, nesta quinta-feira, Mateus Aleluia ainda lança o livro Nós, os Tincoãs, que conta a história do grupo baiano que, nos anos 1970, levou as tradições africanas e afro-brasileiras para a música popular brasileira. Com curadoria e direção de arte de Gringo Cardia, o livro tem textos de Capinam, Martinho da Vila, Criolo, Emicida, Marcus Preto e Adelzon Alves, entre outros. A publicação – já lançada em Salvador e em São Paulo - inclui fotos, críticas musicais, matérias de arquivo e biografia dos integrantes.

AAcompanham o livro três discos remasterizados, que antes desse projeto, só existiam em LP: “Os Tincoãs” (1973), “O africanto dos Tincoãs” (1975) e “Os Tincoãs” (1977). Formado originalmente por Dadinho, Heraldo e Erivaldo, o trio Os Tincoãs lançou o primeiro disco, Meu último bolero, em 1961. Três anos depois, Mateus Aleluia substituiu Erivaldo. Os integrantes – todos nascidos em Cachoeira, cidade do recôncavo baiano – produziram um som afro-barroco com influências de sambas de roda e da música sacro católica.

SERVIÇO
Pré-lançamento do álbum Fogueira Doce com Mateus Aleluia e lançamento do livro Nós, Os Tincoãs.
Na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4)
Dias 5 e 6 de abril. Quinta-feira e sexta-feira, às 20h. 
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).
Comercialização na bilheteria, de terça a sexta-feira e domingo, das 13h às 21h; e sábado, das 9h às 21h.
Informações: (61) 3206-6456
Classificação Indicativa Livre

 
 

Exposição Além do visível, aquém do intangível vai até 27 de maio na Caixa Cultural

 

D  ivulgação da obra A certeza é a prova da dúvida

Divulgação da obra A certeza é a prova da dúvida

À primeira vista, as imagens da exposição Além do visível, aquém do intangível podem perturbar o público. O trabalho mais recente do artista plástico baiano Fábio Magalhães, disponível à visitação até 27 de maio na Caixa Cultural, reúne 23 pinturas feitas a óleo sobre tela, marcadas pelo forte realismo, que provocam desde a inicial repulsa até reações muito pessoais de cada observador. O espectador é convidado a “ver” e refletir além do que está exposto nas obras.

A produção mais significativa do artista, desenvolvida entre 2007 e 2017, conquistou os visitantes de São Paulo, em que a exposição garantiu sucesso de público. A iniciativa tem a curadoria assinada pela uruguaia Alejandra Muñoz. Fábio Magalhães coleciona mais de 29 mostras coletivas no currículo, além de ser finalista no prêmio Pipa e campeão de prêmios como Funarte e São Semear (SE).

Sem cenário e com fundo branco na maior parte dos quadros, Além do visível, aquém do intangível se divide em cinco séries: O grande corpo, Retratos íntimos, Superfícies do intangível, Latências atrozes e Limites do introspecto. O artista apresenta encenações meticulosamente planejadas, capazes de borrar os limites da percepção, configuradas em distorções da realidade e contornos perturbadores.

SERVIÇO
Além do visível, aquém do intangível
Na Galeria Vitrine da Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 4)
Até 27 de maio. De terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Entrada franca.
Informações: (61) 3206-9448.
Não recomendado para menores de 14 anos.

Musa negra do jazz é tema de musical em Brasília  

Divulgação  

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Ela cantou o racismo, a tristeza e os amores impossíveis. A biografia de Billie Holiday, a estadunidense e ícone do jazz, conhecida simplesmente por Lady Day, está representada no drama musical Billie Holiday, a canção, que se estabelece em Brasília, no Teatro dos Bancários, nos dias 30 e 31 de março e 1º de abril. Programação imperdível para os fãs dessa mulher que enxergava na música mais que uma simples cantoria, vivendo sentimentalmente todos seus percalços.

A história da cantora, que iniciou a carreira aos 17 anos e morreu aos 47 anos, inspirou a atriz sergipana Tânia Maria, que interpreta sua trajetória após ser hospitalizada por uma cirrose hepática por abuso de heroína. Após nascer em Aracaju (SE), em 2016, a peça passou por Recife (PE), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). A versão brasiliense conta com assinatura do produtor Alexandre Pereira. Depois da capital federal, o espetáculo deve seguir para Nova York e Atlanta, nos Estados Unidos.

SERVIÇO
Musical Billie Holiday, a Canção
No Teatro dos Bancários
Dias 30 e 31 de março e 1º de abril. Sexta, sábado e domingo, às 21h.
Ingresso: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada). Comercializados na bilheteria do teatro.
Não recomendado para menores de 18 anos. 

 
 

Obra de Athos Bulcão em catálogo  

Dentro da programação comemorativa do centenário de um dos artistas inconfundíveis de Brasília, o registro histórico da mostra 100 anos de Athos Bulcão será revelado nesta terça-feira (20), às 19 horas, no Centro Cultural Banco do Brasil. O catálogo da exposição traz amplo panorama da criação do homenageado entre os 1940 e 2005, com a sua trajetória divida em três atos: a produção artística, o binômio arte-arquitetura e a influência de Athos na formação e no trabalho de artistas contemporâneos.

A publicação, a maior sobre a exposição do artista com 260 páginas, reúne imagens de Vicente de Mello, Edgard Cesar, Tuca Reines, Diego Bressani, Mila Petrillo e acervo da Fundação Athos Bulcão. Além de textos dos curadores Marília Panitz e André Severo, e da secretária executiva da Fundação Athos Bulcão, Valéria Cabral. A noite do lançamento conta também com visita guiada e bate-papo sobre a exposição, que continua em cartaz até 1º de abril, quando segue para Belo Horizonte (MG).

SERVIÇO
100 anos de Athos Bulcão – Lançamento de catálogo
No Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2)
Nesta terça-feira (20), às 19 horas.
Entra franca
Informações: (61) 9 9550-2192.

 

 

 

Fotos: César Rebouças

Fotos: César Rebouças

Semana da Arte da Nova Acrópole

 

Fotos:   Divulgação

Fotos: Divulgação

A Semana da Arte 2018, da Organização Internacional Nova Acrópole sobre filosofia, cultura e voluntariado, ocorre de 12 a 18 de março na Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi, no Centro Cultural Taguaparque, em Taguatinga, e na sede da instituição, no Lago Norte. Viver com Arte – A beleza como expressão de vida, tema escolhido do ano será abordado por meio de palestras, recitais, oficinas e cinema.  A entrada gratuita exige a pré-inscrição no site da Nova Acrópole.

O evento, preparado por voluntários, convida o público a refletir sobre o papel da arte em nosso cotidiano, dentro da proposta de construir um ambiente propício ao debate e troca de ideias. Faça a sua pré-inscrição aqui.

SERVIÇO

Teatro Eva Herz, Livraria Cultura (Setor de Habitações Individuais Norte, CA 4, Lago Norte).
De 12 a 14 de março, às 19h30.

Segunda-feira – Simbolismo da Capela Sistina de Michelangelo, com a professora Renata Peluso, e recital de canto com o Madrigal Euterpe.

Terça-feira – Arte e a harmonização do ser humano, com o professor Pedro Barcelos, e recital com o Coro Italiano da Universidade de Brasília.

Quarta-feira – Mitologia na arte da renascença, com a professora Renata Peluso, e recital com o Duo D.O.M. de sax e flauta, com Carlos Gontijo e Eídi Lima.


Centro Cultural Taguaparque, Taguatinga.
Dia 15 de março, às 20h. Dia 18 de março, às 16h.

Quinta-feira – Reflexões filosóficas sobre a arte e a beleza, com a professora Ana Cristina Machado, e recital com Brasília Brass Quinteto de Metais.


Nova Acrópole Lago Norte (Setor de Habitações Individuais Norte, CA 09, em frente Edifício Next).
Dia 17 de março, a partir das 10h.  

Sábado, às 10h – Orquestras do Movimento Sinfônico e da Orquestra para o Bem, com regência do maestro Ricardo Sousa Castro.
Às 16h – Oficinas abertas (Vagas limitadas)
- A arte de falar - Oratória no dia a dia, com a professora Eloisa Limeira;
- Harmonia nos ambientes, com a designer de interiores Rafaella D'Avila;
- Desenho Sketchbook, com a artista plástica Juliana Limeira;
- Etiqueta, a arte de se relacionar, com a professora Kathleen Oliveira.
Às 18h - Apresentação de dança
Às 19h30 - Viver com arte: a beleza como expressão da vida, com o professor Luis Carlos Marques Fonseca, diretor da Nova Acrópole Brasil; 
Às 21h - Recital com o duo com Rosa Barros, Tais Vilar e George Lacerda (clarinetas e percussão).


Domingo, às 16h – Sessão de cinema com o filme O mestre da vida, de George Gallo. Comentários de Juliana Limeira.

Fórum Mundial da Água no Cine Brasília

Divulgação  

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Dentro da programação do 8º Fórum Mundial da Água, o Green Film Festival ocorre de 18 a 23 de março, no Cine Brasília, com a exibição de produções nacionais e internacionais. Uma série de debates completa a lista de atrações culturais do evento. As sessões gratuitas passam das 14h30 às 20h30, sendo os premiados – no voto popular e no júri popular – reexibidos no último dia (23).

A mostra competitiva contabiliza 13 longas-metragens e 25 curtas. O festival reserva duas sessões especiais com outros 16 curtas-metragens. Há ainda 10 curtas infantis, reproduzidos neste domingo (18/3), a partir das 14h30, e oito filmes da mostra paralela Panorama. Os selecionados concorrem também ao Prêmio Green Drop, da Green Cross Itália, que condecora a produção cinematográfica que melhor promove a sustentabilidade.

Já a mostra Voz do Cidadão reúne 110 filmes de 26 países – com até quatro minutos – realizados por entidades da sociedade civil de todo o mundo. Exibidos nas sessões temáticas do Fórum Mundial, eles concorrem à preferência do público, que poderá registrar seu voto pelos totens eletrônicos montados na Vila Cidadã e no site do festival.

Fórum Mundial da Água na capital federal
O Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema, ocorre de 18 a 23 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. O encontro promove a conscientização, constrói compromissos políticos e provoca ações em setores críticos para facilitar a conservação, proteção, desenvolvimento, planejamento, gestão e uso eficiente da água. Esta é a primeira vez que o evento ocorre no hemisfério sul.

SERVIÇO
Green Film Festival – 8ª edição do Fórum Mundial da Água
Cine Brasília – 106/107 Sul; (61) 3244-1660.
De 18 a 23 de março. De sábado a sexta-feira, das 14h30 às 20h30.
Entrada franca.
Classificação indicativa varia de acordo com os filmes.
Programação completa aqui.

 

 
 

Semana da mulher no Cine Brasília  

As mulheres serão homenageadas no Cine Brasília. A partir desta quinta-feira (8/3), Dia Internacional da Mulher, o público vai assistir, entre outros títulos, três filmes dedicadas ao gênero. Entre eles, dois destaques cinematográficos da América do Sul. O chileno Uma Mulher Fantástica (foto da capa), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e o argentino Uma Espécie de Família (foto abaixo). A programação continua até quarta-feira (14/3). Já o francês A número um pré-estreia neste fim de semana com duas sessões matutinas.

Esse último aborda a complicada divisão trabalhista existente entre homens e mulheres. A executiva Emmanuelle Blachey (Emmanuelle Devos) enfrenta preconceito de gênero ao tentar subir profissionalmente dentro de uma renomada empresa. Uma Mulher Fantástica acompanha a vida de Marina (Daniela Vega), uma garçonete transexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Após a morte do namorado, sua vida dá uma guinada total. A protagonista foi a primeira atriz trans a ser indicada ao Oscar.

Outra novidade dedicada às mulheres, Uma Espécie de Família mostra, por meio da história de uma jovem que deseja adotar um filho, como os rigores da lei colocam pedras no caminho da maternidade, mesmo em circunstâncias sociais que levam muitas crianças ao total desamparo. O longa é estruturado como um Road movie em que a protagonista deixa Buenos Aires até a área rural de Malena, onde desenrola o seu drama. Outra estreia importante, Torquato – Todas as Horas do Fim reúne grande elenco, como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé.

Programação completa

Dia 8 de março (Quinta-feira)
15h – O insulto
(Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Torquato – Todas as horas do fim  (Documentário/Brasil/88min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma Mulher Fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba Jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 9 de março (Sexta-feira)
15h – O insulto
(Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Uma espécie de família (Drama/Argentina/95min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 10 de março (Sábado)
11h – A número um
(Comédia dramática/França/110min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
15h – O insulto (Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Torquato – Todas as horas do fim (Documentário/Brasil/88min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 11 de março (Domingo)
11h – A número um
(Comédia dramática/França/110min/2018 Não recomendado para menores de 12 anos)
15h – O insulto (Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Uma espécie de família (Drama/Argentina/95min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba Jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 12 de março (Segunda-feira)
18h40 – Uma mulher fantástica
(Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – Cuba jazz (Documentário/Brasil/108min/2018/Não recomendado a para menores de 18 anos)

Dia 13 de março (Terça-feira)
NÃO HAVERÁ SESSÃO

Dia 14 de março (Quarta-feira)
15h – O insulto
(Drama/França/Líbano/112min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
17h – Torquato – Todas as horas do fim    (Documentário/Brasil/88min/2018/Não recomendado para menores de 12 anos)
18h40 – Uma mulher fantástica (Drama/Chile/Alemanha/Espanha/EUA/104min/2018/ Não recomendado para menores de 14 anos)
20h40 – João de Deus (Exibição especial, entrada franca).

SERVIÇO
106/107 Sul; (61) 3244-1660
Ingresso: R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada)

 

 

 

 

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

A mostra Planeta Água no CCBB até 18 de março

Brasília vai ser palco do maior evento sobre recursos hídricos no mundo: o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorre de 18 a 23 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Dentro dessa perspectiva, de 1º a 18 de março, o Centro Cultural Banco do Brasil antecipa o debate sobre o tema com a mostra Planeta Água, que inclui atividades extras como apresentações gratuitas de música e dança, além de debate e painel interativo.

Fazem parte do evento 32 títulos – oito longas, 12 médias e 12 curtas –, sendo 27 documentários e cinco ficções, que abordam aspectos ligados à água. Os filmes produzidos nos cinco continentes traçam um panorama do pensamento mundial sobre a questão ambiental. A programação dividida em dois temas – água e humanidade e água e planeta Terra – relacionam, respectivamente, o tema à mulher, em homenagem ao dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e a situação ambiental atual antecipando a discussão do Fórum Mundial da Água.  

De acordo com os idealizadores, a iniciativa deve conscientizar e motivar pessoas a mudarem estilos de vida e valorizarem uma das maiores riquezas do planeta. “O audiovisual é o meio mais eficaz para mostrar como anda a vida no planeta e difundir hábitos sustentáveis que possibilitem um futuro melhor para a humanidade”, afirma a curadora Carina Bini. Destaque para o premiado Água na Mesa, de Luz Marshall, sobre a relação do governo do Canadá com seu mais precioso recurso natural.

A mostra gratuita conta ainda com sessão para alunos de escolas públicas do DF, ensino fundamental, com a exibição do filme MOANA; sessão acessível com LSE (Legendagem para surdos e ensurdecidos); e sessão social voltada para terceira idade, com a presença de idosos da Casa do Candango, convidados pela produção. Por fim, um painel interativo, a ser instalado no vão central, faz uma provocação. “O que você pode fazer pela preservação da água no planeta?”. O público deve escrever respostas e sugestões.

Atividades paralelas

Show de abertura: Águas de Iemanjá, com participação do percussionista Leander Motta e convidados.

No Vão Central.
Dia 1º de março, às 19h. 
Entrada franca.

Show Alberto Salgado
O multi-instrumentista apresentará o disco Cabaça D’Água, premiado com o Grammy 2017, na categoria de Melhor Álbum de Música Regional.
No Teatro do CCBB.
Dia 4 de março, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do local e no site www.eventim.com.br.

Dia da Mulher
Apresentação do espetáculo Mãe D’Água, em homenagem à água, que resgata o culto ao feminino.
No Vão Central
Dia 8 de março, às 19h.
Entrada franca.

Debates / Ideias
- Painel Água, desafio e superação, com o triatleta Alexandre Manzan.

Dia 10 de março, às 17h30, no cinema do CCBB. Entrada franca mediante retirada do ingresso a partir de 1 hora antes do evento.

- Painel O papel da mídia na questão ambiental, com o jornalista Washington Novaes e o cineasta João Amorim. Mediação da jornalista Bárbara Lins.
Dia 14 de março, às 19h, no cinema do CCBB. Entrada franca mediante retirada do ingresso a partir de 1 hora antes do evento.

- Debate Planeta Água: Água e Sustentabilidade, com o ambientalista Sérgio Besserman, o jornalista André Trigueiro e outros convidados.  
Dia 16 de março, às 15h, no teatro do CCBB. Entrada franca mediante retirada do ingresso a partir de 1 hora antes do evento.

Programação cinematográfica

1º de março (Quinta-feira)

19h40 – Filme de abertura – Watermark

* Classificação indicativa livre

2 de março (Sexta-feira)
16h – A viagem do Totem + Mammy Water
18h – Donos da Água + Os últimos ritos do Honorável Sr. Rai
20h – A solução de Carti Sugdup + Onda Crescente

* Classificação indicativa livre

Dia 3 de março (Sábado)
16h – A ilha que afunda + Navegando no mar náufrago
18h – Sementes de que resistem ao sal + Tocado pela água
20h – Futuro Flutuante + Papa Mau: O Descobridor

* Classificação indicativa livre

Dia 4 de março (Domingo)
17h – Resistência ao óleo do ártico + Sonic Sea

* Classificação indicativa livre

Dia 6 de março (Terça-feira)
17h30 – Futuro Flutuante + Pássaro cego cantando na chuva
19h – O Desaparecimento de Tuvalu

* Classificação indicativa livre

Dia 7 de março (Quarta-feira)
17h – A ilha que afunda + Navegando no mar náufrago

* Classificação indicativa livre

Dia 8 de março (Quinta-feira)
20h – Mulheres e Água – Sessão acessibilidade (Legendagem LSE) 

* Classificação indicativa livre

Dia 9 de março (Sexta-feira)
16h – A viagem do Totem + Mamy Water
18h – Futuro Flutuante + Papa Mau: O descobridor
19h30 – Sementes que resistem ao sal + Tocado pela Água

* Classificação indicativa livre

Dia 10 de março (Sábado)
16h – Jovens líderes de Salish + Água e Cooperação
17h30 – Palestra de Alexandre Manzan: Água, desafio e superação
20h – Mudança Meteorológica + Os descobridores do Pacífico

* Classificação indicativa livre

Dia 11 de março (Domingo)
16h – Mulheres e Água - Sessão Acessibilidade (Legendagem LSE) 
17h30 – Resistência ao óleo do Ártico + Sonic Sea
19h30 – Watermark

* Classificação indicativa livre

Dia 13 de março (Terça-feira)
15h30 – Donos da Água + Os Últimos ritos do Honorável Sr. Rai
18h – Lixo zero em Carti Sugdup + Fronteira da Água
19h30 – Mudança Meteorológica + Os descobridores do Pacífico

* Classificação indicativa livre

Dia 14 de março (Quarta-feira)
15h30 – Donos da Água + A voz das avós – Sessão social
17h30 – Donos da Água + A voz das avós

* Classificação indicativa livre

Dia 15 de março (Quinta-feira)
15h – Além da Construção + Água na Mesa
17h – Água (JAL) 
20h – Jovens líderes de Salish + Água e Cooperação

* Classificação indicativa livre
* Sessão das 17h, não recomendado para menores de 12 anos


Dia 16 de março (Sexta-feira)
18h – A solução de Carti Sugdup + Onda Crescente
20h – Lixo zero em Carti Sugdup + Fronteira da Água

* Classificação indicativa livre

Dia 17 de março (Sábado)
15h – Água (JAL)
18h – Pássaro cego cantando chuva
19h30 – O maior sentido da Água

* Não recomendado para menores de 12 anos
* Sessão das 18h, classificação indicativa livre


Dia 18 de março (Domingo)
16h – Encantadora de Baleias. Classificação indicativa livre
18h30 – Imensidão Azul – Não recomendado para menores de 14 anos

SERVIÇO
Planeta Água
No cinema, teatro e área externa do CCBB (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lotes 22)
De 1º a 18 de março.
Entrada franca para filmes, mediante retirada de ingresso na bilheteria do local.
Sinopses dos filmes disponíveis aqui.
Informações: (61) 3108-7600.

 

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Primeira edição do BSB Plano das Artes neste fim de semana

Fotos: Divulgação   

Fotos: Divulgação
 

 

 

Conhecer uma Brasília que vai muito além do tradicional roteiro cívico, com destaque para os espaços culturais independentes da cidade. Com essa proposta, a primeira edição do BSB Plano das Artes apresenta ao público 20 locais dedicados às artes visuais. De 2 a 4 de março, os endereços abrirão as portas para uma programação especial que inclui encontros com artistas, curadores e galeristas. Dez vans estarão disponíveis gratuitamente, assim como profissionais especializados, para conduzirem o público nessa jornada.

A iniciativa divulga pontos culturais que disseminam obras de artistas locais e ampliam o conhecimento sobre a produção artística nacional. A ideia é criar um circuito das artes no Distrito Federal, que envolva tanto os artistas como os comerciantes próximos. “Ao mapear os locais que produzem arte e que geram conhecimento em artes, apresentamos alguns espaços muitas vezes desconhecidos do grande público”, ressalta a curadora e a idealizadora do BSB Plano das Artes, Cinara Barbosa.

Os transportes gratuitos sairão de locais e horários variados, sendo possível fechar um roteiro próprio, individual ou com grupos de até 13 pessoas. O prazo para marcação termina nesta quarta-feira (28/2) e pode ser feita pelo e-mail roteiros@bsbplanodasartes.com.br.  Quem não garantir a vaga antecipadamente pode tentar um encaixe na hora, em caso de vagas remanescentes. As redes sociais do BSB Plano das Artes estão divulgando ao longo desta semana informações sobre a programação de cada local, circuito das vans e itinerários. 

Participam desta edição 20 espaços culturais divididos em quatro categorias. Da primeira, Galerias Comerciais, fazem parte quatro empreendimentos: Alfinete Galeria (Asa Norte), Oto Reifschneider Galeria de Arte (Asa Norte), Referência Galeria de Arte (Asa Norte) e XXX Arte Contemporânea (Jardim Botânico). Na categoria Espaços / Galerias de Fotografia estão reunidas três casas: A Casa da Luz Vermelha (Asa Sul), Espaço F/508 (Asa Norte) e Galeria Ponto (Asa Norte).

A quarta categoria Autônomos / Residências Artísticas traz nove espaços – Curators (Asa Norte), Elefante Centro Cultural (Asa Norte), Galeria da IBOC (Asa Sul), Galeria Olho de Águia (Taguatinga), Gruta (Asa Norte), Nave (Asa Sul), Manoobra Galeria, (Sobradinho), Nova (Asa Sul) e Pilastra (Guará II).  Já os Ateliês de artistas que estarão abertos à visitação são quatro: De Cecília Mori e Christus Nóbrega (Asa Norte), Clarice Gonçalves (Taguatinga), Raquel Nava e Cecília Bona (Asa Norte) e Valéria Pena-Costa (Lago Sul).

SERVIÇO
BSB Plano das Artes
De 2 a 4 de março. Informações sobre horários, pontos de partida e roteiros aqui.  
Entrada franca
Classificação Indicativa Livre

 

 
 

Apartamento 403 no Sesc Garagem

 

Fotos:    Studio Sartoryi

Fotos:  Studio Sartoryi

A temporada do espetáculo Apartamento 403 foi estendida em novo endereço. A peça do diretor brasiliense Fernando Guimarães, do Coletivo Irmãos Guimarães, pode ser apreciada agora no Teatro Sesc Garagem, de 22 a 25 de fevereiro. A encenação revela as nuances do comportamento humano, sendo uma sátira à violência cotidiana. Com altas doses de ironia e humor, o texto tem inspiração no universo do cartunista Jules Feiffer.

Em um apartamento em obras, uma família encontra-se em uma combinação de neurose social e vigilância constante e paranoia. Esse cenário parece abrir caminhos para crimes justificados, certezas inabaláveis e desastres ocultos em boas ações. “Esses personagens, em particular, estão enlouquecidos ou somente protegem suas casas? Um grupo de pessoas à beira de um colapso nervoso?”, provoca Fernando Guimarães.

A montagem conta com 13 profissionais em cena, sendo eles Adair de Oliveira, Adilson Díaz, Carlos Neves, Ellen Gonsioroski, Filipe Moreira, Lemar Rezende, Lucas Lima, Marcelo Lucchesi, Maria Moreira, Marina Menezes, Paulo Wenceslau, Rafael Justus, Yara De Cunto. Já Fernando Guimarães assina direção, cenário e dramaturgia. Ao lado do irmão Adriano, a dupla conquistou o Prêmio SESC do Teatro Candango pelo conjunto da obra.

SERVIÇO
Apartamento 403
Teatro do SESC Garagem (913 Sul)
De 22 a 25 de fevereiro. De quinta a domingo, às 20h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro.
Não recomendado para menores de 16 anos.  

Som independente na Caixa Cultural

 

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Nesse pós-carnaval a música independente brasileira atual assume o protagonismo no Teatro da Caixa. Até 18 de fevereiro, a terceira edição do Festival EXPERIA movimenta o local com atrações que apostam em novos sons para alcançarem o reconhecimento nacional. A proposta reúne diferentes linguagens e expoentes de estados brasileiros. Quem deixou para garantir o ingresso na última vai ter que esperar a próxima oportunidade. As entradas estão esgotadas para todos os dias.

Com base em seu disco Euforia (2015), o paulistano Pélico comanda o primeiro show deste sábado (17), com a participação do gaúcho Filipe Catto, que mostra faixas de seu trabalho mais recente, Catto (2017). O segundo espetáculo fica por conta da mineira Juliana Perdigão, com o disco Ó, ao lado de Tulipa Ruiz, que lançou no ano passado o disco Tu. A baiana Marcia Castro abre os trabalhos musicais no domingo (18), com Treta (2017), acompanhada de Otto, tendo destaque com o disco Ottomaopeia (2017).

Serviço
Festival Experia 2018
No Teatro da Caixa (Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3 e 4, Edifício anexo à matriz da Caixa).
Até 18 de fevereiro. Sexta-feira, às 17h; sábado (duas sessões), às 17h e 20h; e domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Não recomendado para menores de 12 anos.
Informações: (61) 3206-9448

Semana animada no Clube do Choro

O Clube do Choro de Brasília está com programação musical praticamente todos os dias de fevereiro. Há opção até para quem insiste em continuar com a fantasia de carnaval. Se no início da semana a animação do músico baiano Moraes Moreira toma conta do local, o sábado e o domingo são dedicados à celebração dos arranjos pernambucanos. Entre essas datas, nada de descanso. O som prossegue com outros músicos de notabilidade nacional ou com pratas da casa. Veja o que vai rolar no reduto da música instrumental.

Nesta terça-feira (20)
, o ex-integrante dos Novos Baianos divide o palco com o acordeonista Meninão, dentro do projeto Clube do Choro Convida. A parceria de anos rendeu à dupla intimidade musical, reconhecida pela plateia durante a apresentação. Moraes Moreira destaca sucessos da carreira, feitas em parceria com o companheiro de palco.

No dia seguinte, na quarta-feira (21), o violoncelista Nícolas Madalena assume os trabalhos da noite, na companhia de seu violoncelo. Completam as atrações os músicos Matheus Donato (cavaquinho), Matheus Fortes (violão 6 e 7 cordas), Isabella Pina (pandeiro e percussões), além das participações especiais de Leo Torres (baixo elétrico), Lucas Bichara (gaita cromática) e Jorge Heine (acordeão).

Na quinta (22) e na sexta-feira (23), o Clube do Choro celebra a parceria musical entre o gaitista Maurício Einhorn e o guitarrista Nelson Faria, que já perdura por cerca de 20 anos. O autor de títulos como Estamos aí, Batida diferente e Tristeza de nós dois encontra o expressivo músico brasileiro que se apresentou em mais de 40 países.

Noites pernambucanasNo fim de semana (24 e 25) será a vez do evento, que está na 12ª edição e promove o encontro de diversos movimentos musicais como frevo, maracatu, coco, baião e manguebeat. No palco o intercâmbio ocorre entre maestros pernambucanos e artistas brasilienses. O maestro Fabiano Medeiros, regente da Orquestra Popular Marafreboi, compartilha a regência com os maestros Forró, Ademir Araújo (conhecido como Maestro Formiga), Edson Rodrigues, considerado um dos maiores compositores de frevo, e Spok, embaixador do frevo, que se apresenta somente no domingo (25).  

O projeto oferece ainda vivências na cultura popular por meio da realização da Roda dos Saberes, que ocorre no sábado (24/2), das 9h às 12h, na Faculdade de Arte Dulcina de Moraes, no Conic. Com entrada gratuita, maestros, alunos e quem mais se interessar pela cultura popular brasileira trocam experiências culturais.

Na próxima semana, dias 26 e 27 de fevereiro, de volta ao projeto Clube do Choro Convida, o Quinteto Violado comemora 46 anos de estrada com um passeio pela sua trajetória, que inclui músicas como Cavalo marinho, Palavra acesa e Vaquejada, assim como clássicos brasileiros, exemplos de Pra dizer que não falei das flores, de Geraldo Vandré, Trem das onze, de Adoniran Barbosa, e Asa branca, de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga.  

Por fim, na última quarta-feira do mês, em 28 de fevereiro, o grupo Língua de Gato mergulha no samba brasileiro com repertório de craques do gênero musical, como Alcione, Jorge Aragão, Fundo de Quintal e Paulinho da Viola. A formação da turma conta com Alexandre Sambaí (violão), Apolinário Souza Silva (percussão geral), Bruno Henrique (pandeiro), Luiz Bicalho (percussão geral), Paullo Galvão (surdo e repique de anel) e Rafael Paçoca (cavaquinho e banjo).

SERVIÇO
Moraes Moreira – Clube do Choro Convida
Dias 19 e 20 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

Nícolas Madalena – Clube do Choro 40 anos
Dia 21 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

Maurício Einhorn e Nelson Faria – Clube do Choro 40 anos
Dias 22 e 23 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).

Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

12ª Noites Pernambucanas – Clube do Choro 40 anos
Dias 24 e 25 de fevereiro. Sábado, às 21h; e domingo, às 20h.
Entrada franca.
Classificação Indicativa Livre.

Quinteto Violado – Clube do Choro Convida
Dias 26 e 27 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

Grupo Língua de Gato – Clube do Choro 40 anos
Dia 28 de fevereiro, às 21 horas.
Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: (61) 3224-0599.

 

Fotos: Henrique Inácio   Foto da capa: Guina

Fotos: Henrique Inácio
Foto da capa: Guina

Espetáculo Apartamento 403 faz curta temporada no CCBB    

Fotos: Studio Sartoryi

Fotos: Studio Sartoryi

 

 

Do diretor brasiliense Fernando Guimarães, do Coletivo Irmãos Guimarães, o espetáculo Apartamento 403 faz curta temporada em Brasília, no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Em cartaz de 15 a 18 de fevereiro, a encenação revela as nuances do comportamento humano, sendo uma sátira à violência cotidiana. Com altas doses de ironia e humor, o texto tem inspiração no universo do cartunista Jules Feiffer.

Em um apartamento em obras, uma família encontra-se em uma combinação de neurose social e vigilância constante e paranoia. Esse cenário parece abrir caminhos para crimes justificados, certezas inabaláveis e desastres ocultos em boas ações. “Esses personagens, em particular, estão enlouquecidos ou somente protegem suas casas? Um grupo de pessoas à beira de um colapso nervoso?”, provoca Fernando Guimarães.

A montagem conta com 13 profissionais em cena, sendo eles Adair de Oliveira, Adilson Díaz, Carlos Neves, Ellen Gonsioroski, Filipe Moreira, Lemar Rezende, Lucas Lima, Marcelo Lucchesi, Maria Moreira, Marina Menezes, Paulo Wenceslau, Rafael Justus, Yara De Cunto. Já Fernando Guimarães assina direção, cenário e dramaturgia. Ao lado do irmão Adriano, a dupla conquistou o Prêmio SESC do Teatro Candango pelo conjunto da obra.

SERVIÇO
Apartamento 403
Teatro I do CCBB (CCBB), Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lote 22.
De 15 a 18 de fevereiro. De quinta a sábado, às 20h; e domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Comercialização na bilheteria do teatro.
Não recomendado para menores de 16 anos.  

 

 
 

Tumba la Catumba se apresenta neste fim de semana

Após estourar nos anos 1980, quando viveu o auge da exportação de talentos musicais, o rock brasiliense apresenta novos candidatos a estrelas do gênero musical. Pelo menos, para o público infantil. O grupo Tumba La Catumba, formado por zumbis, vampiros e lobisomens, coleciona repertório de músicas infantis adaptadas ao rock and roll, com letras que vão de peculiaridades de Brasília até alimentação, brincadeiras e reciclagem. A curta temporada na cidade ocorre nesta sexta-feira (2/1) e sábado (3/1), no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura.

O espetáculo altera composições próprias e novos arranjos para grandes sucessos, sendo um verdadeiro mosaico da cultura musical do Brasil e do Distrito Federal. “Além do rock, passeamos por diversos outros ritmos, como nas releituras inusitadas de cantigas de roda, que as crianças adoram”, comenta Rogério Almeida, integrante da banda. A turnê já passou pelas capitais de Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE).

A proposta cênica musical faz os integrantes representarem personagens de histórias de terror.  A banda surgiu em 2009 e, oito anos depois, lançou os primeiros videoclipes em seu canal no youtube. O primeiro disco, Simbora menino, deve sair ainda neste ano. A apresentação da atual temporada tem duração de 60 minutos, sendo a capacidade do local para 198 pessoas. A iniciativa foi contemplada pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura.

Serviço
Simbora menino, com Tumba la Catumba
No Teatro Eva Herz (Livraria Cultura, Shopping Iguatemi, SHIN, CA 4, Lote A, Lago Norte).
Dias 3 e 4 de fevereiro, às 15 horas.
Entrada franca mediante retirada de ingresso na bilheteria do teatro, a partir de duas horas antes do início da sessão.
Classificação Indicativa Livre

 

 

Fotos: Diego Bresani  

Fotos: Diego Bresani  

O gênio italiano da música para o cinema

 

Fotos: Divulgação do filme Cinema Paradiso

Fotos: Divulgação do filme Cinema Paradiso

A obra desse maestro e compositor italiano integra a história do cinema mundial. Dos western spaghetti do cineasta Sergio Leone à produções americanas mais recentes, de diretores como Quentin Tarantino, a trilha sonora de Ennio Morricone faz parte da memória afetiva dos fãs da sétima arte. Em sua homenagem, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) recebe a mostra Sonora: Ennio Morricone, de 30 de janeiro a 25 de fevereiro, com várias sessões gratuitas.

Ao longo de quatro semanas, os brasilienses podem assistir a 22 longas de gêneros, países e diretores diferentes, com direito a intérprete de libras e a audiodescrição em uma sessão do filme Por um punhado de dólares. Rafael Bezerra assina a curadoria da mostra. iniciativa faz um panorama da trajetória profissional do maestro, que colaborou com grandes cineastas (Tornatore, Pasolini, Elio Petri, Sergio Corbucci), trabalhou com outros tantos, e fez filmes de terror, policiais, dramas, entre outros.  

A orquestra Reciclando Sons apresenta no dia 4 de fevereiro, às 17 horas, na área externa do CCBB, arranjos de trilhas de Ennio Morricone, como Cinema Paradiso, Três Homens em Conflito e A Missão. A entrada é franca. A programação conta também com um debate, no dia 22 de fevereiro, às 19 horas, envolvendo o curador Rafael Bezerra e a pesquisadora Luíza Alvim, doutora em Comunicação, pós-doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ e autora do livro A música no cinema de Robert Bresson.

Programação completa

Dia 30 de janeiro (Terça-feira)
16h - Três homens em conflito (Il buono, il brutto, il cattivo / 1966 / 2h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - A missão (The Mission / 1986 / 2h 5min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 31 de janeiro (Quarta-feira)
16h30 - Cérebro do Mal (Il diavolo nel cervello / 1972 / 1h46min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
19h - O enigma do outro mundo (The Thing / 1982 / 1h49min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 1º de fevereiro (Quinta-feira)
16h30 - A batalha de Argel (La battaglia di Algeri / 1966 / 2h01min / Bluray / 12 anos)
19h - Por um punhado de dólares (Per un pugno di dollari / 1964 / 1h39min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 2 de fevereiro (Sexta-feira)
15h30 - 1900 (Novecentos / 1976 / 5h17min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 3 de fevereiro (Sábado)
16h30 - Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita (Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto / 1970 / 1h55min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Os intocáveis (The Untouchables / 1987 / 1h59min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 4 de fevereiro (Domingo)
16h - Lolita (1997 / 2h17min / Bluray / 12 anos)
17h – Apresentação musical da orquestra jovem Reciclando Sons (área externa / livre / gratuita) – sessão gratuita.
19h - Malena (2000 / 1h49min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 6 de fevereiro (Terça-feira)
15h30 - Os oito odiados (The Hateful Eight / 2015 / 3h7min / Bluray / 12 anos)
19h30 - Cão branco (White Dog / 1982 / 1h30min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  

Dia 8 de fevereiro (Quinta-feira)
17h - A batalha de Argel (La battaglia di Algeri / 1966 / 2h01min / Bluray/ 12 anos)
19h30 - Cinzas no paraíso (Days of Heaven / 1978 / 1h34min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 9 de fevereiro (Sexta-feira)
16h30 - Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita (Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto / 1970 / 1h55min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Os intocáveis (The Untouchables / 1987 / 1h59min / Bluray / 12 anos) – sessão inclusiva.

Dia 10 de fevereiro (Sábado)
14h - Por um Punhado de Dólares – Sessão Inclusiva - audiodescrição + legendagem + LIBRAS. (Per un pugno di dollari / 1964 / 1h39min / Bluray/ 12 anos) – sessão gratuita.
16h - 1900 (Novecentos / 1976 / 5h17min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 14 de fevereiro (Quarta-feira)
16h - Lolita (1997 / 2h17min / Bluray / 12 anos)
19h - Bugsy (1991 / 2h16min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 15 de fevereiro (Quinta-feira)
16h30 - O enigma do outro mundo (The Thing / 1982 / 1h49min / Bluray/ 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Os intocáveis (The Untouchables / 1987 / 1h59min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 16 de fevereiro (Sexta-feira)
14h - Malena (2000 / 1h49min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
16h30 - Ata-me (Átame! / 1989 / 1h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
19h - Bugsy (1991 / 2h16min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 17 de fevereiro (Sábado)
14h - Cérebro do Mal (Il diavolo nel cervello / 1972 / 1h46min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.
16h - Os oito odiados (The Hateful Eight / 2015 / 3h7min / Bluray / 12 anos)
19h30 - Cão branco (White Dog / 1982 / 1h 30min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 18 de fevereiro (Domingo)
14h - A missão (The Mission / 1986 / 2h5min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
16h30 - Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso / 1988 / 2h35min / Bluray / 12 anos)
19h30 - Joe, o pistoleiro implacável (Navajo Joe / 1966 / 1h33min / 35mm / 12 anos)

Dia 20 de fevereiro (Terça-feira)
17h - Ata-me (Átame! / 1989 / 1h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
19h - Cinzas no paraíso (Days of Heaven / 1978 / 1h34min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 21 de fevereiro (Quarta-feira)
14h30 - Por um punhado de dólares (Per un pugno di dollari / 1964 / 1h39min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.  
16h30 - Por uns dólares a mais (Per qualche dollaro in più / 1965 / 2h12min / 35mm / 12 anos)
19h - Três homens em conflito (Il buono, il brutto, il cattivo / 1966 / 2h41min / Bluray / 12 anos) – sessão gratuita.

Dia 22 de fevereiro (Quinta-feira)
17h - Joe, o pistoleiro implacável (Navajo Joe / 1966 / 1h33min / 35mm / 12 anos)
19h - Debate: Rafael Bezerra (curador), Luiza Alvim (palestrante) e Mateus Alves (Palestrante) – com tradução em LIBRAS.

Dia 23 de fevereiro (Sexta-feira)
17h - O pássaro das plumas de cristal (L'uccello dalle piume di cristallo / 1970 / 1h36min / 35mm / 12 anos)
19h - Teorema (1968 / 1h45min / 35mm / 12 anos)

Dia 24 de fevereiro (Sábado)
14h30 - Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso / 1988 / 2h35min / Bluray / 12 anos)
16h30 - Por uns dólares a mais (Per qualche dollaro in più / 1965 / 2h12min / 35mm / 12 anos)
19h - O deserto dos Tártaros (Il deserto dei tartari / 1976 / 2h20min / 35mm / 12 anos)

Dia 25 de fevereiro (Domingo)
14h30 - Teorema (1968 / 1h45min / 35mm / 12 anos)
16h30 - O deserto dos Tártaros (Il deserto dei tartari / 1976 / 2h20min / 35mm / 12 anos)
19h30 - O pássaro das plumas de cristal (L'uccello dalle piume di cristallo / 1970 / 1h36min / 35mm / 12 anos)

SERVIÇO
Sonora: Ennio Morricone
No Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Trecho 2)
De 30 de janeiro a 25 de fevereiro
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
Para as entradas gratuitas, retirada do ingresso na bilheteria a partir de uma hora antes de cada sessão.
Não recomendado para menores de 12 anos.

 Um cinema surreal, grotesco e encantador

   Fotos: Divulgação

   Fotos: Divulgação

Ainda que o espectador estranhe o termo “cinema fantástico”, com certeza sabe, por experiência própria, do que se trata esse tipo de filme. Afinal de contas, uma infinidade de blockbusters pode ser enquadrada nessa categoria – um “guarda-chuva” generoso onde cabem filmes de fantasia, ficção científica e terror. Mas, para os cinéfilos, o cinema fantástico se refere, mais especificamente, a produções que não costumam frequentar o circuito comercial, aquelas nas quais os cineastas podem deixar uma marca mais autoral ou mesmo radicalizar, pesar a mão no surreal ou no grotesco. Por isso mesmo, festivais dedicados ao cinema fantástico estão espalhados pelo mundo (Brasil, inclusive) e encantam um público apaixonado pelo gênero. E a capital brasileira, a partir deste mês, também entra nessa conta.

Entre os dias 25 e 28, o CCBB recebe a primeira edição de O Anjo Exterminador – Festival de Cinema Fantástico de Brasília. A programação conta com quase 30 produções, curtas e longas-metragens, brasileiras e estrangeiras, vindas da Alemanha, Argentina, Colômbia, Croácia, Dinamarca, França, Espanha, Estados Unidos, Mali, México, Portugal, República Tcheca, Uruguai e Uzbequistão. Todas as sessões são gratuitas e o público pode votar em seus filmes favoritos (os mais votados ganham troféus). Além disso, os interessados podem acompanhar debates sobre literatura fantástica e participar de oficinas conduzidas por professores da Animatic – Escola de Animação e Arte de Brasília.

* Matéria completa na edição 272 da Revista Roteiro Brasília

PROGRAMAÇÃO

25 de janeiro – quinta-feira
14h - A escuridão (Las tinieblas) – Direção: Daniel Castro Zimbrón. Suspense, 94 min, 2016, México, 16 anos. 
16h - Master class: Lendas e mitos brasileiros na literatura fantástica, com Felipe Castilho
17h30 - Carmadicção (Karmaadicción) – Direção: Óscar Naranjo. Terror, 9 min, 2017, Colômbia, 16 anos / Terra e luz – Direção: Renne França. Terror, 73 min, 2017, GO, 14 anos.
19h30 - A voz de mamãe (La voz de mamá) – Direção: Mariano Cattaneo. Terror, 5 min, 2016, Argentina, 14 anos / Terror 5 – Direção: Sebastian e Federico Rotstein. Terror, 78 min, 2016, Argentina, 16 anos.

26 de janeiro – sexta-feira
10h30 às 12h - Palestra Animação 2D – Toon Boom, com Gabriel Dutra. O palestrante presentará o software Toon Boom Harmony, uma das ferramentas mais utilizadas no mundo para a produção de animações digitais em 2D.
14h - Sessão infantil: Médico de monstro – Direção: Gustavo Teixeira. Ficção, 11 min, 2017, SP, livre / Bruxarias (Brujerias) – Direção: Virgínia Cúria. Animação, 78 min, 2015, Espanha, livre.
16h - Sol – Direção: Carlos G. Gananian. Terror, 14 min, 2017, SP, 14 anos / Na lama (Into the mud) – Direção: Pablo Pastor. Terror, 10 min, 2016, Espanha, 14 anos / Eu sou o portal (I am the doorway) – Direção: Robin Kasparik. Ficção científica/terror, 15 min, 2016, República Tcheca, 12 anos / O pequeno pé grande – Direção: Leo Bello. Ficção, 15 min, 2016, DF, 14 anos / A caça – Direção: Thiago Camargo. Animação/terror, 15 min, 2015, GO, 16 anos.
18h - O nó do Diabo – Direção: Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé e Jhésus Tribuzi. Terror, 124 min, 2016, PB, 16 anos.
20h30 - O candeeiro – Um filme à luz de Lisboa – Direção: Henrique Costa e Hugo Passarinho. Animação, 6 min, 2016, Portugal, 14 anos / Venha a mim (Ven a mi) – Direção: Marcos Muñoz Flores. Terror, 9 min, 2016, México, 12 anos / Please love me forever – Direção: Holy Fatma. Terror, 27 min, 2017, França, 16 anos / O segredo do parque – Direção: Maria Eduarda Senna. Terror, 40 min, 2017, DF, 12 anos.

27 de janeiro – sábado
10h30 – Master class: Literatura fantástica e distopia no Brasil contemporâneo, com Bárbara Morais.
14h - Sessão infantil: Médico de monstro – Direção: Gustavo Teixeira. Ficção, 11 min, 2017, SP, livre / Bruxarias (Brujerias) – Direção: Virgínia Cúria. Animação, 78 min, 2015, Espanha, livre.
16h – Janaína Overdrive – Direção: Mozart Freire. Ficção científica, 19 min, 2016, CE, 16 anos / Era uma vez Brasília – Direção: Adirley Queirós. Ficção, 100 min, 2017, DF, 14 anos.
18h30 - Cuidado com o coelho (Beware of the bunny) – Direção: Becky Gill. Animação/terror, 5 min, 2016, EUA, livre / Deus local (Dios local) – Direção: Gustavo Hernandez. Terror, 90 min, 2014, Uruguai, 16 anos.
20h30 - Salvo (Save) – Direção: Iván Sáinz-Pardo. Ficção, 4 min, 2016, Alemanha, 16 anos / Exorcismo (Egzorcizam) – Direção: Dalibor Matanic. Terror, 80 min, 2017, Croácia, 16 anos.

28 de janeiro – domingo
10h30 - Sessão infantil: Médico de monstro – Direção: Gustavo Teixeira. Ficção, 11 min, 2017, SP, livre / Bruxarias (Brujerias) – Direção: Virgínia Cúria. Animação, 78 min, 2015, Espanha, livre.
14h - Expire – Direção: Magali Magistry. Ficção científica, 13 min, 2017, França, 16 anos / Depois do silêncio – Direção: Guilherme Daniel. Terror, 15 min, 2017, Portugal, 16 anos / A raiva de Clara (La rabia de Clara) – Direção: Michelle Garza Cervera. Terror, 21 min, 2016, México, 16 anos / O circo da noite (The Night Circus) – Direção: Eskild Krogh. Terror, 9 min, 2016, Dinamarca, 14 anos.
15h30 - A Lua leva almas cansadas (The moon takes tired souls) – Direção: Sabir Nazarmukhamedov. Ficção, 132 min, 2016, Uzbequistão, 12 anos.
19h - Cerimônia de premiação
20h - Sessão de encerramento: A luz (Yeelen) – Direção: Souleymane Cissé. Drama, 101 min, 1987, França, Japão, Alemanha Ocidental, Burkina Faso, Mali, livre.

Oficinas
Apresentação de uma escultura tradicional em clay
Das 10h30 às 20h30, no espaço coberto da Torre 4. Atividade aberta ao público. Felipe Reis mostrará o processo de desenvolvimento de uma escultura em argila (clay), etapa essencial para a realização de animações do tipo stop motion.

Fotografia com longa exposição
Dia 25, das 18h às 20h, no espaço coberto da Torre 4. Atividade aberta ao público.
Serão apresentadas as técnicas para a produção de fotos com longa exposição, que permitem imagens repletas de riscos e formas inusitadas. Para participar é necessário possuir câmera profissional ou semiprofissional – pois apenas um número limitado de câmeras será disponibilizado para os participantes.

Pintura digital
Dia 25, das 10h às 12h, na Sala do Educativo Museu BB. Inscrições pelo e-mail oanjoexterminadorfest@gmail.com.
Serão apresentados fundamento sobre linguagem visual, da arte tradicional à pintura digital – recurso muito utilizado na criação de personagens para cinema e animação. Para participar é necessário fazer inscrição antecipada e possuir laptop com Photoshop. Os participantes recebem certificados. Vagas: 15.

Oficina Teens
Dia 27, às 16h, na Sala do Educativo do Museu BB. Inscrições pelo e-mail oanjoexterminadorfest@gmail.com.
Técnicas de animação: voltada para jovens de 8 a 14 anos e ministrada por Giulia Bokel e Gabriel Dutra, a oficina apresenta duas técnicas de animação: recorte e pixilation, que podem ser usadas na produção de uma animação tradicional em 2D.

O Anjo Exterminador – Festival de Cinema Fantástico de Brasília
No cinema do CCBB Brasília (SCES Trecho 2).
De 25 a 28 de janeiro. Sessões às 14h, 16h, 19h, 21h e 21h30, com entrada franca mediante retirada de ingressos na bilheteria a partir de uma hora antes da sessão.
Mais informações: 3108-7600.


 

 

Para rir, chorar e refletir

O palhaço fascina adultos e crianças há séculos. Sua figura está associada, primeiramente, ao riso. E justamente daí vem sua ambiguidade. Por detrás da maquiagem alegre apresentada no picadeiro pode estar um ser humano triste, que só revela suas lágrimas nos bastidores – situação retratada incontáveis vezes no cinema, na literatura, nas artes plásticas, cênicas ou na música. Inspirado numa experiência de sua juventude – a notícia do suicídio de um palhaço de circo que o fez rir na infância – o dramaturgo paulista Timochenco Wehbi (1943-1986) abordou a complexidade do tema na obra Palhaços, escrita por ele em 1976.

De 25 de janeiro a 10 de fevereiro, de quinta a domingo, Palhaços ganha nova interpretação no palco do Teatro I do CCBB Brasília em montagem assinada pelo ator Alexandre Borges. Em cena estão os atores Dedé Santana e Fioravante Almeida. Eternizado como integrante do grupo Os Trapalhões, Dedé descende de uma longa linhagem circense. Filho de pai palhaço e mãe trapezista, o ator, de 81 anos, além de trabalhos no palco e na televisão, voltou recentemente a frequentar as telas de cinema em diversas produções. Manfried Sant'Anna, seu nome de batismo, foi escolhido em 2015 por uma comissão de profissionais da área como Embaixador do Circo no Brasil, título criado para chamar atenção e buscar benefícios para essa comunidade de artistas.

Na peça, Dedé dá vida ao palhaço Careta, que após uma performance é abordado no camarim pelo vendedor de sapatos Benvindo, interpretado por Fioravante Almeida – ator com carreira em teatro, televisão e cinema. Em 2014, Alexandre Borges e Fioravante foram premiados pela montagem Muro de arrimo, o primeiro pela direção, o segundo como ator. Como desdobramento desse sucesso, a TV Cultura convidou Borges para dirigir o espetáculo em uma versão televisiva.

* Matéria completa na edição 272 da Revista Roteiro Brasília

Palhaços
De 25/1 a 10/2, de 6ª a sábado, às 20h, e domingo, às 19h, no Teatro I do CCBB (SCES Trecho 2).
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (à venda na bilheteria do CCBB, de 3ª a domingo, das 9 às 21h, ou pelo site culturabancodobrasil.com.br/portal/distrito-federal).
Não recomendado para menores de 12 anos.

 

 

 

Fotos: Tatiana Coelho  

Fotos: Tatiana Coelho